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Home»MEIO AMBIENTE»PL do Licenciamento Ambiental traz mais riscos do que soluções, aponta parecer
MEIO AMBIENTE 15 de julho de 2025

PL do Licenciamento Ambiental traz mais riscos do que soluções, aponta parecer

Falta de tratamento adequado dos impactos ambientais pode levar a inquéritos e ações judiciais, dizem especialistas
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Foto: Bruno Cecim/ Agência Pará
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Um parecer técnico divulgado nesta segunda-feira, 14, levanta sérias críticas ao Projeto de Lei (PL) 2.159/2021 sobre licenciamento ambiental. O documento, elaborado por renomados especialistas como Luís Sánchez (USP) e Alberto Fonseca (UFOP) a pedido do Observatório do Clima, conclui que o PL, aprovado pelo Senado em maio e prestes a ser votado na Câmara dos Deputados, “além de não solucionar os problemas do licenciamento ambiental no país, traz riscos e problemas adicionais, representando, portanto, um caso claro de oportunidade perdida pelo Congresso Nacional”.

Os especialistas, com décadas de pesquisa e experiência prática, argumentam que o texto – que tramita há 21 anos – falha em harmonizar e integrar as regras existentes para criar uma Lei Geral de Licenciamento Ambiental eficaz. Pelo contrário, o PL pode gerar mais insegurança jurídica para empreendedores, ao reduzir o controle sobre atividades potencialmente degradadoras.

As cinco dimensões dos problemas apontados

De forma didática, os autores organizaram as críticas em cinco dimensões, abordando os problemas sob a ótica de diversos atores envolvidos (empresariado, sociedade civil, órgãos ambientais, Ministério Público e academia). Para cada ponto fraco, o parecer detalha as falhas do PL e suas consequências:

  • Regulamentação deficiente: O PL é visto como a “antítese da solução”. Em vez de simplificar, permite que estados e municípios criem suas próprias regras sem parâmetros nacionais mínimos. Ele falha em estabelecer critérios claros para o enquadramento de atividades e, ainda pior, incentiva isenções de licenciamento e legitima o autolicenciamento (Licença por Adesão e Compromisso), onde o empreendedor apenas declara conformidade sem estudos ambientais. Há também a previsão da Licença Ambiental Especial, que permite tratamento político para grandes projetos.
  • Aumento da Insegurança Jurídica: Embora a intenção seja agilizar, a simplificação excessiva e o enfraquecimento do controle podem, paradoxalmente, agravar a insegurança jurídica para os empreendedores. A falta de tratamento adequado dos impactos ambientais pode levar a inquéritos e ações judiciais, questionando a legalidade dos projetos e, na prática, retardando ou inviabilizando o processo. “A busca por segurança jurídica pode agravar a insegurança jurídica”, alertam os autores.
  • Participação Pública Insuficiente: O PL restringe a atuação de comunidades impactadas e de órgãos ambientais e indigenistas como Funai e ICMBio, limitando o controle social sobre os processos.
  • Ausência de Critérios para Avaliação de Impacto: O projeto não define critérios claros para as avaliações de impacto ambiental e, de forma preocupante, ignora completamente as mudanças climáticas e as avaliações ambientais estratégicas. Isso impede a identificação de impactos cumulativos e em larga escala.
  • Incentivo à Fragmentação de Projetos: O PL não propõe nada para coibir a prática de fragmentar grandes empreendimentos em partes menores para driblar licenciamentos mais complexos e rigorosos.

Os pesquisadores concluem que o PL 2.159/2021 incentiva um modelo de desenvolvimento econômico retrógrado, reminiscentes das décadas de 1960 a 1980, quando obras eram implementadas rapidamente, mas geravam impactos adversos sem a devida prevenção, mitigação ou compensação.

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