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MEIO AMBIENTE 4 de fevereiro de 2026

Desmatamento ameaça santuário das árvores gigantes da Amazônia

A Floresta Estadual do Paru foi a segunda unidade de conservação estadual mais ameaçada pela devastação
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O imponente angelim vermelho se destaca na Flota do Paru Foto: Havita Rigamonti/Divulgação
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A Floresta Estadual do Paru, no Pará, foi a segunda unidade de conservação estadual mais ameaçada pela devastação na Amazônia no último trimestre de 2025. Os dados são do relatório Ameaça e Pressão em Áreas Protegidas, publicado trimestralmente pelo Imazon. A área também esteve presente no ranking de outubro a dezembro de 2024, ocupando a primeira posição entre as UCs estaduais mais ameaçadas.

A região integra o maior bloco contínuo de unidades de conservação e terras indígenas do mundo, abrigando a maior árvore da América Latina: um angelim-vermelho de 88,5 metros de altura. Além disso, abriga outros exemplares de árvores gigantes, o que a torna um santuário para a biodiversidade.

Segundo a diretora do Programa de Áreas Protegidas do Imazon, Jakeline Pereira, o local desempenha papel estratégico na proteção da Amazônia.

“Além de abrigar espécies únicas da fauna e da flora, é fundamental para o equilíbrio climático e para o fornecimento de produtos florestais madeireiros à indústria, bem como de produtos não madeireiros, como a castanha, que sustentam populações locais. Sua preservação é essencial em escala global”, afirma.

Confira as Unidades de Conservação Estaduais com mais ameaça entre outubro e dezembro de 2025:

  1. APA do Lago de Tucuruí (PA)
  2. FES do Paru (PA)
  3. FES Afluente do Complexo do Seringal Jurupari (AC)
  4. APA Baixada Maranhense (MA)
  5. FES do Rio Gregório (AC)
  6. APA de Nhamundá (AM)
  7. APA Guajuma (AM)
  8. FES do Antimary (AC)
  9. APA Caverna do Maroaga (Presidente Figueiredo) (AM)
  10. RDS Vitória de Souzel (PA)

Diferentemente do Sistema de Alerta de Desmatamento (SAD), que contabiliza o total desmatado nos territórios amazônicos, o relatório utiliza uma metodologia específica. A Amazônia Legal é dividida em quadrados de 10 por 10 km, chamados de células, e os pesquisadores identificaram quantas dessas células registraram ocorrência de desmatamento.

A partir desse mapeamento, é possível apontar quais estão mais pressionadas, aquelas que concentram o maior número de células de desmatamento dentro de seus limites, e quais estão mais ameaçadas, caracterizadas pela maior concentração de desmatamento em seu entorno, em um raio de até 10 km. Essa abordagem permite antecipar o avanço da devastação sobre áreas protegidas.

“Indicar esse cenário com antecedência na Floresta do Paru é essencial para conter o avanço de problemas ambientais. Quando não enfrentada, a ameaça tende a se transformar em invasões dentro da unidade. Agir preventivamente é decisivo para impedir que essa pressão ambiental se consolide”, afirma a pesquisadora do Imazon Bianca Santos.

Reserva Chico Mendes: a área protegida mais afetada

Entre as áreas protegidas mais pressionadas, que incluem as terras indígenas e unidades de conservação estaduais e federais, a Reserva Extrativista (Resex) Chico Mendes, no Acre, foi a AP mais atingida pela derrubada entre outubro e dezembro de 2025.

Na comparação com o mesmo período de 2024, houve uma redução de aproximadamente 40% no número de células registradas. Apesar da queda, a unidade manteve a liderança no ranking. Além disso, a reserva já vinha aparecendo desde o relatório dos meses de abril a junho de 2025.

“Quando uma unidade apresenta pressão, significa que o desmatamento já está acontecendo dentro do território, o que representa um impacto direto nas comunidades tradicionais que vivem da natureza e dependem dela para sua subsistência”, afirma o pesquisador do Imazon Carlos Souza Jr.

Confira as áreas protegidas com mais pressão entre outubro e dezembro de 2025:

  1. Resex Chico Mendes Unidade de Conservação Federal (AC)
  2. APA Triunfo do Xingu Unidade de Conservação Estadual (PA)
  3. Resex Tapajós-Arapiuns Unidade de Conservação Federal (PA)
  4. TI Cachoeira Seca do Iriri Terra Indígena (PA)
  5. TI Waimiri Atroari Terra Indígena (AM/RR)
  6. APA Arquipélago do Marajó Unidade de Conservação Estadual (PA)
  7. APA Baixada Maranhense Unidade de Conservação Estadual (MA)
  8. APA do Lago de Tucuruí Unidade de Conservação Estadual (PA)
  9. TI Alto Rio Negro Terra Indígena (AM)
  10. Resex Verde para Sempre Unidade de Conservação Federal (PA)

Concentração dos alertas no Pará

O levantamento evidencia a concentração dos alertas no Pará, que teve seis áreas protegidas sob pressão. O mesmo padrão se repete na análise das mais ameaçadas, com sete APs paraenses. Nesse cenário, se destaca a Floresta Nacional de Saracá-Taquera, que apareceu no topo da análise.

Confira as áreas protegidas com mais ameaça entre outubro e dezembro de 2025:

  1. Flona de Saracá-Taquera Unidade de Conservação Federal (PA)
  2. Resex Chico Mendes Unidade de Conservação Federal (AC)
  3. Resex Tapajós-Arapiuns Unidade de Conservação Federal (PA)
  4. I Trincheira/Bacajá Terra Indígena (PA)
  5. Flona do Tapajós Unidade de Conservação Federal (PA)
  6. TI Arara Terra Indígena (PA)
  7. Parna da Amazônia Unidade de Conservação Federal (PA)
  8. Resex do Cazumbá-Iracema Unidade de Conservação Federal (AC)
  9. TI WaiWái Terra Indígena (RR)
  10. APA do Lago de Tucuruí Unidade de Conservação Estadual (PA)

Terras Indígenas seguem sob ameaça

A terra indígena Trincheira/Bacajá e a Arara foram as mais ameaçadas na Amazônia entre outubro e dezembro de 2025. O levantamento ainda mostra que sete das dez TIs com maior nível de ameaça já haviam aparecido no ranking do mesmo período de 2024, indicando a persistência do avanço da derrubada.

Na análise das terras indígenas mais pressionadas pelo desmatamento, a liderança ficou com a TI Cachoeira Seca do Iriri, no Pará, e a TI Waimiri Atroari, localizada entre os estados do Amazonas e de Roraima. Todas as dez terras indígenas com ocorrências também haviam sido identificadas no último trimestre de 2024.

“Quando esses territórios aparecem de forma recorrente nos levantamentos, fica evidente que a destruição não é pontual, mas sim o resultado de um processo contínuo. Esse cenário exige ações imediatas e contínuas de fiscalização para impedir a consolidação dessas invasões, além de medidas efetivas de proteção que garantam os direitos dos povos originários”, aponta Bianca.

Confira as Terras Indígenas com mais ameaça entre outubro e dezembro de 2025:

  1. TI Trincheira/Bacajá (PA)
  2. TI Arara (PA)
  3. TI WaiWái (RR)
  4. TI Alto Rio Guamá (PA)
  5. TI Trombetas/Mapuera (AM/PA/RR)
  6. TI Cachoeira Seca do Iriri (PA)
  7. TI Waimiri Atroari (AM/RR)
  8. TI Arara da Volta Grande do Xingu (PA)
  9. TI Malacacheta (RR)
  10. TI Parakanã (PA)

Confira as Terras Indígenas com mais Pressão entre outubro e dezembro de 2025:

  1. TI Cachoeira Seca do Iriri (PA)
  2. TI Waimiri Atroari (AM/RR)
  3. TI Alto Rio Negro (AM)
  4. TI Yanomami (AM/RR)
  5. TI Nhamundá-Mapuera (AM/PA)
  6. TI Trombetas/Mapuera (AM/PA/RR)
  7. TI Trincheira/Bacajá (PA)
  8. TI Andirá-Marau (AM/PA)
  9. TI Cué-Cué/Marabitanas (AM)
  10. TI WaiWái (RR)

 

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