Close Menu
Pará Terra BoaPará Terra Boa
  • COP30
  • GENTE DA TERRA
  • ECONOMIA
  • AGRICULTURA
  • MEIO AMBIENTE
  • CULTURA
  • SOBRE
  • CONTATO
Últimas notícias

Cidades que mais desmatam têm renda 27% menor que a média nacional

ECONOMIA

Brasil possui abismo entre planejamento e ação no combate à crise climática, diz estudo

MEIO AMBIENTE

Crise climática afeta cacau e deixa chocolates mais caros para a Páscoa

ECONOMIA
Facebook Instagram LinkedIn
1.
  • Cidades que mais desmatam têm renda 27% menor que a média nacional
  • Brasil possui abismo entre planejamento e ação no combate à crise climática, diz estudo
  • Crise climática afeta cacau e deixa chocolates mais caros para a Páscoa
  • Papa nomeia pesquisador brasileiro Carlos Nobre como conselheiro do Vaticano
  • Bioeconomia paraense recebe aporte de R$ 18 milhões via Fundo Flora
31 de março de 2026
Pará Terra BoaPará Terra Boa
Facebook Instagram
  • COP30
  • GENTE DA TERRA
  • ECONOMIA
  • AGRICULTURA
  • MEIO AMBIENTE
  • CULTURA
Pará Terra BoaPará Terra Boa
Home»MEIO AMBIENTE»Brasil possui abismo entre planejamento e ação no combate à crise climática, diz estudo
MEIO AMBIENTE 31 de março de 2026

Brasil possui abismo entre planejamento e ação no combate à crise climática, diz estudo

Políticas climáticas avançam, mas execução lenta aumenta impactos na população e no meio ambiente
WhatsApp Facebook LinkedIn Incorpore mídia (YouTube, Twitter, Flickr etc) diretamente em tópicos e respostas Email
Treinamento de brigadistas. Foto: Arquivo/Agência Pará
Compartilhar
WhatsApp Facebook Incorpore mídia (YouTube, Twitter, Flickr etc) diretamente em tópicos e respostas LinkedIn Email

Os impactos da crise climática chegam na sociedade brasileira antes das ações que deveriam combatê-las. É o que aponta o Anuário Estadual de Mudanças Climáticas 2026, elaborado pelo Centro Brasil no Clima em parceria com o Instituto Clima e Sociedade (iCS). O levantamento revela um cenário dividido: enquanto o país avança na formulação de políticas públicas, os estados ainda encontram dificuldades para implementá-las, o que reduz a capacidade de reação aos eventos climáticos extremos.

A crise vivida em 2024 expôs esse paradoxo nacional para o mundo: ondas de calor prolongadas em algumas regiões, secas severas e incêndios florestais de grandes proporções em outras. Enquanto isso, no meio de tudo, milhares de pessoas precisando de apoio para trabalhar, sobreviver e lidar com os prejuízos.

Para a especialista em Política Climática Subnacional e Legislativo do iCS, Carmynie Xavier, o principal problema do Brasil é o grande intervalo de tempo entre a formalização institucional de políticas públicas e capacidade operacional prática.

“O País está se organizando, mas os desastres chegam mais rápido do que a capacidade de resposta”, diz.

Amazônia em desalinho

Em 2024, a Amazônia registrou um aumento de 68% nos incêndios florestais, ao mesmo tempo em que houve uma redução de 32,4% no desmatamento. O desalinho entre os números indicam que, embora seja essencial, a preservação da floresta não pode mais ser a única estratégia para enfrentar a crise climática a nível nacional.

Além da extensa área florestal, a Amazônia é um foco importante na investigação de estratégias devido a desigualdade regional. Afinal, sua grande extensão territorial é um desafio logístico histórico. Caso as políticas de enfrentamento não sejam pensadas de acordo com a realidade local, há um grande risco da eficiência ser comprometida, gerando prejuízos ao meio ambiente e a todos que dependem dele.

O estudo aponta que o fortalecimento da gestão climática nos estados é peça-chave para transformar planejamento em ações concretas, como a implementação de planos de mitigação e a transição para uma economia de baixo carbono. Entre os estados da região Norte, o Pará possui avanços importantes, embora esbarre dos desafios ‘clássicos’ da região para implementar soluções devido a grande extensão territorial.

Entre as iniciativas positivas está o Plano Amazônia Agora, que aposta na bioeconomia, incentiva a regularização ambiental e estabelece a meta de zerar as emissões líquidas até 2050, assim como a criação de um plano de atuação voltado ao enfrentamento de eventos extremos, como secas e enchentes.

Mais recentemente, um pouco após o período de análise do estudo, o estado também instituiu o Plano ABC+, voltado à agricultura de baixo carbono, com foco na redução de emissões e no aumento da resiliência dos sistemas produtivos.

Entraves

Entre os entraves mais significativos estão a falta de recursos e de estrutura (em relação a outras regiões do Brasil) para implementar essas políticas; a baixa participação de energias renováveis no setor de transportes e o alto índice de queimadas.

Um desafio extra para a região é o setor de transportes, pois a forte dependência de rodovias e combustíveis fósseis, aliada à fiscalização limitada, dificultam a adesão de alternativas mais sustentáveis. Para o estudo, a solução para esta realidade é a atuação coordenada entre poder público, iniciativa privada e organizações socioambientais.

“Mudar esse padrão exige mais do que ampliar tecnologias limpas: requer coordenação nacional entre infraestrutura, política industrial e planejamento energético”, diz Carmynie.

O levantamento conclui que o principal desalinho não está apenas na formulação de políticas, mas na capacidade de executá-las com eficiência e equidade. A pesquisa expõe que a distância entre teoria e prática compromete o uso adequado de recursos, dificulta o cumprimento de metas climáticas e aprofunda as desigualdades regionais. Tudo isso enquanto a crise se agrava e gera impactos maiores a cada ano, aumentando ainda mais o abismo no enfrentamento a crise.

Amazônia Anuário Estadual de Mudanças Climáticas 2026 combate a crise climática no Pará crise climática destaque destaque1 meio ambiente pará Políticas climáticas
Compartilhar. WhatsApp Facebook Incorpore mídia (YouTube, Twitter, Flickr etc) diretamente em tópicos e respostas LinkedIn Email
Artigo AnteriorCrise climática afeta cacau e deixa chocolates mais caros para a Páscoa
Próximo Artigo Cidades que mais desmatam têm renda 27% menor que a média nacional

Você pode gostar também de

ECONOMIA

Crise climática afeta cacau e deixa chocolates mais caros para a Páscoa

MEIO AMBIENTE

Papa nomeia pesquisador brasileiro Carlos Nobre como conselheiro do Vaticano

MEIO AMBIENTE

Bioeconomia paraense recebe aporte de R$ 18 milhões via Fundo Flora

MEIO AMBIENTE

Melhoramento genético: setor ganha reforço no crédito para pecuária sustentável

Busque em nosso site
Previsão do tempo

+32
°
C
+33°
+21°
Altamira (Para)
Domingo, 30
Ver Previsão de 7 Dias

 

+33
°
C
+33°
+20°
Sao Felix do Xingu
Domingo, 30
Ver Previsão de 7 Dias

 

+32
°
C
+32°
+23°
Belém
Domingo, 30
Ver Previsão de 7 Dias

 

Curta Nossas Redes Sociais
  • Facebook
  • Instagram
Acesse nosso WhatsApp
WhatsApp
Envie sua notícia

Quer compartilhar uma notícia ou acontecimento da sua região?

Envie para a nossa redação!

    Publicidade
    Publicidade

    Aqui você encontra notícias boas para a gente boa desta terra boa que é o nosso Pará.

    Siga, comente e compartilhe nossos perfis nas redes sociais.

    Reprodução permitida, mas cite a fonte por favor!

    Facebook Instagram
    ENTRE EM CONTATO

    ANUNCIE NO PARÁ TERRA BOA

    Confira o Mídia Kit e contatos aqui

    ENVIE SUAS IDEIAS

    Queremos conhecer bons exemplos de quem cuida da nossa terra boa! Mande sua história ou de terceiros no WhatsApp para (91) 99187-0544 ou no formulário de contato aqui. 

    LEIA NOSSAS MATÉRIAS
    • COP30
    • GENTE DA TERRA
    • ECONOMIA
    • AGRICULTURA
    • MEIO AMBIENTE
    • CULTURA
    POLÍTICAS DO SITE

    Política de Privacidade

    Política de Cookies 

    © 2026 Pará Terra Boa.
    • SOBRE
    • CONTATO

    Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.

    Utilizamos cookies essenciais e tecnologias semelhantes. Ao continuar navegando, você concorda com estas condições. Confira a política de utilização de cookies.
    ConfiguraçõesAceitar
    Gerenciar consentimento

    Visão geral da privacidade

    Este site usa cookies para melhorar a sua experiência enquanto navega pelo site. Destes, os cookies que são categorizados como necessários são armazenados no seu navegador, pois são essenciais para o funcionamento das funcionalidades básicas do site. Também usamos cookies de terceiros que nos ajudam a analisar e entender como você usa este site. Esses cookies serão armazenados em seu navegador apenas com o seu consentimento. Você também tem a opção de cancelar esses cookies. Porém, a desativação de alguns desses cookies pode afetar sua experiência de navegação.
    Funcional
    Os cookies funcionais ajudam a realizar certas funcionalidades, como compartilhar o conteúdo do site em plataformas de mídia social, coletar feedbacks e outros recursos de terceiros.
    Performance
    Os cookies de desempenho são usados para entender e analisar os principais índices de desempenho do site, o que ajuda a fornecer uma melhor experiência do usuário para os visitantes.
    Analytics
    Cookies analíticos são usados para entender como os visitantes interagem com o site. Esses cookies ajudam a fornecer informações sobre as métricas do número de visitantes, taxa de rejeição, origem do tráfego, etc.
    Propaganda
    Os cookies de publicidade são usados para fornecer aos visitantes anúncios e campanhas de marketing relevantes. Esses cookies rastreiam visitantes em sites e coletam informações para fornecer anúncios personalizados.
    Outros
    Outros cookies não categorizados são aqueles que estão sendo analisados e ainda não foram classificados em uma categoria.
    Necessário
    Os cookies necessários são absolutamente essenciais para o funcionamento adequado do site. Esses cookies garantem funcionalidades básicas e recursos de segurança do site, de forma anônima.
    açaí
    tarifaço
    economia
    prejuízo
    destaque
    SALVAR E ACEITAR