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Home»ECONOMIA»COP27: Pará capta R$ 20 milhões por meio do Fundo da Amazônia Oriental
ECONOMIA 11 de novembro de 2022

COP27: Pará capta R$ 20 milhões por meio do Fundo da Amazônia Oriental

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COP 27: Investimentos na ordem de R$ 20 milhões captados serão voltados para ações ligadas ao Plano Estadual Amazônia Agora (PEAA). Foto: COP27
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A comitiva do Pará participou do painel onde foi apresentado o Fundo da Amazônia Oriental (FAO), mecanismo privado de financiamento para implementação do Plano Estadual Amazônia Agora (PEAA). A agenda compõe a programação oficial da 27ª Conferência das Partes das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, a COP 27, que é realizada em Sharm El-Sheikh, cidade do Egito, até o próximo dia 18.

Na ocasião foi celebrado um termo de doação no valor de R$ 20 milhões entre o Governo do Pará, por meio da Semas, a Fundação Moore, instituição doadora e o Funbio. Com esse aporte, o FAO já alcança R$ 31 milhões captados em apenas 13 meses de operação.

Os investimentos captados são voltados para ações ligadas ao PEAA, como combate ao desmatamento, estímulo à produção rural sustentável, protagonismo e valorização de comunidades tradicionais, recuperação de áreas degradadas, implantação de Unidades de Conservação e fortalecimento institucional.

A diretora do Programa Andes Amazônia da Fundação Moore, Avecita Chicchón, explicou durante o painel que a segunda fase do trabalho realizado pela instituição é concentrada em quatro pilares e destaca o Pará como um espaço positivo para investimentos no setor ambiental.

“Na segunda fase de nossa iniciativa, vamos nos concentrar em quatro pilares. O primeiro pilar é trabalhar com os povos indígenas e com as comunidades locais. O segundo vai trabalhar com água fresca e com sistemas florestais, o terceiro pilar é trabalhar na mitigação de drivers de mudança, por exemplo, infraestrutura, mineração, etc, e o quarto, que nós estamos chamando de marco institucional, é trabalhar com governança ambiental. Não vamos ser capazes de implementar todo este trabalho se não tivermos instituições públicas fortes, como no Pará eles têm a Secretaria de Meio Ambiente. E também nós precisamos ter uma sociedade civil forte e toda a Amazônia para poder implementar todas essas diferentes abordagens. Neste primeiro ano de nosso trabalho nós já investimos 30 milhões de dólares nessas diferentes abordagens. E nós selecionamos neste primeiro ano organizações que fazem um trabalho muito próximo ao campo, muito próximos à população”, afirmou Avecita Chicchón.

O FAO é uma plataforma mista, com um Comitê Gestor que estabelece diretrizes, doadores privados e, na ponta da execução o Funbio como entidade executora, com liberdade para implementação. Em sendo confiada a um ente privado, mas de interesse público – uma OSCIP especializada, como é o caso do Funbio – essa implementação tende a ocorrer de maneira mais veloz e eficiente, sem prejudicar a segurança jurídica nas entregas, quer seja de produtos, quer seja de serviços em favor do Plano Amazônia Agora.

“Eu acho que o inovador de tudo isso é exatamente ter esta plataforma. As pessoas costumam fazer uma avaliação negativa das parcerias público-privadas no Brasil. É preciso que a gente tenha uma linha de gestão, de recebimento de recursos que a gente possa utilizar em diversos campos. Sabemos onde queremos chegar e sabemos como nós queremos chegar. O que nós temos que fazer é exatamente este exercício de implementação que o estado do Pará está fazendo com o FAO”, afirmou Mauro O’de Almeida, secretário de Meio Ambiente do Pará.

O secretário complementou ainda informando que o Pará pode ser a principal chave para a mudança que o mundo tanto quer e precisa: mais consciência dos recursos naturais e implementação de alternativas de desenvolvimento socioeconômico.

“A gente não quer ser líder de certa forma, apesar de que, naturalmente, nós somos um elemento crítico para a solução deste problema. O que nós queremos ser é exemplo, queremos ser inspiradores, para que todos os estados da Amazônia Legal e também da Pan Amazônia tenham a oportunidade de fazer o que nós estamos fazendo agora, que ainda é um caminho para além do embrionário, mas já um caminho para a implementação, que é o grande tema desta COP. É a implementação. A Greta Thunberg disse que não vinha aqui porque não tinha mais o que falar, pois tudo de mais importante já foi dito e agora implementar é o que o mundo precisa fazer. É isso o que nós [o Pará] estamos fazendo, este exercício de implementação”, concluiu.

Fonte: Semas/PA

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