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	<title>chocolate &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<title>chocolate &#8211; Pará Terra Boa</title>
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		<title>Estratégia promete revolucionar a produção de chocolate na Amazônia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Apr 2026 17:32:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AGRICULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[Agência Fapesp]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/04/cacau5-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O chocolate produzido na Amazônia é reconhecido internacionalmente por seu sabor único. Um estudo realizado por pesquisadores da Universidade Estadual Paulista (Unesp) mostrou que ele pode ganhar ainda mais valor. A análise indica que práticas de pós-colheita, como a fermentação das amêndoas da fruta, aliadas à escolha adequada do cultivar podem unir qualidade nutricional e [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/04/cacau5-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O chocolate produzido na Amazônia é reconhecido internacionalmente por seu sabor único. Um estudo realizado por pesquisadores da Universidade Estadual Paulista (Unesp) mostrou que ele pode ganhar ainda mais valor. A análise indica que práticas de pós-colheita, como a fermentação das amêndoas da fruta, aliadas à escolha adequada do cultivar podem unir qualidade nutricional e sabor ao chocolate, ampliando o potencial de mercado do produto.</p>
<blockquote><p>“Diferente da soja, do milho e do trigo, que são pagos pela quantidade, o cacau é um dos poucos produtos agrícolas que é muito mais remunerado pela qualidade. Nesse estudo vimos que é possível que o cacau amazônico ganhe nessas duas vertentes. Por isso, no estudo, selecionamos o melhor cultivar e as melhores formas de pós-produção para obter qualidade nutricional e de sabor”, afirma Renato de Mello Prado, professor da Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias (FCAV) da Unesp, em Jaboticabal, que coordenou a pesquisa.</p></blockquote>
<p>O estudo, apoiado pela FAPESP, foi realizado na Estação Experimental Frederico Afonso, pertencente à Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac), em Rondônia, onde os pesquisadores avaliaram nove clones de cacau sob dois sistemas de pós-colheita: grãos fermentados, como no processo tradicional de chocolate, e grãos pré-secos, sem fermentação.</p>
<p>A investigação envolveu a colaboração de pesquisadores da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa de Porto Velho), Universidade Federal de Rondônia (Unir, campus Rolim de Moura) e Universidade Federal do Amazonas (Ufam, campus Humaitá).</p>
<blockquote><p>“A fermentação é um processo importante na produção do chocolate. Sem ela, a amêndoa não desenvolve a cor e o aroma que conhecemos, mas há um custo nutricional importante nesse processo”, conta Edilaine Istéfani Franklin Traspadini, bolsista de pós-doutorado da FAPESP.</p></blockquote>
<p>“Por isso, sugerimos a criação de blends que combinem grãos fermentados e não fermentados, como uma estratégia para equilibrar o sabor e o valor nutricional. Essa estratégia pode aumentar o valor do cacau amazônico no mercado de chocolates, seguindo uma abordagem bem parecida com o que tem sido feito no setor de café”, diz.</p>
<p>Os resultados mostraram que a fermentação das amêndoas de cacau reduz mais de 95% dos açúcares e quase 50% dos taninos (responsáveis pelo sabor adstringente), além de diminuir compostos fenólicos e antocianinas (antioxidantes naturais), enquanto aumenta aminoácidos, atividade de enzimas antioxidantes e minerais como potássio e magnésio. Já o cacau não fermentado retém níveis significativamente maiores de minerais como o fósforo e o cálcio, elementos fundamentais para a saúde óssea e cardiovascular.</p>
<blockquote><p>“Por isso defendemos a necessidade de uma combinação entre uma base fermentada para dar a cor marrom e a textura aveludada, enquanto uma porcentagem de amêndoas não fermentadas entraria como uma injeção de antioxidantes e minerais, criando o equilíbrio entre sabor e saúde”, conta.</p></blockquote>
<p>Pela primeira vez, foi identificada a presença de glicina betaína e prolina nas amêndoas. Essas moléculas têm o papel de defender a planta contra o estresse oxidativo no campo e servem como um antioxidante poderoso para o corpo humano.</p>
<blockquote><p>“Elas funcionam como verdadeiros protetores celulares, o que pode transformar o cacau amazônico em um superalimento”, destaca Mello.</p></blockquote>
<p>A análise também mostrou variação entre os cultivares estudados. O clone CCN 51 apresentou um perfil equilibrado, independente se fermentado ou não fermentado. Já o clone EEOP 63 se destacou pela maior produtividade, e o EEOP 96 manteve altos teores de fenólicos e antocianinas quando os grãos não eram fermentados, sugerindo maior vocação para produtos alternativos ao chocolate tradicional, como nibs, ingredientes de bebidas e snacks saudáveis.</p>
<blockquote><p>“Não é que exista um único clone ideal que deve ser difundido na região. Pelo contrário, o interesse está em combinar diferentes blends para cada finalidade. Por isso a importância desse estudo sobre seleção genética e manejo pós-colheita entre produtores amazônidas de cacau”, finaliza Traspadini.</p></blockquote>
<p><em>Fonte: Agência Fapesp</em></p>
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		<title>Caminho sem volta: consumidores se apaixonam pelo sabor do chocolate artesanais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tereza Coelho]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 18:32:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AGRICULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura familiar]]></category>
		<category><![CDATA[cacau]]></category>
		<category><![CDATA[chocolate]]></category>
		<category><![CDATA[Nutrição]]></category>
		<category><![CDATA[PRINCIPAL]]></category>
		<category><![CDATA[Produção artesanal]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/04/up_ag_29665_5fa97398-e9c0-eab0-ccf0-3117cc6f2eab-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Por Tereza Coelho Provar um chocolate artesanal é, para muitos, um caminho sem volta. O que começa como uma simples degustação transforma um paladar educado pela pureza do cacau e livre de aditivos, tornando difícil aceitar qualquer coisa menos que a excelência. Esse movimento silencioso ganha força não apenas pela qualidade das pequenas produções, mas [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/04/up_ag_29665_5fa97398-e9c0-eab0-ccf0-3117cc6f2eab-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><em>Por Tereza Coelho</em></p>
<p>Provar um chocolate artesanal é, para muitos, um caminho sem volta. O que começa como uma simples degustação transforma um paladar educado pela pureza do cacau e livre de aditivos, tornando difícil aceitar qualquer coisa menos que a excelência.</p>
<p>Esse movimento silencioso ganha força não apenas pela qualidade das pequenas produções, mas pela crescente decepção com os chocolates industrializados, que tiveram suas fórmulas alteradas ao longo dos anos e se transformaram em produtos com excesso de açúcar e gordura.</p>
<p>Essa mudança no gosto dos chocolates que eram a alegria das crianças, principalmente na Páscoa, tem relação direta com uma legislação brasileira que durou quase vinte anos, permitindo fórmulas com baixo teor de cacau para reduzir custos. Agora isso deve mudar, com o <a href="https://www.paraterraboa.com/economia/camara-aprova-novos-percentuais-para-chocolate-rotulos-deverao-exibir-teor-de-cacau/" target="_blank" rel="noopener">projeto de lei aprovado recentemente</a> na Câmara dos Deputados, que exige que, para ser chamado de chocolate, o produto contenha no mínimo 35% de sólidos totais de cacau, trazendo mais transparência e exigindo índices visíveis no rótulo.</p>
<h3>A sensação de &#8220;traição&#8221;</h3>
<p>Para muitos consumidores, a alteração nas receitas industriais gerou um sentimento de perda. A esteticista Luciana Oliveira viu seu bombom favorito, o Ouro Branco, mudar de gosto sem aviso.</p>
<blockquote><p>“Eu cresci amando esse bombom. Mas houve um momento em que algo mudou e me senti traída. Na primeira mordida senti que o gosto não era mais o mesmo. Parecia até delírio, até pesquisar na internet e ver outras pessoas falando coisas parecidas”, relembra.</p></blockquote>
<p>O problema também atingiu a saúde do arquiteto Alisson Cunha, que precisou cortar os doces da rotina por questões médicas.</p>
<blockquote><p>&#8220;Sempre comi todos os dias, mas a mudança de formulações virou um problema médico causado pelas gorduras e precisei tirar os doces totalmente. Foi muito ruim, porque o chocolate era o que dava uma doçura para lidar com a dureza do dia a dia&#8221;, comenta.</p></blockquote>
<p>O reencontro de Alisson com o chocolate teve um caminho inesperado. Após passar três anos sem consumir chocolates,  um médico reinseriu o produto na dieta, desde que fossem as versões artesanais.</p>
<blockquote><p>&#8221; No começo é diferente porque o sabor é mais intenso do que qualquer chocolate de mercado, mas com o tempo isso vai te conquistando de um jeito que não te larga. É um sabor que fica na boca por mais tempo, que dá para tomar com café, chás. Dá aquela alegria diária e ajuda na saúde”, narra.</p></blockquote>
<p>Alisson lembra que comer chocolate é memória afetiva.</p>
<blockquote><p>&#8220;Minha mãe descobria lojas, sabores e sempre dividia comigo as caixas. Pra mim, comer chocolate é reviver tudo isso, então vai muito além do sabor&#8221;, afirma.</p></blockquote>
<p>Já Luciana descobriu esse novo mundo através do presente de uma amiga: um chocolate artesanal branco de cupuaçu.</p>
<blockquote><p>&#8220;Quando mordi e senti aquele sabor de fruta, achei insano demais. Não sabia que dava para me &#8216;reapaixonar&#8217; por algo desse jeito&#8221;, conta ela, que achava que chocolates artesanais era caros e inacessíveis.</p></blockquote>
<h3>Especialistas</h3>
<p>Com o tempo, tanto Luciana como Alisson desenvolveram uma relação especial com esses produtos, conhecendo outras marcas e até fazendo experiências imersivas para conhecer o processo de fabricação.</p>
<p>Atualmente, Alisson possui na mesa de trabalho uma bomboniére onde disponibiliza porções de chocolates com frutas, de maior ou menor teor de cacau, feitos por marcas locais, todos cuidadosamente identificados. Segundo ele, os chocolates até ajudam a fechar negócios.</p>
<blockquote><p>&#8220;Cada cooperativa e região produtora tem seu padrão, sua marca ali na barra do chocolate. Alguns já vem em moedas, outros preciso dividir em pedaços. Quando ofereço para os clientes, consigo dizer exatamente de onde ele é e isso quase sempre vira uma conversa sobre os municípios que produzem. Incrivelmente isso já me ajudou a fechar clientes&#8221;, diz.</p></blockquote>
<p>Luciana, por sua vez,  diz que hoje possui suas marcas preferidas e hoje usa a pureza dos chocolates artesanais na introdução alimentar da filha de três anos.</p>
<blockquote><p>&#8220;Comecei essa introdução há três meses e fiz isso com um chocolate de Altamira com pedaços de frutas. Como ela já conhece o dulçor da fruta, não estranhou tanto. Quero que ela saiba diferenciar o sabor de verdade do excesso de açúcar, que tenha um paladar menos viciado e mais criterioso&#8221;, comenta.</p></blockquote>
<h3>Ciência e consciência social</h3>
<p>O nutrólogo Gabriel Santana explica que a conexão sentimental que muitas pessoas acreditam experimentar quando comem chocolate possui uma base científica.</p>
<blockquote><p>“É comprovado que o cacau dos chocolates mais amargos melhora a concentração, memória e pode ajudar na prevenção de doenças cerebrais, isso sem falar na sensação de prazer e tranquilidade logo após o consumo&#8221;, explica.</p></blockquote>
<p>Ele lembra ainda que o chocolate possui benefícios importantes para a saúde, mas além de um consumo adequado, sem excessos, uma composição mais &#8216;limpa&#8217; é fundamental para garantir benefícios.</p>
<blockquote><p>“O chocolate pode ser um alimento bom para a saúde, e o que traz esses benefícios é a massa de cacau, rica em compostos antioxidantes. Produtos com 60% ou 70% de cacau já oferecem esses efeitos. Já aqueles com baixo teor de cacau e maior quantidade de açúcar e gorduras se aproximam mais de alimentos ultraprocessados e são muito perigosos para a saúde”, detalha.</p></blockquote>
<p>Além de todos os benefício, Santana ressalta que o chocolate artesanal é também um elo social.</p>
<blockquote><p>&#8220;É valorizar povos tradicionais e agricultores que estão fazendo o melhor para colocar algo seguro no mercado. Do ponto de vista social, é valorizar quem vive longe e entrega qualidade. Comer bem e de forma saudável é uma herança ancestral e um recado de união&#8221;, conclui.</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Câmara aprova novos percentuais para chocolate: rótulos deverão exibir teor de cacau</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Mar 2026 14:28:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[cacau]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara dos Deputados]]></category>
		<category><![CDATA[chocolate]]></category>
		<category><![CDATA[pará]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/07/chocolate3-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A Câmara dos Deputados aprovou, nesta terça-feira, 17, o projeto de lei que estabelece percentuais mínimos de cacau para a fabricação de chocolates no Brasil e obriga a declaração desses índices nos rótulos. A proposta atende a pedidos de bancadas de estados produtores como Bahia, Pará e Espírito Santo, Como o PL sofreu alterações, ele  [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/07/chocolate3-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>A Câmara dos Deputados aprovou, nesta terça-feira, 17, o projeto de lei que estabelece percentuais mínimos de cacau para a fabricação de chocolates no Brasil e obriga a declaração desses índices nos rótulos. A proposta atende a pedidos de bancadas de estados produtores como Bahia, Pará e Espírito Santo,</p>
<p>Como o PL sofreu alterações, ele  retornará para nova análise no Senado. Caso sejam mantidas as mundaças feitas pela Câmara, as novas regras entrarão em vigor um ano após a sanção presidencial.</p>
<p>A principal mudança em relação ao texto anterior é a nova nomenclatura dos produtos. Se a lei for sancionada, as denominações &#8220;amargo&#8221; e &#8220;meio amargo&#8221; deixam de existir oficialmente para produtos com pelo menos 35% de sólidos totais de cacau, que passarão a ser chamados apenas de &#8220;chocolate&#8221;.</p>
<p>Além disso, esses itens não poderão conter mais de 5% de gordura vegetal em sua composição.</p>
<p>Novas categorias e regras técnicas</p>
<p>O projeto altera o padrão atual da Anvisa, que hoje exige um mínimo de 25% de sólidos de cacau para qualquer tipo de chocolate (exceto o branco, que requer 20% de manteiga de cacau). Confira como ficam as categorias propostas:</p>
<ul>
<li><strong>Chocolate</strong>: Mínimo de 35% de sólidos totais de cacau.</li>
<li><strong>Chocolate ao Leite</strong>: Mantém o mínimo de 25% de sólidos de cacau, mas exige ao menos 14% de sólidos de leite.</li>
<li><strong>Chocolate Doce</strong>: Categoria criada pelo projeto, exigindo 25% de sólidos totais de cacau, sendo pelo menos 18% de manteiga de cacau.</li>
</ul>
<p>Um ponto técnico central no relatório do deputado Daniel Almeida (PCdoB-BA) é a proibição de contabilizar cascas, películas e resíduos como sólidos de cacau.</p>
<p>Segundo a Associação Nacional dos Produtores de Cacau (ANPC), a medida funciona como uma &#8220;blindagem técnica&#8221; para garantir a qualidade da receita oferecida ao consumidor.</p>
<p>Resistência da indústria</p>
<p>O setor industrial manifestou forte oposição às mudanças. Em nota técnica conjunta, a Abia (alimentos), a Abicab (chocolates e balas) e a Aipc (processadoras de cacau) criticaram a falta de alinhamento com a regulação vigente da Anvisa.</p>
<p>As entidades também questionam a obrigatoriedade da informação do percentual no rótulo, alegando que as empresas acabaram de passar por um processo custoso de adaptação de embalagens devido às mudanças na tabela nutricional determinadas em 2020.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Medicilândia pode ganhar o título de Capital Nacional do Cacau</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Jan 2026 14:11:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AGRICULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[cacau]]></category>
		<category><![CDATA[Capital Nacional do Cacau]]></category>
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		<category><![CDATA[Medicilândia]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/Medicilania3-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />No coração da Transamazônica, o município de Medicilândia, no sudoeste do Pará, consolidou-se como o maior produtor de cacau do Brasil. Responsável por uma fatia expressiva da safra paraense — estado que lidera a produção nacional do fruto —, a cidade transformou a cultura cacaueira não apenas em sua principal força econômica, mas em um [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/Medicilania3-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>No coração da Transamazônica, o município de Medicilândia, no sudoeste do Pará, consolidou-se como o maior produtor de cacau do Brasil. Responsável por uma fatia expressiva da safra paraense — estado que lidera a produção nacional do fruto —, a cidade transformou a cultura cacaueira não apenas em sua principal força econômica, mas em um exemplo de bioeconomia sustentável na Amazônia.</p>
<p>Tudo isso pode tornar a cidade Capital Nacional do Cacau, com o PL 77/2020, que está sendo discutido no Senado.</p>
<p>A importância de Medicilândia é quantificada por estatísticas robustas. Segundo os dados mais recentes do IBGE, o município produz anualmente cerca de 50 mil toneladas de amêndoas, superando regiões históricas de cultivo.</p>
<p>De acordo com a Faepa, o Pará possui mais de 169 mil hectares em produção, gerando uma arrecadação de R$ 358 milhões em Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), evidenciando a força econômica da cadeia cacaueira no estado.</p>
<p>Essa liderança é sustentada por condições excepcionais: o solo de Terra Roxa da região (formado por decomposição de rocha basáltica) é extremamente fértil, e o clima equatorial, com chuvas bem distribuídas, oferece o ambiente ideal para o desenvolvimento do cacaueiro.</p>
<h3>Cabruca e a sustentabilidade</h3>
<p>Diferente de outras monoculturas, o cacau em Medicilândia é um aliado da preservação ambiental. Grande parte da produção ocorre no sistema de Cabruca ou em Sistemas Agroflorestais (SAFs), onde o cacaueiro é plantado à sombra de árvores nativas da floresta amazônica.</p>
<ul>
<li><strong>Recuperação de áreas</strong>: o cultivo tem servido para reflorestar áreas anteriormente degradadas por pastagens, transformando-as novamente em florestas produtivas.</li>
<li><strong>Agricultura Familiar</strong>: cerca de 80% da produção do município provém de pequenas propriedades e da agricultura familiar, o que gera uma distribuição de renda capilarizada por toda a região.</li>
</ul>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class=" wp-image-40472 aligncenter" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/Medicilandia1-300x200.jpg" alt="" width="722" height="481" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/Medicilandia1-300x200.jpg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/Medicilandia1-1024x683.jpg 1024w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/Medicilandia1-768x512.jpg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/Medicilandia1-1536x1024.jpg 1536w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/Medicilandia1-2048x1365.jpg 2048w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/Medicilandia1-150x100.jpg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/Medicilandia1-450x300.jpg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/Medicilandia1-1200x800.jpg 1200w" sizes="(max-width: 722px) 100vw, 722px" /></p>
<h3>Da amêndoa ao chocolate de origem</h3>
<p>Medicilândia deixou de ser apenas uma exportadora de matéria-prima. Nos últimos anos, o município iniciou um processo de verticalização da produção. Hoje, o cacau local é reconhecido internacionalmente pela sua qualidade superior, com notas sensoriais amadeiradas e frutais.</p>
<p>A cidade já conta com fábricas de chocolate de origem, onde a amêndoa é processada e transformada em barras de alto valor agregado. O reconhecimento da Indicação Geográfica (IG) para o cacau de Tomé-Açu e regiões vizinhas impulsionou Medicilândia a também buscar selos de qualidade que garantem a procedência e o manejo sustentável do seu fruto.</p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Paraenses são destaque no maior evento de chocolate e cacau da Europa</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/economia/paraenses-sao-destaque-no-maior-evento-de-chocolate-e-cacau-da-europa/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tereza Coelho]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Oct 2025 17:23:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
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		<category><![CDATA[pará]]></category>
		<category><![CDATA[Salon du Chocolat de Paris]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/10/IMG-20251029-WA0220-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O Brasil será homenageado na 30ª edição do Salon du Chocolat de Paris, o mais importante evento sobre cacau e chocolate no mundo, que acontece até 2 de novembro na capital francesa. Os estados do Pará e da Bahia, maiores produtores nacionais de cacau, lideram as ações da comitiva brasileira. A homenagem ao país é [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/10/IMG-20251029-WA0220-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O Brasil será homenageado na 30ª edição do Salon du Chocolat de Paris, o mais importante evento sobre cacau e chocolate no mundo, que acontece até 2 de novembro na capital francesa. Os estados do Pará e da Bahia, maiores produtores nacionais de cacau, lideram as ações da comitiva brasileira.</p>
<p>A homenagem ao país é realizada em reconhecimento ao incentivo à produção de cacau &#8211; considerada uma das mais ativas do mundo &#8211; e também pela realização da COP30, que ocorre na capital paraense em novembro.</p>
<p>Na comitiva brasileira, oito produtores, dos municípios de Castanhal, São Francisco do Pará, Medicilândia, Uruará, Rurópolis, Pacajá e Novo Repartimento, participam de formações e rodadas de negócios internacionais. Além deles, a comitiva local também é representada por agentes da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva do Cacau e Sistemas Agroflorestais do Pará, sediada na Federação da Agricultura e Pecuária do Pará (Faepa).</p>
<p>Os chocolatiers Léo Vilela e Tati Benazzi, que participaram da edição deste ano do Festival do Cacau e do Chocolate em Altamira e em Belém, vão apresentar no Salão do Chocolate a obra &#8216;Guardiões da Floresta&#8217;, feita com mais de 300 kg de chocolate, que presta homenagem à biodiversidade amazônica.</p>
<blockquote><p>&#8220;É uma homenagem dentro da homenagem, porque indígenas, quilombolas e produtores rurais que trabalham para produzir bem e proteger a floresta também podem ser considerados guardiões. Então, a escultura também é uma referência a todos que ajudaram ela a chegar até aqui&#8221;, disse Tati Benazzi ao <strong>Pará Terra Boa.</strong></p></blockquote>
<h3>Brasil Origem Week Paris</h3>
<p>O Pará também terá presença marcada na Brasil Origem Week Paris, evento dentro da programação do Salon du Chocolat, que reúne produtos da bioeconomia local como cafés, cachaças, chocolates, doces, artesanato, arte e design.</p>
<p>Para o coordenador do Programa de Desenvolvimento da Cadeia Produtiva da Cacauicultura do Pará (Procacau), da Sedap, Ivaldo Santana, o reconhecimento do Pará entre os principais polos produtores de cacau cultivado de forma sustentável abre as portas para novos negócios e parcerias.</p>
<blockquote><p>“Os compradores, em sua maioria, são europeus. Estar aqui abre a oportunidade para mostrar o que produzimos de melhor e com o máximo de qualidade, trazendo pessoalmente os produtores e tudo o que eles simbolizam para o centro do diálogo”, disse Ivaldo Santana.</p></blockquote>
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		<title>Cinco motivos gastronômicos para a COP30 ser em Belém</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Aug 2025 14:07:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[açaí]]></category>
		<category><![CDATA[chocolate]]></category>
		<category><![CDATA[COP30]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[gastronomia]]></category>
		<category><![CDATA[sorvete]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/08/gastronomia_para1-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Resultado da mistura de sabores indígenas, africanos e portugueses, a gastronomia de Belém é um dos grandes atrativos para a COP30. Como se isso não bastasse, aqui há uma variedade de frutas impossíveis de serem encontradas em qualquer lugar, Isso sem contar a excelência na produção de chocolate e de sorvete. Veja cinco motivos que [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/08/gastronomia_para1-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Resultado da mistura de sabores indígenas, africanos e portugueses, a gastronomia de Belém é um dos grandes atrativos para a COP30. Como se isso não bastasse, aqui há uma variedade de frutas impossíveis de serem encontradas em qualquer lugar, Isso sem contar a excelência na produção de chocolate e de sorvete. Veja cinco motivos que vão fazer da culinária paraense um ponto alto do evento:</p>
<ul>
<li><a href="https://www.paraterraboa.com/cultura/belem-tem-setima-melhor-gastronomia-no-mundo-afirma-revista-internacional/" target="_blank" rel="noopener">Belém tem sétima melhor gastronomia no mundo, segundo revista internacional.</a></li>
<li><a href="https://www.paraterraboa.com/agricultura/exportacao-paraense-de-acai-salta-de-1-tonelada-para-61-mil-toneladas-em-25-anos/" target="_blank" rel="noopener">Açaí à vontade: Pará é o maior produtor nacional do fruto. </a></li>
<li><a href="https://www.paraterraboa.com/gente-da-terra/chocolate-da-ilha-do-combu-e-tesouro-da-bioeconomia-do-para/" target="_blank" rel="noopener">Os chocolates paraenses são feitos artesanalmente.</a></li>
<li><a href="https://www.paraterraboa.com/agricultura/saborosas-e-nutritivas-muitas-frutas-entram-em-safra-durante-o-inverno-amazonico-saiba-quais/" target="_blank" rel="noopener">Diversidade de frutas que só podem ser encontradas por aqui.</a></li>
<li><a href="https://www.paraterraboa.com/gente-da-terra/sorveteria-cairu-em-belem-esta-entre-as-100-mais-iconicas-do-mundo-segundo-atlas-gastronomico/" target="_blank" rel="noopener">Sorvetes produzidos no Pará são reconhecidos internacionamente.</a></li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Agricultores familiares fazem Brasil Novo ser referência na produção de chocolate artesanal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paloma Lobatto]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Jul 2025 17:49:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GENTE DA TERRA]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil Novo]]></category>
		<category><![CDATA[Cacauicultura paraense]]></category>
		<category><![CDATA[chocolate]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/07/chocolate_JiovanaLunelli-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Em Brasil Novo, na região do Rio Xingu, a economia pulsa ao ritmo do cacau. Com mais de 14 mil hectares plantados e uma produção que supera as 10 mil toneladas por ano, o município é o lar de mais de 1.400 produtores dedicados a essa cultura. Agora, muitos deles estão dando um passo adiante, [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/07/chocolate_JiovanaLunelli-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Em Brasil Novo, na região do Rio Xingu, a economia pulsa ao ritmo do cacau. Com mais de 14 mil hectares plantados e uma produção que supera as 10 mil toneladas por ano, o município é o lar de mais de 1.400 produtores dedicados a essa cultura. Agora, muitos deles estão dando um passo adiante, transformando as amêndoas em <a href="https://www.paraterraboa.com/agricultura/conheca-os-diferenciais-que-fizeram-o-cacau-paraense-conquistar-o-mercado/" target="_blank" rel="noopener">chocolate fino</a> e agregando valor à produção local.</p>
<p>Isso porque Agência de Defesa Agropecuária do Pará (ADEPARÁ) e instituições parceiras têm orientado produtores a começaram a verticalizar a produção, investindo na implementação de pequenas fábricas de chocolate que funcionam nas propriedades onde se planta cacau. A iniciativa não só gera mais renda para as famílias, mas também fortalece a cadeia produtiva sustentável local,</p>
<blockquote><p>“Nós somos o maior produtor de cacau e de cacau de qualidade e nós precisamos parar só de vender amêndoas, nós precisamos verticalizar, ganhar dinheiro com o cacau e a verticalização traz isso&#8221;, afirma<a href="https://www.paraterraboa.com/gente-da-terra/agricultora-organica-conquista-mercado-com-chocolate-com-sabor-de-floresta-viva/" target="_blank" rel="noopener"> Jiovana Lunelli,</a> proprietária da Cacau Xingu, de Brasil Novo.</p></blockquote>
<p>A Cacau Xingu, cuja produção é em sistemas agroflorestais,<a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/primeira-fabrica-artesanal-de-chocolate-registrada-no-para-utiliza-agrofloresta/" target="_blank" rel="noopener"> foi o primeiro registro artesanal emitido pela ADEPAR</a>Á para uma fábrica de chocolate no estado. O selo é fundamentado na Portaria 5094/2024, que estabelece rigorosas normas de qualidade, desde a matéria-prima e os processos de fabricação até a rotulagem e a segurança alimentar.</p>
<p>Para se transformar na Cacau Xingu, a fábrida de Jiovana foi adaptada em parceria com instituições como o Sebrae (pelo programa Sustenta Inova), o Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (IPAM) e a própria ADEPARÁ De acordo com Jiovana, o trabalho exercido pela Adepará e demais parceiros valorizam o trabalho do pequen produtor e isso contribui também para melhorar toda uma região.</p>
<blockquote><p>A marca Cacau Xingu não é só um chocolate, aqui tem história de agricultores familiares, de resistência e de luta de toda uma região, que recebeu diversas famílias que foram desafiadas a implantar uma lavoura na Amazônia. Não é um conceito, é uma ideia de sustentabilidade”, afirma a produtora.</p></blockquote>
<h3>Selo é diferencial</h3>
<figure id="attachment_35429" aria-describedby="caption-attachment-35429" style="width: 655px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class=" wp-image-35429" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/07/Chocolate_Iradi-rutuoso-300x200.webp" alt="" width="655" height="436" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/07/Chocolate_Iradi-rutuoso-300x200.webp 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/07/Chocolate_Iradi-rutuoso-768x512.webp 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/07/Chocolate_Iradi-rutuoso-150x100.webp 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/07/Chocolate_Iradi-rutuoso-450x300.webp 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/07/Chocolate_Iradi-rutuoso.webp 860w" sizes="(max-width: 655px) 100vw, 655px" /><figcaption id="caption-attachment-35429" class="wp-caption-text">Iradi Frutuoso é uma das produtoras de chocolate de Brasil Novo. Foto: Frutuoso Chocolate/Divulgação</figcaption></figure>
<p>A produtora Iradi Frutuoso é outro exemplo dessa boa fase da produção de cacau na cidade. Em sua propriedade, a dedicação à qualidade é visível em cada etapa, com a Frutuoso Chcolate seguindo rigorosos padrões de higiene e boas práticas de fabricação.</p>
<blockquote><p>&#8220;Todo cuidado que temos é para a saúde de quem vai consumir nosso chocolate. A nossa preocupação é fazer um produto seguro e de qualidade para nossos clientes, processado em um lugar que possui higiene e que foi inspecionado&#8221;, afirma a chocolateira, destacando o compromisso com a segurança do consumidor.</p></blockquote>
<p>Embora o selo não seja obrigatório para o chocolate, ele é um diferencial competitivo crucial, agregando valor e atestando a qualidade de produtos feitos com amêndoas selecionadas, muitas vezes cultivadas em sistemas agroflorestais – onde o cacau convive com espécies nativas, beneficiando o solo e o meio ambiente, e elevando a qualidade do fruto.</p>
<h3>Sabores amazônicos</h3>
<p>Na fábrica da <a href="https://www.paraterraboa.com/gente-da-terra/no-brasil-novo-a-uniao-de-mulheres-fez-nascer-um-chocolate-com-qualidade-reconhecida-nacionalmente/" target="_blank" rel="noopener">“Kakao Blumenn</a>”, na zona rural de Brasil Novo, a produtora Verônica Preuss inova constantemente. Seus chocolates, feitos com amêndoas selecionadas do Sítio Santa Catarina (propriedade de sua família na região da Transamazônica), incorporam sabores amazônicos como jambu e cumaru. A loja exibe orgulhosamente diversos prêmios, inclusive internacionais. Verônica detalha as atividades da fábrica:</p>
<blockquote><p>&#8220;Aqui temos cursos e treinamentos em chocolateria. Também recebemos grupos de visitantes porque realizamos turismo de base comunitária para quem vem conhecer a produção sustentável de chocolate na Amazônia. Durante o Festival Internacional do Cacau e Chocolate em Altamira, lançamos um novo sabor com morango e já estamos testando novos sabores para até o final do ano&#8221;, afirma Verônica</p></blockquote>
<h3>Chocolate em pó e mercado institucional</h3>
<p>Além dos chocolates finos, a ADEPARÁ tem incentivado a produção de chocolate em pó para fornecer a prefeituras. Em Pacajá, na mesma região do Xingu, o casal de agricultores familiares Erilan e Thayse montou uma fábrica de chocolate em pó 100%. Com o selo da ADEPARÁ desde 2015, eles fornecem para a merenda escolar e, hoje, também para uma grande empresa de chocolate. Com recursos próprios e um faturamento superior a cem mil reais, a fábrica conquistou vários contratos ao longo dos anos.</p>
<blockquote><p>&#8220;Nós trabalhamos vendendo esse produto para a merenda escolar. O selo é muito importante para comprovar a origem do nosso produto. As prefeituras só compram mediante a comprovação dessa origem. Por mais que o chocolate seja isento de registro, as prefeituras exigem isso&#8221;, explica Erilan Araújo, proprietário da agroindústria, destacando a importância da certificação para o mercado institucional.</p></blockquote>
<p><strong>LEIA</strong></p>
<p><strong><a href="https://www.paraterraboa.com/economia/rota-turistica-valoriza-cadeia-produtiva-do-cacau-e-do-chocolate-na-regiao-da-transamazonica-e-xingu/" target="_top">Rota turística valoriza cadeia produtiva do cacau e do chocolate na região da Transamazônica e Xingu</a></strong></p>
<p><strong><a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/primeira-fabrica-artesanal-de-chocolate-registrada-no-para-utiliza-agrofloresta/" target="_top">Primeira fábrica artesanal de chocolate registrada no Pará utiliza agrofloresta</a></strong></p>
<p><strong><a href="https://www.paraterraboa.com/gente-da-terra/agricultora-organica-conquista-mercado-com-chocolate-com-sabor-de-floresta-viva/" target="_top">Agricultora orgânica conquista mercado com chocolate com sabor de floresta viva</a></strong></p>
<p><strong><a href="https://www.paraterraboa.com/agricultura/conheca-os-diferenciais-que-fizeram-o-cacau-paraense-conquistar-o-mercado/" target="_top">Conheça os diferenciais que fizeram o cacau paraense conquistar o mercado</a></strong></p>
<p><strong><a href="https://www.paraterraboa.com/gente-da-terra/no-brasil-novo-a-uniao-de-mulheres-fez-nascer-um-chocolate-com-qualidade-reconhecida-nacionalmente/" target="_top">No Brasil Novo, a união de mulheres fez nascer um chocolate com qualidade reconhecida nacionalmente</a></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Festival Chocolate Xingu reconhece a qualidade dos chocolates paraenses</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/agricultura/festival-chocolate-xingu-reconhece-a-qualidade-dos-chocolates-paraenses/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Jun 2025 19:55:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AGRICULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[Altamira]]></category>
		<category><![CDATA[chocolate]]></category>
		<category><![CDATA[concurso]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Xingu]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/06/concurso-festival-xingu-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Produtores de chocolate das diferentes regiões do Pará saíram premiados no Festival Internacional do Chocolate e Cacau – Chocolate Xingu, que terminou no domingo, 29, em Altamira. O concurso elegeu os melhores produtos e derivados do cacau destacando vencedores dos municípios de Santa Bárbara do Pará, Igarapé-Miri, Vitória do Xingu, Altamira, Medicilândia, Brasil Novo, Pacajá, [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/06/concurso-festival-xingu-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Produtores de chocolate das diferentes regiões do Pará saíram premiados no Festival Internacional do Chocolate e Cacau – Chocolate Xingu, que terminou no domingo, 29, em Altamira. O concurso elegeu os melhores produtos e derivados do cacau destacando vencedores dos municípios de Santa Bárbara do Pará, Igarapé-Miri, Vitória do Xingu, Altamira, Medicilândia, Brasil Novo, Pacajá, Barcarena e Parauapebas.</p>
<p>O resultado mais esperado foi da categoria categoria chocolate fino intenso, vencida pela Bada Chocolateria, com o chocolate “Campo do Fernandão”, que homenageia um dos pontos turísticos da Colônia Chicano, comunidade onde o negócio está instalado em Santa Bárbara, na região metropolitana.</p>
<blockquote><p>“Cada barrinha traz nomes de pontos turísticos locais. O Campo do Fernandão representa 70% de cacau, assim como o futebol que é forte e intenso ali. Estamos muito felizes por conquistar esse reconhecimento justamente aqui, na Transamazônica, que é uma terra de excelentes produtores”, disse a empreendedora Fernanda Sahaba.</p></blockquote>
<p>Na mesma categoria, o segundo e terceiro lugares ficaram, respectivamente, com a Kakao Blumenn, de Brasil Novo (Região do Xingu), e a Cacau Yeshua Chocolates, de Igarapé-Miri (Baixo Tocantins).</p>
<h3>Novas categorias</h3>
<p>O Xingu é a principal região produtora de cacau do estado e, por isso, o Festival Chocolate Xingu é um dos eventos mais importantes para a cadeia do cacau na Amazônia. Nesta edição, o concurso coordenado pelo Centro de Valorização de Compostos Bioativos da Amazônia, da Universidade Federal do Pará (UFPA), incluiu novas categorias que demonstram o potencial criativo do setor.</p>
<p>Na categoria bebidas derivadas, o vencedor foi a Assurini Cacau, de Altamira, com o coquetel de cumaru. Já a Belamazônia, de Vitória do Xingu, ganhou na categoria produtos derivados com o doce de banana banhado em chocolate 70%.</p>
<blockquote><p>“A cada ano, percebemos um avanço na excelência do chocolate e dos derivados produzidos em diferentes regiões do estado”, ressaltou Ivaldo Santana, oordenador do festival pela Sedap.</p></blockquote>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>De Mendes cria nova marca e expande fronteiras para o chocolate nativo da Amazônia</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/economia/fabrica-paraense-tem-investimento-de-r-8-milhoes-e-expande-fronteiras-para-o-chocolate-nativo-da-amazonia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Jun 2025 13:52:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[#sistemas agroflorestais]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[cacau nativo]]></category>
		<category><![CDATA[chocolate]]></category>
		<category><![CDATA[comunidades tradicionais]]></category>
		<category><![CDATA[cupulate]]></category>
		<category><![CDATA[De Mendes]]></category>
		<category><![CDATA[Mágio]]></category>
		<category><![CDATA[PRINCIPAL]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/01/DeMendes_Biofabricas4-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Por Fabrício Queiroz Quem acha que chocolate é tudo igual, provavelmente nunca provou os sabores únicos e marcantes dos produtos feitos com amêndoas de cacau da Amazônia. O fruto tem características próprias nas diferentes regiões e essa diversidade faz da degustação de cada chocolate uma nova experiência. A valorização dessa riqueza é a essência do [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/01/DeMendes_Biofabricas4-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><em>Por Fabrício Queiroz</em></p>
<p>Quem acha que chocolate é tudo igual, provavelmente nunca provou os sabores únicos e marcantes dos produtos feitos com amêndoas de cacau da Amazônia. O fruto tem características próprias nas diferentes regiões e essa diversidade faz da degustação de cada chocolate uma nova experiência. A valorização dessa riqueza é a essência do trabalho do<a href="https://www.paraterraboa.com/gente-da-terra/as-expedicoes-em-busca-do-melhor-cacau-do-mundo/"> chocolatier César De Mendes</a> que agora possui uma sociedade com uma desenvolvedora de startups para ampliar sua atuação no mercado nacional e internacional.</p>
<p>Reconhecido pelo trabalho com chocolates produzidos com <a href="https://www.paraterraboa.com/gente-da-terra/biofabricas-estimulam-protagonismo-das-comunidades-na-producao-de-chocolate-amazonico/" target="_blank" rel="noopener">cacau produzido em sistemas agroflorestais</a> e manejado por<a href="https://www.paraterraboa.com/agricultura/agroecologia-ajuda-mulheres-do-campo-a-resistirem-a-degradacao-da-amazonia/" target="_blank" rel="noopener"> populações tradicionais da Amazônia</a>, o chocolatier vendeu parte da empresa De Mendes para a CBKK, uma organização que apoia a aceleração de negócios de impacto socioambiental. O aporte de R$ 8 milhões deve ajudar no aumento de produção e na consolidação de uma nova marca: a Mágio, que terá um perfil mais comercial do que a De Mendes que continuará existindo.</p>
<blockquote><p>“Não muda nada. Só fortalece o nosso propósito. Eu continuo fazendo esse contato com os fornecedores e com as comunidades, abrindo novas fronteiras. O que mudou foi a criação da nova marca, Mágio, que está dentro da estrutura da De Mendes. Enquanto a De Mendes trabalha com cacau mais puro, um chocolate original e com poucos ingredientes; a Mágio vai ter produtos em barra, biscoitos de castanha e <a href="https://www.paraterraboa.com/economia/em-formato-de-barra-receita-tradicional-de-cupulate-ganha-grife-e-conquista-novos-paladares/">cupulate</a>, que tem um perfil mais comercial e podem ser trabalhados com uma abordagem mais mercadológica”, explicou César De Mendes.</p></blockquote>
<p><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-3776 size-large" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/06/demendes2-1024x766.jpeg" alt="" width="1024" height="766" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/06/demendes2-1024x766.jpeg 1024w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/06/demendes2-300x225.jpeg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/06/demendes2-768x575.jpeg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/06/demendes2-150x112.jpeg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/06/demendes2-450x337.jpeg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/06/demendes2-1200x898.jpeg 1200w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/06/demendes2.jpeg 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></p>
<p>As metas são grandiosas. A estimativa é aumentar a produção de 12,5 toneladas por ano para 100 toneladas por ano. Além disso, os planos preveem a abertura de lojas e outros pontos de venda partindo de São Paulo. Aliado a isso tem uma fábrica instalada em Santa Bárbara do Pará e uma <a href="https://www.paraterraboa.com/gente-da-terra/biofabricas-estimulam-protagonismo-das-comunidades-na-producao-de-chocolate-amazonico/">rede de comunidades fornecendo cacau nativo</a> vindo de locais como a Terra Indígena Yanomami, em Roraima; o Vale do Jari, entre os estados do Amapá e Pará; os territórios agroextrativistas do Acará-Açu, no Pará; e a ilha de Tauaré, em Mocajuba, também no Pará.</p>
<blockquote><p>“Eu não tinha dinheiro para fazer tudo que é necessário: desenvolvimento de pesquisa e de produtos, prospecção de novos fornecedores e expansão de mercado. Esse investimento veio para melhorar o mercado, abrir novas fronteiras comerciais e bancar o custo da rastreabilidade do cacau”, acrescenta.</p></blockquote>
<p>Além disso, César De Mendes diz que a empresa tem ganhos na gestão administrativa, financeira e contábil, o que é essencial para um crescimento planejado e organizado do negócio. Com novas parcerias, mas sem perder a identidade construída, a De Mendes pretende apostar de vez na exportação de amêndoas da Amazônia para indústrias de chocolate fino da Europa.</p>
<blockquote><p>“Ano passado já fizemos uma pequena exportação para a França. Foi um ensaio para ver o que podemos incrementar. Temos um potencial de crescimento muito grande com a exportação de amêndoas e, por isso, queremos investir não só na internacionalização da marca, mas na rastreabilidade desse produto”, reforça De Mendes.</p></blockquote>
<p><strong>LEIA MAIS:</strong></p>
<p><strong><a href="https://www.paraterraboa.com/agricultura/agroecologia-ajuda-mulheres-do-campo-a-resistirem-a-degradacao-da-amazonia/" target="_top">Agroecologia ajuda mulheres do campo a resistirem à degradação da Amazônia</a></strong></p>
<p><strong><a href="https://www.paraterraboa.com/gente-da-terra/biofabricas-estimulam-protagonismo-das-comunidades-na-producao-de-chocolate-amazonico/" target="_top">Biofábricas estimulam protagonismo das comunidades na produção de chocolate amazônico</a></strong></p>
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		<title>Produtores da região do Xingu são destaque em premiação na Feira do Cacau e do Chocolate</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Jun 2025 20:46:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AGRICULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[amêndoas]]></category>
		<category><![CDATA[cacau]]></category>
		<category><![CDATA[cacauicultura]]></category>
		<category><![CDATA[cacauway]]></category>
		<category><![CDATA[chocolate]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Kakao Blumenn]]></category>
		<category><![CDATA[região do Xingu]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/06/premiacao-feira-do-cacau-e-chocolate-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Principal polo produtor de cacau no Pará, a região do Xingu é também uma referência na produção de chocolate nativo e se destacou no concurso realizado na Feira do Cacau e do Chocolate, em Belém. A grande vencedora foi a Ascurra Chocolate, do município de Medicilândia, que conquistou o primeiro e terceiro lugares na categoria [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/06/premiacao-feira-do-cacau-e-chocolate-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Principal polo produtor de cacau no Pará, a região do Xingu é também uma referência na produção de chocolate nativo e se destacou no concurso realizado na Feira do Cacau e do Chocolate, em Belém. A grande vencedora foi a Ascurra Chocolate, do município de Medicilândia, que conquistou o primeiro e terceiro lugares na categoria Inovação e o primeiro lugar na categoria Ao Leite.</p>
<blockquote><p>“Ano passado, não ganhamos nada e esse ano foi uma surpresa boa: dois primeiros lugares e um terceiro. Esse prêmio irá para o pessoal da fábrica”, disse à <a href="https://agenciapara.com.br/noticia/67778/medicilandia-se-destaca-com-a-maior-quantidade-de-chocolate-premiado-em-concurso-na-feira-do-cacau" target="_blank" rel="noopener">Agência Pará</a> o produtor Robson Brogni, da <a href="https://www.paraterraboa.com/gente-da-terra/em-medicilandia-sitio-ascurra-produz-cacau-fino-premiado-nacionalmente/">Ascurra Chocolate</a>, que já venceu outros concursos do ramo. A marca é especializada em cacau fino e atua nos segmentos de produção própria (tree to bar) e fornecimento de amêndoas para chocolate artesanal (bean to bar).</p></blockquote>
<p>O concurso contava com três categorias: Inovação, Ao Leite e Intenso, que receberam inscrições de 15 empresas participantes representando 12 municípios paraenses. A iniciativa é pelo Centro de Valorização de Compostos Bioativos da Amazônia (CVACBA), da Universidade Federal do Pará (UFPA) como uma forma de valorizar a produção artesanal e fortalecer a cadeia produtiva do chocolate paraense.</p>
<p>Na categoria Ao Leite, o segundo e terceiro lugares foram para a Belamazônia, do município de Vitória do Xingu. Já na categoria Inovação, o segundo lugar ficou com a <a href="https://www.paraterraboa.com/gente-da-terra/cacauway-enquanto-sonho-que-virou-realidade/">Cacauway</a>, de Medicilândia. A marca ainda garantiu o segundo lugar na categoria Intenso. O primeiro lugar foi para a <a href="https://www.paraterraboa.com/gente-da-terra/no-brasil-novo-a-uniao-de-mulheres-fez-nascer-um-chocolate-com-qualidade-reconhecida-nacionalmente/">Kakao Blumenn</a>, de Brasil Novo, e o terceiro lugar para o <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/produzido-em-sistema-agroflorestal-chocolate-yeshua-vence-concurso-do-chocolat-xingu/">Chocolate Yeshua</a>, de Igarapé-Miri.</p>
<blockquote><p>“Quando a gente pensa no universo do Estado, 15 empresas que produzem chocolate é muito interessante, pois mostra que o nosso trabalho está crescendo ao longo do tempo. É um trabalho consolidado que faz com que a cadeia produtiva não pense só na produção da amêndoa, mas incentive a produção de chocolate”, avalia o coordenador do concurso, professor Jesus Souza.</p></blockquote>
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