Close Menu
Pará Terra BoaPará Terra Boa
  • COP30
  • GENTE DA TERRA
  • ECONOMIA
  • AGRICULTURA
  • MEIO AMBIENTE
  • CULTURA
  • SOBRE
  • CONTATO
Últimas notícias

STF dá prazo de 90 dias para plano de desocupação de terra indígena no Pará

MEIO AMBIENTE

Estados Unidos propõem taxa de 25% ao agro por desmatamento

ECONOMIA

Contra o fogo e a seca: País cria força-tarefa semanal para monitorar o El Niño

MEIO AMBIENTE
Facebook Instagram LinkedIn
1.
  • STF dá prazo de 90 dias para plano de desocupação de terra indígena no Pará
  • Estados Unidos propõem taxa de 25% ao agro por desmatamento
  • Contra o fogo e a seca: País cria força-tarefa semanal para monitorar o El Niño
  • Projeto no Pará recupera florestas, gera renda e auxilia agricultor a resistir ao calor extremo
  • Pará aposta em cadeias produtivas estratégicas para acelerar regularização fundiária
2 de junho de 2026
Pará Terra BoaPará Terra Boa
Facebook Instagram
  • COP30
  • GENTE DA TERRA
  • ECONOMIA
  • AGRICULTURA
  • MEIO AMBIENTE
  • CULTURA
Pará Terra BoaPará Terra Boa
Home»MEIO AMBIENTE»STF dá prazo de 90 dias para plano de desocupação de terra indígena no Pará
MEIO AMBIENTE 2 de junho de 2026

STF dá prazo de 90 dias para plano de desocupação de terra indígena no Pará

Decisão do ministro Edson Fachin também impõe criação de comitê para proteção de povos indígenas isolados
WhatsApp Facebook LinkedIn Incorpore mídia (YouTube, Twitter, Flickr etc) diretamente em tópicos e respostas Email
Terra Indígena Cachoeira Seca, na região do Xingu, no Pará. Foto: Lilo Clareto / ISA
Compartilhar
WhatsApp Facebook Incorpore mídia (YouTube, Twitter, Flickr etc) diretamente em tópicos e respostas LinkedIn Email

Resumo

  •  O presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Edson Fachin, determinou que o governo federal apresente em até 90 dias um plano para retirar invasores e ocupantes da Terra Indígena Cachoeira Seca, no Pará.
  •  Embora o território tenha sido oficializado em 2016, a retirada dos invasores nunca foi concluída. Nos últimos dez anos, a área sofreu com novos focos de garimpo, extração ilegal de madeira, criação de gado e a abertura de quase 600 quilômetros de estradas clandestinas.
  •  O avanço das invasões gerou uma crise de saúde mental entre o povo Arara, que é um grupo indígena de recente contato com a sociedade e possui alta vulnerabilidade.
  • O projeto do governo precisará detalhar datas, responsáveis pelas ações, indenizações para quem ocupou a terra de boa-fé e uma estratégia de proteção à saúde e à cultura dos Arara.

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, deu um prazo de 90 dias para que o governo federal apresente um plano detalhado para retirar invasores e ocupantes ilegais da Terra Indígena Cachoeira Seca, localizada no Pará.

A decisão atende a um pedido da Associação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib), com o apoio da Procuradoria-Geral da República (PGR) e da Defensoria Pública da União (DPU).

O território, que possui mais de 733 mil hectares, abriga comunidades isoladas e de recente contato com a sociedade. Além da desocupação, Fachin ordenou a criação de um comitê especial de governança para acompanhar de perto a saúde, a proteção do território e a regularização dos limites da reserva.E

Explosão de crimes ambientais

Ao analisar a situação da reserva, o ministro destacou que já se passaram cerca de dez anos desde que a Terra Indígena Cachoeira Seca foi homologada (reconhecida oficialmente pelo governo), em 2016, sem que a desocupação total e o pagamento de indenizações aos ocupantes de boa-fé tivessem sido concluídos.

Nesse período, o cenário na região piorou drasticamente. Entidades especializadas relatam uma explosão de novas invasões, avanço do desmatamento, loteamentos ilegais, entrada de gado e atividades de garimpo e extração de madeira. Desde 2018, os invasores abriram 586 quilômetros de estradas clandestinas dentro do território. Todo esse impacto gerou um estado de emergência de saúde mental para o Povo Arara.

“Para um povo de recente contato, a demora administrativa não é neutra”, alertou o ministro Edson Fachin. “Cada adiamento é um prolongamento da invasão, o que aprofunda o sofrimento coletivo e amplifica os riscos à vida, à saúde e à reprodução física e cultural do grupo.”

Como deverá ser o plano de desocupação

A estratégia do governo federal terá que trazer um calendário claro e dividido por etapas, apontando quais órgãos públicos serão responsáveis por cada ação. O plano deve cobrir três pontos principais:

  • Prazos: Datas específicas para a retirada de invasores e grileiros.
  • Indenizações: Pagamento dos moradores identificados pela Funai que ocupavam a área de boa-fé antes da demarcação.
  • Proteção à saúde: Cuidados médicos e de segurança para o Povo Arara, considerando a baixa imunidade biológica e a vulnerabilidade social desse grupo, além de garantir o isolamento das comunidades que optaram por não ter contato com a sociedade.

Parque ambiental em Rondônia

Na mesma decisão, o ministro cobrou agilidade do governo federal em outro processo. A União tem 15 dias para apresentar o cronograma atualizado de criação do Parque Nacional Tanaru, uma área de 8 mil hectares em Rondônia, na fronteira com a Bolívia.

A reserva foi autorizada pelo STF em setembro de 2025 para preservar a memória e a história do povo Tanaru. Fachin criticou o fato de que o decreto oficial de criação do parque deveria ter sido publicado em abril de 2026, mas o governo federal ainda não emitiu o documento.

crimes ambientais desocupação destaque destaque2 povos indígenas STF Terra Indígena Cachoeira Seca
Compartilhar. WhatsApp Facebook Incorpore mídia (YouTube, Twitter, Flickr etc) diretamente em tópicos e respostas LinkedIn Email
Artigo AnteriorEstados Unidos propõem taxa de 25% ao agro por desmatamento

Você pode gostar também de

ECONOMIA

Estados Unidos propõem taxa de 25% ao agro por desmatamento

MEIO AMBIENTE

Contra o fogo e a seca: País cria força-tarefa semanal para monitorar o El Niño

MEIO AMBIENTE

Projeto no Pará recupera florestas, gera renda e auxilia agricultor a resistir ao calor extremo

MEIO AMBIENTE

Pará aposta em cadeias produtivas estratégicas para acelerar regularização fundiária

Busque em nosso site
Previsão do tempo

+32
°
C
+33°
+21°
Altamira (Para)
Domingo, 30
Ver Previsão de 7 Dias

 

+33
°
C
+33°
+20°
Sao Felix do Xingu
Domingo, 30
Ver Previsão de 7 Dias

 

+32
°
C
+32°
+23°
Belém
Domingo, 30
Ver Previsão de 7 Dias

 

Curta Nossas Redes Sociais
  • Facebook
  • Instagram
Acesse nosso WhatsApp
WhatsApp
Envie sua notícia

Quer compartilhar uma notícia ou acontecimento da sua região?

Envie para a nossa redação!

    Publicidade
    Publicidade

    Aqui você encontra notícias boas para a gente boa desta terra boa que é o nosso Pará.

    Siga, comente e compartilhe nossos perfis nas redes sociais.

    Reprodução permitida, mas cite a fonte por favor!

    Facebook Instagram
    ENTRE EM CONTATO

    ANUNCIE NO PARÁ TERRA BOA

    Confira o Mídia Kit e contatos aqui

    ENVIE SUAS IDEIAS

    Queremos conhecer bons exemplos de quem cuida da nossa terra boa! Mande sua história ou de terceiros no WhatsApp para (91) 99187-0544 ou no formulário de contato aqui. 

    LEIA NOSSAS MATÉRIAS
    • COP30
    • GENTE DA TERRA
    • ECONOMIA
    • AGRICULTURA
    • MEIO AMBIENTE
    • CULTURA
    POLÍTICAS DO SITE

    Política de Privacidade

    Política de Cookies 

    © 2026 Pará Terra Boa.
    • SOBRE
    • CONTATO

    Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.

    Utilizamos cookies essenciais e tecnologias semelhantes. Ao continuar navegando, você concorda com estas condições. Confira a política de utilização de cookies.
    ConfiguraçõesAceitar
    Gerenciar consentimento

    Visão geral da privacidade

    Este site usa cookies para melhorar a sua experiência enquanto navega pelo site. Destes, os cookies que são categorizados como necessários são armazenados no seu navegador, pois são essenciais para o funcionamento das funcionalidades básicas do site. Também usamos cookies de terceiros que nos ajudam a analisar e entender como você usa este site. Esses cookies serão armazenados em seu navegador apenas com o seu consentimento. Você também tem a opção de cancelar esses cookies. Porém, a desativação de alguns desses cookies pode afetar sua experiência de navegação.
    Funcional
    Os cookies funcionais ajudam a realizar certas funcionalidades, como compartilhar o conteúdo do site em plataformas de mídia social, coletar feedbacks e outros recursos de terceiros.
    Performance
    Os cookies de desempenho são usados para entender e analisar os principais índices de desempenho do site, o que ajuda a fornecer uma melhor experiência do usuário para os visitantes.
    Analytics
    Cookies analíticos são usados para entender como os visitantes interagem com o site. Esses cookies ajudam a fornecer informações sobre as métricas do número de visitantes, taxa de rejeição, origem do tráfego, etc.
    Propaganda
    Os cookies de publicidade são usados para fornecer aos visitantes anúncios e campanhas de marketing relevantes. Esses cookies rastreiam visitantes em sites e coletam informações para fornecer anúncios personalizados.
    Outros
    Outros cookies não categorizados são aqueles que estão sendo analisados e ainda não foram classificados em uma categoria.
    Necessário
    Os cookies necessários são absolutamente essenciais para o funcionamento adequado do site. Esses cookies garantem funcionalidades básicas e recursos de segurança do site, de forma anônima.
    açaí
    tarifaço
    economia
    prejuízo
    destaque
    SALVAR E ACEITAR