Close Menu
Pará Terra BoaPará Terra Boa
  • COP30
  • GENTE DA TERRA
  • ECONOMIA
  • AGRICULTURA
  • MEIO AMBIENTE
  • CULTURA
  • SOBRE
  • CONTATO
Últimas notícias

COP17 debate secas que ameaçam da Amazônia ao resto do mundo

MEIO AMBIENTE

Parceria fortalece restauração ambiental e vocação agrícola em municípios do Pará

MEIO AMBIENTE

Mais soja, menos alimento: o retrato do campo nas metrópoles amazônicas

ECONOMIA
Facebook Instagram LinkedIn
1.
  • COP17 debate secas que ameaçam da Amazônia ao resto do mundo
  • Parceria fortalece restauração ambiental e vocação agrícola em municípios do Pará
  • Mais soja, menos alimento: o retrato do campo nas metrópoles amazônicas
  • El Niño já está forte e deve se intensificar nos próximos meses
  • Coletores da Flona de Caxiuanã mapeiam castanhais e sonham com cooperativa própria
17 de agosto de 2026
Pará Terra BoaPará Terra Boa
Facebook Instagram
  • COP30
  • GENTE DA TERRA
  • ECONOMIA
  • AGRICULTURA
  • MEIO AMBIENTE
  • CULTURA
Pará Terra BoaPará Terra Boa
Home»MEIO AMBIENTE»COP17 debate secas que ameaçam da Amazônia ao resto do mundo
MEIO AMBIENTE 17 de agosto de 2026

COP17 debate secas que ameaçam da Amazônia ao resto do mundo

Frequência e a duração das secas cresceram quase 30% no planeta desde 2000
WhatsApp Facebook LinkedIn Incorpore mídia (YouTube, Twitter, Flickr etc) diretamente em tópicos e respostas Email
Foto: Antônio Lima/Governo Amazonas/Secom
Compartilhar
WhatsApp Facebook Incorpore mídia (YouTube, Twitter, Flickr etc) diretamente em tópicos e respostas LinkedIn Email

Resumo

  • A Amazônia viveu secas extremas em 2023 e 2024, provocando isolamento de comunidades e desabastecimento. O cenário ameaça se repetir e se intensificar com a chegada de um El Niño considerado “muito forte”.
  • O tema ganha destaque global com a COP17 de Combate à Desertificação, que acontece a partir desta segunda-feira, 17, na Mongólia. A UNCCD alerta que a frequência e a duração das secas cresceram quase 30% no mundo desde 2000.
  • Em julho de 2026, todas as regiões do Brasil registraram seca, somando 157 municípios em situação severa. Especialistas do Cemaden indicam tendência de aumento de temperaturas e queda na precipitação nos próximos meses.
  • Cerca de 18% do território nacional é suscetível à desertificação. O processo de degradação do solo expandiu 170 mil km² entre 2000 e 2020.
  • Líderes indígenas apontam um colapso ambiental que afeta pesca, transporte e favorece queimadas. Em apenas um mês, o número de territórios indígenas sob seca severa saltou de 3 para 17, e assentamentos rurais em seca extrema subiram de 2 para 44.
  • :O El Niño reduz chuvas e eleva temperaturas nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste. O Programa Mundial de Alimentos projeta que os impactos climáticos podem elevar para 275 milhões o número de pessoas em insegurança alimentar aguda no planeta.
  • O Brasil integra a Aliança Internacional para a Resiliência à Seca (IDRA) e busca atuar de forma integrada, reconhecendo a ocorrência de secas severas em todas as cinco regiões do País.

Comunidades sem acesso a barcos, rios nos menores níveis já registrados, remédios e alimentos que não chegam: foi assim que grande parte da Amazônia viveu as secas de 2023 e 2024. Menos de dois anos depois, o alerta é que esse cenário pode se repetir — e com mais força — por causa da chegada de um El Niño classificado como muito forte.

O fenômeno, que não atinge apenas a Amazônia, mas o mundo, ganha  peso nesta semana, com o início da 17ª Conferência das Nações Unidas de Combate à Desertificação (COP17), nesta segunda, 17, na Mongólia.

Segundo a Convenção das Nações Unidas de Combate à Desertificação (UNCCD), a frequência e a duração das secas aumentaram quase 30% desde 2000 no planeta.

“A questão já não é reconhecer a seca como um risco global, mas agir cedo o suficiente para evitar que seus impactos se espalhem pelas comunidades, economias e fronteiras”, afirma a secretária executiva da UNCCD,  em entrevista à Agência Brasil.

No Brasil, todas as cinco regiões tiveram registros de seca, com diferentes intensidades, em julho de 2026. Pelo menos 157 municípios foram classificados em situação de “seca severa”, o que significa que sofreram queda acentuada de umidade no solo e estresse hídrico na vegetação, com perdas na agricultura.

O fenômeno no País é acompanhado pelo Monitor de Secas, coordenado pela Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), e por boletins mensais do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden). O coordenador-geral de pesquisa e desenvolvimento do Cemaden, José Antonio Marengo, explica que o problema deve se intensificar nos próximos meses.

“O que observamos em todo o País é uma tendência de ressecamento. Vemos a diminuição dos totais de chuvas e o aumento da temperatura. Há um risco de que o desequilíbrio entre precipitação e evaporação leve a situações de agravamento das secas”, analisa Marengo.

Terras indígenas

Segundo boletim da Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene), cerca de 18% do território brasileiro já é classificado como Área Suscetível à Desertificação — um processo de degradação em que terras produtivas perdem a capacidade de reter água e sustentar vida, geralmente causado por desmatamento e uso inadequado do solo.

Entre 2000 e 2020, a área afetada no País cresceu 170 mil km², extensão equivalente à soma de Pernambuco, Paraíba e Alagoas.

A Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (Coiab) tem alertado para a gravidade do quadro. Segundo o coordenador-geral da entidade, Toya Manchineri, o que a região viveu não foi uma estiagem isolada, mas um colapso ambiental em curso. Ele descreve o efeito em cadeia sobre o modo de vida das comunidades: quando o rio seca, o peixe desaparece, o barco não chega e a floresta, antes úmida, passa a queimar.

Os números recentes de monitoramento reforçam esse cenário. Territórios indígenas em situação de seca severa saltaram de três, em junho, para 17, em julho — entre eles, áreas dos Kaiapó, do Pará. No mesmo período, assentamentos rurais em seca extrema foram de dois para 44, e em seca severa, de 102 para 309, com o Pará entre os estados que concentram a maior parte das áreas afetadas, junto de Tocantins, Mato Grosso, Rondônia e Amazonas.

El Niño deve intensificar o problema

O quadro tende a piorar com a chegada de um El Niño de intensidade muito forte. Segundo o pesquisador Humberto Barbosa, da Universidade Federal de Alagoas, esse tipo de fenômeno historicamente reduz as chuvas e eleva as temperaturas no Norte, no Nordeste e em áreas do Centro-Oeste, afetando tanto a umidade do solo quanto a vazão dos rios — e deixando essas regiões mais vulneráveis a secas prolongadas, secas-relâmpago e queimadas.

O Programa Mundial de Alimentos (PMA) estima que a seca e os demais impactos climáticos ligados ao El Niño podem agravar a insegurança alimentar em 45 países, com aumento da população em insegurança alimentar aguda de cerca de 225 milhões para 275 milhões de pessoas globalmente — América Central, América do Sul e Caribe estão entre as regiões com os maiores aumentos previstos.

O que o governo tem feito

O Brasil integra, desde 2024, a Aliança Internacional para a Resiliência à Seca (IDRA), fórum criado durante a COP27 do Clima para ampliar a cooperação e os investimentos internacionais no enfrentamento à seca.

Segundo o diretor do Departamento de Combate à Desertificação do Ministério do Meio Ambiente, Alexandre Pires, dados de monitoramento das últimas três décadas mostram que o Brasil já registrou secas severas em todas as cinco macrorregiões do País — o que exige tratar o problema de forma integrada, e não mais como uma questão isolada de determinadas regiões.

Fonte: Com informações da Agência Brasil

Amazônia Conferência das Nações Unidas de Combate à Desertificação COP17 Norte PRINCIPAL seca
Compartilhar. WhatsApp Facebook Incorpore mídia (YouTube, Twitter, Flickr etc) diretamente em tópicos e respostas LinkedIn Email
Artigo AnteriorParceria fortalece restauração ambiental e vocação agrícola em municípios do Pará

Você pode gostar também de

MEIO AMBIENTE

Parceria fortalece restauração ambiental e vocação agrícola em municípios do Pará

ECONOMIA

Mais soja, menos alimento: o retrato do campo nas metrópoles amazônicas

MEIO AMBIENTE

El Niño já está forte e deve se intensificar nos próximos meses

GENTE DA TERRA

Coletores da Flona de Caxiuanã mapeiam castanhais e sonham com cooperativa própria

Busque em nosso site
Previsão do tempo

+32
°
C
+33°
+21°
Altamira (Para)
Domingo, 30
Ver Previsão de 7 Dias

 

+33
°
C
+33°
+20°
Sao Felix do Xingu
Domingo, 30
Ver Previsão de 7 Dias

 

+32
°
C
+32°
+23°
Belém
Domingo, 30
Ver Previsão de 7 Dias

 

Curta Nossas Redes Sociais
  • Facebook
  • Instagram
Acesse nosso WhatsApp
WhatsApp
Envie sua notícia

Quer compartilhar uma notícia ou acontecimento da sua região?

Envie para a nossa redação!

    Publicidade
    Publicidade

    Aqui você encontra notícias boas para a gente boa desta terra boa que é o nosso Pará.

    Siga, comente e compartilhe nossos perfis nas redes sociais.

    Reprodução permitida, mas cite a fonte por favor!

    Facebook Instagram
    ENTRE EM CONTATO

    ANUNCIE NO PARÁ TERRA BOA

    Confira o Mídia Kit e contatos aqui

    ENVIE SUAS IDEIAS

    Queremos conhecer bons exemplos de quem cuida da nossa terra boa! Mande sua história ou de terceiros no WhatsApp para (91) 99187-0544 ou no formulário de contato aqui. 

    LEIA NOSSAS MATÉRIAS
    • COP30
    • GENTE DA TERRA
    • ECONOMIA
    • AGRICULTURA
    • MEIO AMBIENTE
    • CULTURA
    POLÍTICAS DO SITE

    Política de Privacidade

    Política de Cookies 

    © 2026 Pará Terra Boa.
    • SOBRE
    • CONTATO

    Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.

    Utilizamos cookies essenciais e tecnologias semelhantes. Ao continuar navegando, você concorda com estas condições. Confira a política de utilização de cookies.
    ConfiguraçõesAceitar
    Gerenciar consentimento

    Visão geral da privacidade

    Este site usa cookies para melhorar a sua experiência enquanto navega pelo site. Destes, os cookies que são categorizados como necessários são armazenados no seu navegador, pois são essenciais para o funcionamento das funcionalidades básicas do site. Também usamos cookies de terceiros que nos ajudam a analisar e entender como você usa este site. Esses cookies serão armazenados em seu navegador apenas com o seu consentimento. Você também tem a opção de cancelar esses cookies. Porém, a desativação de alguns desses cookies pode afetar sua experiência de navegação.
    Funcional
    Os cookies funcionais ajudam a realizar certas funcionalidades, como compartilhar o conteúdo do site em plataformas de mídia social, coletar feedbacks e outros recursos de terceiros.
    Performance
    Os cookies de desempenho são usados para entender e analisar os principais índices de desempenho do site, o que ajuda a fornecer uma melhor experiência do usuário para os visitantes.
    Analytics
    Cookies analíticos são usados para entender como os visitantes interagem com o site. Esses cookies ajudam a fornecer informações sobre as métricas do número de visitantes, taxa de rejeição, origem do tráfego, etc.
    Propaganda
    Os cookies de publicidade são usados para fornecer aos visitantes anúncios e campanhas de marketing relevantes. Esses cookies rastreiam visitantes em sites e coletam informações para fornecer anúncios personalizados.
    Outros
    Outros cookies não categorizados são aqueles que estão sendo analisados e ainda não foram classificados em uma categoria.
    Necessário
    Os cookies necessários são absolutamente essenciais para o funcionamento adequado do site. Esses cookies garantem funcionalidades básicas e recursos de segurança do site, de forma anônima.
    açaí
    tarifaço
    economia
    prejuízo
    destaque
    SALVAR E ACEITAR