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	<title>segurança alimentar &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<title>segurança alimentar &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<item>
		<title>Assistência técnica rural é a chave para garantir segurança alimentar na Amazônia, diz estudo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tereza Coelho]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Mar 2026 16:26:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Assistência Técnica e Extensão Rural (ATER)]]></category>
		<category><![CDATA[Assistência Técnica e Extensão Rural para Agricultura Familiar]]></category>
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		<category><![CDATA[Produção rural no Pará]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/03/6948_6dbddc69-e3c9-a51a-def0-f77d30e50213-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Enquanto o Brasil discute grandes safras e tecnologias de ponta, 82% dos agricultores familiares do País ainda trabalham às cegas, sem qualquer orientação técnica. Um estudo lançado nesta terça-feira, 24, propõe uma solução audaciosa para romper esse isolamento: a criação de um sistema nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (ATER) inspirado na estrutura do [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/03/6948_6dbddc69-e3c9-a51a-def0-f77d30e50213-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Enquanto o Brasil discute grandes safras e tecnologias de ponta, 82% dos agricultores familiares do País ainda trabalham às cegas, sem qualquer orientação técnica. Um estudo lançado nesta terça-feira, 24, propõe uma solução audaciosa para romper esse isolamento: a criação de um sistema nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (ATER) inspirado na estrutura do Sistema Único de Saúde (SUS).</p>
<p>A ideia é transformar o apoio ao campo um direito contínuo e universal, tornando o conhecimento a ferramenta mais barata e eficiente para frear o desmatamento e multiplicar a renda no interior do País.</p>
<p>O levantamento <a href="https://coalizaobr.com.br/estudoater/estudoater-20260226.pdf" target="_blank" rel="noopener">&#8220;Assistência Técnica e Extensão Rural para Agricultura Familiar&#8221;,</a> fruto de uma parceria entre Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura, FOLU Brasil e Fundação Solidaridad, revela o tamanho do abismo: apenas 18% dos produtores familiares têm acesso a suporte hoje. Sem essa ponte, famílias inteiras ficam vulneráveis às oscilações do clima e presas a métodos de baixa produtividade.</p>
<h3>A pobreza como motor do desmatamento</h3>
<p>O estudo identifica um ciclo trágico, especialmente na Amazônia: a falta de assistência técnica empurra o produtor para a subsistência e, no limite, para a degradação ambiental como estratégia de sobrevivência. Mariana Pereira, gerente de Programas da Fundação Solidaridad e colíder na Coalizão Brasil, aponta que a ATER é a saída dessa armadilha.</p>
<blockquote><p>&#8220;Em muitos desses locais, o desmatamento é um sintoma trágico da pobreza: onde não chega o conhecimento técnico nem o apoio do Estado, a vulnerabilidade econômica acaba se tornando o motor da degradação ambiental”, comenta Pereira.</p></blockquote>
<h3>Estrutura contínua e governança moderna</h3>
<p>A proposta do &#8220;SUS da ATER&#8221; prevê financiamento garantido e capilaridade total. Carla Gheler, coordenadora no CEBDS e também colíder na Coalizão Brasil, defende que uma governança bem coordenada é o que permite ao produtor adotar práticas regenerativas que recuperam o solo e conservam recursos naturais.</p>
<blockquote><p>&#8220;Uma ATER estruturada, bem coordenada e orientada por resultados permite que a agricultura familiar tenha acesso a conhecimento, tecnologia e práticas regenerativas que aumentam produtividade, resiliência climática e conservação dos recursos naturais&#8221;, afirma Gheler.</p></blockquote>
<p>O impacto direto é a possibilidade de produzir mais na mesma área, reduzindo a pressão sobre a mata virgem e cortando emissões de carbono.</p>
<h3>Exemplos paraenses e nacionais</h3>
<p>No Pará, a estratégia para cobrir os 144 municípios já utiliza incentivos econômicos, como o <a href="https://www.paraterraboa.com/pecuaria/cheque-pecuaria-chega-a-tres-municipios-e-soma-mais-de-200-familias-beneficiadas-veja-como-participar/" target="_blank" rel="noopener">Cheque Pecuária</a> e o <a href="https://www.paraterraboa.com/?s=pagamento+por+servi%C3%A7os+ambientais" target="_blank" rel="noopener">Pagamento por Serviços Ambientais (PSA)</a>, para atrair o produtor e criar vínculos de longo prazo. No plano federal, o<a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/estudo-inedito-revela-que-bolsa-verde-reduziu-desmatamento-na-amazonia-em-30/" target="_blank" rel="noopener"> Bolsa Verde</a> e o <a href="http://paraterraboa.com/meio-ambiente/programa-florestas-produtivas-ja-soma-quase-r-18-bilhao-em-investimentos/" target="_blank" rel="noopener">Programa Florestas Produtivas</a> tentam escalar essa lógica.</p>
<blockquote><p>&#8220;A pesquisa defende a universalização da ATER como um objetivo para que todos os agricultores tenham acesso ao apoio técnico da mesma forma que todo cidadão tem acesso à saúde via SUS”, reforça Mariana Pereira.</p></blockquote>
<h3>Futuro digital e parcerias acadêmicas</h3>
<p>Para modernizar o setor, o relatório sugere o e-ATER, um sistema unificado para monitorar impactos e integrar dados climáticos às decisões no campo. Além disso, propõe reaproximar as universidades das demandas rurais para qualificar extensionistas em temas como agroecologia e baixo carbono.</p>
<blockquote><p>“Se queremos escalar a adoção de práticas sustentáveis e regenerativas no campo, precisamos fortalecer os instrumentos que levam assistência técnica qualificada aos produtores. Uma governança moderna da ATER pode ampliar o acesso a boas práticas produtivas, gerar ganhos de produtividade e contribuir para resultados climáticos e socioambientais positivos em toda a cadeia agroalimentar”, conclui Carla Gheler.</p></blockquote>
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		<title>No Brasil, 77% das prefeituras usam produtos da agricultura familiar para a merenda nas escolas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Feb 2026 18:12:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AGRICULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura familiar]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[destaque3]]></category>
		<category><![CDATA[merenda escola]]></category>
		<category><![CDATA[PNAE]]></category>
		<category><![CDATA[segurança alimentar]]></category>
		<category><![CDATA[Sisan]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/02/merenda_escolar-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O novo censo do Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Sisan) 2025 revela um avanço importante nas políticas públicas brasileiras: 77% dos municípios já compram alimentos diretamente da agricultura familiar para abastecer as escolas públicas. Os dados, obtidos através da pesquisa Munic 2024 do IBGE, mostram que a compra pública de alimentos se consolidou [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/02/merenda_escolar-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O novo censo do Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Sisan) 2025 revela um avanço importante nas políticas públicas brasileiras: <strong>77% dos municípios</strong> já compram alimentos diretamente da agricultura familiar para abastecer as escolas públicas.</p>
<p>Os dados, obtidos através da pesquisa Munic 2024 do IBGE, mostram que a compra pública de alimentos se consolidou como uma ferramenta de combate à fome e fomento econômico local.</p>
<h3>Destaques regionais: Pará surpreende na legislação</h3>
<p>Embora a Região Sul concentre os maiores índices de compras — com o Paraná atingindo 85%, Santa Catarina 83% e Rio Grande do Sul 82% —, o<strong> Pará</strong> é apontado pelo relatório como foco para estratégias de apoio técnico da União, visando fortalecer o escoamento da produção ribeirinha e extrativista — a exemplo das iniciativas de valor agregado em Afuá — para a rede escolar e socioassistencial.</p>
<p>No Pará, a institucionalização da política de segurança alimentar impressiona:</p>
<ul>
<li><strong>Leis Municipais</strong>: 66% das cidades paraenses possuem leis próprias de segurança alimentar (quase o dobro da média nacional de 36,3%).</li>
<li><strong>Governança</strong>: O estado lidera na criação de estruturas que garantem a continuidade de programas, independentemente de mudanças de gestão.</li>
</ul>
<p>Apesar do avanço administrativo, o Censo indica que o Pará ainda enfrenta gargalos em termos de segurança alimentar domiciliar, com índices de acesso</p>
<h3>Regras do PNAE e metas para 2026</h3>
<p>Atualmente, o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) exige que, no mínimo, 30% dos recursos federais sejam investidos em produtos da agricultura familiar. No entanto, o cenário deve mudar em breve:</p>
<ul>
<li><strong>Nova meta:</strong> A partir de 2026, a Lei 11.947/2009 prevê que esse percentual suba para 45%.</li>
<li><strong>Impacto no Pará:</strong> O estado é foco de apoio técnico da União para transformar a produção extrativista (como o açaí e produtos ribeirinhos) em merenda escolar de qualidade.</li>
</ul>
<h3>O crescimento do combate à fome no Brasil (2018-2024)</h3>
<p>O relatório do Ministério do Desenvolvimento Social (MDS) aponta que a estrutura de combate à fome cresceu em todo o País após 2023:</p>
<ul>
<li><strong>Estruturas de SAN:</strong> Saltaram de 36,6% para 51% das cidades</li>
<li>.<strong>Conselhos Municipais (Consea):</strong> Presentes em 51,4% dos municípios.</li>
<li>P<strong>rograma de Aquisição de Alimentos (PAA)</strong>: Já alcança 55% das prefeituras, abastecendo cozinhas comunitárias e bancos de alimentos.</li>
</ul>
<h3>Desafios no Norte</h3>
<p>Apesar do avanço nas leis, o Censo Sisan alerta para os gargalos de vulnerabilidade no Norte do País. <span style="font-size: 14px;">O desafio agora é transformar as leis existentes em redução real da insegurança alimentar domiciliar, garantindo que a comida chegue de forma permanente à mesa das famílias mais pobres.</span></p>
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		<title>Pescadores do Marajó querem fim da exploração de petróleo na Amazônia</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/pescadores-do-marajo-querem-fim-da-exploracao-de-petroleo-na-amazonia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Sep 2025 14:20:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[destaque2]]></category>
		<category><![CDATA[exploração de petróleo]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/09/protesto_pescadores-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Às vésperas da COP30, pescadores da Ilha do Marajó se uniram no domingo (21/09), em Jubim, para protestar contra a exploração de petróleo na Foz do Amazonas. Dezesseis barcos formaram uma linha e exibiram uma faixa gigante com a frase: &#8220;COP30: Amazônia de Pé, Petróleo no Chão&#8221;. O projeto de exploração na Foz do Amazonas [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/09/protesto_pescadores-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Às vésperas da COP30, pescadores da Ilha do Marajó se uniram no domingo (21/09), em Jubim, para protestar contra a exploração de petróleo na Foz do Amazonas. Dezesseis barcos formaram uma linha e exibiram uma faixa gigante com a frase: &#8220;COP30: Amazônia de Pé, Petróleo no Chão&#8221;.</p>
<p>O projeto de exploração na Foz do Amazonas é visto como uma ameaça à segurança alimentar e econômica da comunidade, pois coloca em risco os ecossistemas marinhos e os estoques pesqueiros. Um vazamento ou a simples presença da indústria do petróleo poderia poluir a água e destruir o modo de vida tradicional dos pescadores.</p>
<h3>Comunidades na linha de frente da crise climática</h3>
<p>A mobilização destaca o papel crucial das comunidades que vivem na linha de frente dos impactos da exploração de combustíveis fósseis. Nelson Bastos, pescador e pesquisador da UFPA, alerta que a exploração agravaria os problemas já enfrentados pelos pescadores, que têm suas ferramentas e redes danificadas pelo trânsito de navios.</p>
<blockquote><p>“E com a exploração de petróleo em curso na Foz do Amazonas, a vida dos pescadores artesanais do Jubim e do Marajó está ainda mais ameaçada. Estes grandes projetos em<br />
curso no território amazônico deixam as comunidades tradicionais da região vulneráveis<br />
ao capital internacional, que vem nos explorar e deixar os pescadores sem opção”, disse.</p></blockquote>
<p>A mensagem das comunidades é clara: a COP30 não pode ser coerente com a abertura de novos poços na Amazônia. A ação no Marajó simboliza uma &#8220;linha vermelha&#8221; contra a violência e a destruição ambiental, exigindo um futuro sem fósseis e sem &#8220;falsas soluções&#8221;.</p>
<h3>Parte de uma mobilização global</h3>
<p>A manifestação no Marajó integra a iniciativa global Draw the Line / Delimite, que promoveu mais de 600 ações em 90 países entre os dias 15 e 21 de setembro. A mobilização global ocorreu durante a Assembleia Geral da ONU, em Nova York, e seis semanas antes da COP30, em Belém.</p>
<p>A ação, no Marajó no Brasil, foi realizada em aliança com diversas organizações, como o Coletivo Pororoka, a Rede de Trabalho Amazônico, a Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira, entre outras. Além do Marajó, outras cidades brasileiras, como Belém, São Paulo e Rio de Janeiro também sediaram ações.</p>
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		<title>Você sabia? Batedores de açaí agora têm a atividade regulamentada no Pará</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/economia/voce-sabia-batedores-de-acai-agora-tem-a-atividade-regulamentada-no-para/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Sep 2025 15:12:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[açaí]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[destaque1]]></category>
		<category><![CDATA[regulamentação]]></category>
		<category><![CDATA[segurança alimentar]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/10/acai33-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Você sabia que uma lei publicada no Diário Oficial do Estado regulamentou a atividade dos batedores artesanais de açaí em todo o Pará? A nova legislação tem como objetivo garantir a segurança alimentar, a qualidade do produto e a inclusão dos produtores nas cadeias formais de comercialização. Com a lei, os batedores podem congelar e [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/10/acai33-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Você sabia que uma lei publicada no Diário Oficial do Estado regulamentou a atividade dos batedores artesanais de <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/pode-tomar-acai-a-noite-conheca-os-mitos-e-verdades-do-consumo-da-fruta/" target="_blank" rel="noopener">açaí</a> em todo o Pará?</p>
<p>A nova legislação tem como objetivo garantir a segurança alimentar, a qualidade do produto e a inclusão dos produtores nas cadeias formais de comercialização. Com a lei, os batedores podem congelar e armazenar a polpa do fruto para vender mesmo durante a entressafra, o que resolve um problema recorrente do setor.</p>
<p>A proposta da lei surgiu após a polêmica sobre a<a href="https://www.paraterraboa.com/cop30/edital-proibe-venda-de-acai-tucupi-e-manicoba-na-cop30/" target="_blank" rel="noopener"> proibição do açaí nos espaços da COP30</a>, logo derrubada pela <a href="https://www.paraterraboa.com/cop30/aqui-e-para-acai-tucupi-e-manicoba-sao-liberados-na-cop30/" target="_blank" rel="noopener">repercussão negativa</a>. A regulamentação foi construída em diálogo com 38 instituições ligadas à cadeia produtiva do açaí, órgãos do governo e associações de trabalhadores, visando a incluir os produtores artesanais nas cadeias oficiais de comercialização.</p>
<p>A lei define batedor artesanal como quem processa o fruto de forma manual e não industrial, com um limite de produção de até 240 litros por dia, ou 7.200 litros por mês. Além disso, a legislação exige o uso de câmaras frias ou freezers exclusivos para o congelamento, o que garante a qualidade do produto e a segurança à mesa do consumidor.</p>
<p><strong>LEIA MAIS:</strong></p>
<p><strong><a href="https://www.paraterraboa.com/cop30/aqui-e-para-acai-tucupi-e-manicoba-sao-liberados-na-cop30/" target="_top">Aqui é Pará: Açaí, tucupi e maniçoba são liberados na COP30</a></strong></p>
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		<title>É preciso transformar a forma como produzimos alimentos com mais investimento, alerta FAO</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/cop29/e-preciso-transformar-a-forma-como-produzimos-alimentos-com-mais-investimento-alerta-fao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Nov 2024 11:12:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[COP29]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura familiar]]></category>
		<category><![CDATA[PRINCIPAL]]></category>
		<category><![CDATA[segurança alimentar]]></category>
		<category><![CDATA[sistemas alimentares]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/07/agricultura_familiar2-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Transformar a forma como produzimos alimentos é essencial para enfrentar os desafios climáticos. Esse é o alerta deixado pelas discussões em torno do assunto na COP29, realizada em Baku, no Azerbaijão.  A terça-feira, 19, foi promovido o Dia Mundial da Alimentação, Agricultura e Água pela Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO),na conferência [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/07/agricultura_familiar2-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Transformar a forma como produzimos alimentos é essencial para enfrentar os desafios climáticos. Esse é o alerta deixado pelas discussões em torno do assunto na COP29, realizada em Baku, no Azerbaijão.  A terça-feira, 19, foi promovido o <a href="https://www.fao.org/climate-change/fao-at-cop29/Food-Agriculture-and-Water-Day/en" target="_blank" rel="noopener"><strong>Dia Mundial da Alimentação, Agricultura e Água</strong></a> pela Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO),na conferência do clima.</p>
<p>Para o  diretor do Escritório de Mudanças Climáticas, Biodiversidade e Meio Ambiente da FAO,  Kaveh Zahedi, os sistemas agroalimentares não são importantes apenas porque sustentam os meios de subsistência de mais de um bilhão de pessoas, mas porque têm o potencial de contribuir e promover as metas do Acordo de Paris, pois são responsáveis ​​por 30% das emissões de gases de efeito estufa (GEE).</p>
<p>Apesar da importância, um estudo divulgado na COP29 revelou que o financiamento global para transformar a forma como produzimos alimentos está muito longe do necessário. De acordo com o relatório, seria necessário US$ 1,1 trilhão por ano em investimentos em sistemas alimentares, até 2030, mas os países propõem contribuir com  apenas US$ 201,5 bilhões anuais,</p>
<p>Enquanto isso, a levação da temperatura global já causa impacto na produção agrícola, segundo o diretor executivo do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (IPAM), André Guimarães.</p>
<blockquote><p>“A cada grau centígrado de aumento de temperatura, a soja perde entre 5% e 6% da produtividade; o milho perde em torno de 8% de produtividade”, afirmou Guimarães.</p></blockquote>
<p>Por outro lado, lembrou o especialista, estudos mostram que propriedades rurais com percentual maior de vegetação nativa possuem maior produtividade.</p>
<blockquote><p>“Isso já dá uma pista para a gente de que as florestas são um fator de produção, e não um obstáculo. Daqui para o futuro, nós temos que encontrar uma maneira de compatibilizar a conservação ambiental com a produção. Esses tipos de uso do solo não são concorrentes”.</p></blockquote>
<p>Para Alberto Broch, do Fórum Rural Mundial (WRF),  não se pode falar em combater os efeitos climáticos e garantir a segurança aimentar sem lembrar do papel importantíssimo dos agricultores familiares, embora sejam os mais afetados pelas mudanças climáticas e a receberem financiamento insuficiente para se adaptarem.</p>
<p>Broch pediu que se desse aos agricultores familiares uma voz nas negociações climáticas e acesso a financiamento de longo prazo. Ele disse que o WRF, que representa mais de 50 milhões de agricultores em 94 países, está &#8220;comprometido em apoiar este caminho para a agricultura sustentável e a ação climática. Podem contar conosco&#8221;.</p>
<p>Guimarães também ressaltou a necessidade de redesenhar incentivos fiscais e demais subsídios para enfrentar as mudanças do clima.</p>
<blockquote><p>“No Brasil, por exemplo, temos o Plano Safra, que só agora começa a ter alguma exigência de cumprimento do Código Florestal. Até pouco tempo atrás, se um fazendeiro estivesse fora da lei, a taxa de juros para ele seria igual à do produtor que cumpria as regras. É preciso reposicionar os incentivos para mais intensificação e, consequentemente, liberação de áreas para outros tipos de cultivo ou até mesmo para conservação e recuperação de florestas”, completou.</p></blockquote>
<h3>Lançamento</h3>
<p>A FAO lançou na terça-feira  uma nova plataforma, a <a href="https://www.fao.org/newsroom/detail/unga79--fao-chief-emphasizes-the-centrality-of-climate-solutions-for-agrifood-systems-transformation/en" data-sf-ec-immutable="" target="_blank" rel="noopener">Iniciativa Climática Baku Harmoniya para Agricultores.</a></p>
<p>A Iniciativa Harmoniya servirá como um agregador, reunindo iniciativas, coalizões, redes e parcerias díspares para capacitar agricultores, vilas e comunidades rurais. Atualmente, há mais de 90 iniciativas, redes e parcerias globais ou regionais, criando uma necessidade clara de coerência, alinhamento e compartilhamento de lições aprendidas para gerar maior impacto.</p>
<div id="attachment_162460" class="wp-caption alignright"></div>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Mudanças climáticas agravam insegurança alimentar, diz pesquisadora</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Sep 2024 15:04:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[mudanças climáticas]]></category>
		<category><![CDATA[segurança alimentar]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/09/sol-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Pesquisadores reunidos no 6º Encontro Nacional de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional, realizado na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), alertaram para a relação direta entre as mudanças climáticas e o aumento da fome no Brasil. De acordo com a Agência Brasil, a coordenadora do evento, Rosana Salles da Costa, [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/09/sol-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Pesquisadores reunidos no 6º Encontro Nacional de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional, realizado na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), alertaram para a relação direta entre as mudanças climáticas e o aumento da fome no Brasil.</p>
<p>De acordo com a <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2024-09/mudancas-climaticas-agravam-inseguranca-alimentar-diz-pesquisadora" target="_blank" rel="noopener">Agência Brasil</a>, a coordenadora do evento, Rosana Salles da Costa, professora do Instituto de Nutrição Josué de Castro da UERJ, explicou que a segurança alimentar se relaciona a diversas questões. Ela cita, por exemplo, o prejuízo no acesso à água em quantidade e qualidade como um dos principais fatores a serem considerados.</p>
<blockquote><p>“Estamos debatendo no País a questão da segurança hídrica, que, com as mudanças climáticas e as queimadas que estão acontecendo, acaba prejudicando várias áreas de plantio de alimentos produzidos para o consumo nacional”, disse.</p></blockquote>
<p>Além disso, de acordo com a pesquisadora, eventos climáticos extremos, como secas e inundações, prejudicam a produção de alimentos e elevam os preços, dificultando o acesso à alimentação saudável para a população.</p>
<blockquote><p>&#8220;Temos que pensar em políticas públicas e em como reverter os efeitos das mudanças climáticas, porque elas estão presentes e temos que pensar agora em como vamos enfrentar as dificuldades relacionadas à segurança alimentar, articulando com os Governos Federal, Estaduais e Municipais medidas de redução da fome e promoção da alimentação saudável&#8221;, disse ela.</p></blockquote>
<p>A pesquisadora destacou ainda que a insegurança alimentar no Brasil atinge de forma desproporcional as mulheres, especialmente as negras, que lideram a maior parte dos lares em situação de insegurança alimentar grave. Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) mostram que 10,8% dos lares chefiados por mulheres enfrentam essa situação, enquanto a média nacional é de 7,8%.</p>
<p>Por isso, os pesquisadores reunidos no Encontro salientaram a urgência de se criar políticas públicas que visem garantir a segurança alimentar e nutricional da população, especialmente dos grupos mais vulneráveis.</p>
<p>O encontro, organizado pela Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional (Rede Penssan), reuniu pesquisadores, estudantes e representantes de diversas instituições para debater as desigualdades sociais e as mudanças climáticas como fatores determinantes para a insegurança alimentar no Brasil.</p>
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		<title>Acordo de cooperação inédito de combate à fome é assinado em Belém</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Jun 2024 16:19:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[acordo]]></category>
		<category><![CDATA[fome]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto Pacto Contra a Fome]]></category>
		<category><![CDATA[PRINCIPAL]]></category>
		<category><![CDATA[segurança alimentar]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/06/acordo_contra_fome-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O governo do Estado e o Instituto Pacto Contra a Fome assinaram, na terça-feira, 18, em Belém, um acordo de cooperação inédito com o objetivo de conjugar esforços para o fortalecimento do Sistema Estadual de Segurança Alimentar e Nutricional Sustentável. Na ocasião, o governador Helder Barbalho ressaltou a importância de se aliar a estratégia ambiental [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/06/acordo_contra_fome-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O governo do Estado e o Instituto Pacto Contra a Fome assinaram, na terça-feira, 18, em Belém, um acordo de cooperação inédito com o objetivo de conjugar esforços para o fortalecimento do Sistema Estadual de Segurança Alimentar e Nutricional Sustentável.</p>
<p>Na ocasião, o governador Helder Barbalho ressaltou a importância de se aliar a estratégia ambiental com o compromisso da melhoria da qualidade de vida e oportunidades para a população.</p>
<blockquote><p>“Quero aqui registrar que nós estamos trabalhando fortemente para a redução dos níveis de vulnerabilidade, para que ativamente haja uma transformação da promoção social das pessoas. Digo sobre a relação da agenda ambiental com o combate à pobreza, com o combate à fome. E, efetivamente, este é o nosso maior desafio”, ressaltou Helder Barbalho.</p></blockquote>
<p>Para a CEO do Pacto Contra a Fome, Rosana Blásio, a assinatura da cooperação representa um momento importante que garante mais apoio no atendimento da parcela da população que mais precisa de apoio.</p>
<blockquote><p>“O nosso foco é apoiar as ações de políticas públicas importantes que o Pará já tem realizado aqui na região. O pacto vem para somar esforços nessa jornada. As pessoas a serem beneficiadas são a população que está hoje em insegurança alimentar, seja grave, moderada ou leve”.</p></blockquote>
<p>De acordo com Inocencio Renato Gasparim, secretário de Estado de  Assistência Social, Trabalho, Emprego e Renda (Seaster), a iniciativa vai atuar diretamente na gestão estadual e municipal.</p>
<blockquote><p>“Esse é um evento que faz parte da estratégia do governo do Estado de segurança alimentar e nutricional, conduzida pela Seaster, que vai fazer a preparação e a qualificação dos gestores municipais para que nos seus municípios eles elaborem o Plano Municipal de Segurança Alimentar e Nutricional”.</p></blockquote>
<p>Sobre a participação das esferas governamentais e sociais, Barbalho destacou que a cooperação de esforços é o principal caminho a ser seguido no combate à fome.</p>
<blockquote><p>“Políticas como esta só são efetivas e geram eficácia se tiverem o envolvimento de todos os entes, dos entes federais, do Estado e, principalmente, dos municípios. Sem diminuir a importância do Estado ou da União, mas a real mobilização municipal é que permitirá que nós possamos chegar até as pessoas”.</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Produtos biofortificados ajudam na promoção da segurança alimentar e nutricional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Oct 2023 19:25:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AGRICULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[biofortificados]]></category>
		<category><![CDATA[cultivares]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[rede biofort]]></category>
		<category><![CDATA[segurança alimentar]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/10/batata-biofortificada-Agencia-Brasil-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Alimentos como macaxeira, feijão, feijão-caupi, batata-doce e milho costumam estar na mesa dos brasileiros. A ampla aceitação e consumo fez esses produtos entrarem no radar de pesquisadores da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), que desenvolvem com eles o processo da bofortificação. O resultado são cultivares que fomentam a agricultura familiar e também ajudam na [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/10/batata-biofortificada-Agencia-Brasil-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Alimentos como macaxeira, feijão, feijão-caupi, batata-doce e milho costumam estar na mesa dos brasileiros. A ampla aceitação e consumo fez esses produtos entrarem no radar de pesquisadores da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), que desenvolvem com eles o processo da bofortificação. O resultado são cultivares que fomentam a agricultura familiar e também ajudam na promoção de uma estratégia de segurança alimentar e nutricional. E ainda são produzidos livres de agrotóxicos.</p>
<p>A iniciativa é da Rede BioFort que atua com melhoramento genético de espécies com o objetivo de encontrar variedades mais ricas em zinco, ferro e próvitamina A. O foco nesses elementos se deve ao fato de que a carência deles está diretamente relacionada ao aumento de doenças e à chamada fome oculta, que é quando se ingere alimentos, mas não se absorve os nutrientes necessários para manter o organismo saudável.</p>
<p>Desde 2002, o grupo trabalha com oito espécies básicas do cardápio da população e chegou a 14 cultivares com melhores teores nutricionais. Entre elas estão três cultivares de macaxeira – BRS Jari, BRS Gema de Ovo e BRS Dourado -, que se destacam pela polpa mais amarela e com maior concentração de carotenoides.</p>
<p>Outro exemplo é a batata-doce BRS Beauregard, cujo diferencial é a polpa alaranjada, onde são encontrados 10 vezes mais provitamina A do que em outras variedades.</p>
<blockquote><p>“Não é feito transgenia. Nós trabalhamos com melhoramento genético a partir do cruzamento de variedades da mesma espécie, buscando o potencial máximo dessa cultura com esses nutrientes”, explica Jaime Carvalho, analista de transferência de tecnologia da Embrapa Amazônia Oriental.</p></blockquote>
<p>Essa foi uma das razões que levaram os produtos biofortificados a ganharem importância na busca pelo cumprimento dos 17 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS).  A Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) já reconheceu a contribuição dessa e outras tecnologias brasileiras para o alcance da meta de erradicação da fome.</p>
<h3><strong>Biofortificados no Pará</strong></h3>
<p>Mas os ganhos dos biofortificados não se limitam ao aspecto nutricional. A estratégia favorece uma produção orgânica, ou seja, sem uso de agrotóxicos e outras substancias agressivas ao meio ambiente. As cultivares apresentam vantagens em termos de resistência a condições adversas, bem como possuem uma produtividade superior a outras variedades.</p>
<blockquote><p>“O principal diferencial aqui no Pará se dá principalmente na produtividade. Hoje, no Brasil, a produtividade da batata-doce, por exemplo, é em torno de 20 a 22 toneladas por hectare. Aqui no estado do Pará é 30 hectares. Também temos ganhos com precocidade porque a gente consegue colher com 90 a 120 dias, enquanto que as polpas brancas regionais precisam de 180 dias”, ressalta Jaime.</p></blockquote>
<p>O projeto nacional deveria ter encerrado suas atividades há dois anos, porém o constante interesse das comunidades contribuiu para a continuidade dos estudos que agora visam o desenvolvimento de arroz, trigo e abobora biofortificados. Para Jaime Carvalho, esse esforço demonstra que o trabalho colhe os frutos de boa relação entre tecnologia, informação e extensão rural. “Quando a tecnologia é boa, ela anda sozinha”, afirma.</p>
<blockquote><p>“Graças a esse trabalho que não parou, o estado do Pará é hoje um dos responsáveis pela continuação do BioFort. A ideia é que seja ainda mais importante por estar posicionado como um dos principais esteios da política de combate à fome”, ressalta o analista.</p></blockquote>
<p>Para saber mais sobre os alimentos biofortificados, clique <a href="https://www.embrapa.br/en/biofort" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>.</p>
<p><em>Por Fabrício Queiroz</em></p>
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		<title>Diálogos Amazônicos : Estratégias para a garantia da Segurança Alimentar e Nutricional na Pan-Amazônia em debate</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ludmila Azevedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 05 Aug 2023 20:01:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AGRICULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[Bruno José Bocchio Nieves]]></category>
		<category><![CDATA[Diálogos Amazônicos]]></category>
		<category><![CDATA[Mario Lubetkin]]></category>
		<category><![CDATA[Paulo Teixeira]]></category>
		<category><![CDATA[segurança alimentar]]></category>
		<category><![CDATA[Wellington Dias]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/08/ac212b90-11b6-490b-9771-70957bb5da9b-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Por Fabrício Queiroz As experiências de políticas públicas desenvolvidas pelos países amazônicos em torno de temas como saúde, saúde, soberania, segurança alimentar e nutricional estiveram na pauta de abertura do segundo dia dos Diálogos Amazônicos, neste sábado, 5/8, em Belém. Representantes do governo brasileiro, da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/08/ac212b90-11b6-490b-9771-70957bb5da9b-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p align="justify"><em>Por Fabrício Queiroz</em></p>
<p>As experiências de políticas públicas desenvolvidas pelos países amazônicos em torno de temas como saúde, saúde, soberania, segurança alimentar e nutricional estiveram na pauta de abertura do segundo dia dos Diálogos Amazônicos, neste sábado, 5/8, em Belém. Representantes do governo brasileiro, da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) e de movimentos brasileiros e peruanos participaram da plenária &#8220;Segurança Alimentar e Nutricional nas cidades da região amazônica: desafios e caminhos possíveis&#8221;.</p>
<p>Bruno José Bocchio Nieves, diretor do Departamento de Políticas e Regulamentação Agrária, do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Irrigação do Peru, esclareceu que a segurança alimentar é encarada como uma política de Estado e um direito constitucional em seu país desde 2001. Mesmo assim, o poder público encontra desafios para efetivar essa proposta em toda sua abrangência conceitual, envolvendo institucionalidade, disponibilidade, utilidade e acesso aos alimentos.</p>
<blockquote>
<p align="justify">“<span style="font-family: Arial, serif;">No Peru há diferentes aspectos que conformam um desafio no curto prazo, mas um dos principais é a dimensão de estabilidade para trabalhar a farta pauta de resiliência dos sistemas agroalimentares em relação à mudança climática e seus efeitos”, acrescentou o diretor, enfatizando que a meta é a implementação de medidas para mitigação e adaptação dos ambientes aos efeitos dos eventos climáticos.</span></p>
</blockquote>
<p>Já os ministros do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias, e do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA), Paulo Teixeira, abordaram as ações implementadas pelo governo brasileiro desde o início da atual gestão, com foco na reestruturação do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA).  Eles disseram, ainda, que está previsto o lançamento de um programa de garantia de preço mínimo da biodiversidade e de um Plano Safra direcionado a ampliar a oferta de crédito para agricultores familiares.</p>
<blockquote>
<p align="justify">“<span style="font-family: Arial, serif;">Segurança alimentar não é a pobreza alimentar que querem impor ao povo brasileiro, com sete produtos. Nós queremos ter um programa de segurança alimentar que seja sustentável”, disse Paulo Teixeira, ressaltando que o objetivo da política pública deve ser a valorização da diversidade da cultura alimentar da população brasileira.</span></p>
</blockquote>
<p>Mario Lubetkin, representante regional da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) para América Latina e o Caribe, expôs preocupação com a realidade da insegurança alimentar e da fome, que atingem cerca de 700 milhões de pessoas no mundo. Lubetkin considera que espaços como os Diálogos Amazônicos são importantes para se refletir e atuar coletivamente.</p>
<blockquote>
<p align="justify">“<span style="font-family: Arial, serif;">Esses &#8216;Diálogos&#8217; representam uma situação muito importante. É a nossa capacidade de demonstrar o que nós sabemos em relação ao conhecimento, com paixão e inteligência. Isso vai nos permitir achar soluções de forma conjunta”, ponderou. </span></p>
</blockquote>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Diálogos Amazônicos: Comunidades discutem produção de alimentos e segurança alimentar</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/dialogos-amazonicos-comunidades-discutem-producao-de-alimentos-e-seguranca-alimentar/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Aug 2023 21:13:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[CULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[alimentos]]></category>
		<category><![CDATA[Diálogos Amazônicos]]></category>
		<category><![CDATA[fome]]></category>
		<category><![CDATA[segurança alimentar]]></category>
		<category><![CDATA[sociobiodiversidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/08/alimentos3-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Por Fabrício Queiroz As experiências de povos e comunidades tradicionais na produção e comercialização de alimentos para os mercados institucionais foi tema de debate durante os Diálogos Amazônicos nesta sexta-feira, 4, em Belém. A atividade foi organizada pelo Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional da Presidência da República e contou com a participação de [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/08/alimentos3-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><em>Por Fabrício Queiroz</em></p>
<p>As experiências de povos e comunidades tradicionais na produção e comercialização de alimentos para os mercados institucionais foi tema de debate durante os Diálogos Amazônicos nesta sexta-feira, 4, em Belém. A atividade foi organizada pelo Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional da Presidência da República e contou com a participação de representantes de grupos dos estados da região Norte.</p>
<p>O foco da plenária era a discussão de como a garantia do direito à alimentação viabiliza também a promoção da sociobiodiversidade. Uma das participantes foi a cacica da aldeia Yupá, Maria Edna Xipaia. Na localidade do município de Altamira, ela diz que a participação no Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) e no Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) tem sido vantajosa para o interesse coletivo, sobretudo no sentido do fortalecimento da identidade indígena.</p>
<blockquote><p>&#8220;Eles agregaram valor em relação a compra do alimento e também para a continuidade da alimentação nativa para que os jovens possam aprender como é a nossa alimentação tradicional. Isso é importante para nós da etnia Xipaia&#8221;, destacou a liderança.</p></blockquote>
<p>Outro participantes, Cenaide Pastor Lima, da Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro, do Amazonas, apresentou os resultados do aumento da mobilização das populações do município de São Gabriel da Cachoeira em torno do PAA.</p>
<figure id="attachment_22586" aria-describedby="caption-attachment-22586" style="width: 539px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class=" wp-image-22586" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/08/WhatsApp-Image-2023-08-04-at-18.31.26-300x113.jpeg" alt="" width="539" height="203" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/08/WhatsApp-Image-2023-08-04-at-18.31.26-300x113.jpeg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/08/WhatsApp-Image-2023-08-04-at-18.31.26-1024x384.jpeg 1024w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/08/WhatsApp-Image-2023-08-04-at-18.31.26-768x288.jpeg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/08/WhatsApp-Image-2023-08-04-at-18.31.26-150x56.jpeg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/08/WhatsApp-Image-2023-08-04-at-18.31.26-450x169.jpeg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/08/WhatsApp-Image-2023-08-04-at-18.31.26-1200x450.jpeg 1200w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/08/WhatsApp-Image-2023-08-04-at-18.31.26.jpeg 1280w" sizes="(max-width: 539px) 100vw, 539px" /><figcaption id="caption-attachment-22586" class="wp-caption-text">Atividade discutiu compra institucional de alimentos, Foto: Fabrício Queiroz</figcaption></figure>
<blockquote><p>&#8220;A gente teve bons resultados pela participação do coletivo, que saiu das cidades e foi atrás das comunidades para levar informação de como funciona o programa, de ajudar eles nas oficinas, como elaborar o projeto de venda e abertura de contas&#8221;, disse a nutricionista Beatriz Castro, que atua no apoio técnico aos grupos tradicionais.</p></blockquote>
<p>De acordo com ela, uma das principais dificuldades enfrentadas é com a burocracia para a efetivação dos contratos após a chamada pública.  Por outro lado, Beatriz considera que a medida traz ganhos para a dinâmica desses territórios.</p>
<blockquote><p>&#8220;É uma ação que mobiliza, gera renda, melhora a alimentação escolar e é uma forma da gente conseguir garantir a segurança alimentar das crianças, que às vezes vivem em locais onde não tem energia&#8221;, acrescenta a técnica.</p></blockquote>
<p>Apesar dos impactos positivos, os representantes dos povos tradicionais elencaram uma série de melhorias que precisam ser implementadas nesta política pública, incluindo o aumento dos pagamentos pelos produtos, a simplificação dos procedimentos de adesão e a efetivação de compromisso de compras por parte do poder público a fim de que não se perca a safra dos itens.</p>
<p>O evento foi acompanhado pelo ministro do Desenvolvimento, Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias, que declarou que o governo tem priorizado a integração entre os ministérios para que haja um impacto transversal das medidas.</p>
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