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Home»MEIO AMBIENTE»Revogado decreto de concessão de hidrovias na Amazônia, após protestos de indígenas
MEIO AMBIENTE 23 de fevereiro de 2026

Revogado decreto de concessão de hidrovias na Amazônia, após protestos de indígenas

Anúncio foi feito após reunião com lideranças indígenas e meses de mobilizações
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Foto: Repam
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O governo federal revogou, nesta segunda-feira, 23, o decreto 12.600, que incluía trechos dos rios Tapajós, Tocantins e Madeira no Programa Nacional de Desestatização (PND). O anúncio foi feito pelo secretário-geral da Presidência, Guilherme Boulos, após reunião com lideranças indígenas e meses de mobilizações que tensionaram a relação do Palácio do Planalto com sua base aliada e movimentos socioambientais.

A medida, assinada originalmente em agosto de 2023, visava realizar estudos para possíveis concessões de serviços de navegabilidade. No entanto, a proposta enfrentou forte resistência de povos originários que denunciaram a falta de consulta prévia e os riscos de transformar rios essenciais à subsistência em corredores logísticos para o escoamento de soja.

“Este governo tem capacidade de escuta do povo, inclusive para rever decisões quando necessário”, afirmou Boulos em suas redes sociais, confirmando que a revogação será publicada no Diário Oficial da União.

Cronologia da crise e ocupação da Cargill

O ápice da crise ocorreu nas últimas semanas no Pará, com foco no terminal portuário da multinacional Cargill, em Santarém:

  • Ocupação: Cerca de 2 mil indígenas do Baixo Tapajós ocupavam a sede da empresa há um mês.
  • Ato Fluvial: Na última quinta-feira, manifestantes chegaram a nadar até uma balsa de grãos atracada no porto para interceptar a logística de escoamento. A ação foi monitorada pela Polícia Federal e pela Marinha.
  • Disputa Judicial: A Cargill obteve decisões favoráveis para a desocupação forçada do terminal, mas o Ministério Público Federal (MPF) interveio, questionando a legalidade das notificações e garantindo a permanência dos grupos durante o impasse.

Argumentos em jogo

De um lado, o Ministério dos Portos e Aeroportos sustentava que o decreto tratava apenas de estudos técnicos e não autorizava obras imediatas. Como “gesto de diálogo”, o governo já havia suspendido a licitação para a dragagem dos rios e criado um Grupo de Trabalho Interministerial com participação indígena.

Do outro lado, lideranças como Auricélia Arapiuns reforçavam que os rios são fontes de alimento e equilíbrio climático, criticando a priorização do interesse comercial sobre os direitos territoriais.

A revogação do decreto encerra um dos principais pontos de atrito entre o governo Lula e os povos da Amazônia neste início de 2026, embora os grupos ainda planejem atos em Brasília para acompanhar os próximos passos da política hidroviária na região.

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indígenas madeira PRINCIPAL Programa Nacional de Desestatização Tapajós Tocantins
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