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MEIO AMBIENTE 19 de maio de 2026

Calor extremo sufoca América Latina, mas falta de dados esconde real dimensão da crise

Países da região não contabilizam dados organizados sobre mortes relacionadas ao clima
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Foto: Joédson Alves/Agência Brasil
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Pelo menos 13 mil pessoas morreram por ano, entre 2012 e 2021, na América Latina por causas ligadas ao calor, mas a Organização Meteorológica Mundial (OMM) alerta que o número real é bem maior, já que os casos são  subnotificados.

A informação faz parte do relatório “Estado do Clima na América Latina e no Caribe 2025”, lançado nesta segunda-feira, 18, em Brasília. Apresentado no Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) junto com o Inmet e o Cemaden, o documento mostra que um ano de recordes em quase todos os aspectos climáticos transformou o calor em um fardo invisível para a saúde pública, já que a maioria dos governos da região não publica dados organizados sobre essas mortes.

“Em 2025, a região sofreu com calor recorde, seca persistente, ciclones tropicais devastadores, recuo acelerado das geleiras e elevação do nível do mar, com graves consequências para as comunidades, os sistemas alimentares e as economias em toda a região”, diz o relatório

Os dados revelam o tamanho desse vaivém agressivo do clima: enquanto chuvas torrenciais e deslizamentos castigaram países como Peru, Equador, Colômbia, Venezuela e Brasil, o furacão Melissa devastou a Jamaica, destruindo mais de 40% do PIB do país.

Na outra ponta, a seca afetou 85% do território do México e o derretimento das geleiras andinas acelerou, ameaçando a água de 90 milhões de pessoas.

O exemplo do Brasil

O Brasil ilustra bem essa mistura de extremos e falta de dados. O INMET registrou sete ondas de calor ao longo de 2025. Em fevereiro, o Rio de Janeiro bateu os 44°C e, em dezembro, São Paulo registrou 37,2°C, a maior temperatura em 64 anos de medições, forçando escolas a adiarem a volta às aulas.

Apesar do cenário sufocante, as mortes causadas pelo calor permanecem invisíveis nas estatísticas oficiais.

Além do impacto direto na saúde, o clima extremo bagunça os motores econômicos da região, afetando a agricultura, a geração de energia e a infraestrutura das cidades. O relatório aponta ainda que, mesmo com uma queda geral nos incêndios em comparação com 2024, o Brasil continua isolado na liderança das queimadas na América Latina.

O chamado para a ação

Com esse cenário difícil pela frente, a saída proposta pela OMM é integrar os alertas meteorológicos diretamente aos sistemas de atendimento da saúde pública. Além disso, é preciso melhorar:

  • A notificação padronizada das doenças e mortes relacionadas ao calor
  • A integração prática dos alertas meteorológicos precoces com os limites de tolerância da saúde pública
  • O investimento em infraestruturas de saúde resistentes ao calor
  • A coordenação entre diferentes setores para gerenciar os riscos do calor extremo
  • O desenvolvimento de capacidades e de redes de contatos entre especialistas em clima e saúde para colocar projetos conjuntos em prática, como a definição de limites para os sistemas de alerta

A secretária-geral da organização, Celeste Saulo, reforçou que o relatório é um chamado urgente para agir.

“Ele nos insta a fortalecer as observações, investir em serviços, corrigir as deficiências nos sistemas de alerta precoce e garantir que as informações climáticas cheguem a quem mais precisa.”

A mesma preocupação com a infraestrutura foi destacada pelo diretor do Inmet, Carlos Alberto Andrade e Jurgielewicz, que explicou que “a instalação de novas estações meteorológicas permitirá maior agilidade na atualização e disponibilização de dados, fortalecendo a capacidade de monitoramento e resposta a eventos climáticos extremos”.

Como caminho para o futuro, a organização cobra a execução do Plano de Ação em Saúde de Belém, aprovado na COP30, para adaptar os hospitais e postos de saúde à nova realidade climática e proteger as populações mais vulneráveis.

Com informações da AFP e do Inmet

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