Close Menu
Pará Terra BoaPará Terra Boa
  • COP30
  • GENTE DA TERRA
  • ECONOMIA
  • AGRICULTURA
  • MEIO AMBIENTE
  • CULTURA
  • SOBRE
  • CONTATO
Últimas notícias

Em maio, chuvas acima da média no Norte devem favorecer lavouras

MEIO AMBIENTE

Agropecuária é peça-chave na redução de emissões fósseis no Brasil, diz secretário

MEIO AMBIENTE

Plataforma monitora quase 5 mil áreas de recuperação obrigatória no Brasil

MEIO AMBIENTE
Facebook Instagram LinkedIn
1.
  • Em maio, chuvas acima da média no Norte devem favorecer lavouras
  • Agropecuária é peça-chave na redução de emissões fósseis no Brasil, diz secretário
  • Plataforma monitora quase 5 mil áreas de recuperação obrigatória no Brasil
  • Brasil e China fortalecem diálogo por pecuária bovina mais sustentável
  • Belém recebe exposição sobre identidade e sabores da culinária amazônica
4 de maio de 2026
Pará Terra BoaPará Terra Boa
Facebook Instagram
  • COP30
  • GENTE DA TERRA
  • ECONOMIA
  • AGRICULTURA
  • MEIO AMBIENTE
  • CULTURA
Pará Terra BoaPará Terra Boa
Home»MEIO AMBIENTE»Agropecuária é peça-chave na redução de emissões fósseis no Brasil, diz secretário
MEIO AMBIENTE 4 de maio de 2026

Agropecuária é peça-chave na redução de emissões fósseis no Brasil, diz secretário

Setor deve adotar novas práticas produtivas e reduzir uso de combustíveis fósseis para ajudar País a cumprir metas
WhatsApp Facebook LinkedIn Incorpore mídia (YouTube, Twitter, Flickr etc) diretamente em tópicos e respostas Email
Produção agropecuária no Pará. Foto: Pedro Guerreiro/Agência Pará
Compartilhar
WhatsApp Facebook Incorpore mídia (YouTube, Twitter, Flickr etc) diretamente em tópicos e respostas LinkedIn Email

O Brasil precisará reduzir de forma consistente o uso de combustíveis fósseis nas próximas décadas para cumprir suas metas climáticas. A avaliação é do secretário nacional de Mudança do Clima do Ministério do Meio Ambiente, Aloisio Melo, que lidera a atualização do Plano Clima, principal instrumento de planejamento do país para cortar emissões de gases de efeito estufa até 2035.

Em entrevista à newsletter Um Grau e Meio, do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam), o secretário, que representou o governo brasileiro na 1ª Conferência sobre a Transição para Longe dos Combustíveis Fósseis, em Santa Marta (Colômbia), detalhou como o governo pretende conduzir a transição para uma economia de baixo carbono, destacando desafios estruturais, oportunidades e o papel de políticas públicas no processo.

Segundo Melo, o Brasil já avançou em uma das principais frentes de redução de emissões: o combate ao desmatamento. A meta oficial prevê zerar a perda de florestas até 2030, o que deve alterar o perfil das emissões nacionais e permite o combate mais direcionado a outras fontes.

“A redução das emissões associadas à produção e ao uso de combustíveis fósseis será determinante para o sucesso do Brasil em alcançar suas metas”, afirmou.

Após o controle do desmatamento, os setores de energia, agropecuária e uso da terra devem concentrar os maiores esforços para garantir o cumprimento da NDC (Contribuição Nacionalmente Determinada), compromisso assumido pelo Brasil no Acordo de Paris.

Ações organizadas por setor

O Plano Clima foi estruturado para distribuir responsabilidades entre diferentes setores da economia. A estratégia prevê que áreas como indústria, transporte, cidades e agricultura implementem medidas próprias para reduzir o consumo de combustíveis fósseis.

Entre as principais ações estão a substituição de fontes de energia mais poluentes, o aumento da eficiência energética e a adoção de novas tecnologias, como a eletrificação. O secretário aponta que a geração de energia é tratada em um plano específico, mas que o aumento da demanda não deve impedir que as mudanças entrem em prática.

“O Brasil vai continuar crescendo e demandando mais energia, mas essa demanda precisa ser atendida com menos emissões”, explicou Melo.

No caso da agropecuária, essas contribuições devem ocorrer por meio de mudanças nas práticas produtivas e no uso de energia. Isso inclui a diminuição do uso de combustíveis fósseis, que ainda são empregados em atividades como o funcionamento de máquinas.

Ele destaca que o Brasil assumiu, durante a COP30, o dever de criar uma estratégia interna para estabelecer os passos a serem dados para a redução de emissões no setor. Este trabalho interno leva em consideração o comprometimento de cada setor em criar as melhores estratégias viáveis para reduzir as emissões agropecuárias com base no Plano Clima, que prevê metas para 2035 e 2050.

“A ideia é que cada setor assuma a sua responsabilidade e implemente ações que estão ao seu alcance para que as emissões por produção e consumo sejam reduzidas. Sempre com o olhar de que, até 2035, o Brasil vai ter maior demanda por produtos e por energia, e essa demanda terá que ser atendida com um menor volume de emissões, seja em termos absolutos ou relativos”, aponta.

Crises globais reforçam urgência da mudança

Melo também apontou que conflitos internacionais e instabilidades geopolíticas evidenciam os riscos da dependência de combustíveis fósseis. Segundo ele, a volatilidade dos preços impacta principalmente populações de baixa renda e pressiona as contas públicas, já que governos precisam intervir para conter aumentos.

“(Os governos) gastam mais e usando dinheiro público para amenizar esses picos (de volatilidade de preços). Ou seja, recursos que, principalmente em países em desenvolvimento, poderiam estar sendo usados para promover desenvolvimento social e inclusão acabam sendo direcionados para esse fim, o que piora a situação fiscal e a capacidade de investimento dos países”, detalha.

O secretário explica que esse cenário expõe todos a uma situação de vulnerabilidade e gera motivação para buscar alternativas em fontes renováveis, mesmo com a existência de desafios tecnológicos e industriais. Ele aponta que há consciência de que a substituição da matriz energética não ocorre de forma imediata, mesmo que a necessidade seja cada vez mais urgente.

“O processo é gradual. Não dá para abandonar a infraestrutura existente da noite para o dia”, disse.

Um caminho seguro para acelerar os planos, segundo ele, é a adoção de políticas. Um exemplo citado é o mercado de carbono europeu, que ajudou países a reduzir o uso de carvão ao tornar essa fonte mais cara.

No caso do Brasil, há crescente interesse do setor privado em investir em energia limpa, especialmente quando há condições adequadas de financiamento, o que deve ser melhorado nos próximos anos após a estruturação definitiva de estratégias como o Fundo Clima, o programa Ecoinvest e a taxonomia sustentável, que pavimentam a criação de futuro mercado de carbono que criará mais oportunidades para investimentos em descarbonização.

“É possível induzir a transformação da matriz energética por meio de políticas públicas, e não simplesmente esperar que o tempo de vida das fontes fósseis chegue ao fim naturalmente. O clima não permite esse prazo. O ritmo de aumento das concentrações de gases de efeito estufa não dá margem para esperar 40 ou 50 anos para que essa transformação ocorra”, destaca.

Entretanto, o secretário reforça que o sucesso da estratégia dependerá do acompanhamento da sociedade e das instituições sobre o destino dos investimentos.

“Trata-se de olhar para a nossa matriz atual, superar os gargalos existentes o mais rápido possível e avançar de forma consistente na inovação. Algumas soluções já estão disponíveis e consolidadas, enquanto outras ainda exigem investimentos em desenvolvimento para que possam atingir a escala necessária no País”, diz

A avaliação é que apenas com transparência e monitoramento será possível garantir que os recursos estejam, de fato, contribuindo para reduzir emissões e diminuir a dependência de combustíveis fósseis no País.

“Será muito importante que a sociedade e as entidades acompanhem de perto para onde estão indo os investimentos no Brasil. Isso inclui o financiamento privado e os investimentos viabilizados por diferentes instituições financeiras, para verificar se, de fato, estão contribuindo para a redução da dependência de combustíveis fósseis”, conclui.

LEIA MAIS

Estudo mostra como o Brasil pode reverter desmate e ampliar área de florestas até 2035

Agropecuária acumula perdas de mais de R$ 250 milhões com secas e incêndios

agropecuária Aloisio Melo destaque destaque1 energia meio ambiente transição energética
Compartilhar. WhatsApp Facebook Incorpore mídia (YouTube, Twitter, Flickr etc) diretamente em tópicos e respostas LinkedIn Email
Artigo AnteriorPlataforma monitora quase 5 mil áreas de recuperação obrigatória no Brasil
Próximo Artigo Em maio, chuvas acima da média no Norte devem favorecer lavouras

Você pode gostar também de

MEIO AMBIENTE

Em maio, chuvas acima da média no Norte devem favorecer lavouras

MEIO AMBIENTE

Plataforma monitora quase 5 mil áreas de recuperação obrigatória no Brasil

PECUÁRIA

Brasil e China fortalecem diálogo por pecuária bovina mais sustentável

AGRICULTURA

Belém recebe exposição sobre identidade e sabores da culinária amazônica

Busque em nosso site
Previsão do tempo

+32
°
C
+33°
+21°
Altamira (Para)
Domingo, 30
Ver Previsão de 7 Dias

 

+33
°
C
+33°
+20°
Sao Felix do Xingu
Domingo, 30
Ver Previsão de 7 Dias

 

+32
°
C
+32°
+23°
Belém
Domingo, 30
Ver Previsão de 7 Dias

 

Curta Nossas Redes Sociais
  • Facebook
  • Instagram
Acesse nosso WhatsApp
WhatsApp
Envie sua notícia

Quer compartilhar uma notícia ou acontecimento da sua região?

Envie para a nossa redação!

    Publicidade
    Publicidade

    Aqui você encontra notícias boas para a gente boa desta terra boa que é o nosso Pará.

    Siga, comente e compartilhe nossos perfis nas redes sociais.

    Reprodução permitida, mas cite a fonte por favor!

    Facebook Instagram
    ENTRE EM CONTATO

    ANUNCIE NO PARÁ TERRA BOA

    Confira o Mídia Kit e contatos aqui

    ENVIE SUAS IDEIAS

    Queremos conhecer bons exemplos de quem cuida da nossa terra boa! Mande sua história ou de terceiros no WhatsApp para (91) 99187-0544 ou no formulário de contato aqui. 

    LEIA NOSSAS MATÉRIAS
    • COP30
    • GENTE DA TERRA
    • ECONOMIA
    • AGRICULTURA
    • MEIO AMBIENTE
    • CULTURA
    POLÍTICAS DO SITE

    Política de Privacidade

    Política de Cookies 

    © 2026 Pará Terra Boa.
    • SOBRE
    • CONTATO

    Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.

    Utilizamos cookies essenciais e tecnologias semelhantes. Ao continuar navegando, você concorda com estas condições. Confira a política de utilização de cookies.
    ConfiguraçõesAceitar
    Gerenciar consentimento

    Visão geral da privacidade

    Este site usa cookies para melhorar a sua experiência enquanto navega pelo site. Destes, os cookies que são categorizados como necessários são armazenados no seu navegador, pois são essenciais para o funcionamento das funcionalidades básicas do site. Também usamos cookies de terceiros que nos ajudam a analisar e entender como você usa este site. Esses cookies serão armazenados em seu navegador apenas com o seu consentimento. Você também tem a opção de cancelar esses cookies. Porém, a desativação de alguns desses cookies pode afetar sua experiência de navegação.
    Funcional
    Os cookies funcionais ajudam a realizar certas funcionalidades, como compartilhar o conteúdo do site em plataformas de mídia social, coletar feedbacks e outros recursos de terceiros.
    Performance
    Os cookies de desempenho são usados para entender e analisar os principais índices de desempenho do site, o que ajuda a fornecer uma melhor experiência do usuário para os visitantes.
    Analytics
    Cookies analíticos são usados para entender como os visitantes interagem com o site. Esses cookies ajudam a fornecer informações sobre as métricas do número de visitantes, taxa de rejeição, origem do tráfego, etc.
    Propaganda
    Os cookies de publicidade são usados para fornecer aos visitantes anúncios e campanhas de marketing relevantes. Esses cookies rastreiam visitantes em sites e coletam informações para fornecer anúncios personalizados.
    Outros
    Outros cookies não categorizados são aqueles que estão sendo analisados e ainda não foram classificados em uma categoria.
    Necessário
    Os cookies necessários são absolutamente essenciais para o funcionamento adequado do site. Esses cookies garantem funcionalidades básicas e recursos de segurança do site, de forma anônima.
    açaí
    tarifaço
    economia
    prejuízo
    destaque
    SALVAR E ACEITAR