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Home»AGRICULTURA»Sistemas agroflorestais atingem níveis de carbono semelhantes aos da floresta, aponta estudo
AGRICULTURA MEIO AMBIENTE 19 de janeiro de 2026

Sistemas agroflorestais atingem níveis de carbono semelhantes aos da floresta, aponta estudo

Estudo revela que SAFs favorecem a fertilidade do solo e ajudam na regeneração de áreas degradadas
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Agricultores familiares de Abaetetuba e Acará em visita à comunidade quilombola de São Manoel, em Moju, para treinamento sobre SAFs. Foto: Paula Portilho/Emater
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Áreas manejadas com Sistemas Agroflorestais (SAFs) podem alcançar níveis de carbono próximos aos encontrados em florestas naturais. A constatação é de um estudo desenvolvido pela Universidade do Estado do Pará (UEPA), que analisou os impactos desse modelo produtivo na qualidade do solo e sua capacidade de regeneração em áreas degradadas.

A pesquisa apresentada no Programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais da UEPA destaca o papel dos SAFs na manutenção da fertilidade e da saúde do solo em regiões sujeitas à intervenção humana. O sistema combina espécies agrícolas e florestais, promovendo equilíbrio ambiental aliado à produção econômica.

Para avaliar esses efeitos, o estudo utilizou indicadores como temperatura do solo, níveis de carbono e nitrogênio, além de parâmetros físicos, químicos e biológicos. O objetivo foi compreender como diferentes práticas agrícolas influenciam a recuperação do solo ao longo do tempo.

A pesquisadora Bruna Neves de Sousa analisou cinco áreas no município de Tomé-Açu, no nordeste paraense. Quatro delas utilizam sistemas agroflorestais com diferentes tempos de implantação que variam entre 10, 15, 20 e 25 anos, além de uma área de floresta secundária, com cerca de 30 anos, adotada como referência natural. As amostras de solo foram coletadas em três profundidades entre 0 e 30 centímetros.

Entre as variáveis analisadas estavam o carbono e o nitrogênio microbianos, o carbono orgânico total, a relação carbono/nitrogênio e a temperatura do solo. Os resultados mostraram que a floresta secundária apresentou os maiores teores de carbono e nitrogênio microbiano, especialmente nas camadas mais profundas, indicando intensa atividade biológica e maior disponibilidade de nutrientes.

Já em áreas com os sistemas agroflorestais mais antigos (entre 20 e 25 anos) apresentaram níveis de carbono orgânico e outros indicadores muito próximos aos da floresta, evidenciando que os SAFs, quando bem estabelecidos, conseguem recuperar gradualmente a qualidade do solo.

Exemplo de sistema agroflorestal extrativista aplicado em São Geraldo do Araguaia, sudeste paraense. Foto: Vinícius Leal/Ideflor-Bio

Outro dado relevante foi a menor temperatura registrada na superfície do solo sob sistemas agroflorestais. Segundo o estudo, esse fator está associado à maior cobertura vegetal e à presença de resíduos orgânicos, que ajudam a conservar a umidade e favorecem a saúde do solo.

Na prática, o levantamento reforça que os sistemas agroflorestais são uma alternativa eficaz para a recuperação ambiental, com melhorias perceptíveis a partir de cinco anos de implantação. Além dos ganhos ecológicos, os SAFs também se mostram economicamente viáveis ao integrar a produção de alimentos com a conservação dos recursos naturais, enfatizando a longevidade da agricultura sustentável.

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