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Home»ECONOMIA»Postos de trabalho na pecuária têm queda de 16% na Amazônia
ECONOMIA 19 de agosto de 2021

Postos de trabalho na pecuária têm queda de 16% na Amazônia

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Foto: Agência Pará
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Neste país com quase 15 milhões de desempregados, o campo da nossa terra boa não escapa das desoladoras estatísticas de trabalho. De acordo com o relatório “Dinamismo Recente do Emprego na Amazônia Legal — Agropecuária”, a agropecuária na Amazônia perdeu cerca de 322 mil postos de trabalho, uma queda de 16%, entre 2012 e 2019. Os agricultores não qualificados foram as maiores vítimas, especialmente os do Pará e Mato Grosso.

Nos sete anos examinados pela equipe do Projeto Amazônia 2030, enquanto os postos de trabalho na agropecuária minguavam, a área ocupada pela atividade cresceu: um aumento de 8,4%, de acordo com dados do MapBiomas. No mesmo período, a região registrou recordes de desmatamento: nos anos analisados, a área desmatada aumentou significativamente de 4.571 km2 para 10.129 km2.

Hoje, no entanto, o setor está entre os que mais ocupam pessoas na Amazônia: 1,7 milhão de trabalhadores, ou 15,9% das pessoas ocupadas. Mas faz uma curva descendente que precisa ser acompanhada com atenção.

A maioria dos ocupados, 81%, por exemplo, é de trabalhadores informais. Além disso, os salários são baixos. Em 2019, o trabalhador da agropecuária recebeu, em média, R$ 829 mensais. Menos da metade da média para a Amazônia Legal, de R$ 1.692.

Com base nos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio Contínua (PNAD contínua), o documento é o primeiro de uma série, ainda em preparação, destinada a examinar como se comportaram os empregos e os salários na Amazônia — quais ocupações empregaram mais, e quais mais demitiram — durante o período analisado. A pesquisa é liderada pelo economista Gustavo Gonzaga, da Pontifícia Universidade Católica do Rio (PUC-Rio).

Abaixo os principais resultados do estudo:

  • Caiu o número de agricultores não qualificados ocupados na região. Agricultores não qualificados são aqueles cujas atividades não exigem qualificações específicas. Essa foi a categoria que mais perdeu postos de trabalho: uma perda de 59%. Sua diminuição é reflexo da crescente mecanização das lavouras.
  • Agricultores qualificados também perderam espaço: uma queda de 6,7% no número de trabalhadores ocupados.
  • O número de extrativistas florestais em atividade seguiu trajetória semelhante: decréscimo de 28%.
  • O contraste fica à cargo da pecuária. Aumentou o número de pessoas ocupadas pela atividade: um acréscimo de 2%. Tímido, comparado à queda geral no número de pessoas ocupadas.
  • Para entender a dinâmica da ocupação da agropecuária na região, é importante olhar para dois Estados em especial: Mato Grosso e Pará. Juntos, eles reúnem 48% do número total de pessoas ocupadas na Amazônia Legal. Têm realidades muito díspares: em 2019, no Mato Grosso, o rendimento médio do trabalhador da agropecuária era de R$ 1.790, 142% maior do que o rendimento médio no Pará (R$ 739), o que provavelmente reflete um grau de mecanização e de qualificação da mão-de-obra superior neste setor no Mato Grosso.

Fonte: Projeto Amazônia 2030

LEIA TAMBÉM: Açaí rende duas vezes mais por hectare que pecuária de corte

Amazônia 2030 Amazônia Legal desemprego trabalho
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