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	<title>OMM &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<title>OMM &#8211; Pará Terra Boa</title>
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		<title>Calor extremo sufoca América Latina, mas falta de dados esconde real dimensão da crise</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2026 15:00:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[América Latina]]></category>
		<category><![CDATA[aquecimento global]]></category>
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		<category><![CDATA[combate a crise climática no Pará]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/02/calor9-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Pelo menos 13 mil pessoas morreram por ano, entre 2012 e 2021, na América Latina por causas ligadas ao calor, mas a Organização Meteorológica Mundial (OMM) alerta que o número real é bem maior, já que os casos são  subnotificados. A informação faz parte do relatório &#8220;Estado do Clima na América Latina e no Caribe [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/02/calor9-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Pelo menos 13 mil pessoas morreram por ano, entre 2012 e 2021, na América Latina por causas ligadas ao calor, mas a Organização Meteorológica Mundial (OMM) alerta que o número real é bem maior, já que os casos são  subnotificados.</p>
<p>A informação faz parte do relatório &#8220;Estado do Clima na América Latina e no Caribe 2025&#8221;, lançado nesta segunda-feira, 18, em Brasília. Apresentado no Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) junto com o Inmet e o Cemaden, o documento mostra que um ano de recordes em quase todos os aspectos climáticos transformou o calor em um fardo invisível para a saúde pública, já que a maioria dos governos da região não publica dados organizados sobre essas mortes.</p>
<blockquote><p>&#8220;Em 2025, a região sofreu com calor recorde, seca persistente, ciclones tropicais devastadores, recuo acelerado das geleiras e elevação do nível do mar, com graves consequências para as comunidades, os sistemas alimentares e as economias em toda a região&#8221;, segundo o relatório.</p></blockquote>
<p>Os dados revelam o tamanho desse vaivém agressivo do clima: enquanto chuvas torrenciais e deslizamentos castigaram países como Peru, Equador, Colômbia, Venezuela e Brasil, o furacão Melissa devastou a Jamaica, destruindo mais de 40% do PIB do país.</p>
<p>Na outra ponta, a seca afetou 85% do território do México, ameaçando a água de 90 milhões de pessoas, e o derretimento das geleiras andinas acelerou.</p>
<h3>O exemplo do Brasil</h3>
<p>O Brasil ilustra bem essa mistura de extremos e falta de dados. O Inmet registrou sete ondas de calor ao longo de 2025. Em fevereiro, o Rio de Janeiro bateu os 44°C, forçando escolas a adiarem a volta às aulas e, em dezembro, São Paulo registrou 37,2°C, a maior temperatura em 64 anos de medições.</p>
<p>Apesar do cenário sufocante, as mortes causadas pelo calor permanecem invisíveis nas estatísticas oficiais.</p>
<p>Além do impacto direto na saúde, o clima extremo bagunça os motores econômicos da região, afetando a agricultura, a geração de energia e a infraestrutura das cidades. O relatório aponta ainda que, mesmo com uma queda geral nos incêndios em comparação com 2024, o Brasil continua isolado na liderança das queimadas na América Latina.</p>
<h3>O chamado para a ação</h3>
<p>Com esse cenário difícil pela frente, a saída proposta pela OMM é integrar os alertas meteorológicos diretamente aos sistemas de atendimento da saúde pública. Além disso, é preciso melhorar:</p>
<ul>
<li>A notificação padronizada das doenças e mortes relacionadas ao calor</li>
<li>A integração prática dos alertas meteorológicos precoces com os limites de tolerância da saúde pública</li>
<li>O investimento em infraestruturas de saúde resistentes ao calor</li>
<li>A coordenação entre diferentes setores para gerenciar os riscos do calor extremo</li>
<li>O desenvolvimento de capacidades e de redes de contatos entre especialistas em clima e saúde para colocar projetos conjuntos em prática, como a definição de limites para os sistemas de alerta</li>
</ul>
<p><span style="font-size: 14px;">A secretária-geral da organização, Celeste Saulo, reforçou que o relatório é um chamado urgente para agir.</span></p>
<blockquote><p>&#8220;Ele nos insta a fortalecer as observações, investir em serviços, corrigir as deficiências nos sistemas de alerta precoce e garantir que as informações climáticas cheguem a quem mais precisa.&#8221;</p></blockquote>
<p>A mesma preocupação com a infraestrutura foi destacada pelo diretor do Inmet, Carlos Alberto Andrade e Jurgielewicz, que explicou que &#8220;a instalação de novas estações meteorológicas permitirá maior agilidade na atualização e disponibilização de dados, fortalecendo a capacidade de monitoramento e resposta a eventos climáticos extremos&#8221;.</p>
<p>Como caminho para o futuro, a organização cobra a execução do Plano de Ação em Saúde de Belém, aprovado na COP30, para adaptar os hospitais e postos de saúde à nova realidade climática e proteger as populações mais vulneráveis.</p>
<p><em>Com informações da AFP e do Inmet</em></p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Mundo viveu a década mais quente da história; saiba o que está por trás do calor recorde</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Mar 2026 15:20:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[aquecimento global]]></category>
		<category><![CDATA[desequilíbrio energético]]></category>
		<category><![CDATA[OMM]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>
		<category><![CDATA[PRINCIPAL]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/03/seca_na_amazonia-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A humanidade enfrentou, entre 2015 e 2025, a sequência de dez anos mais quentes de toda a história. O alerta, feito pela Organização Meteorológica Mundial (OMM) neste Dia Meteorológico Mundial, confirma que o clima não está apenas mudando — ele está perdendo o seu eixo fundamental. “O caos climático está reescrevendo as regras do tempo”, [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/03/seca_na_amazonia-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>A humanidade enfrentou, entre 2015 e 2025, a sequência de dez anos mais quentes de toda a história. O alerta, feito pela Organização Meteorológica Mundial (OMM) neste Dia Meteorológico Mundial, confirma que o clima não está apenas mudando — ele está perdendo o seu eixo fundamental.</p>
<blockquote><p>“O caos climático está reescrevendo as regras do tempo”, alertou o secretário-geral da ONU, António Guterres.</p></blockquote>
<p>Em 2025, a temperatura média global ficou 1,43°C acima dos níveis pré-industriais. Mas o que realmente preocupa os cientistas é o &#8220;desequilíbrio energético&#8221; da Terra: o maior já registrado desde o início das medições.</p>
<p>Para o clima ser estável, a Terra precisa devolver ao espaço a mesma quantidade de energia que recebe do Sol. Mas, com a concentração recorde de gases como CO2 e metano, essa saída está bloqueada.</p>
<blockquote><p>“Com o aumento da concentração de gases de efeito estufa, menos energia escapa para o espaço. Entrar mais energia do que sair significa que o calor está se acumulando no sistema terrestre”, explicou John Kennedy, oficial científico da OMM.</p></blockquote>
<p>Esse excesso funciona como um combustível para o tempo. É ele quem intensifica fenômenos naturais e explica por que eventos extremos, como as chuvas históricas no Sul e a seca no Norte, têm se tornado mais frequentes.</p>
<h3>O oceano como uma &#8220;esponja&#8221; de calor</h3>
<p>Cerca de 91% de toda essa energia acumulada é absorvida pelos mares. Nas últimas duas décadas, o ritmo de aquecimento dos oceanos dobrou, atingindo níveis que assustam a comunidade científica.</p>
<p>Ko Barrett, secretária executiva Adjunta da OMM, destaca que esse calor acumulado não fica parado.</p>
<blockquote><p>“O aquecimento dos oceanos e o derretimento do gelo terrestre estão impulsionando o aumento a longo prazo do nível médio global do mar”.</p></blockquote>
<p>Para os especialistas, quando a história se repete por onze anos seguidos, não é mais uma coincidência.</p>
<blockquote><p>“É um chamado à ação”, reforçou Guterres.</p></blockquote>
<h3>A ciência como &#8220;primeira linha de defesa&#8221;</h3>
<p>Diante de um sistema climático “mais desequilibrado do que em qualquer outro momento da história”, a ONU defende que a tecnologia é a nossa melhor ferramenta de sobrevivência.</p>
<p>O objetivo é que, até 2027, todos os habitantes da Terra estejam protegidos por sistemas de alerta precoce.</p>
<blockquote><p>“A ciência precisa e confiável é nossa primeira linha de defesa”, concluiu o secretário-geral, ressaltando que observar o presente com precisão é a única forma de proteger o amanhã das futuras gerações.</p></blockquote>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Apenas 1/3 das bacias hidrográficas do mundo apresentaram condições normais em 2024</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Sep 2025 18:33:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[água]]></category>
		<category><![CDATA[Bacia amazônica]]></category>
		<category><![CDATA[OMM]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/10/SECA_para-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O ciclo da água em todo o mundo se tornou mais instável e extremo, alternando entre enchentes e secas. Esta é a conclusão do novo relatório da Organização Meteorológica Mundial, OMM, que revela, que nos últimos seis anos, apenas um terço das bacias hidrográficas globais manteve condições normais de vazão, enquanto os dois terços restantes [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/10/SECA_para-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O ciclo da água em todo o mundo se tornou mais instável e extremo, alternando entre enchentes e secas. Esta é a conclusão do novo relatório da Organização Meteorológica Mundial, OMM, que revela, que nos últimos seis anos, apenas um terço das bacias hidrográficas globais manteve condições normais de vazão, enquanto os dois terços restantes enfrentaram escassez ou excesso de água.</p>
<p>A seca severa em 2024, diz o relatório, deixou vazões muito abaixo do normal em bacias importantes, como as dos rios Amazonas, São Francisco e Paraná, no Brasil, além de bacias na América do Sul e na África Austral. Em contrapartida, outras regiões, incluindo partes da África, da Ásia e da Europa Central, sofreram com enchentes.</p>
<p>O  estudo lembra que o Brasil vivenciou extremos, com enchentes catastróficas no sul do país, que causaram 183 mortes, e a continuação da seca de 2023 na Bacia Amazônica, que afetou 59% do território nacional.</p>
<blockquote><p>&#8220;Os recursos hídricos do mundo estão sob crescente pressão e, ao mesmo tempo, a intensificação dos eventos extremos relacionados com a água está tendo um impacto crescente nas vidas e nos meios de subsistência&#8221;, disse a secretária-geral da OMM, Celeste Saulo, citada em comunicado.</p></blockquote>
<p>A perda de geleiras, pelo terceiro ano consecutivo em 2024, também é um ponto de alerta. Muitas geleiras pequenas já estão próximas do &#8220;ponto máximo de água&#8221;, o que significa que o derretimento atingiu seu pico anual e diminuirá nos anos seguintes. O relatório estima que 450 milhões de toneladas de gelo foram perdidas, uma quantidade suficiente para elevar o nível global do mar em cerca de 1,2 milímetro em um único ano.</p>
<p>De acordo com a ONU, cerca de 3,6 bilhões de pessoas não têm acesso adequado à água durante pelo menos um mês por ano. Prevê-se que este número ultrapasse os cinco bilhões até 2050.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Mundo baterá recorde de calor nos próximos cinco anos, prevê ONU</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 May 2025 18:04:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
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		<category><![CDATA[mudanças climáticas]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/06/sol-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O planeta deve enfrentar um período de calor nunca visto antes nos próximos anos. Segundo o relatório da Organização Meteorológica Mundial (OMM), ligada à ONU,, há 86% de chance de que ao menos um dos próximos cinco anos (2025 a 2029) seja o mais quente já registrado, superando as temperaturas recordes de 2024. O estudo [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/06/sol-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O planeta deve enfrentar um período de calor nunca visto antes nos próximos anos. Segundo o relatório da Organização Meteorológica Mundial (OMM), ligada à ONU,, há 86% de chance de que ao menos um dos próximos cinco anos (2025 a 2029) seja o mais quente já registrado, superando as temperaturas recordes de 2024.</p>
<p>O estudo aponta ainda que há 80% de probabilidade de as temperaturas globais baterem pelo menos um recorde anual de calor neste período, aumentando significativamente os riscos climáticos para sociedades e economias em todo o mundo. A previsão é alarmante: a temperatura média global em cada ano até o fim de 2029 deve ficar entre 1,2°C e 1,9°C acima da média registrada entre 1850 e 1900, período considerado pré-industrial.</p>
<p>Um dos dados mais preocupantes do relatório é que existe 70% de probabilidade de que o aquecimento médio dos cinco anos entre 2025 e 2029 seja superior a 1,5°C em relação aos níveis pré-industriais. Este é justamente o limite estabelecido pelo Acordo de Paris como meta para evitar os piores impactos das mudanças climáticas. Ultrapassar essa marca, mesmo que temporariamente, sinaliza a urgência de ações mais ambiciosas para redução de emissões de gases de efeito estufa.</p>
<h3>A Importância de se adaptar</h3>
<p>Os especialistas destacam que o aumento das temperaturas globais intensifica eventos climáticos extremos como ondas de calor, secas prolongadas, tempestades mais intensas e elevação do nível do mar. Estes fenômenos têm impactos diretos na segurança alimentar, disponibilidade de água, saúde pública e infraestrutura, afetando de forma desproporcional as populações mais vulneráveis.</p>
<p>O relatório comprova a necessidade urgente de adaptação da agropecuária, com práticas que ajudem a atividade a enfrentar as mudanças do clima. No caso da pecuária, por exemplo, o plantio de árvores no pasto pode retardar a secura da pastagem que, na sombra, sofre menos com os efeitos da seca e do calor. Na agricultura, a boa gestão da água será muito importante. Recuperar a vegetação natural em áreas de nascentes, topos de morro e ao redor de cursos d&#8217;água reduz perdas. Plantio em curva e outras técnicas que reduzem a erosão serão igualmente estratégicas.</p>
<p>A agência enfatiza que, apesar do cenário desafiador, ainda há tempo para evitar os piores cenários climáticos, desde que governos, empresas e sociedade civil intensifiquem seus esforços para uma transição rápida para uma economia de baixo carbono.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Aquecimento global bate recorde e planeta pede socorro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Mar 2025 13:08:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[clima]]></category>
		<category><![CDATA[gases do efeito estufa]]></category>
		<category><![CDATA[mudanças climáticas]]></category>
		<category><![CDATA[OMM]]></category>
		<category><![CDATA[PRINCIPAL]]></category>
		<category><![CDATA[temperatura]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/03/Enchente_maraba-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O ano de 2024 foi o mais quente de toda história e o primeiro a registrar temperaturas 1,5 ºC acima da média da era pré-industrial, confirma o mais recente relatório da Organização Meteorológica Mundial (OMM), agência das Nações Unidas especializada em estudos sobre clima, tempo e recursos hídricos. Divulgado nesta quarta-feira, 19, o estudo reforça [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/03/Enchente_maraba-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O ano de 2024 foi o mais quente de toda história e o primeiro a registrar temperaturas 1,5 ºC acima da média da era pré-industrial, confirma o mais recente relatório da Organização Meteorológica Mundial (OMM), agência das Nações Unidas especializada em estudos sobre clima, tempo e recursos hídricos. Divulgado nesta quarta-feira, 19, o estudo reforça que o clima do planeta está mudando de forma acelerada, o que pode deixar consequências irreversíveis para a vida na Terra e levar a impactos econômicos e sociais.</p>
<p>Os sinais de alerta são diversos: a concentração de dióxido de carbono (CO2) está nos níveis mais altos dos últimos 800 mil anos; cada um dos últimos dez anos foram individualmente os mais quentes já registrados; a cada ano foram batidos novos recordes para ondas de calor no oceano; as maiores perdas de massa geleira ocorreu nos últimos três anos e o nível do mar dobrou desde que as medições por satélite começaram.</p>
<blockquote><p>“Dados de 2024 mostram que nossos oceanos continuaram a aquecer, e os níveis do mar continuaram a subir. As partes congeladas da superfície da Terra, conhecidas como criosfera, estão derretendo a uma taxa alarmante: as geleiras continuam a recuar, e o gelo marinho da Antártida atingiu sua segunda menor extensão já registrada. Enquanto isso, o clima extremo continua a ter consequências devastadoras ao redor do mundo”, destacou Celeste Saulo, secretária-geral da OMM.</p></blockquote>
<p>A combinação desses fatores com a alta das temperaturas dos últimos anos cria um cenário de crise. Ciclones tropicais, inundações, secas e outros perigos em 2024 levaram ao maior número de novos deslocamentos registrados nos últimos 16 anos, contribuindo para o agravamento da fome, com enormes perdas econômicas.</p>
<p>Evitar um quadro mais drástico ainda é possível, segundo a agência. Apesar de em 2024 a Terra ter superado a média de 1,5 ºC prevista no Acordo de Paris, a OMM diz que o aumento médio está entre 1.34 e 1.41 °C.</p>
<blockquote><p>“Nosso planeta está emitindo mais sinais de socorro, mas este relatório mostra que limitar o aumento da temperatura global a longo prazo a 1,5 graus Celsius ainda é possível. Os líderes devem se esforçar para que isso aconteça,  aproveitando os benefícios de energias renováveis ​​baratas e limpas para seus povos e economias, com novos planos climáticos nacionais previstos para este ano”, disse o secretário-geral das Nações Unidas, Antônio Guterres, fazendo alusão aos planos que devem ser aprovados pelos países na COP30, que ocorre em novembro, em Belém.</p></blockquote>
<p>Para a entidade, é necessário que os governos assumam compromissos mais ousados de redução das emissões de gases do efeito estufa e também invistam no fortalecimento de estratégias de mitigação e adaptação às mudanças climáticas. Sem esse investimento, populações inteiras ficam vulneráveis aos impactos de grandes secas, enchentes e outros desastres naturais cada vez mais frequentes.</p>
<p>O investimento em serviços meteorológicos, hídricos e climáticos é mais importante do que nunca para enfrentar os desafios e construir comunidades mais seguras e resilientes, enfatizou Celeste</p>
<blockquote><p>“Estamos progredindo, mas precisamos ir mais longe e mais rápido. Apenas metade de todos os países do mundo têm sistemas de alerta precoce adequados. Isso precisa mudar”, salientou ela.</p></blockquote>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Após observatório europeu, OMM também indica 2024 como o ano mais quente da história</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Nov 2024 18:20:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[2024]]></category>
		<category><![CDATA[Acordo de Paris]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/02/calor9-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A Organização Meteorológica Mundial (OMM)  anunciou que 2024 está a caminho de se tornar o ano mais quente já registrado. A temperatura média global deve ultrapassar 1,5°C acima dos níveis pré-industriais, o limite estabelecido no Acordo de Paris para evitar os piores impactos das mudanças climáticas. O relatório da OMM, divulgado na abertura da COP29 [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/02/calor9-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>A Organização Meteorológica Mundial (OMM)  anunciou que 2024 está a caminho de se tornar o ano mais quente já registrado. A temperatura média global deve ultrapassar 1,5°C acima dos níveis pré-industriais, o limite estabelecido no Acordo de Paris para evitar os piores impactos das mudanças climáticas.</p>
<p>O relatório da OMM, divulgado na abertura da COP29 indica que a intensificação de eventos extremos como ondas de calor, secas, incêndios florestais e inundações é a nova realidade do planeta. &#8220;Estamos torrando&#8221;, afirmou a secretária-geral da OMM, Celeste Saulo, em nota.</p>
<p>O  <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/copernicus-confirma-2024-como-ano-mais-quente-ja-registrado-na-historia/" target="_blank" rel="noopener">observatório climático europeu Copernicus,</a> na semana passada, também  anunciou 2024 como ano mais quente.</p>
<h3>Acordo de Paris</h3>
<p>Apesar da média de 1,54°C registrada nos primeiros nove meses deste ano, de acordo com a OMM, ainda não se considera que a meta mais ambiciosa do Acordo de Paris tenha fracassado, destaca a Folha. Para que se considere que o aquecimento se estabilizou neste nível, deve-se analisar uma média de 20 anos. E a temperatura média das últimas duas décadas está em 1,3°C.</p>
<p>A média de 1,5°C  pode não ter sido oficialmente ultrapassada, mas a tendência é preocupante. Um novo estudo, publicado na revista Nature Geoscience, sugere que o mundo pode estar mais próximo do limite do que se pensava anteriormente. Ao utilizar uma nova linha de base para calcular o aumento da temperatura global, os cientistas estimam que o planeta já teria ultrapassado 1,49°C acima dos níveis pré-industriais.</p>
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		<title>Rios do mundo inteiro enfrentam a pior seca em três décadas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Oct 2024 15:33:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/08/seca-Santarem-Prefeitura-de-Santarem-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A seca no mundo atingiu níveis recordes em 2023. Segundo relatório da OMM (Organização Meteorológica Mundial), divulgado nesta segunda-feira, 7, os rios globais encolheram drasticamente no último ano, com 45% deles abaixo do nível normal. O pior índice em mais de três décadas. A crise hídrica no Brasil, marcada pela pior seca em 75 anos [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/08/seca-Santarem-Prefeitura-de-Santarem-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>A seca no mundo atingiu níveis recordes em 2023. Segundo relatório da OMM (Organização Meteorológica Mundial), divulgado nesta segunda-feira, 7, os rios globais encolheram drasticamente no último ano, com 45% deles abaixo do nível normal. O pior índice em mais de três décadas.</p>
<p>A crise hídrica no Brasil, marcada<a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/brasil-enfrenta-a-pior-seca-de-sua-historia-recente-informa-o-cemaden/" target="_blank" rel="noopener"> pela pior seca em 75 anos na Amazônia</a>, é um exemplo dos impactos da mudança climática e é citada no documento. O mapa de dias consecutivos sem chuva do Cemaden, atualizado em 1 de outubro de 2024, registra mais de <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/seca-no-rio-tapajos-compromete-acesso-da-populacao-a-servicos-basicos/" target="_blank" rel="noopener">500 municípios brasileiros</a> já enfrentam um período crítico prolongado, com mais de<a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/com-seca-severa-rio-tapajos-esta-em-situacao-de-escassez-hidrica/" target="_blank" rel="noopener"> 150 dias sem precipitação</a>.</p>
<p>E a projeção para outubro de 2024 é de agravamento da seca em diversas regiões do Brasil e expansão dos municípios com condição de seca extrema,</p>
<p>De acordo com a OMM, a aceleração do ciclo hidrológico, causada pelo aquecimento global, está tornando o clima mais extremo, com eventos de seca e inundação se alternando rapidamente.</p>
<p>&#8220;Recebemos sinais de socorro [da natureza] na forma de chuvas cada vez mais extremas, inundações e secas que causam um grande impacto em vidas, ecossistemas e economias. O derretimento do gelo e das geleiras ameaça a segurança hídrica de longo prazo para milhões de pessoas. Ainda assim, não estamos tomando as medidas urgentes necessárias&#8221;, afirma a a secretária-geral da organização, Celeste Saulo.</p>
<p>Atualmente, 3,6 bilhões de pessoas enfrentam acesso inadequado à água pelo menos um mês por ano e espera-se que esse número aumente para mais de 5 bilhões até 2050, de acordo com a ONU.</p>
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		<title>Ano mais quente já registrado, 2023 superou recordes climáticos no mundo, diz relatório internacional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Mar 2024 16:10:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[aquecimento global]]></category>
		<category><![CDATA[incêndios florestais]]></category>
		<category><![CDATA[mudanças climáticas]]></category>
		<category><![CDATA[OMM]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/10/seca_santarem-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Muito tem se falado sobre os desafios de se realizar a COP em Belém, em 2025, sob o ponto de vista logísitco: se haverá acomodações, tranporte e infra-estrutura para receber um evento que reune cerca de 70 mil pessoas do mundo todo. O mais recente relatório da Organização Meteorológica Mundial (OMM) lança luz, porém, sobre [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/10/seca_santarem-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Muito tem se falado sobre os desafios de se realizar a COP em Belém, em 2025, sob o ponto de vista logísitco: se haverá acomodações, tranporte e infra-estrutura para receber um evento que reune cerca de 70 mil pessoas do mundo todo. O mais recente relatório da Organização Meteorológica Mundial (OMM) lança luz, porém, sobre um desafio muito mais sério: controlar o aquecimento do planeta.</p>
<p>Segundo a organizaçao, além de ter sido o ano mais quente já registrado, 2023 foi marcado por consecutivas  quebras de recordes climáticos, desencadeando <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/numero-de-dias-com-ondas-de-calor-passou-de-7-para-52-em-30-anos-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener">ondas de calor</a>, enchentes, <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/mudancas-climaticas-e-nao-o-el-nino-foram-a-causa-principal-da-seca-severa-na-amazonia/" target="_blank" rel="noopener">secas</a>,<a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/de-incendios-florestais-a-caca-oncas-pintadas-estao-sob-serias-ameacas-na-amazonia-brasileira/" target="_blank" rel="noopener"> incêndios florestais</a> e ciclones tropicais. O resultado é o <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/secas-e-mudancas-climaticas-trazem-riscos-para-o-futuro-da-pesca-em-santarem/" target="_blank" rel="noopener">aumento da miséria da população mais vulnerável</a> e perdas econômicas de muitos bilhões de dólares.</p>
<p>De acordo com o relatório da OMM,  2023 registrou temperatura média global perto da superfície atingindo 1,45&#8243; C (com uma margem de incerteza de ± 0,12 °C) acima da linha de base pré-industrial. Também foi a década mais quente já documentada.</p>
<p>Para o o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, “as sirenes estão tocando em todos os principais indicadores e o ritmo das mudanças está acelerando”.</p>
<blockquote><p>&#8220;Nunca estivemos tão perto &#8211; embora temporariamente no momento &#8211; do limite inferior de 1,5°C do Acordo de Paris sobre mudança climática&#8221;, disse a Secretária-Geral da OMM, Celeste Saulo. &#8220;A comunidade da OMM está soando o Alerta Vermelho para o mundo.&#8221;</p></blockquote>
<p>De acordo com Celeste, a mudança climática é muito mais do que temperatura. O que o mundo testemunou em 2023, especialmente com o calor oceânico sem precedentes, recuo das geleiras e perda de gelo marinho na Antártica, é motivo de particular preocupação.</p>
<p>Em um dia normal de 2023, quase um terço do oceano global foi atingido por uma onda de calor marinha, prejudicando ecossistemas e sistemas alimentares vitais. No final de 2023, mais de 90% do oceano havia experimentado condições de onda de calor em algum ponto do ano.</p>
<h3>Gases de efeito estufa</h3>
<p>As concentrações observadas dos três principais gases de efeito estufa &#8211; dióxido de carbono, metano e óxido nitroso &#8211; atingiram níveis recordes em 2022. Dados em tempo real de locais específicos mostram um aumento contínuo em 2023.<br />
Os níveis de CO2 estão 50% mais altos do que na era pré-industrial, prendendo calor na atmosfera. A longa vida útil do CO2 significa que as temperaturas continuarão a subir por muitos anos.</p>
<h3>Temperatura</h3>
<p>A temperatura média global perto da superfície em 2023 foi de 1,45 ± 0,12 °C acima da média pré-industrial de 1850-1900. 2023 foi o ano mais quente no registro observacional de 174 anos. Isso quebrou o recorde dos anos anteriores mais quentes, 2016 em 1,29 ± 0,12 °C acima da média de 1850-1900 e 2020 em 1,27 ± 0,13 °C.</p>
<p>A média de dez anos da temperatura global de 2014-2023 é de 1,20 ± 0,12 °C acima da média de 1850-1900.</p>
<p>Globalmente, todos os meses de junho a dezembro foram recordes de calor para o respectivo mês. Setembro de 2023 foi particularmente notável, superando o recorde global anterior para setembro por uma ampla margem.</p>
<h3>Temperatura do oceano</h3>
<p>O calor do oceano atingiu seu nível mais alto em 2023, de acordo com o relatório. As taxas de aquecimento mostram um aumento particularmente forte nas últimas duas décadas.</p>
<p>É esperado que o aquecimento continue &#8211; uma mudança irreversível em escalas de centenas a milhares de anos. Ondas de calor marinhas mais frequentes e intensas têm profundas repercussões negativas para os ecossistemas marinhos e recifes de coral.</p>
<p>O oceano global experimentou uma cobertura média diária de ondas de calor marinhas de 32%, bem acima do recorde anterior de 23% em 2016. No final de 2023, a maior parte do oceano global entre 20° S e 20° N estava em condições de onda de calor desde o início de novembro.</p>
<p>A acidificação do oceano aumentou como resultado da absorção de dióxido de carbono.</p>
<h3>Aumento do Nível do Mar</h3>
<p>Em 2023, o nível médio global do mar atingiu um recorde na série de satélites (desde 1993), refletindo o contínuo aquecimento do oceano (expansão térmica) e o derretimento de geleiras e camadas de gelo.</p>
<p>A taxa de aumento do nível médio global do mar nos últimos dez anos (2014-2023) é mais do que o dobro da taxa de aumento do nível do mar na primeira década do registro do satélite (1993-2002).</p>
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		<title>2023 é o ano mais quente da história, confirma relatório da ONU</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Dec 2023 17:07:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[2023]]></category>
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		<category><![CDATA[El Niño]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/06/sol-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Ainda falta um mês para o ano acabar, mas 2023 já é o mais quente da história da humanidade. Quem confirma é  um relatório da Organização Meteorológica Mundial (OMM), agência climática das Nações Unidas (ONU), divulgado na quinta-feira, 30/11. O secretário geral da ONU, Antonio Guterres, disse  que &#8220;estamos vivendo o colapso climático em tempo [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/06/sol-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Ainda falta um mês para o ano acabar, mas 2023 já é o mais quente da história da humanidade. Quem confirma é  um relatório da Organização Meteorológica Mundial (OMM), agência climática das Nações Unidas (ONU), divulgado na quinta-feira, 30/11.</p>
<p>O secretário geral da ONU, Antonio Guterres, disse  que &#8220;estamos vivendo o colapso climático em tempo real, e o impacto é devastador&#8221;, na abertura para a COP28, em Dubai, no mesmo dia.</p>
<blockquote><p> &#8220;O aquecimento global recorde deveria provocar arrepios na espinha dos líderes globais. E deveria impeli-los à ação&#8221;, disse Guterres.</p></blockquote>
<p>Segundo o relatório da OMM, a temperatura média global já está 1,4º C acima da registrada no período pré-industrial. Com este valor,  2023 superou os anos de 2016, com 1,29°C acima da média, e 2020, com 1,27°C acima da média.</p>
<p>Em 2022, as concentrações dos três principais gases de efeito estufa &#8211; dióxido de carbono, metano e óxido nitroso &#8211; atingiram níveis recordes. Em 2023, dados de locais específicos mostram que os níveis dos três gases estão em constante crescimento, tornando o cenário mais preocupante.</p>
<p>No Brasil,  de julho a outubro, as temperaturas ficaram acima da média histórica. Estes meses  foram marcados por calor extremo em grande parte do País,como o Centro Oeste,  <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/seca-severa-fogo-e-fumaca-castigam-moradores-de-varias-regioes-do-para/" target="_blank" rel="noopener">seca severa no Norte</a> e enchentes no Sul.  Isso é reflexo do aquecimento global e do fenômeno El Niño (aquecimento acima da média das águas do Oceano Pacífico Equatorial), que tende a favorecer o aumento da temperatura em várias regiões do planeta.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Confirmado pela ONU: julho foi o mês mais quente já registrado na história</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Aug 2023 14:45:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[julho]]></category>
		<category><![CDATA[mudanças climáticas]]></category>
		<category><![CDATA[OMM]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/08/calor6-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A Organização Meteorológica Mundial, OMM confirmou: Julho de 2023 foi o mês mais quente já registrado na história. A temperatura esteve 0,72°C acima da média observada entre 1991 e 2020 e 0,33°C maior que o recorde anterior, em julho de 2019. De acordo com a vice-diretora do Serviço de Mudança Climática Copérnico, Samantha Burges, entidade [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/08/calor6-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p class="text-align-justify">A Organização Meteorológica Mundial, OMM <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/julho-sera-o-mes-mais-quente-ja-registrado-na-historia-confirma-servico-da-onu/" target="_blank" rel="noopener">confirmou</a>: Julho de 2023 foi o mês mais quente já registrado na história. A temperatura esteve 0,72°C acima da média observada entre 1991 e 2020 e 0,33°C maior que o recorde anterior, em julho de 2019.</p>
<p>De acordo com a vice-diretora do Serviço de Mudança Climática Copérnico, Samantha Burges, entidade parceira da OMM, esses novos recordes têm consequências terríveis para as pessoas e para o planeta, que fica exposto a eventos extremos cada vez mais “frequentes e intensos”</p>
<p class="text-align-justify">Os dados divulgados na terça-feira, 8, apontam que o último mês tenha sido cerca de 1,5°C mais quente do que a média de 1850 a 1900. Com isso, foram registradas ondas de calor em várias regiões do Hemisfério Norte, incluindo o sul da Europa.</p>
<p class="text-align-justify">Além disso, temperaturas bem acima da média ocorreram em vários países da América do Sul e em grande parte da Antártica.</p>
<p class="text-align-justify">A OMM também apresentou dados sobre a temperatura da superfície do mar, que continuaram a subir, após um longo período de temperaturas excepcionalmente altas desde abril de 2023, atingindo níveis recordes em julho.</p>
<p class="text-align-justify">No mês, as médias globais da superfície do mar ficaram 0,51°C acima do observado entre 1991 e 2020.</p>
<p class="text-align-justify">O Atlântico Norte esteve 1,05°C acima da média em julho, com as temperaturas na parte nordeste da bacia permanecendo acima da média e temperaturas excepcionalmente altas desenvolvidas no noroeste do Atlântico.</p>
<p class="text-align-justify">Ondas de calor marinhas se desenvolveram ao sul da Groenlândia e no Mar de Labrador, na bacia do Caribe e no Mar Mediterrâneo.</p>
<p><em>Fonte: ONU News</em></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
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