Produtores rurais do Pará têm até 31 de julho para atualizar o cadastro dos rebanhos junto à Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (Adepará). O procedimento é obrigatório, gratuito e pode ser feito pela internet, por meio do sistema Sigeagro, ou presencialmente nas unidades da agência.
Devem ser atualizados os cadastros de bovinos, bubalinos, caprinos, ovinos, equídeos, aves, abelhas, suínos e animais aquáticos, como peixes e camarões.
Quem não quiser fazer o cadastro pela internet pode procurar a unidade da agência mais próxima de seu município para fazer o procedimento presencialmente.
A campanha ocorre em todo o território paraense, com exceção da região do Marajó, onde a atualização cadastral será realizada no segundo semestre deste ano.
A diretora de Defesa e Inspeção Animal da Adepará, Graziela Oliveira, reforça a importância da atualização cadastral para a manutenção da saúde animal e o fortalecimento da agropecuária paraense.
“Manter o cadastro atualizado é uma forma de cuidar da sua propriedade e contribuir para a proteção da agropecuária do Pará. Cada produtor tem um papel fundamental nesse processo. Com as informações em dia, fortalecemos a vigilância dos rebanhos e preservamos as conquistas sanitárias que tanto orgulham o nosso Estado. A defesa agropecuária é construída por meio da parceria e do compromisso de todos”, diz ela.
A campanha de atualização cadastral desempenha um papel estratégico na manutenção do status sanitário do Pará como livre de febre aftosa, além de contribuir para o fortalecimento das ações sanitárias eficientes. É o que garante gerente de rastreabilidade e defesa agropecuária, Barbra Lopes.
“A atualização cadastral não é apenas uma obrigação dos produtores, ela permite que a Adepará planeje e execute ações mais eficientes de prevenção e controle de doenças, contribuindo para a saúde dos rebanhos. Além disso, a campanha visa garantir uma pecuária mais segura e competitiva”, pontuou.
A Adepará orienta os produtores rurais a realizarem a atualização cadastral dentro do prazo estabelecido. O não cumprimento da exigência poderá acarretar o bloqueio da emissão da Guia de Trânsito Animal (GTA), documento indispensável para a movimentação de animais no Estado. A campanha segue até o dia 31 de julho.


