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Home»ECONOMIA»Bioindústria transforma frutos da Amazônia em óleos de alta pureza no nordeste paraense
ECONOMIA 19 de janeiro de 2026

Bioindústria transforma frutos da Amazônia em óleos de alta pureza no nordeste paraense

Uso sustentável de frutos da floresta aumentam a renda local em até 30% e fortalecem a cadeia da bioeconomia
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Gilberto Nobumasa, fundador da FortParaOil. Foto: Arquivo Pessoal
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No município do Acará, no nordeste paraense, a agricultura e o extrativismo moldam a vida de mais de 40 mil pessoas. Ali, a união entre o manejo sustentável e o aproveitamento integral de frutos amazônicos deu origem a óleos e manteigas de alta pureza — um negócio que já elevou em 30% a renda das famílias locais.

A semente desse impacto nasceu de uma memória de infância de Gilberto Nobumassa, fundador da FortParaOil. Ele cresceu vendo o pai vender polpas de cupuaçu na feira, enquanto as sementes eram descartadas. Anos depois, como engenheiro mecânico no setor de óleo de palma, Gilberto teve um estalo: aplicar o rigor industrial de extração às sementes regionais.

“Era a oportunidade ideal de conectar os dois mundos e alimentar um mercado que pede por ingredientes da floresta”, diz.

Fortalecimento comunitário

Em parceria com 70 famílias de comunidades rurais do município, o negócio executa práticas regenerativas para conservar o meio ambiente, garantir qualidade de frutas e sementes por meio da tecnologia industrial e agrária, assim como fortalecer a geração de renda.

As comunidades fornecem amêndoas de espécies nativas como andiroba, murumuru, tucumã e pracaxi, muito usadas pelas indústrias de cosméticos e alimentos. Após a coleta das amêndoas, é a vez dos processos de separação da polpa, secagem, quebra e extração dos óleos, feitos por prensagem a frio para preservar propriedades terapêuticas e funcionais das sementes.

“Queremos garantir qualidade e a preservação de propriedades que agreguem valor ao produto final”, explica.

 

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Pureza como diferencial competitivo

Embora a demanda por insumos naturais de origem amazônica esteja em crescimento, impulsionada pela busca por produtos com menor impacto à saúde e ao meio ambiente, a forma como a indústria nacional e internacional reconhece esse diferencial ainda passa por algumas divergências.

“Temos parcerias em indústrias de dentro e fora do Brasil, mas há diferenças em como eles veem o mercado. Em negociações aqui no Brasil, notamos que o preço, somado ao desconhecimento sobre o potencial da região amazônica, pode gerar preconceitos e desvalorização da matéria-prima. Já nas negociações com países da América do Norte, Europa e Ásia, observamos que eles já chegam valorizando pureza e origem baseada na preservação da biodiversidade, o que nos abre possibilidades com mercados cada vez mais estratégicos. Temos parcerias com diversas empresas brasileiras, mas o mercado internacional ainda valoriza mais nossos insumos que o nacional”, relata.

Técnica de prensagem à frio para extração de óleos e manteigas de Tucumã, Cupuaçu, entre outros. Foto: Arquivo Pessoal

Para o empreendedor, a consolidação da bioindústria na Amazônia passa necessariamente pela ampliação da escala e investimentos em educação e formação de profissionais e agricultores que saibam como valorizar seus produtos.

 “Não é possível pensar a região apenas com negócios embrionários. A Amazônia é gigantesca e precisa de projetos escaláveis, mas sem repetir o modelo da monocultura para preservar a biodiversidade”, afirma.

Visita de estudantes do curso de Engenharia de Produção nas instalações da FortParaOil no Acará. Foto: Arquivo Pessoal

A proposta da FortParaOil é continuar avançando em uma escala baseada em tecnologia, personalização e inovação, responsáveis pelos mais de 400 clientes da empresa e um aumento de 30% na renda das famílias e cooperativas parceiras.

“Fizemos um levantamento interno para medir impacto e constatamos que a renda das famílias aumentou 30% apenas com a organização básica da cadeia produtiva, o que já faz uma grande diferença e pode ficar ainda melhor. É um excelente indicativo que estamos no caminho certo”, conta.

Em curto, médio e longo prazo, as parcerias institucionais e investimentos de impacto são importantes para viabilizar essa expansão de forma economicamente justa e ambientalmente responsável. Entre os acordos firmados para FortParaOil está um memorando de entendimento com o World Resources Institute (WRI) para a regeneração de 300 hectares em áreas de pequenos agricultores até 2026, aliando recuperação ambiental e geração de renda.

Outros apoios incluem investimentos em pesquisa e inovação fundo a parceiros públicos e privados. Uma dessas parcerias é o acesso aos laboratórios do Parque de Bioeconomia e Inovação da Amazônia, em Belém. Lá a empresa realiza testes com extração supercrítica, tecnologia avançada que amplia as possibilidades de inovação na cadeia de óleos vegetais, gerando um aproveitamento ainda maior de recursos, mas preservando pureza e propriedades.

FortParaOil óleos essenciais Parque de Bioeconomia e Inovação da Amazônia PRINCIPAL
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