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Home»MEIO AMBIENTE»Após vazamento, sonda da Petrobras na Foz do Amazonas passará por auditoria
MEIO AMBIENTE 28 de janeiro de 2026

Após vazamento, sonda da Petrobras na Foz do Amazonas passará por auditoria

Perfuração segue suspensa por determinação da ANP e só será retomada após a conclusão da investigação
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Mapa da Margem Equatorial. Imagem: Petrobras
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A Agência Nacional do Petróleo (ANP) inicia, entre os dias 2 e 7 de fevereiro, uma auditoria de segurança na sonda operada pela Petrobras na bacia da Foz do Amazonas. A fiscalização é uma resposta ao vazamento de 18 mil litros de fluido de perfuração ocorrido em 4 de janeiro no poço exploratório “Morpho”, localizado no bloco 59, a 175 km da costa do Amapá.

O incidente paralisou as atividades e reacendeu o alerta sobre os riscos estruturais da exploração de petróleo em uma das regiões ecologicamente mais sensíveis do planeta.

E o vazamento não parecer ser um caso isolado. Levantamento da InfoAmazonia com dados da própria ANP revela um cenário preocupante: desde 1970, uma em cada quatro tentativas de perfuração na costa amazônica foi interrompida por acidentes mecânicos.

Na bacia da Foz do Amazonas, o índice de falhas atinge 28% — uma frequência de um acidente a cada 3,5 poços. Em Barreirinhas, no Maranhão, o cenário é ainda mais crítico, com 35% das perfurações paralisadas por problemas mecânicos.

Esses números superam drasticamente a média nacional de 7% e os índices das bacias de Campos (7%) e Santos (5%), evidenciando que a complexidade oceânica da região amazônica impõe desafios que a tecnologia atual ainda não neutralizou totalmente.

A perfuração no bloco 59 segue suspensa por determinação da ANP e só poderá ser retomada após a conclusão da auditoria, que focará no Sistema de Segurança Operacional. A Petrobras tem 90 dias para apresentar um relatório detalhado sobre as causas do incidente.

Riscos ambientais

Embora a Petrobras afirme que o fluido vazado (conhecido como “lama”) é biodegradável e de baixa toxicidade, entidades como o Greenpeace e o Instituto Arayara classificam o episódio como um “prenúncio do pior”. O vazamento ocorreu a 2.700 metros de profundidade, em uma área de correntes marítimas intensas e próximas ao Grande Sistema de Recifes da Amazônia (GARS).

Povos indígenas e comunidades tradicionais do Oiapoque também se manifestaram, classificando o vazamento como um “alerta final”. Eles denunciam a falta de transparência e o descumprimento do direito à consulta prévia, destacando que um acidente com óleo cru atingiria diretamente a maior faixa contínua de mangues do Brasil e territórios ancestrais.

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