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	<title>sociobiodiversidade &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<title>sociobiodiversidade &#8211; Pará Terra Boa</title>
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		<title>Bioeconomia da sociobiodiversidade movimenta mais de R$ 13 bi por ano no Pará</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2026 14:44:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/dba6a1aa-e589-4626-ac38-d5230750d473-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A bioeconomia da sociobiodiversidade movimenta R$ 13,5 bilhões por ano em Valor Bruto da Produção (VBP) no Pará, segundo Relatório Técnico Preliminar coordenado pela Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas (Fapespa), em parceria com universidades federais. Baseado em metodologias da Organização das Nações Unidas (ONU) e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/dba6a1aa-e589-4626-ac38-d5230750d473-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>A bioeconomia da sociobiodiversidade movimenta R$ 13,5 bilhões por ano em Valor Bruto da Produção (VBP) no Pará, segundo Relatório Técnico Preliminar coordenado pela Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas (Fapespa), em parceria com universidades federais.</p>
<p>Baseado em metodologias da Organização das Nações Unidas (ONU) e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o estudo identificou o protagonismo de cadeias como mandioca (R$ 6,5 bilhões), pesca e aquicultura (R$ 2,7 bilhões), cacau (R$ 1,7 bilhão) e açaí (R$ 1,5 bilhão).</p>
<p>Embora o VBP total da agropecuária (R$ 30 bilhões) e da mineração (R$ 140 bilhões) seja maior, os pesquisadores destacam a relevância social do setor, que ocupou 271.410 pessoas e gerou R$ 1,4 bilhão em massa salarial.</p>
<p>Além disso, cada real investido na atividade gera R$ 1,13 no PIB estadual, com o efeito multiplicador crescendo ao longo da cadeia: R$ 1,14 na matéria-prima, R$ 1,27 na indústria e R$ 1,40 na comercialização.</p>
<blockquote><p>&#8220;A Rede de Bioeconomia é resultado de uma articulação que transcende a formação de um consórcio de pesquisa, representando uma resposta estruturada à necessidade premente de construir um novo paradigma de desenvolvimento para a Amazônia, fundamentado em dados robustos e cientificamente validados&#8221;, destaca o presidente da Fapespa, professor Marcel Botelho.</p></blockquote>
<h3>Extrativismo e o caso do cumaru</h3>
<p>A pesquisa, realizada em parceria com a Universidade Federal do Pará (UFPA), Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa) e Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (Unifesspa), revelou que a produção de cumaru no Pará está subnotificada.</p>
<p>Enquanto os dados oficiais do IBGE registraram 148 toneladas (R$ 13,3 milhões), o levantamento da Rede &#8211; focado nos compradores e beneficiadores concentrados &#8211; identificou 267 toneladas efetivas, movimentando R$ 24,4 milhões.</p>
<p>O estudo detalha que o cumaru ganha 330% de valor ao ser industrializado, mas esse processo ocorre fora do Pará. Na etapa inicial, o coletor retém 69,9% do valor adicionado. Já no ciclo industrial, a indústria captura 73,9% do valor gerado, reduzindo a participação do extrativista para 23,3%.</p>
<blockquote><p>&#8220;Os dados de produção do cumaru estão subestimados, os negócios estão voltados majoritariamente para a exportação e há muitas possibilidades de inovação local para agregar valor ao longo da cadeia&#8221;, ressaltou o prof. Dr. Luiz Gonzaga Feijão da Silva, da Ufopa, no I Encontro da Cadeia Produtiva do Cumaru no Oeste do Pará (ECOCumaru), realizado em Santarém.</p></blockquote>
<h3>Desafios estruturais e alerta climático</h3>
<p>A elevada informalidade é um dos principais entraves econômicos. Na cadeia da mandioca, por exemplo, mais de 99% da atividade ocorre fora dos registros fiscais devido à produção concentrada em estruturas comunitárias e informais.</p>
<p>Outro desafio é a distribuição desigual de renda: na cadeia da castanha-do-pará, os coletores retêm apenas 2,9% do valor final do produto. Em contrapartida, nas cadeias de andiroba e copaíba, onde há associações organizadas, as comunidades retêm entre 19% e 31% do valor.</p>
<p>Somam-se a isso as ameaças da emergência climática. Pesquisas de campo em municípios como Marabá, Rondon do Pará, Santarém e Oriximiná apontam perdas severas na produção de castanha, mandioca e açaí devido a secas e queimadas, impactando a segurança alimentar local.</p>
<blockquote><p>&#8220;Assim, a Fapespa atende à demanda da sociedade por informações que fomentem a tomada de decisão por parte dos agentes formuladores de políticas públicas, agentes econômicos e demais entidades responsáveis por estudos e análises setoriais, que são protagonistas e essenciais para o planejamento e a avaliação de políticas regionais e municipais&#8221;, completa Marcel Botelho.</p></blockquote>
<h3>Oportunidades e governança</h3>
<p>O fortalecimento de cooperativas surge como o principal caminho para reter valor no estado. O Pará conta com um ecossistema de políticas públicas estruturado para apoiar a transição, liderado pela Política Estadual sobre Mudanças Climáticas (PEMC/PA), operacionalizado pelo Plano Estadual Amazônia Agora (PEAA) e detalhado pelo Plano Estadual de Bioeconomia (PlanBio).</p>
<blockquote><p>&#8220;Isso quer dizer que para os pesquisadores, o futuro da bioeconomia no Pará depende menos de expandir a extração e mais de redistribuir valor, fortalecer a organização social e proteger os territórios diante da crise climática. O setor já existe, gera bilhões e sustenta milhares de famílias. O desafio agora é transformá-lo em um forte vetor de desenvolvimento sustentável e equitativo para a Amazônia&#8221;, observa a diretora de Estatística e de Tecnologia e Gestão da Informação da Fapespa, Atyliana Dias.</p></blockquote>
<h3>Próximos passos</h3>
<p>A Rede prepara para novembro o Relatório Preliminar de 2026, que trará novas frentes analíticas: o consumo intermediário da bioeconomia (insumos e matriz tecnológica); o detalhamento da demanda (consumo das famílias, empresas e compras governamentais); a integração dos fluxos do cacau e da mandioca; e a criação de um Índice de Resiliência Socioambiental Municipal.</p>
<blockquote><p>“Esse estudo, coordenado pela Fapespa, é de extrema relevância para mostrar que, mais do que uma promessa, a socioeconomia é uma realidade em nosso estado. Graças aos esforços do governo do Estado do Pará, desde o nosso governador Helder até a nossa governadora Hana, tem trazido cada vez mais a integração do conhecimento tradicional às novas realidades científicas e a integração com inovação capaz de alavancar ainda mais os produtos da socioeconomia, ganhando cada vez mais escala, cada vez mais mercado e credibilidade; fazendo com que a renda gerada através desses produtos reverta-se em qualidade de vida para nossa população”, finaliza o presidente da Fapespa</p></blockquote>
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		<title>O &#8220;PIB da Floresta&#8221;: Bioeconomia já movimenta R$ 13,5 bilhões por ano no Pará</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Mar 2026 14:49:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[bioeconomia]]></category>
		<category><![CDATA[crise climática]]></category>
		<category><![CDATA[Fapespa]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/dba6a1aa-e589-4626-ac38-d5230750d473-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Esqueça, por um momento, os minérios e as grandes commodities. Existe um &#8216;PIB da floresta em pé&#8217; que já deposita R$ 13,5 bilhões anuais na conta do Pará, movido pela força da mandioca, do açaí e do óleo de andiroba. Mais do que uma cifra impressionante, esse montante — detalhado em estudo inédito da Fapespa [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/dba6a1aa-e589-4626-ac38-d5230750d473-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Esqueça, por um momento, os minérios e as grandes commodities. Existe um &#8216;PIB da floresta em pé&#8217; que já deposita R$ 13,5 bilhões anuais na conta do Pará, movido pela força da mandioca, do açaí e do óleo de andiroba. Mais do que uma cifra impressionante, esse montante — detalhado em estudo inédito da Fapespa — é revelador de uma economia que gera quase vinte centavos de massa salarial para cada real investido, provando que o desenvolvimento sustentável na Amazônia é, antes de tudo, um excelente negócio.</p>
<p>O &#8220;Relatório Técnico Preliminar: Análise da Bioeconomia da Sociobiodiversidade no Estado do Pará&#8221; mapeou setores essenciais para a economia e a segurança alimentar amazônica. A mandioca lidera o ranking de produção, registrando um Valor Bruto da Produção (VBP) de aproximadamente R$ 7 bilhões. Na sequência, aparecem a pesca e a aquicultura, com R$ 2,7 bilhões, e o açaí, com R$ 1,4 bilhão.</p>
<p>Elaborado pela Rede Pará de Estudos sobre Contas Regionais e Bioeconomia, sob coordenação da Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas (Fapespa), em colaboração com universidades federais do estado, o relatório acende um alerta sobre gargalos estruturais, especialmente na formalização.</p>
<p>No caso da mandioca, embora o volume financeiro seja bilionário, apenas R$ 10 milhões figuram em registros fiscais oficiais. Isso ocorre porque a maior parte da atividade se concentra em casas de farinha comunitárias, seguindo modelos tradicionais de produção que ainda operam à margem dos sistemas tributários formais.</p>
<h3>Novo paradigma de desenvolvimento</h3>
<p>Para o presidente da Fapespa, Marcel Botelho, os dados são fundamentais para embasar decisões governamentais.</p>
<blockquote><p>“A Rede de Bioeconomia é resultado de uma articulação que transcende a formação de um consórcio de pesquisa, representando uma resposta estruturada à necessidade de construir um novo paradigma de desenvolvimento para a Amazônia, fundamentado em dados robustos e cientificamente validados”, afirmou.</p></blockquote>
<p>A análise integra-se a políticas como a Política Estadual sobre Mudanças Climáticas (PEMC), o Plano Estadual Amazônia Agora (PEAA) e o Plano Estadual de Bioeconomia (PlanBio), que buscam equilibrar conservação ambiental com incentivo econômico.</p>
<h3>Desigualdade na renda e o poder da organização</h3>
<p>A pesquisa expõe um contraste severo na distribuição de riqueza. Na cadeia da castanha-do-pará, o elo mais vulnerável — os coletores que realizam a extração na floresta — retém apenas 2,9% do valor final do produto, com a maior parte do lucro concentrada na transformação industrial.</p>
<p>Por outro lado, as cadeias de andiroba e copaíba mostram um caminho de emancipação. Graças à organização em associações locais, essas comunidades conseguem reter entre 19% e 31% do valor final.</p>
<p>Segundo Atyliana Dias, diretora da Fapespa, o futuro do setor depende menos da ampliação da extração bruta e mais do &#8220;fortalecimento da organização social, da agregação de valor nos territórios e da proteção das áreas produtivas diante da crise climática&#8221;.</p>
<h3>Multiplicadores Econômicos e Riscos Climáticos</h3>
<p>O investimento no setor demonstra alto retorno social e econômico. Segundo o estudo, cada R$ 1 investido na bioeconomia gera, em média, R$ 1,13 no PIB estadual, além de R$ 0,19 em massa salarial e R$ 0,06 em impostos indiretos.</p>
<p>Esse impacto é potencializado conforme o produto avança na cadeia: o retorno sobe para R$ 1,27 na industrialização e atinge R$ 1,40 na etapa de comercialização.</p>
<p>Contudo, a vulnerabilidade climática ameaça esses ganhos. Relatos de comunidades em municípios como Marabá, Rondon do Pará, Santarém e Oriximiná indicam perdas em safras de castanha, cupuaçu e açaí, além da destruição de áreas por queimadas.</p>
<p>O relatório recomenda, urgentemente, a criação de mecanismos de fomento adaptados à economia informal e a integração de estratégias de adaptação climática para proteger a renda e a segurança alimentar dessas populações.</p>
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		<item>
		<title>Sociobiodiversidade é tema central de evento Pré-COP 30 em Santarém</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paloma Lobatto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Jul 2025 17:33:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[COP30]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[pré-cop]]></category>
		<category><![CDATA[Santarém]]></category>
		<category><![CDATA[sociobiodiversidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/07/14615_9bea7966-470e-7270-b06a-40048e58005c-2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa) está com inscrições abertas para um evento Pré-COP 30, que será realizado nos dias 28 e 29 de agosto, em Santarém. A iniciativa busca garantir a participação ativa de atores locais nas discussões que antecedem a Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2025 (COP30), [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/07/14615_9bea7966-470e-7270-b06a-40048e58005c-2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p class="p1"><span class="s1">A Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa) está com inscrições abertas para um evento Pré-COP 30, que será realizado nos dias 28 e 29 de agosto, em Santarém. A iniciativa busca garantir a participação ativa de atores locais nas discussões que antecedem a Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2025 (COP30), marcada para novembro, em Belém (PA).</span></p>
<p class="p1"><span class="s1">Com o tema “Universidades pela Sociobiodiversidade: Movimentos da Amazônia para o Mundo”, o evento pretende mobilizar a comunidade acadêmica e a população em geral para refletir sobre os desafios climáticos e o papel estratégico da Amazônia. A programação contará com a presença de instituições de ensino e pesquisa da região, além do apoio de organizações da sociedade civil.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1">Entre as atividades previstas estão palestras técnicas, plenárias, audiências públicas e apresentações culturais. Pesquisadores, representantes políticos e artistas da Amazônia participarão dos debates, promovendo o intercâmbio científico e cultural e fortalecendo os laços entre universidade e sociedade.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1">A coordenação do evento destaca ainda o objetivo de despertar o interesse de estudantes pela pesquisa científica voltada às mudanças climáticas. Parte da programação será transmitida online, ampliando o alcance das discussões sobre o futuro da Amazônia e do planeta.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1">Os interessados em participar do evento têm até o dia 25 de agosto para realizar a inscrição, feita exclusivamente por meio do site da Ufopa. Para quem desejar atuar como voluntário no evento, as inscrições são feitas exclusivamente online, até 15 de julho.</span></p>
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		<item>
		<title>Parceria garante R$ 24 milhões para apoio às cadeias produtivas da bioeconomia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Feb 2025 18:48:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[bioeconomia]]></category>
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		<category><![CDATA[SustentaBio]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/05/pesca_artesanal-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Comunidades de 14 áreas protegidas dos estados do Pará e Amazonas vão receber apoio para impulsionar o desenvolvimento de atividades econômicas baseadas na natureza. A iniciativa é do programa SustentaBio, fruto de uma parceria entre o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e o Fundo Vale, que vai investir 24 milhões até 2027 [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/05/pesca_artesanal-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Comunidades de 14 áreas protegidas dos estados do Pará e Amazonas vão receber apoio para impulsionar o desenvolvimento de atividades econômicas baseadas na natureza. A iniciativa é do programa SustentaBio, fruto de uma parceria entre o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e o Fundo Vale, que vai investir 24 milhões até 2027 em projetos ligados à bioeconomia e à exploração sustentável dos recursos naturais da região.</p>
<p>O objetivo é valorizar comunidades que protegem a floresta por meio de conhecimentos ancestrais, mas que precisam de capacitação técnica para aprimorar a produção, a infraestrutura, a logística e o acesso ao mercado dos produtos locais, como castanha-do-pará, açaí, pirarucu, babaçu, óleos vegetais e madeira de manejo sustentável. A expectativa é beneficiar cerca de 6.500 famílias nos dois estados.</p>
<p>Os projetos atendidos foram avaliados e selecionados levando em conta o seu impacto social e ambiental. A ideia do SustentaBio é promover a conservação ambiental, mas também fortalecer as oportunidades de geração de renda para dinamizar a economia na Amazônia.</p>
<p>Entre os selecionados está o trabalho de manejo do Pirarucu, no Médio Juruá, no município de Carauari (AM), realizado pela Associação de Produtores Rurais de Carauari. Lá, os moradores participam de ações de assistência técnica e capacitação e recebem suporte para estruturação do entreposto comercial.</p>
<blockquote><p>&#8220;O manejo do pirarucu tem tido uma importância chave para a geração de renda das comunidades locais e uma enorme importância para a conservação de uma espécie que já esteve fortemente ameaçada e está em franca recuperação, graças à atividade que elas desenvolvem, com a proteção dos lagos, vigilância, monitoramento e manejo&#8221;, disse ao <a href="https://www.uol.com.br/ecoa/ultimas-noticias/2025/02/03/sustentabio.htm" target="_blank" rel="noopener">Ecoa</a> o coordenador-geral substituto de Articulação de Políticas Públicas e Economias da Sociobiodiversidade do ICMBio, Tiago Eli.</p></blockquote>
<p>De acordo com Márcia Soares, gerente de Amazônia e Parcerias do Fundo Vale, a consolidação de estruturas de comercialização é crucial para tornar os negócios sustentáveis possam gerar um ciclo de prosperidade e se tornem mais rentáveis que o desmatamento.</p>
<blockquote><p>&#8220;Quando fortalecemos a bioeconomia, isso será um fator estruturante que vai evitar que essas comunidades sejam levadas a praticar o desmatamento como fonte de sobrevivência&#8221;, destaca Márcia Soares.</p></blockquote>
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		<item>
		<title>Caixa vai investir R$ 53 milhões em negócios da sociobiodiversidade</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/economia/caixa-vai-investir-r-53-milhoes-em-negocios-da-sociobiodiversidade/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Sep 2024 14:57:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[bioeconomia]]></category>
		<category><![CDATA[Caixa]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[investimento]]></category>
		<category><![CDATA[negócios de base comunitária]]></category>
		<category><![CDATA[sociobiodiversidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/05/bioeconomia-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Cerca de 400 organizações sociais de base comunitárias de todo o País devem receber investimento para o desenvolvimento de negócios focados em soluções baseadas na natureza ou segurança alimentar. A iniciativa é da Caixa Econômica Federal por meio do seu Fundo Socioambiental (FSA) que vai injetar R$ 53 milhões no projeto Teia da Sociobiodiversidade executado [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/05/bioeconomia-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Cerca de 400 organizações sociais de base comunitárias de todo o País devem receber<a href="https://www.paraterraboa.com/economia/investimento-em-produtos-da-sociobiodiversidade-nao-encontra-eco-no-sistema-financeiro/"> investimento para o desenvolvimento de negócios focados em soluções baseadas na natureza</a> ou segurança alimentar. A iniciativa é da Caixa Econômica Federal por meio do seu Fundo Socioambiental (FSA) que vai injetar R$ 53 milhões no projeto Teia da Sociobiodiversidade executado em parceria com o Fundo Casa Socioambiental.</p>
<p>A seleção das organizações será feita a partir de critérios definidos em edital previsto para ser lançado em 25 de outubro. De acordo com as instituições, a previsão é que mais de 80 mil pessoas serão beneficiadas pelos projetos que poderão receber financiamento de até R$ 100 mil cada. O prazo de execução das propostas será de até 16 meses.</p>
<blockquote><p>“O objetivo da Caixa é que os investimentos beneficiem as associações de base comunitária, nos mais diversos rincões, de todos os biomas do Brasil. E que possa mobilizar a rede de organizações que o Fundo Casa já se mostrou capaz de ativar. Sem isso, jamais esses grupos acessariam o FSA&#8221;, afirma o diretor de Sustentabilidade e Cidadania Digital, Jean Benevides.</p></blockquote>
<p>A Teia da Sociobiodiversidade receberá o maior investimento da história do FSA e deve colocar a Caixa em um novo patamar de apoio às ações para preservação da biodiversidade brasileira, apoiando a geração de trabalho e renda para as comunidades tradicionais e locais.</p>
<p>Além disso, o projeto pretende contribuir para o desenvolvimento da Estratégia Nacional de <a href="https://www.paraterraboa.com/economia/sociobioeconomia-e-fundamental-para-evitar-o-ponto-de-nao-retorno-na-amazonia/">Bioeconomia</a> e para a Transição Justa para uma Economia de Baixo Carbono, criada em junho deste ano pelo Governo Federal. Os ministérios da Fazenda e do Meio Ambiente já demonstraram interesse em acompanhar a condução dos trabalhos.</p>
<blockquote><p>“A experiência do banco se somará a do Fundo Casa, possibilitando assim que até 400 organizações sociais de base comunitárias recebam apoio financeiro e suporte técnico para criarem soluções inovadoras em biodiversidade. Em um segundo momento, muitas dessas ideias poderão ser replicadas e disseminadas por todo o país!&#8221;, ressalta Paulo Rodrigo, vice-presidente de Sustentabilidade e Cidadania Digital.</p></blockquote>
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		<title>Helder Barbalho fala em Davos sobre desafios para desenvolvimento sustentável da Amazônia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jan 2024 13:52:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[bioeconomia]]></category>
		<category><![CDATA[crimes ambientais]]></category>
		<category><![CDATA[Davos]]></category>
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		<category><![CDATA[Fórum Econômico Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[sociobiodiversidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/01/helder_Davos-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O governador do Pará, Helder Barbalho, defendeu, na terça-feira, 16, a compatibilização de desafios sociais e ambientais para o alcance do desenvolvimento sustentável na Amazônia. O chefe do Executivo Estadual, que participa da 54ª edição do Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça, integrou o painel &#8220;Encontrando um Equilíbrio para a Amazônia&#8221;. O evento reuniu [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/01/helder_Davos-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O governador do Pará, Helder Barbalho, defendeu, na terça-feira, 16, a compatibilização de desafios sociais e ambientais para o alcance do desenvolvimento sustentável na Amazônia. O chefe do Executivo Estadual, que participa da 54ª edição do Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça, integrou o painel &#8220;Encontrando um Equilíbrio para a Amazônia&#8221;.</p>
<p>O evento reuniu nomes como Marina Silva, Ministra do Meio Ambiente do Brasil; Gustavo Petro, Presidente da Colombia; Fany Kuiru, Coordenadora Geral da Coordenadoria de Organizações Indígenas da Bacia Amazônica (COICA) e Ilan Goldfajn, presidente do Banco Interamericano de Desenvolvimento. A moderação foi do apresentador Luciano Huck.</p>
<blockquote><p>“O Pará tem grandes desafios. Somos um Estado que tem dimensões muito grandes, um estoque florestal de 70% de floresta nativa, ao mesmo tempo em que a sua área antropizada tem um importante protagonismo na produção alimentar em 9 milhões de pessoas que moram no nosso estado, portanto compatibilizar os desafios sociais e ambientais e encontrar um novo modelo de uso do solo, que permitia essa construção de desenvolvimento sustentável”, disse o governador.</p></blockquote>
<p>Helder Barbalho destacou ainda a importância de combater as irregularidades para garantir avanços na preservação ambiental.</p>
<blockquote><p>“Nós temos agido primeiramente combatendo as irregularidades e colaborando com o Brasil no tempo de redução do desmatamento. O Pará, que já foi o maior vilão nesse processo, hoje se empodera, exercendo um papel importante na redução das emissões. Em 2023, nós tivemos uma redução de 46% do desmatamento comparado a 2022, uma redução de mais de 1.604 milhão de quilômetros quadrados&#8221;.</p></blockquote>
<p>O governador do Pará reforçou que, quando se trata de combate ao desmatamento, políticas e ações de comando e controle são fundamentais mas não devem ser as únicas iniciativas.</p>
<blockquote><p>“Sem comando e controle não é possível ir adiante. Mas, só com comando e controle também não é possível, então, é importante que nós possamos construir essa transição, por isso é importante destacar a nossa escolha de ir buscar a sua saúde fiscal e captar recursos junto ao Banco Interamericano para a descarbonização da economia, fazendo com que haja a valorização dos ativos florestais, com o Plano de Bioeconomia, o Plano de Recuperação da Vegetação, com o sistema jurisdicional de mercado de carbono, para que com isso nos possamos garantir empregos verdes” explicou Helder Barbalho.</p></blockquote>
<p>O governador destacou ainda que ao ser escolhido para sediar a COP 30, o maior evento de mudanças climáticas do planeta, o Pará tem nas mãos uma grande oportunidade.</p>
<blockquote><p>&#8220;A COP 30 representa uma grande oportunidade para deixar um legado ambiental, social e de infraestrutura para o nosso estado, portanto esse é o caminho que estamos trilhando. Seguiremos colaborando decisivamente para as NDCs (Contribuição Nacionalmente Determinada) do Brasil, priorizando que o estado do Pará não seja só província minerária e de produção de alimentos, mas sejamos acima de tudo um estado que tem na floresta a sua solução”, destacou o governador.</p></blockquote>
<p><em>Fonte: Agência Pará</em></p>
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		<title>Bioeconomia, que gera emprego e renda, é arma contra exploração predatória de recursos, diz Lula</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Aug 2023 16:58:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CÚPULA DA AMAZÔNIA]]></category>
		<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Cúpula da Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Declaração de Belém]]></category>
		<category><![CDATA[sociobiodiversidade]]></category>
		<category><![CDATA[sociobioeconomia]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/08/cupula3-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) participa nesta quarta-feira, 9, do segundo e último dia da Cúpula da Amazônia, promovida pela Organização do Tratado de Cooperação Amazônica (OTCA), em Belém, no Pará. o evento reúne representantes de países amazônicos, além de países convidados, para discutir desenvolvimento sustentável da Amazônia. Em seu discurso de [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/08/cupula3-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) participa nesta quarta-feira, 9, do segundo e último dia da Cúpula da Amazônia, promovida pela Organização do Tratado de Cooperação Amazônica (OTCA), em Belém, no Pará. o evento reúne representantes de países amazônicos, além de países convidados, para discutir desenvolvimento sustentável da Amazônia.</p>
<p>Em seu discurso de abertura, Lula disse que a &#8216;promoção do bioma&#8217; amazônico é a &#8216;promoção do bem-estar dos seus habitante&#8221; e a Cúpula era uma oportunidade de expandir o diálogo com outros países, que têm apoiado esforços na região amazônica. Ele se referia a Indonésia, a República Democrática do Congo e a República do Congo, países que, por também possuírem florestas tropicais, foram convidados a participar do evento.</p>
<blockquote><p>“São os produtos da sociobiodiversidade que vão gerar emprego e renda e oferecer alternativas à exploração predatória dos recursos naturais. É conjugando atividade econômica com preservação que vamos diminuir as pressões sobre a vegetação nativa. É valorizando as culturas locais que vamos promover o turismo sustentável. É resgatando os conhecimentos e os saberes tradicionais que vamos fomentar a pesquisa e a ciência de ponta. E é transformando as cidades em centros de inovação que vamos agregar valor aos produtos da floresta e alavancar o desenvolvimento tecnológico”, disse o presidente.</p></blockquote>
<p>Lula disse que &#8220;os países detentores de florestas tropicais herdaram do passado colonial um modelo econômico predatório. Um modelo baseado na exploração irracional dos recursos naturais, na escravidão e na exclusão sistemática das populações locais&#8221;.</p>
<p>Ele  chamou de &#8220;neocolonialismo verde&#8221; as barreiras comerciais impostas pelo mercado internacional, em clara alusão à lei antidesmatamento da União Europeia.</p>
<blockquote><p>&#8220;Não podemos aceitar um neocolonialismo verde que, sob o pretexto de proteger o meio ambiente, impõe barreiras comerciais e medidas discriminatórias e desconsidera nossos marcos normativos e políticas domésticas&#8221;, disse. &#8220;O que precisamos para dar um salto de qualidade é de financiamento de longo prazo e sem condicionalidades para projetos de infraestrutura e industrialização verdes&#8221;, continuou.</p></blockquote>
<p>Na terça-feira, 8, os presidentes dos países amazônicos divulgaram a <a href="https://www.paraterraboa.com/cupula-da-amazonia/declaracao-de-belem-fala-em-esforcos-para-evitar-colapso-mas-nao-inclui-desmatamento-zero/" target="_blank" rel="noopener">Declaração de Belém,</a> documento que consolida a agenda comum entre os oito países signatários do TCA para a região.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1547998&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1547998&amp;o=node" /></p>
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		<title>Diálogos Amazônicos: Comunidades discutem produção de alimentos e segurança alimentar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Aug 2023 21:13:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[CULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[alimentos]]></category>
		<category><![CDATA[Diálogos Amazônicos]]></category>
		<category><![CDATA[fome]]></category>
		<category><![CDATA[segurança alimentar]]></category>
		<category><![CDATA[sociobiodiversidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/08/alimentos3-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Por Fabrício Queiroz As experiências de povos e comunidades tradicionais na produção e comercialização de alimentos para os mercados institucionais foi tema de debate durante os Diálogos Amazônicos nesta sexta-feira, 4, em Belém. A atividade foi organizada pelo Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional da Presidência da República e contou com a participação de [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/08/alimentos3-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><em>Por Fabrício Queiroz</em></p>
<p>As experiências de povos e comunidades tradicionais na produção e comercialização de alimentos para os mercados institucionais foi tema de debate durante os Diálogos Amazônicos nesta sexta-feira, 4, em Belém. A atividade foi organizada pelo Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional da Presidência da República e contou com a participação de representantes de grupos dos estados da região Norte.</p>
<p>O foco da plenária era a discussão de como a garantia do direito à alimentação viabiliza também a promoção da sociobiodiversidade. Uma das participantes foi a cacica da aldeia Yupá, Maria Edna Xipaia. Na localidade do município de Altamira, ela diz que a participação no Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) e no Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) tem sido vantajosa para o interesse coletivo, sobretudo no sentido do fortalecimento da identidade indígena.</p>
<blockquote><p>&#8220;Eles agregaram valor em relação a compra do alimento e também para a continuidade da alimentação nativa para que os jovens possam aprender como é a nossa alimentação tradicional. Isso é importante para nós da etnia Xipaia&#8221;, destacou a liderança.</p></blockquote>
<p>Outro participantes, Cenaide Pastor Lima, da Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro, do Amazonas, apresentou os resultados do aumento da mobilização das populações do município de São Gabriel da Cachoeira em torno do PAA.</p>
<figure id="attachment_22586" aria-describedby="caption-attachment-22586" style="width: 539px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class=" wp-image-22586" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/08/WhatsApp-Image-2023-08-04-at-18.31.26-300x113.jpeg" alt="" width="539" height="203" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/08/WhatsApp-Image-2023-08-04-at-18.31.26-300x113.jpeg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/08/WhatsApp-Image-2023-08-04-at-18.31.26-1024x384.jpeg 1024w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/08/WhatsApp-Image-2023-08-04-at-18.31.26-768x288.jpeg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/08/WhatsApp-Image-2023-08-04-at-18.31.26-150x56.jpeg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/08/WhatsApp-Image-2023-08-04-at-18.31.26-450x169.jpeg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/08/WhatsApp-Image-2023-08-04-at-18.31.26-1200x450.jpeg 1200w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/08/WhatsApp-Image-2023-08-04-at-18.31.26.jpeg 1280w" sizes="(max-width: 539px) 100vw, 539px" /><figcaption id="caption-attachment-22586" class="wp-caption-text">Atividade discutiu compra institucional de alimentos, Foto: Fabrício Queiroz</figcaption></figure>
<blockquote><p>&#8220;A gente teve bons resultados pela participação do coletivo, que saiu das cidades e foi atrás das comunidades para levar informação de como funciona o programa, de ajudar eles nas oficinas, como elaborar o projeto de venda e abertura de contas&#8221;, disse a nutricionista Beatriz Castro, que atua no apoio técnico aos grupos tradicionais.</p></blockquote>
<p>De acordo com ela, uma das principais dificuldades enfrentadas é com a burocracia para a efetivação dos contratos após a chamada pública.  Por outro lado, Beatriz considera que a medida traz ganhos para a dinâmica desses territórios.</p>
<blockquote><p>&#8220;É uma ação que mobiliza, gera renda, melhora a alimentação escolar e é uma forma da gente conseguir garantir a segurança alimentar das crianças, que às vezes vivem em locais onde não tem energia&#8221;, acrescenta a técnica.</p></blockquote>
<p>Apesar dos impactos positivos, os representantes dos povos tradicionais elencaram uma série de melhorias que precisam ser implementadas nesta política pública, incluindo o aumento dos pagamentos pelos produtos, a simplificação dos procedimentos de adesão e a efetivação de compromisso de compras por parte do poder público a fim de que não se perca a safra dos itens.</p>
<p>O evento foi acompanhado pelo ministro do Desenvolvimento, Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias, que declarou que o governo tem priorizado a integração entre os ministérios para que haja um impacto transversal das medidas.</p>
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		<title>Parauapebas forma primeira turma de produção de biojoias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gisele Coutinho]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Nov 2021 19:30:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GENTE DA TERRA]]></category>
		<category><![CDATA[biojoia]]></category>
		<category><![CDATA[Parauapebas]]></category>
		<category><![CDATA[sociobiodiversidade]]></category>
		<category><![CDATA[socioeconomia]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/11/curso-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A riqueza de sementes, fibras, cascas, folhas das mais diversas e tantos outros elementos da natureza estão prontos para serem usados por um mercado em franca expansão no mundo todo, o de biojoias, cuja principal característica é a sustentabilidade. Além de não agredir o meio ambiente, as biojoias chamam a atenção de ambientalistas e de [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/11/curso-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />
<p class="wp-block-paragraph">A riqueza de sementes, fibras, cascas, folhas das mais diversas e tantos outros elementos da natureza estão prontos para serem usados por um mercado em franca expansão no mundo todo, o de biojoias, cuja principal característica é a sustentabilidade.<br /><br />Além de não agredir o meio ambiente, as biojoias chamam a atenção de ambientalistas e de turistas estrangeiros. E Parauapebas tem matéria-prima de sobra para produção daquilo que vem sendo chamado de “joia do futuro”. Quase tudo está na Floresta Nacional de Carajás – a Flona Carajás – com seus mais de 400 mil hectares de área rica em fauna e flora amazônicas.<br /><br />Atenta ao avanço no setor, a Prefeitura de Parauapebas formou a primeira turma de produção de biojoias, que será certificada neste mês, após 30 dias de curso básico oferecido pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento (Seden), informou a Prefeitura na segunda-feira, 15/11. Um desfile vem sendo preparado para exibição das peças produzidas pelas artesãs e artesãos.<br /><br />Com 29 mulheres e dois homens, a primeira turma aprendeu também sobre empreendedorismo, como criar sua própria empresa ou cooperativa e buscar recursos junto ao Banco do Povo. Para orientar e ensinar a turma, a prefeitura contou com a parceria do Sebrae, da Organização de Cooperativas do Brasil (OCB) e do Sicredi.</p>
<p>A orientação para os novos empreendedores é que trabalhem pensando no futuro além do Pará. &#8220;O curso está nos dando oportunidade de ter uma nova perspectiva, bem como nós olharmos nosso município como realmente merece ser visto. Ele tem um potencial enorme em fauna, flora, que nós podemos explorar e trabalhar de forma responsável e lucrativa também. Isso é sustentabilidade&#8221;, disse a aluna Luciene Padilha.<br /><br />A meta da prefeitura é impulsionar a socioeconomia, introduzindo pedras preciosas da região, como a ametista, o citrino e o quartzo incolor, na produção das biojoias e cursos de lapidação, para agregar maior valor às peças.<br /><br /><em>Fonte: Com informações de Hanny Amoras e Prefeitura de Parauapebas</em></p>
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		<title>Secretária do Amazonas amplia conceito de bioeconomia no Fórum</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Oct 2021 22:20:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[bioeconomia]]></category>
		<category><![CDATA[sociobiodiversidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/10/INDIA-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Já que há diversos entendimentos sobre o significado dessa tal bioeconomia, que é o tema central do Fórum Mundial de Bioeconomia, que é realizado até quarta-feira, 20/10, em Belém, a secretária executiva de Ciência, Tecnologia e Inovação do Amazonas, Tatiana Schor, expôs com a clareza das águas dos rios do nosso bioma seu entendimento sobre [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/10/INDIA-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Já que há diversos entendimentos sobre o significado dessa tal bioeconomia, que é o tema central do Fórum Mundial de Bioeconomia, que é realizado até quarta-feira, 20/10, em Belém, a secretária executiva de Ciência, Tecnologia e Inovação do Amazonas, Tatiana Schor, expôs com a clareza das águas dos rios do nosso bioma seu entendimento sobre o assunto durante o evento, nesta terça-feira, 19/10.</p>
<p>Já que esse assunto veio para ficar, ou seja, o termo precisa ser repetido igual mantra em nossas cabeças, com a certeza de que ganhará atualizações, melhor irmos nos familiarizando com as diversas abordagens.</p>
<p>Para Tatiana, que é professora da Universidade Federal do Amazonas, é preciso partir de quatro princípios para que fique claro o que é bioeconomia.</p>
<ol>
<li>Bioeconomia é conservação da diversidade. Ou seja, se aquele açaí nosso de todo dia vem só de área de monocultura, tem agrotóxico e expõe seus produtores a condições degradantes de trabalho, então esse açaí não pode ser considerado um produto da bioeconomia.</li>
<li>Bioeconomia é a diminuição das desigualdades socioterritoriais. Ou seja, se o local de onde extraímos essas riquezas naturais apresentam os piores índices de desenvolvimento humano, se seus habitantes não estão na escola, se não têm acesso a saneamento, se suas doenças não são tratadas pelo poder público, se o extrativista é explorado sem ver a cor do dinheiro, aí fica difícil dizer que funciona uma bioeconomia nesse local.</li>
<li>Bioeconomia é ciência, inovação e tecnologia. Ou seja, não estamos falando apenas de máquinas e processos modernos de produção, mas também de saberes milenares do povo da nossa região. Por exemplo, quando perdemos uma língua indígena, perdemos também, além do idioma que transmite conhecimento ao longo dos séculos, conhecimento de fitoterápicos. O saber que vem também dos laboratórios das universidades públicas deste país têm papel fundamental nesse processo.</li>
<li>Bioeconomia é a preservação dos nossos biomas. Ou seja, segundo a professora, os produtores da bioeconomia precisam ser tão agressivos quanto os donos do agronegócio brasileiro quando ampliam áreas de produção. Não adiantaria pensar apenas na floresta em pé, mas também expandir territorialmente os biomas e recuperar as áreas degradadas.</li>
</ol>
<p>Tatiana assumiu a pasta do governo amazonense em 2019 e, desde então, trabalha no melhoramento de um programa estruturante de bioeconomia no Amazonas com a participação de Deus e o mundo ligado à terra. &#8220;Eu não imaginei construir o programa sem fazer escuta aos mais diversos setores da sociedade&#8221;, contou ela durante o Fórum.</p>
<p>Seu grupo de trabalho pesquisa o que foi definido como escalas. São três:</p>
<ol>
<li>A bioeconomia da sociobiodiversidade, que diz respeito à relação da sociedade, incluindo representantes de todas as comunidades e conjuntos sociais que compõem a Amazônia, com a natureza. Isso implica num conjunto de salvaguardas, de politicas e ações especificas para esse mundo da bioeconomia.</li>
<li>A bioeconomia de base florestal, que é aquela à qual estamos acostumados a lidar desde que o mundo é mundo, desde os tempos coloniais, passando pelo ciclo da borracha, com enorme assimetria de informação ao longo da cadeia. &#8220;A gente não tem dado fidedigno para falar de bioeconomia da Amazônia. Fala-se, por exemplo, de castanha, mas não temos um laboratório para certificar o produto&#8221;, lembra a professora.</li>
<li>A bioeconomia das commodities, que é aquela que produz soja, milho e gado. Essa aí é aquela que precisa estar mais sensível a questões climáticas, por exemplo, para que toda a produção não vá para o brejo. &#8220;Tem que começar a ver como trazer esses atores para produção mais sustentável&#8221;, cobra ela, citando que, quando as discordâncias falam mais alto, o resultado é sempre violência no campo. E o paraense sabe direitinho o que ocorre para as bandas do sudeste paraense por causa do desmatamento&#8230;</li>
</ol>
<p>A fala da professora, enfatizando a necessidade de participação das comunidades tradicionais no debate da bioeconomia, já que são elas mantêm a floresta em pé, foi feita justo após uma saia-justa no evento. A ativista indígena Puyr Tembé (na foto), pertence à aldeia dos Tembé do Alto Rio Guamá, se indignou com a escassez de indígenas na programação do Fórum. Ela cobrou em alto e bom tom que era um &#8220;absurdo&#8221; o evento internacional falar de bioeconomia sem a presença dos povos. Leia mais <a href="https://www.paraterraboa.com/gente-da-terra/forum-quando-brigamos-por-territorio-e-pela-floresta-em-pe-protesta-ativista-indigena/" target="_blank" rel="noopener">aqui</a> sobre esse pitiú.</p>
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<div class="post-meta-items meta-below"><strong><span style="font-size: 14px; color: var(--c-contrast-800);">LEIA MAIS:</span></strong></div>
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<p><a href="https://www.paraterraboa.com/gente-da-terra/forum-quando-brigamos-por-territorio-e-pela-floresta-em-pe-protesta-ativista-indigena/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Fórum: ‘Quando brigamos por território, é pela floresta em pé’, protesta ativista indígena</strong></a><br />
<a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/forum-saberes-das-comunidades-tradicionais-sao-pilares-da-bioeconomia/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Fórum: Saberes das comunidades tradicionais são pilares da bioeconomia</strong></a><br />
<a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/forum-mercado-financeiro-so-investira-em-bioeconomia-com-chancela-de-politica-ambiental/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Fórum: Mercado financeiro só investirá em bioeconomia com chancela de política ambiental</strong></a><br />
<a href="https://www.paraterraboa.com/gente-da-terra/forum-atelie-xibe-mostra-progresso-de-producao-com-uso-de-fibras-organicas/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Fórum: Ateliê Xibé mostra progresso de produção com uso de fibras orgânicas</strong></a></p>
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