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Home»MEIO AMBIENTE»Sorgo reduz parasitos e torna a ração para tambaqui mais econômica
MEIO AMBIENTE 7 de dezembro de 2022

Sorgo reduz parasitos e torna a ração para tambaqui mais econômica

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Foto: Prefeitura Municipal de Belém
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Resultados de pesquisa realizada na Embrapa Amazônia Ocidental (AM) indicam que a inclusão de 40% de sorgo de baixo tanino na alimentação tornou a ração para tambaqui (Colossoma macropomum) mais econômica, sem comprometer o crescimento dos peixes.

Esse estudo ainda mostrou que a ração com o sorgo de alto tanino possibilitou significativa redução e controle dos parasitos que afetam a criação desse peixe. O objetivo da pesquisa foi reduzir os custos da ração e controlar os parasitas que afetam a criação do tambaqui, a espécie nativa mais produzida em piscicultura no Brasil.

Na avaliação das rações experimentais, os resultados com o sorgo de alto tanino indicam redução de 44% de acantocéfalos e de 83% dos monogeneas. Esses parasitos representam importantes problemas que afetam a criação e reduzem a produção na piscicultura.

“Os valores obtidos na pesquisa são considerados promissores para a busca de ingredientes que associem a nutrição e sanidade de peixes, sem o uso de químicos e sem comprometer a qualidade do pescado”, declara a pesquisadora Cheila Boijink, da Embrapa, que desenvolve pesquisas em sanidade de peixes.

O projeto de pesquisa foi realizado de 2019 a 2021, com apoio financeiro da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam). No estudo foram avaliados taninos na forma hidrolisável (ácido tânico) e condensado (sorgo de alto tanino), com o intuito de identificar se eles possuem ação anti-helmíntica e não prejudicam a aceitação e o desempenho zootécnico dos animais.

Produto natural antiparasitário

O uso de fontes vegetais na alimentação de peixes tem aumentado nos últimos anos, a fim de atender à demanda por rações e sustentar o desenvolvimento da produção aquícola. Uma das alternativas é o uso de compostos derivados de plantas, devido ao pouco ou nenhum efeito colateral nos peixes e ao meio ambiente e que é uma prática agrícola mais sustentável. Os produtos naturais, com conhecida propriedade antiparasitária, são considerados uma alternativa potencial, e entre esses compostos está o tanino, presente em várias plantas como o sorgo.

De acordo com Boijink, os resultados obtidos mostram que os taninos são eficientes para o controle de helmintos, podendo ser utilizados na ração como um ingrediente alternativo natural, sem prejudicar o desempenho animal. Essa linha de pesquisa já vem sendo desenvolvida pelos pesquisadores da Embrapa Amazônia Ocidental, os quais anteriormente comprovaram que outra fonte de tanino, os resíduos da bananeira, também é eficiente no controle de helmintos em tambaqui.

Em busca de ingredientes alternativos

O pesquisador Jony Dairiki observa que o sorgo (Sorghum bicolor) é um ingrediente energético de origem vegetal, com composição semelhante ao milho, porém, é um alimento com menor custo de produção se comparado ao milho. Por isso, o sorgo foi escolhido para avaliação como uma opção de matéria-prima, considerando que o custo da ração poderia ser menor com a maior inclusão de sorgo na dieta dos peixes.

O pesquisador informa que o sorgo se destaca pela sua rusticidade, possibilidade de cultivo na entressafra e em solos mais pobres em fertilidade e com déficit hídrico. A planta de sorgo produz grãos e matéria seca para composição de forragem que contribuem na alimentação animal, e o tanino é uma substância química natural do grão de sorgo.

A pesquisa identificou que a utilização de sorgo de baixo tanino para nutrição de juvenis de tambaqui em substituição ao milho propiciou uma redução de 27,4% no custo da alimentação quando o nível de inclusão desse ingrediente foi de 40%.

Outro dado importante é que o sorgo de alto tanino pode ser utilizado em dietas para tambaquis em até 45% de inclusão na formulação, sem nenhum efeito adverso ao desempenho animal, em um período de até 45 dias. Os pesquisadores acrescentam que estudos posteriores com animais para engorda e com maior período experimental precisam ser realizados para complementaridade da pesquisa, além da importante validação em pisciculturas locais.

Fonte: Embrapa Amazônia Oriental

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