Close Menu
Pará Terra BoaPará Terra Boa
  • COP30
  • GENTE DA TERRA
  • ECONOMIA
  • AGRICULTURA
  • MEIO AMBIENTE
  • CULTURA
  • SOBRE
  • CONTATO
Últimas notícias

El Niño: investimentos para conter impactos climáticos somam R$ 1,3 bilhão

MEIO AMBIENTE

Projeto busca restaurar 600 mil hectares de vegetação nativa no Brasil

MEIO AMBIENTE

Castanheira, sumaúma e andiroba: as protagonistas do novo capítulo de Paragominas

MEIO AMBIENTE
Facebook Instagram LinkedIn
1.
  • El Niño: investimentos para conter impactos climáticos somam R$ 1,3 bilhão
  • Projeto busca restaurar 600 mil hectares de vegetação nativa no Brasil
  • Castanheira, sumaúma e andiroba: as protagonistas do novo capítulo de Paragominas
  • Publicação reúne técnicas para o combate ao fogo na Amazônia
  • Estudo defende padrão unificado para rastrear cadeias de soja e carne no Brasil
30 de julho de 2026
Pará Terra BoaPará Terra Boa
Facebook Instagram
  • COP30
  • GENTE DA TERRA
  • ECONOMIA
  • AGRICULTURA
  • MEIO AMBIENTE
  • CULTURA
Pará Terra BoaPará Terra Boa
Home»ECONOMIA»Estudo defende padrão unificado para rastrear cadeias de soja e carne no Brasil
ECONOMIA 28 de julho de 2026

Estudo defende padrão unificado para rastrear cadeias de soja e carne no Brasil

Protocolo único ajudaria a definir os padrões do comércio global de soja e carne bovina livres de desmatamento
WhatsApp Facebook LinkedIn Incorpore mídia (YouTube, Twitter, Flickr etc) diretamente em tópicos e respostas Email
Foto: Adepará
Compartilhar
WhatsApp Facebook Incorpore mídia (YouTube, Twitter, Flickr etc) diretamente em tópicos e respostas LinkedIn Email

Resumo

  • Um estudo do WRI Brasil defende que o Brasil deve deixar de apenas cumprir exigências externas para passar a definir os padrões do comércio mundial de soja e carne bovina livres de desmatamento.
  • Embora o Brasil possua dados e leis robustos, a existência de pelo menos 21 iniciativas com critérios e datas de corte diferentes eleva os custos e reduz a confiança internacional.
  • O estudo propõe um protocolo unificado para garantir segurança no abastecimento.
  • A ideia é criar requisitos mínimos de rastreabilidade até o fornecedor indireto, focando na propriedade rural como unidade de controle e no uso de dados oficiais.
  • A iniciativa facilitaria o comércio com a China, maior compradora desses dois produtos (responsáveis por cerca de 60% das exportações do agronegócio brasileiro em 2024).
  • O estudo ainda destaca 10 diretrizes de conformidade legal, complementado por exigências adicionais para empresas que queiram avançar rumo a cadeias livres de desmatamento.

Um estudo inédito do WRI Brasil defende que o Brasil tem a oportunidade de deixar de apenas atender a exigências ambientais dos compradores internacionais e passar a ajudar a definir os próprios padrões do comércio global de soja e carne bovina livres de desmatamento.

Para isso, a organização propõe um protocolo unificado de rastreabilidade — hoje fragmentado entre pelo menos 21 iniciativas diferentes no País — que poderia servir de base, inclusive, para o aprofundamento da relação comercial com a China, maior compradora dos dois produtos.

O levantamento, batizado de “Rastreando a Responsabilidade: Fortalecendo o Monitoramento do Desmatamento nas Cadeias de Suprimento de Soja e Carne Bovina do Brasil”, analisou 21 iniciativas voltadas a cadeias sustentáveis na Amazônia e no Cerrado — sendo 10 relacionadas à soja e 11 à carne bovina.

A soja e a carne bovina são as principais commodities de exportação do Brasil e responderam por cerca de 60% do valor das exportações do agronegócio brasileiro em 2024.

Estrutura fragmentada

Apesar de o Brasil já dispor de uma base considerada robusta de legislação, dados e sistemas de monitoramento — como monitoramento por satélite, o Cadastro Ambiental Rural, plataformas públicas e protocolos setoriais —, o estudo aponta que essa estrutura ainda é fragmentada.

As iniciativas analisadas utilizam critérios diferentes para monitorar desmatamento, adotam datas de corte distintas entre si, têm cobertura limitada sobre fornecedores indiretos — principalmente na pecuária — e recorrem a mecanismos variados de rastreabilidade e verificação.

Para os pesquisadores, essa fragmentação dificulta a comparação entre sistemas, eleva os custos de conformidade para as empresas e reduz a confiança de mercados internacionais na consistência das informações.

Bons exemplos

Entre os exemplos citados como positivos pelo estudo estão o Protocolo de Monitoramento de Fornecedores de Gado para a Amazônia (PMFGA), que verifica a Autorização de Supressão de Vegetação Nativa e organiza critérios de monitoramento de fornecedores; o Protocolo Verde dos Grãos do Pará (PVG), que amplia checagens de conformidade na cadeia estadual da soja e avalia sobreposições com Terras Indígenas e Unidades de Conservação; e as plataformas SeloVerde, em operação no Pará, em Minas Gerais e no Maranhão, que integram dados públicos para avaliações no nível da propriedade rural.

O estudo defende que, mais do que uma agenda ambiental, a transparência na cadeia produtiva é um motor de competitividade e desenvolvimento. Ela mitiga riscos, fortalece a confiança de compradores internacionais e consolida parcerias comerciais duradouras, garantindo um fornecimento seguro e posicionando o agronegócio brasileiro na liderança do mercado global.

Dez recomendações

Diante das lacunas identificadas, o estudo prevê um conjunto de requisitos mínimos de conformidade legal, complementado por exigências adicionais para empresas que queiram avançar rumo a cadeias livres de desmatamento:

  1. Propriedade rural como unidade de monitoramento e bloqueio
  2. Uso de fontes de dados oficiais e validadas cientificamente
  3. Garantia de conformidade legal e ausência de trabalho análogo à escravidão
  4. Mecanismos de transparência e verificação
  5. Ampla cobertura territorial
  6. Alcançar a ausência de desmatamento ilegal em todos os biomas brasileiros a partir de 22 de julho de 2008 (conforme estabelecido pelo Código Florestal brasileiro)
  7. Ausência de desmatamento e conversão em todos os biomas brasileiros, com data a ser definida por protocolo voluntário
  8. Rastreabilidade de fornecedores indiretos nas cadeias de soja e carne bovina
  9. Sistema de bloqueio e mecanismos de remediação e reintegração de fornecedores não conformes
  10. Grupo de supervisão com participação da sociedade civil

Fonte: Gigante 163

 

 

 

carne rastreabilidade desmatamento destaque destaque4 soja WRI
Compartilhar. WhatsApp Facebook Incorpore mídia (YouTube, Twitter, Flickr etc) diretamente em tópicos e respostas LinkedIn Email
Artigo AnteriorNatura ultrapassa mil hectares de dendê cultivado em sistema agroflorestal no Pará
Próximo Artigo Publicação reúne técnicas para o combate ao fogo na Amazônia

Você pode gostar também de

MEIO AMBIENTE

El Niño: investimentos para conter impactos climáticos somam R$ 1,3 bilhão

MEIO AMBIENTE

Castanheira, sumaúma e andiroba: as protagonistas do novo capítulo de Paragominas

MEIO AMBIENTE

Publicação reúne técnicas para o combate ao fogo na Amazônia

MEIO AMBIENTE

Guia orienta prefeituras brasileiras na prevenção de impactos do El Niño

Busque em nosso site
Previsão do tempo

+32
°
C
+33°
+21°
Altamira (Para)
Domingo, 30
Ver Previsão de 7 Dias

 

+33
°
C
+33°
+20°
Sao Felix do Xingu
Domingo, 30
Ver Previsão de 7 Dias

 

+32
°
C
+32°
+23°
Belém
Domingo, 30
Ver Previsão de 7 Dias

 

Curta Nossas Redes Sociais
  • Facebook
  • Instagram
Acesse nosso WhatsApp
WhatsApp
Envie sua notícia

Quer compartilhar uma notícia ou acontecimento da sua região?

Envie para a nossa redação!

    Publicidade
    Publicidade

    Aqui você encontra notícias boas para a gente boa desta terra boa que é o nosso Pará.

    Siga, comente e compartilhe nossos perfis nas redes sociais.

    Reprodução permitida, mas cite a fonte por favor!

    Facebook Instagram
    ENTRE EM CONTATO

    ANUNCIE NO PARÁ TERRA BOA

    Confira o Mídia Kit e contatos aqui

    ENVIE SUAS IDEIAS

    Queremos conhecer bons exemplos de quem cuida da nossa terra boa! Mande sua história ou de terceiros no WhatsApp para (91) 99187-0544 ou no formulário de contato aqui. 

    LEIA NOSSAS MATÉRIAS
    • COP30
    • GENTE DA TERRA
    • ECONOMIA
    • AGRICULTURA
    • MEIO AMBIENTE
    • CULTURA
    POLÍTICAS DO SITE

    Política de Privacidade

    Política de Cookies 

    © 2026 Pará Terra Boa.
    • SOBRE
    • CONTATO

    Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.

    Utilizamos cookies essenciais e tecnologias semelhantes. Ao continuar navegando, você concorda com estas condições. Confira a política de utilização de cookies.
    ConfiguraçõesAceitar
    Gerenciar consentimento

    Visão geral da privacidade

    Este site usa cookies para melhorar a sua experiência enquanto navega pelo site. Destes, os cookies que são categorizados como necessários são armazenados no seu navegador, pois são essenciais para o funcionamento das funcionalidades básicas do site. Também usamos cookies de terceiros que nos ajudam a analisar e entender como você usa este site. Esses cookies serão armazenados em seu navegador apenas com o seu consentimento. Você também tem a opção de cancelar esses cookies. Porém, a desativação de alguns desses cookies pode afetar sua experiência de navegação.
    Funcional
    Os cookies funcionais ajudam a realizar certas funcionalidades, como compartilhar o conteúdo do site em plataformas de mídia social, coletar feedbacks e outros recursos de terceiros.
    Performance
    Os cookies de desempenho são usados para entender e analisar os principais índices de desempenho do site, o que ajuda a fornecer uma melhor experiência do usuário para os visitantes.
    Analytics
    Cookies analíticos são usados para entender como os visitantes interagem com o site. Esses cookies ajudam a fornecer informações sobre as métricas do número de visitantes, taxa de rejeição, origem do tráfego, etc.
    Propaganda
    Os cookies de publicidade são usados para fornecer aos visitantes anúncios e campanhas de marketing relevantes. Esses cookies rastreiam visitantes em sites e coletam informações para fornecer anúncios personalizados.
    Outros
    Outros cookies não categorizados são aqueles que estão sendo analisados e ainda não foram classificados em uma categoria.
    Necessário
    Os cookies necessários são absolutamente essenciais para o funcionamento adequado do site. Esses cookies garantem funcionalidades básicas e recursos de segurança do site, de forma anônima.
    açaí
    tarifaço
    economia
    prejuízo
    destaque
    SALVAR E ACEITAR