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	<title>redução de emissões &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<title>redução de emissões &#8211; Pará Terra Boa</title>
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		<title>&#8216;COP é o lugar para resolver financiamento climático&#8217;, diz economista</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Oct 2025 18:50:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[COP30]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/10/scheinkman-pre-cop30-mc_abr_14102025-1-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O economista José Alexandre Scheinkman, professor da Universidade de Columbia e membro do conselho consultivo de finanças da presidência brasileira da COP30, defende que o multilateralismo é o espaço crucial para resolver o desafio do fluxo de financiamento climático para os países em desenvolvimento. “A COP é o caminho. É um ótimo lugar para ter [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/10/scheinkman-pre-cop30-mc_abr_14102025-1-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O economista José Alexandre Scheinkman, professor da Universidade de Columbia e membro do conselho consultivo de finanças da presidência brasileira da COP30, defende que o multilateralismo é o espaço crucial para resolver o desafio do fluxo de financiamento climático para os países em desenvolvimento.</p>
<blockquote><p><span style="font-size: 14px;">“A COP é o caminho. É um ótimo lugar para ter ideias, criar e tentar propor ideias”, afirmou durante entrevista coletiva na Pré-COP, em Brasília.</span></p></blockquote>
<p>Scheinkman acredita que, antes de definir valores &#8211; como o US$ 1,3 trilhão frequentemente discutido -, é preciso definir as etapas anteriores, sugerindo que esse valor pode não ser um número real.</p>
<blockquote><p>“Um economista pensa numa meta onde quer chegar. Neste caso é alcançar net zero [neutralidade nas emissões de gases do efeito estufa]. Depois a gente vem com projetos baratos, já que a quantidade de dinheiro é escassa, e depois a gente descobre quanto custa”, explicou o economista.</p></blockquote>
<h3>As soluções brasileiras</h3>
<p>Essa estratégia se alinha às sugestões do grupo de economistas que assessora a presidência da COP30. Entre as ideias propostas estão o Fundo Florestas Tropicais para Sempre (TFFF), o Ecoinvest, a coalizão aberta de países para um mercado global de carbono e a transferência de subsídios dos combustíveis fósseis para a energia renovável.</p>
<p>Scheinkman enfatizou que o corte de emissões é globalmente indiferente à localização geográfica.</p>
<blockquote><p>“O lugar onde a gente corta emissões é completamente irrelevante. O importante é quanto você corta no agregado de emissões. Uma tonelada de gás carbônico equivalente (CO₂e) que você corta no Brasil, tem o mesmo impacto de uma tonelada de CO₂e na China”, disse.</p></blockquote>
<p>O economista apontou a União Europeia como um modelo a ser seguido globalmente, onde países financeiramente mais capazes assumem cotas maiores de obrigações e oferecem suporte aos menos desenvolvidos.</p>
<blockquote><p>“A União Europeia definiu o valor das emissões que querem ter até um determinado ano e eles têm uma maneira de distribuir essas cotas [de redução de emissões] que privilegia países menos desenvolvidos. Esse processo permite uma redistribuição e, ao mesmo tempo, atinge eficiência,” explicou.</p></blockquote>
<h3>Barreiras</h3>
<p>Apesar dos modelos ideais, Scheinkman admitiu que a implementação de projetos pode esbarrar em interesses nacionais ou regionais, como a falta de adesão ao TFFF ou a uma coalizão global de mercado de carbono por parte de alguns países.</p>
<p>Um dos principais limitadores técnicos é a contabilidade do carbono florestal. O economista apontou a dificuldade em admitir créditos gerados por florestas restauradas devido à falta de um cálculo padrão.</p>
<blockquote><p>“Para isso funcionar você teria que ter alguém para medir carbono, com uma certa independência &#8211; um padrão standard de medição &#8211; e criar uma espécie de comissão para fazer toda a contabilidade, acesso ao risco e verificação da contabilidade”, detalhou.</p></blockquote>
<p>O especialista ressaltou que, embora o Brasil e outros países com amplas áreas naturais possam ter facilidade em gerar crédito de carbono, ou países africanos busquem formas mais baratas de mitigação, o interesse em um mercado global não é garantido.</p>
<blockquote><p>“Nosso papel é gerar ideias e a factibilidade é um problema dos negociadores”, concluiu.</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Sancionada lei que cria plano para combater desmate e fomentar desenvolvimento sustentável</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Nov 2024 13:43:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[bioeconomia]]></category>
		<category><![CDATA[carbono]]></category>
		<category><![CDATA[desmatamento]]></category>
		<category><![CDATA[ODS]]></category>
		<category><![CDATA[PEAA]]></category>
		<category><![CDATA[Plano Estadual Amazônia Agora]]></category>
		<category><![CDATA[PRINCIPAL]]></category>
		<category><![CDATA[redução de emissões]]></category>
		<category><![CDATA[restauração florestal]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/04/floresta29-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Já está em vigor o Plano Estadual Amazônia Agora (PEAA), sancionado nesta segunda-feira, 4, pelo governador do Pará, Helder Barbalho. O Plano visa orientar o estado para um modelo de desenvolvimento que promova a redução do desmatamento e a valorização de ativos ambientais. A meta é reduzir em pelo menos 37% as emissões de Gases [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/04/floresta29-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Já está em vigor o Plano Estadual Amazônia Agora (PEAA), sancionado nesta segunda-feira, 4, pelo governador do Pará, Helder Barbalho. O Plano visa orientar o estado para um modelo de desenvolvimento que promova a redução do desmatamento e a valorização de ativos ambientais. A meta é reduzir em pelo menos 37% as emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE) provenientes da conversão de florestas e do uso da terra, até 2030, tornando <span class="highlight highlighted">o Pará neutro em carbono  até 2036. </span></p>
<p>Entre os objetivos do PEAA está o alcance dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) em escala estadual, efetivar os instrumentos necessários para o estado atuar no mercado voluntário de carbono por meio do sistema REDD+ e fomentar atividades com menos emissões e alinhadas com a proteção ambiental.</p>
<p>Para isso, o Plano está estruturado em quatro eixos: “Fiscalização, Licenciamento e Monitoramento ambientais”, “Ordenamento Territorial, Fundiário e Ambiental”, “Desenvolvimento Socioeconômico de Baixas Emissões de GEE” e “Financiamento Ambiental de Longo Alcance”, que envolvem uma série de ações, como as medidas de comando e controle, a <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/projetos-de-recomposicao-florestal-com-comunidades-quilombolas-avancam-no-oeste-paraense/">regularização fundiária de territórios de populações tradicionais</a> e o incentivo ao setor da bioeconomia, entre outras.</p>
<p>No quesito das ações de comando e controle, por exemplo, o Pará mantém ativas operações em regiões com os maiores índices de desmatamento, o que já levou à <a href="https://www.paraterraboa.com/uncategorized/para-registra-67-de-reducao-em-alertas-de-desmatamento-em-15-municipios/">redução de cerca de 67% nos 15 municípios mais atingidos</a> por esse crime ambiental.</p>
<p>Além disso, o estado tem avançado em outras frentes, como a do pagamento por serviços ambientais e o pagamento por resultados pela redução do desmatamento e da degradação florestal. Em apenas um acordo já foi negociada a <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/para-assina-acordo-de-r-982-milhoes-com-coalizao-internacional-para-venda-de-credito-de-carbono/">venda de 12 milhões de créditos de carbono por cerca de R$ 982 milhões</a>.</p>
<p>Outro exemplo vem do apoio à regeneração florestal, que deve alcançar 5,65 milhões de hectares até o ano de 2030, de acordo com os planos do governo. Isso colocaria o Pará como um dos principais contribuidores para que o Brasil alcance o seu compromisso firmado com o Acordo de Paris de <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/cop16-brasil-apresenta-plano-para-recuperar-12-milhoes-de-hectares-de-vegetacao-ate-2030/">restaurar 12 milhões de hectares até 2030</a>.</p>
<blockquote><p>“O Pará tem uma meta ousada de ser um estado com carbono neutro até 2036. Por isso, investe em mercado de carbono para preservar seu estoque florestal e investe na criação de novas economias baseadas na natureza para que possamos garantir com que as pessoa tenham renda emprego, condição social que estejam atreladas a soluções que não pressionam a floresta e com isso nos possamos garantir que o estado possa neutralizar sua emissões evitando desmatamento”, disse Helder Barbalho à época da negociação dos créditos de carbono.</p></blockquote>
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