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MEIO AMBIENTE 13 de maio de 2026

Fragmentação da vegetação nativa cresceu 260% em 38 anos no Brasil

Dados do MapBiomas, divulgados nesta quarta-feira, sugerem que a cobertura original está mais exposta à degradação
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Imagem aérea de área de mata com parte da vegetação desmatada. Arquivo/Polícia Federal
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A vegetação nativa do Brasil está cada vez mais dividida e vulnerável. Dados inéditos do MapBiomas, divulgados nesta quarta-feira, 13/5, mostram que o número de fragmentos de cobertura vegetal passou de 2,7 milhões em 1986 para 7,1 milhões em 2023 – um salto de 260%.

Resultado principalmente do desmatamento, a fragmentação abre caminho para outro fenômeno preocupante: a degradação – processo que enfraquece os biomas, reduz sua capacidade de recuperação e compromete serviços ambientais como a regulação do clima.

“Quanto menor for o tamanho dos fragmentos de vegetação nativa, maior será a suscetibilidade à degradação”, explica o pesquisador do Ipam e coordenador do módulo de degradação do MapBiomas, Dhemerson Conciani.

Foi justamente isso que aconteceu no Brasil nas últimas décadas. Em 38 anos, a área média dos fragmentos caiu de 241 ha para 77 ha, uma redução de 68%. Hoje, cerca de 26,7 milhões remanescentes estão distribuídos em pequenos fragmentos com menos de 250 hectares.

Nesse cenário, Conciani também chama a atenção para o impacto sobre a fauna e a flora.

“Cada vez que diminui o tamanho de um fragmento, mais problemas aparecem: aumenta  o risco de extinções locais dessas espécies, diminui a chance de recolonização por indivíduos vindos de outros fragmentos vizinhos e maior é a proporção do efeito de borda. Em suma, esses fragmentos vão perdendo a diversidade de espécies”, detalha.

Dinâmica da destruição

Enquanto no desmatamento a vegetação é totalmente removida para dar lugar a outras atividades, como agricultura e pecuária, na degradação a perda acontece de forma gradual, principalmente por causa de queimadas e exploração madeireira. Ou seja, a floresta permanece de pé, mas mais frágil, menos resiliente e com menor biodiversidade.

Esse processo compromete a disponibilidade de água, a regulação do clima e a fertilidade do solo, fatores importantes para a produção agropecuária. A degradação também aumenta as emissões de carbono, fragiliza a floresta e abre caminho para novas derrubadas, ampliando os riscos também para as populações locais.

Monitoramento ajuda a identificar áreas sob pressão

Os dados reforçam a preocupação sobre a capacidade de recuperação das áreas naturais do país, que assumiu o compromisso de restaurar 12 milhões de hectares de vegetação nativa até 2030. A meta está prevista no Planaveg e reforçada em acordos internacionais como o Acordo de Paris, o Desafio de Bonn e a Iniciativa 20X20.

Diante disso, o monitoramento da degradação passa a complementar os dados de desmatamento, ajudando a identificar áreas sob pressão e orientar estratégias de conservação e recuperação ambiental.

“A degradação de um remanescente de vegetação nativa muitas vezes pode ser minimizada ou revertida. Porém, se as causas da degradação não forem interrompidas, a capacidade de recuperação biológica natural das áreas afetadas pode ficar muito comprometida”, afirma Eduardo Vélez, pesquisador do MapBiomas.

 

 

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