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MEIO AMBIENTE 6 de março de 2026

Amazônia tem menor desmatamento dos últimos sete anos no semestre, diz Imazon

Índice caiu de 133 km² em 2025 para 83 km² em janeiro de 2026, redução que equivale a 5 mil campos de futebol
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Foto: Agência Brasil
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O ano de 2026 começou com queda de 38% no desmatamento da Amazônia em janeiro e os últimos seis meses com a menor área derrubada em sete anos. Entre os nove estados que compõem a Amazônia Legal, Roraima foi o único a registrar aumento na devastação nos últimos seis meses, conforme dados divulgados pelo instituto de pesquisa Imazon.

Apenas em janeiro, o desmatamento caiu de 133 km² em 2025 para 83 km² em 2026, redução que representa uma área equivalente a 5 mil campos de futebol. Com isso, nos últimos seis meses, entre agosto de 2025 e janeiro de 2026, o desmatamento acumulado fechou em 1.195 km². Essa área é 41% menor do que no período anterior, entre agosto de 2024 e janeiro de 2025, quando foram desmatados 2.010 km².

Já em comparação com o período de agosto de 2020 a janeiro de 2021, quando foram derrubados 4.563 km² de floresta amazônica, a maior área desde 2007, o último semestre teve queda de 74% na devastação.

“A queda do desmatamento indica avanço rumo à meta nacional de desmatamento zero até 2030. Como a perda de floresta amazônica é a principal fonte de emissões de gases de efeito estufa no Brasil, sua redução é fundamental para mitigar o aquecimento global e os impactos das mudanças climáticas.”, explica Carlos Souza Jr., pesquisador que coordena o Programa de Monitoramento da Amazônia do Imazon.

Roraima foi o único estado com alta no desmatamento

A derrubada da floresta amazônica teve queda em oito dos nove estados que compõem a Amazônia Legal nos últimos seis meses, com exceção de Roraima. Nesse estado, a área desmatada passou de 115 km² entre agosto de 2024 e janeiro de 2025 para 157 km² entre agosto de 2025 e janeiro de 2026, uma alta de 36%. Com isso, Roraima registrou a quinta maior área devastada na Amazônia nos últimos seis meses.

No estado, a situação mais crítica é vivida pelo município de Caracaraí, que teve a maior área desmatada na Amazônia nos últimos seis meses. Foram 60 km², o que representa 38% do registrado em Roraima. Outros dois municípios roraimenses também estiveram nos rankings mensais dos 10 que mais devastam a Amazônia no semestre: Rorainópolis e Amajari.

Além disso, Roraima teve assentamentos e áreas protegidas entre os 10 mais desmatados da Amazônia. Em relação aos assentamentos, o destaque negativo foi para o PAD Anauá, o segundo que mais desmatou nos últimos seis meses. Foram 7 km² de derrubada, o equivalente a 700 campos de futebol. Já entre as terras indígenas, a maior destruição ocorreu na Waimiri Atroari, que registrou 1,26 km² desmatados no semestre, uma área semelhante a 126 campos de futebol.

“Roraima apresenta um regime climático diferente do restante da Amazônia, com período seco no início do ano, o que favorece o avanço do desmatamento. Enquanto isso, estados que historicamente lideram o desmatamento permanecem no período chuvoso, reduzindo temporariamente essas atividades, o que faz com que Roraima frequentemente se destaque nos alertas nesse período do ano”, explica Larissa Amorim, pesquisadora do Imazon.

Desmatamento da Amazônia por estado (km²):

Estado Agosto de 2024 a Janeiro de 2025 Agosto de 2025 a Janeiro de 2025 Variação
Pará 850 382 -55%
Amazonas 288 196 -32%
Acre 278 188 -32%
Mato Grosso 326 159 -51%
Roraima 115 157 +36%
Rondônia 84 62 -26%
Maranhão 56 45 -20%
Amapá 7 4 -43%
Tocantins 6 2 -67%

Pará, Amazonas e Acre lideram como maiores desmatadores

Apesar de terem registrado quedas expressivas no desmatamento, Pará, Amazonas e Acre foram os três estados com as maiores áreas derrubadas nos últimos seis meses. Juntos, eles foram responsáveis por 64% da devastação registrada na Amazônia no período.

No Pará, os municípios que mais desmataram entre agosto de 2025 e janeiro de 2026 foram São Félix do Xingu (34 km²), Portel (23 km²) e Óbidos (17 km²). Além disso, o estado teve o assentamento, a unidade de conservação e a terra indígena com as maiores áreas desmatadas na Amazônia: o PDS Serra Azul (9 km²), a APA Triunfo do Xingu (31 km²) e a TI Cachoeira Seca (3,2 km²).

“No Pará, embora o desmatamento siga ocorrendo em territórios pressionados há anos pela derrubada da floresta, como a APA Triunfo do Xingu, há também um alerta importante nos últimos meses: o avanço da destruição no norte do estado, onde há o maior bloco de áreas protegidas do mundo”, ressalta Raíssa Ferreira, pesquisadora do Imazon.

Já no caso do Amazonas, os municípios que mais desmataram nos últimos seis meses foram Canutama (21 km²), Lábrea (15 km²) e Apuí (15 km²). Em relação aos assentamentos, os mais destruídos foram o PA Rio Juma (5 km²)  e o PAE Antimary (4 km²). Além disso, o estado também teve a segunda terra indígena mais devastada na Amazônia no semestre, a Andirá-Marau (3 km²).

No Acre, o município mais crítico é Feijó, que teve a segunda maior área desmatada na Amazônia entre agosto de 2025 e janeiro de 2026, de 35 km². Os outros dois municípios mais destruídos foram Tarauacá (32 km²) e a capital Rio Branco (25 km²). O estado também teve a segunda unidade de conservação mais devastada da Amazônia, a Resex Chico Mendes (12 km²). Também tiveram destaque entre as mais desmatadas a Resex Alto Juruá (4 km²) e a Floresta Estadual do Rio Gregório (4 km²).

“Com 32% de redução no desmatamento, o Acre ocupou um lugar que costumava ser de Mato Grosso no top 3 dos estados que mais derrubaram a Amazônia. Isso ocorreu porque a queda na devastação foi ainda maior em Mato Grosso, de 51%”, explica Manoela Athaide.

Degradação cai 93% nos últimos seis meses

Outra notícia positiva é a queda na degradação florestal, dano causado pelo fogo e pela extração madeireira. Em janeiro, a área degradada na Amazônia chegou a 28 km², 92% a menos do que no mesmo mês do ano anterior. Com isso, a degradação acumulada desde agosto de 2025 fechou em 2.262 km², uma queda de 93% em comparação com o período anterior, entre agosto de 2024 e janeiro de 2025. “Isso ocorreu porque tivemos um recorde histórico de degradação no final de 2024, devido ao aumento dos incêndios florestais, que são muito favorecidos pela seca”, relembra Manoela.

Entre os estados, sete dos nove que compõem a Amazônia Legal apresentaram redução nas áreas degradadas, com exceção apenas do Acre e de Roraima. No Acre, a degradação passou de 72 km² entre agosto de 2024 e janeiro de 2025 para 108 km² entre agosto de 2025 e janeiro de 2026, uma alta de 50%. Já em Roraima, as áreas degradadas passaram de 43 km² para 53 km², um aumento de 23%.

“Em Roraima, o aumento ocorreu pela degradação detectada em outubro de 2025 e no Acre está associado principalmente aos registros observados entre agosto e setembro de 2025.”, explica Larissa.

Já os estados campeões de degradação nos últimos seis meses foram Mato Grosso (1.244 km²), Pará (677 km²) e Acre (108 km²).

Estado Agosto de 2024 a Janeiro de 2025 Agosto de 2025 a Janeiro de 2025 Variação
Mato Grosso 9.235 1.244 -87%
Pará 17.256 677 -96%
Acre 72 108 +50%
Rondônia 2.718 73 -97%
Amazonas 2.967 53 -98%
Roraima 43 53 +23%
Tocantins 321 24 -93%
Maranhão 949 23 -98%
Amapá 35 7 -80

Fonte: Imazon

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