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Home»COP30»Plano contra combustíveis fósseis fica de fora de novo rascunho de decisão da COP30
COP30 21 de novembro de 2025

Plano contra combustíveis fósseis fica de fora de novo rascunho de decisão da COP30

Documento, divulgado nesta sexta-feira (21), foi duramente criticado por países, cientistas e organizações da sociedade
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Foto: Sergio Moraes/COP30
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A reta final da COP30 foi marcada por um protesto formal de pelo menos 29 países, que rejeitaram o novo rascunho do pacote de decisões da conferência. Apresentado nesta sexta-feira (21), o documento, com o título de “Decisão Mutirão”, eliminou qualquer menção a um mapa do caminho para o fim dos combustíveis fósseis e o trecho que citava um roteiro para eliminar o desmatamento. Organizações sociais e cientistas também criticaram o texto pela mesma razão.

Os países, incluindo Colômbia, México, Reino Unido e Ilhas Marshall, entregaram uma carta à presidência brasileira da conferência, afirmando que “não podemos apoiar um resultado que não inclua um roteiro para implementar uma transição justa, ordenada e equitativa para longe dos combustíveis fósseis”.

A proposta de um mecanismo para superar a dependência de fontes poluentes havia sido apresentada pela ministra Marina Silva e defendida pelo presidente Lula, e sua exclusão no texto decisório foi atribuída à forte pressão de países petroleiros.

Críticas de todos os lados

O novo rascunho foi também criticado por organizações da sociedade civil, cientistas e por blocos importantes. O comissário para clima da União Europeia, Wopke Hoekstra, criticou a falta de ambição: “Isto não está nem perto da ambição que precisamos em mitigação. Estamos decepcionados com o texto atualmente em discussão”.

Um grupo de cientistas de alto escalão, incluindo Carlos Nobre, Johan Rockström, Paulo Artaxo e Thelma Krug também condenou a ausência completa das palavras “combustíveis fósseis” no rascunho mais recente do acordo, apesar do amplo apoio de países e do impulso dado pelo presidente do Brasil.

Para os cientistas, a omissão representa uma “traição à ciência e às pessoas, especialmente os mais vulneráveis” e totalmente incoerente com o objetivo reafirmado de limitar o aquecimento global a 1,5°C e com o quase esgotamento do orçamento de carbono do planeta. Eles foram enfáticos ao reforçar a impossibilidade de proteger a vida sem atacar as causas.

“É impossível limitar o aquecimento a níveis que protejam as pessoas e a vida sem eliminar gradualmente os combustíveis fósseis e acabar com o desmatamento.” Eles fizeram um apelo direto aos negociadores: “Nessas últimas horas, os negociadores devem trabalhar juntos para recolocar no texto os roteiros para um futuro mais seguro e próspero. A ciência está aqui para ajudar”, escreveu o grupo.

Em nota, o Observatório do Clima classificou o “Pacote de Belém” como tendo “furos inaceitáveis”, alegando que “tudo o que diz respeito a atacar as causas da crise climática foi eliminado”. Segundo a ONG, o financiamento público foi enfraquecido e os roteiros sucumbiram à pressão, transformando o avanço em um relatório a ser produzido em três anos sem encaminhamento concreto.

“Os rascunhos apresentados são fracos nos pontos em que avançam e omissos num tema crucial: eles não atendem à determinação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, com o apoio de 82 países, de fornecer um roteiro para implementar a transição para longe dos combustíveis fósseis. Esta expressão, aliás, não aparece em nenhum lugar dos 13 textos publicados”, diz a nota.

Para Fernanda Bortolotto, especialista em políticas climáticas da The Nature Conservancy (TNC) Brasil, o rascunho principal falhou gravemente ao não incluir nenhuma linguagem sobre combustíveis fósseis, nem sobre a redução do desmatamento ou a reversão da perda florestal.

“Isso nos preocupa muito, porque são os principais fatores da mudança do clima, e não vê-los endereçados em um documento construído de forma política ao longo das últimas duas semanas demonstra o quanto ainda estamos longe de atingir as metas do Acordo de Paris”, pontuou.

A especialista também criticou a linguagem vaga sobre financiamento. Embora o texto mencione a intenção de triplicar o financiamento para adaptação, ele não detalha como essa meta será alcançada. Para a TNC, a questão do financiamento precisa de uma linguagem mais forte e de um encaminhamento mais claro para ser eficaz.

A 350.org reforçou o repúdio, dizendo que os rascunhos ficam “muito aquém do salto necessário” e, sem um plano para encerrar petróleo, gás e carvão, continuam “alimentando as chamas” da crise.

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