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Home»MEIO AMBIENTE»Parceria de União com municípios reduz incêndios na Amazônia
MEIO AMBIENTE 2 de abril de 2026

Parceria de União com municípios reduz incêndios na Amazônia

Com investimentos de R$ 815 milhões, 70 municípios prioritários da região registram queda das queimadas
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Foto: Brigadas Alter do Chão
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Investimentos de R$ 815 milhões do Programa União com Municípios pela Redução do Desmatamento e Incêndios Florestais na Amazônia resultaram na diminuição de queimadas em 70 municípios prioritários da Amazônia. 

O dado foi apresentado pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) na terça-feira, 31, sobre a iniciativa que tenta descentralizar a fiscalização ambiental e focar recursos em 70 cidades consideradas críticas — que, juntas, concentram cerca de 78% da destruição da vegetação nativa na Amazônia.

O montante investido vem de fontes que incluem o Fundo Amazônia (BNDES), o Fundo Verde para o Clima (GCF), o Fundo Nacional do Meio Ambiente (FNMA) e o Fundo de Defesa de Direitos Difusos (FDD).

Nos últimos dois anos, o programa focou na estruturação física das secretarias municipais. Foram adquiridos mais de 2 mil itens, entre barcos, veículos, drones e computadores, além da capacitação de 500 técnicos locais. A ideia é criar “Escritórios de Governança Ambiental” com um investimento de R$ 700 mil por município.

No aspecto social, o projeto Pagamento por Serviços Ambientais (PSA) remunerou 4 mil pequenos agricultores pela conservação da floresta. Segundo a ministra Marina Silva, a estratégia responde a uma queixa antiga dos gestores locais.

“Com comando e controle, enfrentamos o que não pode ocorrer. Mas os prefeitos, com razão, pediam uma agenda positiva. Não basta dizer o que não pode, é preciso estabelecer o como pode”, afirmou.

Regularização

O maior gargalo da região, a regularização fundiária, recebeu um aporte de R$ 600 milhões via Anater, para cobrir 16 entidades de assistência técnica. A meta inicial é regularizar 2,3 milhões de hectares, com potencial para atingir 9,5 milhões.

Durante a cerimônia, um novo braço do programa foi lançado: um projeto de R$ 75 milhões destinado à recuperação de áreas degradadas em 32 mil imóveis rurais de agricultura familiar. O foco inicial são 48 cidades que aderiram ao UcM em 2024.

Organizar o território

Apesar do tom de prestação de contas, o evento serviu para reforçar a dependência da cooperação federativa. Marina Silva aproveitou para conectar a queda do desmate ao desempenho econômico.

“O desmatamento cai em 50% na Amazônia desde 2022 enquanto o agronegócio cresce – abrimos mais de 500 novos mercados desde 2023”, pontuou.

Do lado dos municípios, o prefeito de Lábrea (AM), Gerlando Lopes, destacou a urgência de organizar o território.

“Estamos diante de uma oportunidade única de organizar o território da Amazônia de forma a promover o desenvolvimento econômico, social e ambiental”.

Já Nabil Kadri, do BNDES, sublinhou a aceleração dos gastos, afirmando que o esforço de 39 meses permitiu aprovar 60% de tudo o que o Fundo Amazônia realizou em sua história.

Representantes do Incra e do PNUD reforçaram que o sucesso da empreitada depende do georreferenciamento de 32 mil parcelas de terra e do reconhecimento financeiro de quem mantém a floresta de pé.

“O engajamento dos atores subnacionais é essencial para que possamos cumprir nossos compromissos climáticos”, concluiu Pedro Henrique Guerra, do MDIC.

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