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	<title>#fruticultura &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<title>#fruticultura &#8211; Pará Terra Boa</title>
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		<title>Atenções redobradas com possível chegada da mosca-da-carambola ao Estado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gisele Coutinho]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jun 2022 15:00:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AGRICULTURA]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/06/moscadacarambola-embrapa-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Alô, alô, paraense! É preciso ficar atento aos riscos da mosca-da-carambola e não deixá-la entrar em nossa terra boa! Essa praga quarentenária presente no Brasil pode ameaçar pomares de 30 diferentes espécies de frutas, como laranja, manga e goiaba. Bactrocera carambolae é o nome científico desse inseto considerado a maior ameaça à fruticultura nacional. O [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/06/moscadacarambola-embrapa-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Alô, alô, paraense! É preciso ficar atento aos riscos da mosca-da-carambola e não deixá-la entrar em nossa terra boa! Essa praga quarentenária presente no Brasil pode ameaçar pomares de 30 diferentes espécies de frutas, como laranja, manga e goiaba. <em>Bactrocera carambolae</em> é o nome científico desse inseto considerado a maior ameaça à fruticultura nacional.</p>
<p>O Ministério da Agricultura estimou em 2019 que se a mosca-da-carambola ficasse fora de controle no Brasil, poderia gerar um prejuízo potencial de US$ 30,7 milhões no ano inicial e de cerca de US$ 92,4 milhões no terceiro ano de infestação. Imagina em 2022 com essa inflação lá em cima! Por isso, a importância do esforço preventivo.</p>
<p>A presença da mosca-da-carambola está restrita aos Estados do Amapá, Pará e Roraima, e está sob controle oficial do ministério. Ações educativas têm sido praticadas por meio de técnicos da Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (Adepará) com a finalidade de conscientizar a população sobre os riscos da entrada da mosca-da-carambola no território paraense.</p>
<p>Então, se algum passageiro ou embarcação forem abordados por fiscais estaduais agropecuários ou agentes fiscais agropecuários da Adepará, já sabe o que é! É importante colaborar com esse trabalho de sensibilização, conscientização e esclarecimento sobre as ações de combate e prevenção, legislação vigente, trânsito de frutos hospedeiros, danos econômicos e os problemas sociais gerados pela praga.</p>
<p>O objetivo é evitar a entrada de cargas de frutos vindos do Amapá com destino ao Pará, onde existe um sistema de monitoramento e vigilância constante no combate a mosca-da-carambola.</p>
<p>Segundo o IBGE, o Pará é o 7º maior produtor de frutas cítricas do Brasil e o primeiro da região Norte. Parte da produção é exportada para o Norte, Nordeste e Centro-Oeste e também para a Europa. A produção de frutas cítricas está concentrada em dois polos, no nordeste com a produção de laranja e tangerina, e na região oeste, que produz limão taiti e laranja.</p>
<p><em>Fontes: Adepará e Embrapa</em></p>
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		<title>Pará se destaca cada vez mais no cenário nacional de citrus</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvia Dias]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Jun 2021 15:00:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AGRICULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/06/oranges-1117628_1280-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Apesar de não aparecer no ranking nacional como o maior produtor de citrus, o Pará vem se destacando no segmento, devido à inexistência das principais pragas e doenças da cultura, como Greening, a Pinta Preta e o Cancro cítrico que já foram registradas em outros estados. Segundo maior produtor nacional de limão e sétimo de [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/06/oranges-1117628_1280-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="3853" class="elementor elementor-3853">
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									<p>Apesar de não aparecer no ranking nacional como o maior produtor de citrus, o Pará vem se destacando no segmento, devido à inexistência das principais pragas e doenças da cultura, como Greening, a Pinta Preta e o Cancro cítrico que já foram registradas em outros estados. Segundo maior produtor nacional de limão e sétimo de laranja, o estado paraense, de acordo com a Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca (Sedap), apresenta condições edafoclimáticas adequadas para a produção de citrus.</p><p>O gerente de fruticultura da Secretaria, Geraldo Tavares, informou que a cadeia de citrus tende a registrar um crescimento exponencial e assim alavancar o segmento nos próximos anos. “Por ter o seu território livre de doenças que são determinantes em outras regiões como sul e sudeste, nós não sofremos de enfermidades que atacam essa cultura. O Pará serve como uma zona de escape para que empresas de outras regiões do país, venham se alocar por aqui”, avalia o especialista.</p><p>O Pará, de acordo com as informações do especialista, tem atualmente dois polos citrícolas e áreas livres de cancro cítrico: a microrregião de Capitão Poço, englobando os municípios de Capitão Poço, Garrafão do Norte, Irituia, Nova Esperança do Piriá e Ourém; e Monte Alegre, juntando os municípios de Alenquer, Belterra, Mojuí dos Campos, Prainha e Santarém. “O reconhecimento oficial veio do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), por meio das resoluções de números um e seis, de março de 2017”, destacou. Ele ressaltou, ainda, que também é crescente o interesse de investidores de outros estados na procura de áreas na região nordeste paraense, visando a implantação de novos projetos.<br /><br />LEIA MAIS: <a href="https://www.paraterraboa.com/cursos-eventos/cursos-tecnicos-gratuitos-em-agronegocio-e-fruticultura-estao-com-inscricoes-abertas/" target="_blank" rel="noopener"><em>Cursos técnicos gratuitos em agronegócio e fruticultura estão com inscrições abertas</em></a><br /><br /><a href="https://www.paraterraboa.com/cursos-eventos/4327/" target="_blank" rel="noopener"><em>‘Prêmio CNA Brasil Artesanal – Chocolate’ está com inscrições abertas até dia 28</em></a></p><p>O município de Capitão Poço lidera com folga a produção, com cerca de 90% de toda área plantada no Pará.</p><p>Para manter esse patamar conquistado pelo segmento, a Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (Adepará) realiza um trabalho frequente com os produtores, de acompanhamento, monitoramento e combate às pragas nas plantações, conforme enumerou Tavares.</p><h3><strong>Abastecimento </strong></h3><p>Além de abastecer o Pará, explicou o gerente de fruticultura, as frutas cítricas, também atendem às indústrias de Sergipe, São Paulo, Maranhão, Piauí, Ceará, Amazonas e Amapá. A produção de laranja, limão e tangerina, segundo informou, vem apresentando grande expansão de áreas e incremento no volume &#8211; na ordem de 560 mil toneladas por ano.</p><p>O município de Capitão Poço lidera com folga a produção de citrus, pelo menos 90% de toda área plantada no Pará. Esse dado equivale a 16 mil hectares, sendo que 80% são de laranja e o restante de limão e tangerina.</p><blockquote><p>“A estimativa é que existam cerca de 4 mil produtores trabalhando com a plantação de frutas cítricas em Capitão Poço e demais localidades”, analisou o engenheiro agrônomo.</p></blockquote><div class="mt-4 txt_noticia"><h3><strong>Mercado</strong></h3><p>O Estado do Pará também exporta para o mercado europeu. O produto chega ao porto de Rotterdam, na Holanda, e de lá é distribuído para vários países da Europa. Nos últimos anos, segundo Tavares, os municípios de Monte Alegre e Capitão Poço vêm realizando a exportação de limão in natura para diversos países da Europa e Estados Unidos. Ele lembrou que funciona em Capitão Poço uma agroindústria para processamento de suco de laranja, com capacidade para 80 mil toneladas. “Com isso, iniciou-se uma nova fase da produção de citrus: a verticalização da cultura no Pará”, concluiu.</p><p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone wp-image-3857 size-large" src="http://paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/06/CITRUS-NO-PARA-922x1024.png" alt="" width="814" height="904" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/06/CITRUS-NO-PARA-922x1024.png 922w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/06/CITRUS-NO-PARA-270x300.png 270w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/06/CITRUS-NO-PARA-768x853.png 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/06/CITRUS-NO-PARA-1383x1536.png 1383w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/06/CITRUS-NO-PARA-150x167.png 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/06/CITRUS-NO-PARA-450x500.png 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/06/CITRUS-NO-PARA-1200x1333.png 1200w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/06/CITRUS-NO-PARA.png 1444w" sizes="(max-width: 814px) 100vw, 814px" /></p><p>Fonte: SECOM e Rose Barbosa (Ascom/Sedap)</p></div>								</div>
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