Close Menu
Pará Terra BoaPará Terra Boa
  • COP30
  • GENTE DA TERRA
  • ECONOMIA
  • AGRICULTURA
  • MEIO AMBIENTE
  • CULTURA
  • SOBRE
  • CONTATO
Últimas notícias

Agro Brasil+Sustentável estuda ampliar acesso de compradores à plataforma

MEIO AMBIENTE

Amazônia tem a menor área queimada em 41 anos, após incêndios recordes em 2024

MEIO AMBIENTE

Operação desarticula garimpo ilegal de ouro em área de proteção ambiental no Pará

MEIO AMBIENTE
Facebook Instagram LinkedIn
1.
  • Agro Brasil+Sustentável estuda ampliar acesso de compradores à plataforma
  • Amazônia tem a menor área queimada em 41 anos, após incêndios recordes em 2024
  • Operação desarticula garimpo ilegal de ouro em área de proteção ambiental no Pará
  • Estados Unidos usam desmatamento para impor taxas ao Brasil
  • Alerta na Amazônia: ameaça de super El Niño preocupa comunidades no oeste do Pará
21 de julho de 2026
Pará Terra BoaPará Terra Boa
Facebook Instagram
  • COP30
  • GENTE DA TERRA
  • ECONOMIA
  • AGRICULTURA
  • MEIO AMBIENTE
  • CULTURA
Pará Terra BoaPará Terra Boa
Home»MEIO AMBIENTE»Amazônia tem a menor área queimada em 41 anos, após incêndios recordes em 2024
MEIO AMBIENTE 21 de julho de 2026

Amazônia tem a menor área queimada em 41 anos, após incêndios recordes em 2024

No Brasil, a queda em 2025 foi de 58% em relação a 2024, mas o Pará é o segundo estado que mais queima no País
WhatsApp Facebook LinkedIn Incorpore mídia (YouTube, Twitter, Flickr etc) diretamente em tópicos e respostas Email
Foto: Acervo/ICMBio
Compartilhar
WhatsApp Facebook Incorpore mídia (YouTube, Twitter, Flickr etc) diretamente em tópicos e respostas LinkedIn Email

Resumo

  • A Amazônia teve em 2025 a menor área queimada em 41 anos, com 3,1 milhões de hectares, um ano após o pico da série histórica, que foi de 15,8 milhões em 2024. 
  • Em todo o Brasil, o fogo queimou 12,7 milhões de hectares no Brasil em 2025, uma redução de 58% em relação a 2024 e 31% abaixo da média histórica
  • Mesmo com a queda no bioma, o Pará segue como o segundo estado que mais queimou no Brasil no acumulado de quatro décadas, com 31,6 milhões de hectares
  • O estado concentra cinco das 15 cidades que mais queimaram no País, e São Félix do Xingu é o segundo município mais atingido, atrás apenas de Corumbá (MS)
  • Na Amazônia, mais da metade do fogo ocorre em áreas de uso humano, sobretudo pastagens, num padrão ligado ao uso da terra e diferente do resto do País

A Amazônia teve em 2025 a menor área queimada em 41 anos. O bioma teve 3,1 milhões de hectares (ha) destruídos pelo fogo ao longo do ano, cerca de um quinto do registrado em 2024, quando havia atingido o pico da série histórica, com 15,8 milhões de ha.

Os dados são da segunda edição do Relatório Anual do Fogo, do MapBiomas, divulgada nesta terça-feira, 21, e mostram que a queda na Amazônia puxou a retração do fogo em todo o Brasil, que com o recuo de 31%, voltou a um patamar historicamente mais baixo. A queda no País foi maior ainda maior se comparada a 2024: com 12,7 milhões de hectares no Brasil em 2025, a redução foi de 58% em relação ao ano anterior.

Foi a menor área queimada no País desde 2019. A redução, porém, não foi homogênea: enquanto a Amazônia despencou, o Cerrado seguiu como o bioma mais afetado, concentrando 69% de tudo o que queimou no Brasil em 2025.

São Félix do Xingu lidera no estado

No ranking da destruição, Pará ocupa a segunda colocação entre os estados que mais queimaram no Brasil nas últimas quatro décadas, com 31,6 milhões de ha acumulado., atrás apenas de Mato Grosso, onde as chamas destruíram 45,1 milhões de hectares (ha).

Nos últimos 41 anos, quase metade de toda a área queimada do País se concentra em três estados (Mato Grosso, Pará e Maranhão) e 11% está concentrada em 15 municípios. 

Encabeçando a lista está São Félix do Xingu, com 3,12 milhões de ha, o segundo município que mais queimou no Brasil, atrás apenas de Corumbá (MS). Completam a lista paraense Altamira (1,55 milhão de ha), Cumaru do Norte (1,38 milhão), Novo Progresso (1,17 milhão) e Santana do Araguaia (1,01 milhão).

“Mais do que mostrar o quanto o Brasil queimou em um determinado ano, a série histórica do Mapbiomas Fogo permite entender como o regime de fogo está mudando ao longo do tempo. Saber onde o fogo é recorrente, com que frequência ele retorna, qual é sua severidade potencial e quais áreas estão queimando mais ou menos é essencial para definir prioridades, orientar ações preventivas e implementar, de forma mais eficiente, a Política Nacional de Manejo Integrado do Fogo.” destaca Ane Alencar, diretora de Ciências do IPAM e coordenadora do MapBiomas Fogo.

Papel da agropecuária

De acordo com o MapBiomas, na Amazônia, mais da metade da área queimada ocorre em áreas de uso humano, sobretudo pastagens. É um comportamento diferente do restante do País, onde o fogo predomina em vegetação nativa: no total nacional, 71,5% do que queimou entre 1985 e 2025 foi em áreas naturais.

“Quando a gente olha o que foi queimado, grande parte não foram incêndios florestais. Foram principalmente áreas agrícolas, áreas de pastagem, que fazem parte do sistema produtivo da região”, explicou Ane Alencar.

Entre os usos ligados à produção, a pastagem é a classe que mais queima no País, respondendo por 23,1% de toda a área atingida.

Floresta pode não se recuperar

A queda de 2025 não apaga o histórico da floresta, fragilizada por décadas de desmatamento e queimadas. Segundo o relatório, na Amazônia 31,6% da área já queimada volta a pegar fogo em até dois anos, o intervalo de retorno mais curto entre todos os biomas do País.

 “Na Amazônia, onde a vegetação não é adaptada ao fogo, intervalos tão curtos entre os eventos reduzem o tempo de recuperação da floresta e aumentam o risco de novos incêndios, mais intensos e degradantes”, diz Luiz Felipe Martenexen, pesquisador da equipe MapBiomas Fogo e do IPAM.

Na prática, cada passagem do fogo deixa a floresta mais aberta e mais seca, o que facilita a entrada da próxima queimada. Sem tempo para se recuperar, a mata vai perdendo a capacidade de se regenerar.

“Na Amazônia, os estudos demonstram que o retorno do fogo deveria acontecer, dependendo do tipo de vegetação, num intervalo de 200 a 1.000 anos. Isso significa que a floresta vai precisar de um tempo para se recuperar depois desse distúrbio. Assim como o cerrado precisa, em média, de 6 a 12 anos entre fogos” ressalta Ane.

E o impacto vai além da região: a degradação da floresta compromete a umidade que a Amazônia envia para outras partes do País, afetando o regime de chuvas que sustenta lavouras no Centro-Sul.

Alerta em ano de El Niño

A série histórica ajuda a entender por que a queda de 2025 preocupa mesmo sendo boa notícia. Segundo os pesquisadores, os anos de El Niño concentram as maiores áreas queimadas, e o pior costuma vir depois. Diante das previsões para este ano, Ane reforça a necessidade de preparação para os próximos ciclos.

“Nos anos de El Niño, quando o fenômeno começa, normalmente a área queimada já é maior. Mas é o ano seguinte que tem o maior impacto”, explicou Alencar. Ela reforça que o alerta vale desde já: “A gente tem que se preparar mesmo para este ano, porque a inflamabilidade da paisagem é um dos elementos importantes para que o fogo aconteça e se propague.”

Brasil incêndios florestais MapBiomas pará PRINCIPAL queimadas São Felix do Xingu
Compartilhar. WhatsApp Facebook Incorpore mídia (YouTube, Twitter, Flickr etc) diretamente em tópicos e respostas LinkedIn Email
Artigo AnteriorOperação desarticula garimpo ilegal de ouro em área de proteção ambiental no Pará
Próximo Artigo Agro Brasil+Sustentável estuda ampliar acesso de compradores à plataforma

Você pode gostar também de

MEIO AMBIENTE

Agro Brasil+Sustentável estuda ampliar acesso de compradores à plataforma

MEIO AMBIENTE

Operação desarticula garimpo ilegal de ouro em área de proteção ambiental no Pará

MEIO AMBIENTE

Alerta na Amazônia: ameaça de super El Niño preocupa comunidades no oeste do Pará

MEIO AMBIENTE

Fim da Moratória da Soja pode ampliar destruição da Amazônia, diz estudo

Busque em nosso site
Previsão do tempo

+32
°
C
+33°
+21°
Altamira (Para)
Domingo, 30
Ver Previsão de 7 Dias

 

+33
°
C
+33°
+20°
Sao Felix do Xingu
Domingo, 30
Ver Previsão de 7 Dias

 

+32
°
C
+32°
+23°
Belém
Domingo, 30
Ver Previsão de 7 Dias

 

Curta Nossas Redes Sociais
  • Facebook
  • Instagram
Acesse nosso WhatsApp
WhatsApp
Envie sua notícia

Quer compartilhar uma notícia ou acontecimento da sua região?

Envie para a nossa redação!

    Publicidade
    Publicidade

    Aqui você encontra notícias boas para a gente boa desta terra boa que é o nosso Pará.

    Siga, comente e compartilhe nossos perfis nas redes sociais.

    Reprodução permitida, mas cite a fonte por favor!

    Facebook Instagram
    ENTRE EM CONTATO

    ANUNCIE NO PARÁ TERRA BOA

    Confira o Mídia Kit e contatos aqui

    ENVIE SUAS IDEIAS

    Queremos conhecer bons exemplos de quem cuida da nossa terra boa! Mande sua história ou de terceiros no WhatsApp para (91) 99187-0544 ou no formulário de contato aqui. 

    LEIA NOSSAS MATÉRIAS
    • COP30
    • GENTE DA TERRA
    • ECONOMIA
    • AGRICULTURA
    • MEIO AMBIENTE
    • CULTURA
    POLÍTICAS DO SITE

    Política de Privacidade

    Política de Cookies 

    © 2026 Pará Terra Boa.
    • SOBRE
    • CONTATO

    Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.

    Utilizamos cookies essenciais e tecnologias semelhantes. Ao continuar navegando, você concorda com estas condições. Confira a política de utilização de cookies.
    ConfiguraçõesAceitar
    Gerenciar consentimento

    Visão geral da privacidade

    Este site usa cookies para melhorar a sua experiência enquanto navega pelo site. Destes, os cookies que são categorizados como necessários são armazenados no seu navegador, pois são essenciais para o funcionamento das funcionalidades básicas do site. Também usamos cookies de terceiros que nos ajudam a analisar e entender como você usa este site. Esses cookies serão armazenados em seu navegador apenas com o seu consentimento. Você também tem a opção de cancelar esses cookies. Porém, a desativação de alguns desses cookies pode afetar sua experiência de navegação.
    Funcional
    Os cookies funcionais ajudam a realizar certas funcionalidades, como compartilhar o conteúdo do site em plataformas de mídia social, coletar feedbacks e outros recursos de terceiros.
    Performance
    Os cookies de desempenho são usados para entender e analisar os principais índices de desempenho do site, o que ajuda a fornecer uma melhor experiência do usuário para os visitantes.
    Analytics
    Cookies analíticos são usados para entender como os visitantes interagem com o site. Esses cookies ajudam a fornecer informações sobre as métricas do número de visitantes, taxa de rejeição, origem do tráfego, etc.
    Propaganda
    Os cookies de publicidade são usados para fornecer aos visitantes anúncios e campanhas de marketing relevantes. Esses cookies rastreiam visitantes em sites e coletam informações para fornecer anúncios personalizados.
    Outros
    Outros cookies não categorizados são aqueles que estão sendo analisados e ainda não foram classificados em uma categoria.
    Necessário
    Os cookies necessários são absolutamente essenciais para o funcionamento adequado do site. Esses cookies garantem funcionalidades básicas e recursos de segurança do site, de forma anônima.
    açaí
    tarifaço
    economia
    prejuízo
    destaque
    SALVAR E ACEITAR