Close Menu
Pará Terra BoaPará Terra Boa
  • COP30
  • GENTE DA TERRA
  • ECONOMIA
  • AGRICULTURA
  • MEIO AMBIENTE
  • CULTURA
  • SOBRE
  • CONTATO
Últimas notícias

Volume de soja auditada no Pará cresce mais de seis vezes desde 2017

MEIO AMBIENTE

MPF denuncia contaminação por mercúrio em garimpos ilegais na Amazônia à CIDH

MEIO AMBIENTE

Bioeconomia em áreas degradadas cria produção sustentável no Pará

MEIO AMBIENTE
Facebook Instagram LinkedIn
1.
  • Volume de soja auditada no Pará cresce mais de seis vezes desde 2017
  • MPF denuncia contaminação por mercúrio em garimpos ilegais na Amazônia à CIDH
  • Bioeconomia em áreas degradadas cria produção sustentável no Pará
  • Intercâmbio agroflorestal conecta produtores da Transamazônica e Tomé-Açu
  • Programa Floresta em Pé: Cooperação internacional fortalece cooperativas paraenses
29 de abril de 2026
Pará Terra BoaPará Terra Boa
Facebook Instagram
  • COP30
  • GENTE DA TERRA
  • ECONOMIA
  • AGRICULTURA
  • MEIO AMBIENTE
  • CULTURA
Pará Terra BoaPará Terra Boa
Home»ECONOMIA»COP30 gera oportunidades para cooperativas que trabalham com bioeconomia
ECONOMIA 5 de setembro de 2025

COP30 gera oportunidades para cooperativas que trabalham com bioeconomia

Áreas como agroextrativismo, artesanato e turismo comunitário veem seus negócios crescerem
WhatsApp Facebook LinkedIn Incorpore mídia (YouTube, Twitter, Flickr etc) diretamente em tópicos e respostas Email
Ivaneide de Oliveira e Natalia Dias Viana, liderancas da Turiarte. Cleyton Silva/OCB
Compartilhar
WhatsApp Facebook Incorpore mídia (YouTube, Twitter, Flickr etc) diretamente em tópicos e respostas LinkedIn Email

A proximidade da COP30 aumenta o interesse e a curiosidade de brasileiros e estrangeiros na produção local, especialmente nos ‘frutos’ da bioeconomia, gerando oportunidades para cooperativas que trabalham com agroextrativismo, artesanato e turismo comunitário. As informações são do Globo Rural.

Essa é a realidade da Comunidade do Anã, na Reserva Extrativista Tapajós-Arapiuns. Para chegar lá, é necessário fazer uma travessia de barco de 2 horas e meia entre Alter do Chão, distrito de Santarém, até a comunidade.

No vilarejo é possível conhecer a atuação da Cooperativa de Turismo e Artesanato da Floresta (Turiarte), onde 76 famílias recebem turistas de todo o mundo para visitar a produção local de peixes, mel e farinha de mandioca, fazer trilhas pela floresta preservada, tomar banho de rio e vivenciar a piracaia, um ritual que remete a ancestrais ribeirinhos e indígenas que assavam peixes na beira da praia de água doce.

Além do turismo comunitário, a mesma rota pelos rios Tapajós e Arapiuns que leva turistas à comunidade, também é responsável por escoar as mil peças de artesanato produzidas pelos 114 homens e mulheres que compõem a Turiarte, que produz itens feitos à base da palha do Tucumā. A produção feita por 12 comunidades abastece a loja sede, em Santarém, assim como mercados locais e estrangeiros, como o dos EUA.

Só em 2024, a cooperativa lucrou o equivalente a R$ 400 mil. Para 2025, a expectativa é aumentar a receita com a chegada de mais turistas no ‘Caribe Amazônico’ e uma demanda fixa por utensílios de artesanato para Belém, gerados pela COP30.

“Aumentou a demanda e conseguimos organizar de forma melhor. A demanda está fechada para novos clientes, pois o trabalho manual leva bastante tempo”, afirma Natália Dias Viana, presidente da Turiarte. A cooperativa, fundada em 2015, tem 180 cooperados espalhados por 12 comunidades da região, entre reservas extrativistas e assentamentos da reforma agrária. O faturamento com turismo quase dobrou recentemente, para R$ 12 mil por mês, também por influência da COP30. O fluxo maior é aguardado para o verão.

A capacidade de produção da Turiarte gira em torno das mil peças por mês, mas a demanda estava próxima de 300 itens até então. Para os membros da Turiarte, o cooperativismo permitiu uma maior autonomia da comunidade sobre seus negócios.

A artesã e cooperada Ivaneide de Oliveira relembra que até pouco tempo atrás, quando as comunidades eram organizadas apenas em forma de associação, e não podiam comercializar legalmente a produção de artesanato, era comum que os atravessadores atracassem nas margens do rio para pechinchar e “comprar baratinho”. Agora, a presidente celebra os avanços promovidos pela mudança: “Conseguimos comercializar melhor e pagar diretamente para cooperado”, afirma.

O objetivo atual é ampliar o número de comunidades integradas e cooperadas, assim como acessar diretamente o consumidor final, já que 80% da comercialização atual é voltada para lojistas. A cooperativa tem planos de criar uma loja virtual para venda dos produtos locais e estreitar o caminho para o consumidor final. “Estamos com um pé para a exportação, é um sonho que temos. Nosso trabalho é bem aceito no mercado internacional”, diz Viana.

O superintendente da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) no Pará, Júnior Serra, aponta a exportação como um caminho viável para os produtos da sociobioeconomia amazônica, embora o brasileiro ainda não consuma esses itens.

“Se conseguir avançar no mercado interno, podemos abastecer e escalonar isso de uma forma muito mais interessante”, afirma.

Para garantir segurança e previsibilidade para a iniciativa, uma das ideias é levantar R$ 30 mil em um tipo de ‘fundo semente’ para viabilizar a produção e manutenção de estoques. Viana alega que, recentemente, a Turiarte perdeu alguns contratos de fornecimento de peças por falta de material para pronta entrega.

Com a nova estruturação, que passa por ampliação de comunidades parceiras e participação dos cooperados em um curso sobre posicionamento internacional e vendas, os sonhos e metas crescem.

“Estamos com um pé para a exportação, é um sonho que temos. Nosso trabalho é bem aceito no mercado internacional”, diz Viana.

agroextrativismo artesanato bioeconomia Turiarte turismo comunitário
Compartilhar. WhatsApp Facebook Incorpore mídia (YouTube, Twitter, Flickr etc) diretamente em tópicos e respostas LinkedIn Email
Artigo AnteriorPará lidera redução do desmatamento na Amazônia de 2022 a 2024
Próximo Artigo Restauração da Bacia do Rio Xingu ganha reforço de R$ 6,3 milhões

Você pode gostar também de

MEIO AMBIENTE

Bioeconomia em áreas degradadas cria produção sustentável no Pará

ECONOMIA

Chocolat Amazônia 2026 movimentou R$ 15 milhões em negócios em Belém

ECONOMIA

Nova lei do chocolate é bem recebida por produtores de cacau paraenses

ECONOMIA

Exploração de petróleo na Foz do Amazonas pode gerar prejuízos de mais de R$ 22 bilhões ao Brasil

Busque em nosso site
Previsão do tempo

+32
°
C
+33°
+21°
Altamira (Para)
Domingo, 30
Ver Previsão de 7 Dias

 

+33
°
C
+33°
+20°
Sao Felix do Xingu
Domingo, 30
Ver Previsão de 7 Dias

 

+32
°
C
+32°
+23°
Belém
Domingo, 30
Ver Previsão de 7 Dias

 

Curta Nossas Redes Sociais
  • Facebook
  • Instagram
Acesse nosso WhatsApp
WhatsApp
Envie sua notícia

Quer compartilhar uma notícia ou acontecimento da sua região?

Envie para a nossa redação!

    Publicidade
    Publicidade

    Aqui você encontra notícias boas para a gente boa desta terra boa que é o nosso Pará.

    Siga, comente e compartilhe nossos perfis nas redes sociais.

    Reprodução permitida, mas cite a fonte por favor!

    Facebook Instagram
    ENTRE EM CONTATO

    ANUNCIE NO PARÁ TERRA BOA

    Confira o Mídia Kit e contatos aqui

    ENVIE SUAS IDEIAS

    Queremos conhecer bons exemplos de quem cuida da nossa terra boa! Mande sua história ou de terceiros no WhatsApp para (91) 99187-0544 ou no formulário de contato aqui. 

    LEIA NOSSAS MATÉRIAS
    • COP30
    • GENTE DA TERRA
    • ECONOMIA
    • AGRICULTURA
    • MEIO AMBIENTE
    • CULTURA
    POLÍTICAS DO SITE

    Política de Privacidade

    Política de Cookies 

    © 2026 Pará Terra Boa.
    • SOBRE
    • CONTATO

    Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.

    Utilizamos cookies essenciais e tecnologias semelhantes. Ao continuar navegando, você concorda com estas condições. Confira a política de utilização de cookies.
    ConfiguraçõesAceitar
    Gerenciar consentimento

    Visão geral da privacidade

    Este site usa cookies para melhorar a sua experiência enquanto navega pelo site. Destes, os cookies que são categorizados como necessários são armazenados no seu navegador, pois são essenciais para o funcionamento das funcionalidades básicas do site. Também usamos cookies de terceiros que nos ajudam a analisar e entender como você usa este site. Esses cookies serão armazenados em seu navegador apenas com o seu consentimento. Você também tem a opção de cancelar esses cookies. Porém, a desativação de alguns desses cookies pode afetar sua experiência de navegação.
    Funcional
    Os cookies funcionais ajudam a realizar certas funcionalidades, como compartilhar o conteúdo do site em plataformas de mídia social, coletar feedbacks e outros recursos de terceiros.
    Performance
    Os cookies de desempenho são usados para entender e analisar os principais índices de desempenho do site, o que ajuda a fornecer uma melhor experiência do usuário para os visitantes.
    Analytics
    Cookies analíticos são usados para entender como os visitantes interagem com o site. Esses cookies ajudam a fornecer informações sobre as métricas do número de visitantes, taxa de rejeição, origem do tráfego, etc.
    Propaganda
    Os cookies de publicidade são usados para fornecer aos visitantes anúncios e campanhas de marketing relevantes. Esses cookies rastreiam visitantes em sites e coletam informações para fornecer anúncios personalizados.
    Outros
    Outros cookies não categorizados são aqueles que estão sendo analisados e ainda não foram classificados em uma categoria.
    Necessário
    Os cookies necessários são absolutamente essenciais para o funcionamento adequado do site. Esses cookies garantem funcionalidades básicas e recursos de segurança do site, de forma anônima.
    açaí
    tarifaço
    economia
    prejuízo
    destaque
    SALVAR E ACEITAR