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MEIO AMBIENTE 28 de abril de 2026

Intercâmbio agroflorestal conecta produtores da Transamazônica e Tomé-Açu

Iniciativa faz parte do projeto “Restauração Florestal na Amazônia”, que atua na recuperação de áreas degradadas
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Foto: Ipam
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Entre os dias 20 e 24 de abril, o município de Tomé-Açu, no Pará, tornou-se o centro de um diálogo estratégico entre agricultores familiares, técnicos e pesquisadores. A “Jornada Técnica Agroflorestal: conexões amazônicas Transamazônica/Tomé-Açu” promoveu o intercâmbio de saberes para fortalecer os Sistemas Agroflorestais (SAFs) como pilar de desenvolvimento sustentável na região.

O evento foi promovido pelo Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (IPAM), em parceria com a Cooperação Brasil-Alemanha (GIZ). A iniciativa faz parte do projeto “Restauração Florestal na Amazônia”, inserido no âmbito do Projeto Regulariza Rural, que atua na recuperação de áreas alteradas no Pará.

Com foco na articulação de diferentes territórios, a jornada reuniu participantes das regiões da Transamazônica e do Xingu. Para Edivan Carvalho, coordenador estadual do IPAM no Pará, o encontro superou a lógica tradicional de capacitação:

“A proposta é reconhecer o conhecimento que cada agricultor e agricultora traz de sua realidade. Queremos criar um espaço de diálogo e construção coletiva, onde seja possível compartilhar experiências, tirar dúvidas e conhecer diferentes estratégias de sistemas agroflorestais, levando ideias que possam ser aplicadas nos territórios”, explica.

Durante a programação, os participantes conheceram, na prática, diferentes modelos de sistemas agroflorestais implantados em campo, observando estratégias de manejo, diversificação de culturas e organização produtiva. As visitas evidenciaram a viabilidade de conciliar SAFs à produção agrícola, contribuindo para a recuperação de áreas degradadas e geração de renda.

“Esse intercâmbio mostra como temos muitos manejos diferentes no mesmo Estado. Mesmo com todos nós já atuando na agricultura, essas experiências mostram que devemos estar sempre inovando no campo”, disse o agricultor familiar Antônio Lima, da Transamazônica.

Além da monocultura

Um dos principais objetivos da missão foi oferecer alternativas à monocultura do cacau. Rogério Brito, assessor técnico da GIZ, ressaltou a importância de Tomé-Açu como referência histórica:

“A proposta é aproximar técnicos e produtores da Transamazônica das experiências desenvolvidas em Tomé-Açu, reconhecido como berço dos sistemas agroflorestais no Pará. Ainda temos um cenário marcado pela monocultura do cacau, e esse intercâmbio abre espaço para diversificar a produção com base na biodiversidade, fortalecendo a renda e a sustentabilidade das propriedades.”

O professor Elder Silva, representante da Casa Familiar Rural de Placas (PA), classificou o intercâmbio como uma oportunidade de transformação local, permitindo que novos modelos de recuperação de áreas degradadas sejam aplicados em sua realidade.

O exemplo de 90 anos de idade

A jornada contou com a participação de seis cooperativas amazônicas, que puderam conhecer de perto a estrutura da CAMTA (Cooperação Agrícola Mista de Tomé-Açu). Com quase 90 anos de história, a cooperativa é um modelo global de agregação de valor e acesso a mercados.

Segundo Edinaldo Santos, diretor de assistência agrícola da cooperativa, a CAMTA reúne atualmente 173 cooperados ativos e cerca de 1.800 produtores cadastrados, beneficiando diretamente 10 mil pessoas.

“A CAMTA se destaca pela exportação de aproximadamente 5 mil toneladas de polpa de frutas por ano”, afirmou Santos.

Para Elisângela Trzeciak, coordenadora do IPAM na Transamazônica, o evento celebrou a conexão entre produção, conservação e renda.

“Encerramos essa jornada com a certeza de que o intercâmbio de saberes, aliado às experiências práticas e ao conhecimento técnico, fortalece os sistemas agroflorestais como estratégia de desenvolvimento sustentável na Amazônia. Ao longo desses dias, foi possível conectar diferentes realidades e reforçar a integração entre produção, conservação e geração de renda.”

A Jornada Agroflorestal é coordenada pelo Serviço Florestal Brasileiro (SFB) e pelo Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA Brasil), com apoio financeiro do banco alemão KfW.

FNo Pará, as ações de regularização ambiental e monitoramento são executadas pelo IPAM em parceria com a Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas).

#agrofloresta #CAMTA #sistemas agroflorestais #Tomé-Açu Cooperativas destaque destaque2 IPAM SAFs Transamazônica
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