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Home»MEIO AMBIENTE»Unidades de Conservação da Amazônia tiveram menor desmatamento dos últimos 11 anos em 2025
MEIO AMBIENTE 26 de janeiro de 2026

Unidades de Conservação da Amazônia tiveram menor desmatamento dos últimos 11 anos em 2025

Terras indígenas também apresentaram redução derrubada, com a menor devastação dos últimos 8 anos
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Floresta Estadual de Faro, Foto: Marcio Nagano/Imazon
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As unidades de conservação foram destaque na proteção territorial da Amazônia em 2025, com o menor desmatamento dos últimos 11 anos, desde 2014. De janeiro a dezembro, esses territórios protegidos tiveram 166 km² de floresta derrubada, 38% a menos do que em 2024.

Os dados são do Sistema de Alerta de Desmatamento (SAD) do instituto de pesquisa Imazon, que monitora a floresta por imagens de satélite desde 2008 e, desde 2012, realiza a análise por categoria. Em comparação com 2022, quando a devastação chegou a 1.214 km² no período (a maior área derrubada desde 2012), o desmatamento nas unidades de conservação da Amazônia foi 86% menor em 2025.

Em relação ao total desmatado de janeiro a dezembro de 2025, que somou 2.741 km², as unidades de conservação foram responsáveis por apenas 6%, sendo 4% nos territórios estaduais (109 km²) e 2% nos federais (57 km²).

Terras indígenas: menor derrubada em oito anos

Outra categoria de destaque na proteção territorial foi a de Terras Indígenas, que tiveram o menor desmatamento dos últimos oito anos, desde 2017. De janeiro a dezembro de 2025, foram derrubados 44 km² de floresta dentro dos territórios dos povos originários, 20% a menos do que em 2024.

Comparado com 2019, quando foram desmatados 369 km² em terras indígenas de janeiro a dezembro – a maior área derrubada desde 2012 – o acumulado de 2025 foi 88% menor. Isso fez com que apenas 2% de todo o desmatamento na Amazônia ocorresse dentro desses territórios.

“Isso reforça a importância de destinar áreas ainda sem uso definido na Amazônia para a criação de novas unidades de conservação e terras indígenas. Historicamente, esses territórios têm funcionado como barreiras efetivas para o avanço da destruição da floresta”, ressalta o pesquisador do Imazon, Carlos Souza Jr.

Terceiro ano de queda no desmatamento

Apesar do mês de dezembro ter registrado alta de 7% na derrubada em toda a Amazônia, pois passou de 85 km² em 2024 para 91 km² em 2025, o acumulado desde janeiro fechou com redução de 27%. Isso porque a devastação passou de 3.739 km² de janeiro a dezembro de 2024 para 2.741 km² no mesmo período de 2025. Este foi o terceiro ano consecutivo com queda do desmatamento na região.

“O Brasil mostra que está no caminho certo para o cumprimento da meta de desmatamento zero em 2030, que é essencial para a redução das emissões de gases de efeito estufa no país. Isso garantirá maior equilíbrio climático, a manutenção das chuvas, que também é benéfica para o agronegócio brasileiro, a conservação da biodiversidade e proteção dos povos e comunidades tradicionais”, afirma Larissa Amorim, pesquisadora do Imazon.

Dezembro também marca o quinto mês do chamado “calendário de desmatamento” de 2026, que, por conta das chuvas na Amazônia, compreende o período de agosto de 2025 a julho de 2026. Considerando os cinco primeiros meses desse calendário e comparando-os com os de 2025, a redução da derrubada é ainda maior, de 41%. “Isso significa que o calendário segue com tendência de redução, por isso é necessário acompanhar os próximos meses e garantir a continuação de ações de combate à derrubada da floresta”, comenta a pesquisadora do Imazon, Raíssa Ferreira.
Degradação caiu 88% de janeiro a dezembro

Apenas em dezembro, a degradação florestal causada pela exploração madeireira e pelo fogo caiu 91% na Amazônia, passando de 628 km² em 2024 para 59 km² em 2025. Isso ocorreu porque 2024 foi um ano recorde de queimadas, o que fez com que esse tipo de dano na floresta atingisse a maior área desde 2009.

Com isso, a degradação acumulada de janeiro a dezembro de 2025 fechou com queda de 88% em relação ao mesmo período de 2024, passando de 36.379 km² para 4.419 km². Essa foi a menor área degradada desde 2022.

Já no calendário do desmatamento de 2026, houve uma redução de 93% na degradação nos primeiros cinco meses.

Fonte: Imazon

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