Close Menu
Pará Terra BoaPará Terra Boa
  • COP30
  • GENTE DA TERRA
  • ECONOMIA
  • AGRICULTURA
  • MEIO AMBIENTE
  • CULTURA
  • SOBRE
  • CONTATO
Últimas notícias

Pará define critérios técnicos para validar recuperação de florestas

MEIO AMBIENTE

Com investimento de R$ 600 mil, Pará avança na certificação quilombola

MEIO AMBIENTE

Belo Monte descumpre pela 2ª vez ordem para apresentar novo plano de vazão do rio Xingu

MEIO AMBIENTE
Facebook Instagram LinkedIn
1.
  • Pará define critérios técnicos para validar recuperação de florestas
  • Com investimento de R$ 600 mil, Pará avança na certificação quilombola
  • Belo Monte descumpre pela 2ª vez ordem para apresentar novo plano de vazão do rio Xingu
  • Peixes contaminados com metais pesados ameaçam saúde de ribeirinhos no Pará, aponta estudo
  • Autorizada a contratação de brigadas federais para prevenção e combate aos incêndios florestais
17 de abril de 2026
Pará Terra BoaPará Terra Boa
Facebook Instagram
  • COP30
  • GENTE DA TERRA
  • ECONOMIA
  • AGRICULTURA
  • MEIO AMBIENTE
  • CULTURA
Pará Terra BoaPará Terra Boa
Home»ECONOMIA»Terras em áreas desmatadas na Amazônia e Matopiba perdem 25% do valor
ECONOMIA 18 de fevereiro de 2022

Terras em áreas desmatadas na Amazônia e Matopiba perdem 25% do valor

WhatsApp Facebook LinkedIn Incorpore mídia (YouTube, Twitter, Flickr etc) diretamente em tópicos e respostas Email
Foto: Ascom/Semas-PA
Compartilhar
WhatsApp Facebook Incorpore mídia (YouTube, Twitter, Flickr etc) diretamente em tópicos e respostas LinkedIn Email

Se você derrubar todas as árvores do seu quintal, sua terra valerá 25% menos se estiver localizada na Amazônia Legal ou na região chamada de Matopiba (que compreende os Estados de Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia). Se sua terrinha estiver em outras partes do País, a desvalorização da terra por causa da derrubada das espécies pode ser de 5%.

Em reais, a desvalorização da terra brasileira por causa do desmatamento chegou a um total de R$ 136,7 bilhões (5% do valor da terra) em 2017, o equivalente a uma redução média de R$ 391 por hectare. Já nos municípios onde houve registro de expansão da fronteira agropecuária, situados predominante na Amazônia Legal e Matopiba, a desvalorização chegou a R$ 83,5 bilhões (25% do valor da terra em 2017), o equivalente a uma redução média de preço de R$ 985 por hectare.

Em nosso Pará, o preço do hectare de terra em São Félix do Xingu  – município com maior depreciação – foi de R$ 2.476 em 2017. Sem o desmatamento dos anos anteriores, o preço teria chegado a R$ 6.606,00 por hectare, uma perda gigantesca.

Apesar do efeito geral de depreciação do preço da terra, os maiores valores observados estão concentrados em poucos municípios e produtores. 61 municípios (1,15%) acumularam metade (50%) da depreciação total da terra no País.

Os dados fazem parte do estudo “Como o Agro se beneficia do desmatamento? ”, idealizado pelo Instituto Escolhas e divulgado na quinta-feira, 17/02, que analisou esse mercado com dados de 2011 a 2014, mas com reflexos em 2017. A desvalorização das propriedades rurais, como um todo, atingiu 93,5% dos municípios brasileiros.

Para a gerente de Portfólio do Instituto Escolhas, Jaqueline Ferreira, o estudo comprova que “o desmatamento ocorrido na fronteira agrícola, na Amazônia e no Cerrado, deprecia o preço de terras do País como um todo, funcionando como uma espécie de subsídio ou desconto para aqueles produtores que têm como estratégia a incorporação de novas áreas para o aumento da produção. Já os produtores que apostam no aumento da produtividade de suas áreas, saem perdendo com o desmatamento, uma vez que têm o preço suas terras depreciadas”.

Ao mostrar que poucos ganham muito com a depreciação do preço da terra, o estudo traz mais uma evidência de que o desmatamento prejudica o setor.

“Ainda assim, a maior parte do agro se esquiva de adotar medidas concretas para se desvincular do desmatamento, como a rastreabilidade de todos os fornecedores das cadeias produtivas ou o registro e georreferenciamento das propriedades. Ou, ainda mais grave, é comum ver lideranças do setor defendendo ou tolerando silenciosamente o desmonte da legislação ambiental e a rotina de atos de regularização fundiária que premiam quem desmata”, diz Jaqueline Ferreira.

Impacto em produtos

O desmatamento também impactou os preços dos produtos agropecuários. No caso da soja, foi observada uma desvalorização total de R$ 6,67 bilhões do valor bruto de produção do País em 2017, com a redução de R$ 3,1 (-4,5%) no preço médio da saca de 60 kg.

“O estudo também mostra que o impacto negativo no valor do preço da terra causado por desmatamento é inferior ao impacto positivo causado por outros fatores, como acesso a infraestrutura, orientação técnica e características biofísicas da terra. O que só reforça a importância de se investir em fatores de produtividade e, ao mesmo tempo, promover o fim do desmatamento” afirma Jaqueline.

O estudo

O valor de mercado de um pedaço de terra é influenciado por diversos fatores, como a infraestrutura, a proximidade de cidades, passando por disponibilidade de água para irrigação e o acesso a orientação técnica.

A partir do desenvolvimento de modelagens espacial e econométrica inéditas – que utilizou dados sobre o preço da terra, a agropecuária e a mudança de uso da terra no país entre os períodos de 2006 a 2017 – o estudo isolou o desmatamento e a consequente incorporação de terras para uso agropecuário dos demais fatores que influenciam o preço da terra. Com isso, foi possível observar o seu efeito no preço da terra e dos produtos agrícolas.

O estudo, idealizado e coordenado pelo Instituto Escolhas, foi executado por uma equipe interdisciplinar de pesquisadores da Esalq/USP, formada por Joaquim Bento de Souza Ferreira Filho, Gerd Sparovek, Adauto Brasilino Rocha Junior, Alberto Barreto, Arthur Fendrich e Giovani William Gianetti.

Clique aqui para acessar o sumário executivo – “Como o Agro se beneficia do desmatamento?”

Fonte: Instituto Escolhas

desmatamento Instituto Escolhas terra valor
Compartilhar. WhatsApp Facebook Incorpore mídia (YouTube, Twitter, Flickr etc) diretamente em tópicos e respostas LinkedIn Email
Artigo AnteriorComissão aprova projeto de acesso a crédito rural a agricultor familiar de Marajó
Próximo Artigo Pesquisadores desenvolvem arroz de ciclo precoce que consome 8% menos água

Você pode gostar também de

ECONOMIA

Instituto oferece bolsas para estimular bioeconomia amazônica

ECONOMIA

Turismo no Pará cresce mais de 400% e movimenta 1,1 bilhão após a COP30

MEIO AMBIENTE

Terras indígenas barram desmatamento e têm menor índice de devastação em oito anos

ECONOMIA

Agenda agrícola para 2026 prioriza bioinsumos e novas regras sanitárias

Busque em nosso site
Previsão do tempo

+32
°
C
+33°
+21°
Altamira (Para)
Domingo, 30
Ver Previsão de 7 Dias

 

+33
°
C
+33°
+20°
Sao Felix do Xingu
Domingo, 30
Ver Previsão de 7 Dias

 

+32
°
C
+32°
+23°
Belém
Domingo, 30
Ver Previsão de 7 Dias

 

Curta Nossas Redes Sociais
  • Facebook
  • Instagram
Acesse nosso WhatsApp
WhatsApp
Envie sua notícia

Quer compartilhar uma notícia ou acontecimento da sua região?

Envie para a nossa redação!

    Publicidade
    Publicidade

    Aqui você encontra notícias boas para a gente boa desta terra boa que é o nosso Pará.

    Siga, comente e compartilhe nossos perfis nas redes sociais.

    Reprodução permitida, mas cite a fonte por favor!

    Facebook Instagram
    ENTRE EM CONTATO

    ANUNCIE NO PARÁ TERRA BOA

    Confira o Mídia Kit e contatos aqui

    ENVIE SUAS IDEIAS

    Queremos conhecer bons exemplos de quem cuida da nossa terra boa! Mande sua história ou de terceiros no WhatsApp para (91) 99187-0544 ou no formulário de contato aqui. 

    LEIA NOSSAS MATÉRIAS
    • COP30
    • GENTE DA TERRA
    • ECONOMIA
    • AGRICULTURA
    • MEIO AMBIENTE
    • CULTURA
    POLÍTICAS DO SITE

    Política de Privacidade

    Política de Cookies 

    © 2026 Pará Terra Boa.
    • SOBRE
    • CONTATO

    Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.

    Utilizamos cookies essenciais e tecnologias semelhantes. Ao continuar navegando, você concorda com estas condições. Confira a política de utilização de cookies.
    ConfiguraçõesAceitar
    Gerenciar consentimento

    Visão geral da privacidade

    Este site usa cookies para melhorar a sua experiência enquanto navega pelo site. Destes, os cookies que são categorizados como necessários são armazenados no seu navegador, pois são essenciais para o funcionamento das funcionalidades básicas do site. Também usamos cookies de terceiros que nos ajudam a analisar e entender como você usa este site. Esses cookies serão armazenados em seu navegador apenas com o seu consentimento. Você também tem a opção de cancelar esses cookies. Porém, a desativação de alguns desses cookies pode afetar sua experiência de navegação.
    Funcional
    Os cookies funcionais ajudam a realizar certas funcionalidades, como compartilhar o conteúdo do site em plataformas de mídia social, coletar feedbacks e outros recursos de terceiros.
    Performance
    Os cookies de desempenho são usados para entender e analisar os principais índices de desempenho do site, o que ajuda a fornecer uma melhor experiência do usuário para os visitantes.
    Analytics
    Cookies analíticos são usados para entender como os visitantes interagem com o site. Esses cookies ajudam a fornecer informações sobre as métricas do número de visitantes, taxa de rejeição, origem do tráfego, etc.
    Propaganda
    Os cookies de publicidade são usados para fornecer aos visitantes anúncios e campanhas de marketing relevantes. Esses cookies rastreiam visitantes em sites e coletam informações para fornecer anúncios personalizados.
    Outros
    Outros cookies não categorizados são aqueles que estão sendo analisados e ainda não foram classificados em uma categoria.
    Necessário
    Os cookies necessários são absolutamente essenciais para o funcionamento adequado do site. Esses cookies garantem funcionalidades básicas e recursos de segurança do site, de forma anônima.
    açaí
    tarifaço
    economia
    prejuízo
    destaque
    SALVAR E ACEITAR