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Home»COP30»GEO Brasil 2025 mostra na COP30 desafios do país para enfrentar crise climática
COP30 19 de novembro de 2025

GEO Brasil 2025 mostra na COP30 desafios do país para enfrentar crise climática

Além de revelar fragilidades do país, diagnóstico aponta caminhos para transformação sustentável
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Foto: Fábio Bispo/Greenpeace
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O relatório GEO Brasil 2025: Estado e Perspectivas do Meio Ambiente, realizado pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), foi lançado nesta terça-feira, 18, na COP30, como um “chamado à ação” para o País.  O documento, que faz uma avaliação da evolução da agenda climática nas últimas duas décadas, revela um dado alarmante sobre a segurança hídrica: a demanda por água no Brasil deve aumentar oito vezes até 2040.

Como um termômetro da saúde ambiental do País, o GEO Brasil 2025, colaboração do PNUMA, da FGV e do IPEA, indica a urgência de fortalecer a interação entre ciência e políticas públicas.

José Antônio Puppim, pesquisador da Escola de Administração de Empresas de São Paulo (FGV EAESP) e coordenador do FGV Earth, afirmou que o GEO é mais do que um relatório técnico.

“Ele faz perguntas-chave: o que estamos fazendo com o meio ambiente? Quais as consequências? E, principalmente, o que podemos fazer para reverter esse quadro? Além de fortalecer a relação entre ciência e políticas públicas, a publicação oferece um diagnóstico robusto e aponta caminhos para uma transformação sustentável”, destacou.

Os dados do GEO Brasil 2025, o segundo relatório da série após a edição de 2002, mostram que a combinação entre desmatamento e mudanças climáticas já está agravando a insegurança hídrica no Brasil.  E a tendência é piorar , uma vez que a demanda por água deve saltar de 188,7 m³/s (registrada em 1970) para impressionantes 1.553,5 m³/s em 2040. Enquanto isso, a poluição do ar causa cerca de 51 mil mortes prematuras por ano.

Riscos produtivos

O avanço da agropecuária sobre ecossistemas nativos segue como uma das tendências mais marcantes do País, elevando a área ocupada de 187,3 para 282,5 milhões de hectares entre 1985 e 2022.  No mesmo período, a comercialização de agrotóxicos cresceu 108%, sinalizando maior dependência de insumos em sistemas produtivos expostos a estresse climático crescente.

Outro ponto de alerta é que mesmo com a liderança brasileira em energia renovável, o relatório indica que o setor energético se tornou mais carbono-dependente, passando de 11,3% para 18,3% das emissões nacionais entre 2002 e 2023. Para o agro, esse cenário reforça o desafio de produzir em um ambiente cada vez mais vulnerável às alterações climáticas e com maior competição por insumos e infraestrutura.

Baixa capacidade de gestão ambiental

O GEO Brasil 2025 também destaca que parte dos gargalos ambientais do País tem origem na falta de estrutura institucional. Entre 2001 e 2022, os gastos federais com meio ambiente representaram apenas 0,26% do orçamento, enquanto cerca de 30% dos municípios ainda não possuem infraestrutura básica para gestão ambiental.

A combinação entre baixa capacidade de fiscalização, serviços ambientais frágeis e suporte técnico insuficiente resulta em maior exposição a riscos — especialmente em biomas sensíveis como o Cerrado e o Pantanal, que registraram aumentos históricos de temperatura de até 4 °C e 3 °C, respectivamente.

A precariedade da infraestrutura ambiental se reflete também em indicadores urbanos: apenas 52,2% do esgoto gerado no país é tratado, índice que cai para menos de 20% na região Norte. Para setores produtivos que dependem de água de boa qualidade e estabilidade climática, esses sinais reforçam a necessidade de maior integração entre políticas ambientais e estratégias de desenvolvimento rural.

O pesquisador Carlos Nobre, da USP, presente no lançamento, reforçou o alerta de que o Brasil está diante de uma crise climática sem precedentes.

“O Brasil sofreu muito com eventos extremos nos últimos anos – ondas de calor, secas, enchentes – que já causam milhares de mortes. Além do aquecimento global, enfrentamos um risco gravíssimo: o desmatamento. A Amazônia está à beira do ponto de não retorno, assim como o Pantanal, o Cerrado e a Caatinga. Se não pararmos agora, até 2070 perderemos a maior biodiversidade do mundo, com impactos irreversíveis para a saúde e a economia”, explicou o pesquisador.

 

COP30 GEO Brasil 2025 meio ambiente PRINCIPAL transformação sustentável
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