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Home»TECNOLOGIA»Pesquisa traz avanços sobre maturidade sexual do pirarucu
TECNOLOGIA 3 de dezembro de 2021

Pesquisa traz avanços sobre maturidade sexual do pirarucu

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Foto: Siglia Regina dos Santos Souza/Embrapa
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Uma importante pesquisa com nosso “rei dos rios” acaba de ser publicada. Cientistas do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTI), do Centro de Biotecnologia (CeBio) do Ipen/Cnen e Embrapa Pesca e Aquicultura identificaram a maturidade sexual das fêmeas de pirarucu e de peixes juvenis. Antes, a identificação sexual só era possível em animais adultos, com mais de três anos.

Segundo Lucas Simon Torati, da Embrapa Pesca e Aquicultura, de Palmas (TO), a identificação sexual é importante para formação de casais, assim como a identificação do estágio de maturação gonadal (de órgãos incluídos no sistema reprodutor que têm a seu cargo a produção de células reprodutoras) é importante para saber se as fêmeas são sexualmente maduras e se estariam próximas de um evento reprodutivo.

A técnica de canulação (com uso de tubo de dimensões e materiais variados) desenvolvida é também essencial para selecionar animais para receber terapias hormonais, técnicas frequentemente utilizadas na reprodução de peixes.

Nativo da Amazônia, o pirarucu é um dos maiores peixes de água doce do planeta, podendo atingir mais de 2 metros e 200 quilos. Nas últimas décadas, com o aumento da pesca comercial e a consequente pressão nos estoques pesqueiros, o ‘rei dos rios’, como é chamado pelo ribeirinho, passa a ser uma das espécies ameaçadas. Agrava ainda mais o fato de que sua reprodução natural não dá conta de garantir o repovoamento.

O Inpa é o mais importante centro de pesquisa em biologia tropical do mundo, com forte tradição em piscicultura. O biólogo Alexandre Honczaryk, um dos participantes da pesquisa, se dedica a estudos com reprodução de espécies de peixes da região e durante anos pesquisou o pirarucu e orientou estudantes.

Um de seus trabalhos analisou a possibilidade do uso da benzocaína aspergida diretamente nas brânquias do peixe, para indução à anestesia sem perigo de afogamento – devido ao grande porte do pirarucu, o risco de acidentes durante o manejo é bastante elevado.

“Logo, anestésicos são essenciais para segurança no trabalho. Os resultados mostram viabilidade do uso da benzocaína proporcionando anestesia com ausência de movimentação por aproximadamente 2 minutos, tempo suficiente para procedimentos rápidos, como biometria, injeções, marcação, coleta de raspados de muco na superfície do corpo e brânquias. Mortalidade de animais não foi observada mesmo um mês após os testes”, disse Honczaryk.

Sobre os pesquisadores

 Renan Passos Freire é graduado em farmácia e atual aluno de mestrado no Centro de Biotecnologia do IPEN/CNEN. Participou de projetos com a produção de outros hormônios de pirarucu, como FSH, LH e GH, e o grupo ao qual está inserido busca aprimorar o manejo da espécie em cativeiro em relação aos seus aspectos reprodutivos.

Lucas Simon Torati é biólogo, mestre em Ciências Biológicas pela Universidade de São Paulo (Ribeirão Preto, de 2003 a 2009) e doutor em aquicultura pela Universidade de Stirling (Escócia, de 2013 a 2017). Desde 2010, atua como pesquisador na Embrapa Pesca e Aquicultura, trabalhando em pesquisas em reprodução de espécies nativas.

Alexandre Honczaryk é biólogo, mestre em Aquicultura pela UFSC é pesquisador desde 1988 do INPA, e atua na área de reprodução de peixes e produção de alevinos de espécies amazônicas.

Fonte: Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia

Inpa maturação reprodutiva peixe pirarucu
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