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	<title>COP28 &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<description>Um site para a gente boa desta terra</description>
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	<title>COP28 &#8211; Pará Terra Boa</title>
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		<title>Ministra afirma que Brasil e países-sede das COP28 e COP29 vão trabalhar juntos para próximas conferências</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Dec 2023 17:32:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/12/marina-silva-brasil-rumo-a-cop30-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A ministra do Meio Ambiente e da Mudança do Clima, Marina Silva, afirmou os Emirados Árabes, o Azerbaijão e o Brasil, sedes das COP 28, COP29 e COP30, respectivamente, formaram um grupo chamado de “troika” para monitorar o cumprimento do que foi acordado e estabelecer uma dinâmica entre as conferências.  “Terminava a COP da Espanha, [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/12/marina-silva-brasil-rumo-a-cop30-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>A ministra do Meio Ambiente e da Mudança do Clima, Marina Silva, afirmou os Emirados Árabes, o Azerbaijão e o Brasil, sedes das COP 28, COP29 e COP30, respectivamente, formaram um grupo chamado de “troika” para monitorar o cumprimento do que foi acordado e estabelecer uma dinâmica entre as conferências.</p>
<blockquote><p> “Terminava a COP da Espanha, todo mundo ia embora. O mesmo depois do Egito. Agora, como o desafio é enorme, vamos trabalhar juntos para criar sinergia entre a experiência observada agora nos Emirados Árabes Unidos e as experiências que acontecerão no Azerbaijão e no Brasil. Cada país está pensando como vai funcionar essa troika. Teremos uma primeira reunião de trabalho e vamos compartilhar&#8221;&#8221;, disse Marina, durante o evento “Brasil Rumo à COP30”, realizado pela Editora Globo em parceria com a CCR.</p></blockquote>
<p>Ela destacou a importância de o mundo aumentar seus compromissos em manter 1,5 graus de aumento da temperatura média da Terra e forçar os países a buscarem concretamente os pontos estabelecidos na última conferência, A expectativa é que a Conferência do Clima de 2024 avance no tratanento do financiamento climático, enquanto espera-se que em Belém sejam definidas novas NDCs (Contribuição Nacionalmente Determinada, na sigla em inglês), tendo como referência o balanço das metas assumidas no Acordo de Paris.</p>
<blockquote><p>“Queremos fazer com que as decisões tomadas [na COP28] tenham o rebatimento necessário e à altura. Não podemos pular a COP 29. O peso será distribuído igualmente entre essas conferências. Sem os meios de implementação, sem os recursos, as coisas não vão andar”, alertou.</p></blockquote>
<p>Sobre os resultado da COP28, ela afirmou que ainda são insuficientes, mas celebrou fato de terem incluído no texto final da conferência a transição para o fim dos combustíveis fósseis.</p>
<blockquote><p>&#8220;Mas, depois de 31 anos da Rio92, a conferência colocou um problema [em primeiro plano] que é a transição dos combustíveis fósseis e como essa transição vai ser feita. Dependerá da distribuição desse peso, da responsabilidade, nas três COPs [28, 29 e 30]”.</p></blockquote>
<h3><strong>Princípios da COP30 em Belém</strong></h3>
<p>Com Belém confirmada como sede da Conferência do Clima de 2025, o governo brasileiro deve reforçar uma perspectiva de ação integrada e multisetorial para a organização do evento. Alguns detalhes sobre o planejamento da COP30 foram adiantados por Gabriel Lui, secretário adjunto de da secretaria de articulação e monitoramento da Casa Civil também durante o evento da Editora Globo.</p>
<p>Segundo ele, o comitê de governança instituído para pensar a Conferência ainda está com os trabalhos em estágio inicial, porém já há um direcionamento dos princípios norteadores.</p>
<blockquote><p>“O primeiro deles é o compromisso com o processo negocial. O Brasil foi onde a Convenção de Clima nasceu, então a gente não pode perder a nossa referência, a nossa origem com relação ao compromisso com o sistema multilateral e com o processo negocial”, defendeu o secretário.</p></blockquote>
<p>O segundo princípio envolve a sustentabilidade sob os prismas econômico, ambiental e de resultados. Já o terceiro princípio abrange a questão da inclusão no sentido de que o evento possa promover a participação de diferentes segmentos sociais e, assim, engajar a sociedade global em novos compromissos para o combate às mudanças climáticas.</p>
<blockquote><p>“De partida, a gente trabalha com esses três princípios e é em torno disso que a gente vai delimitar e trabalhar com os diferentes elementos para organização do evento”, reforçou Gabriel Lui</p></blockquote>
<p>Ele ressaltou ainda que esta perspectiva está alinhada com as políticas nacionais para a área que incluem esforços para redução do desmatamento, o Plano de Transição Ecológica, o plano para recuperação de áreas degradadas, plano de agricultura de baixo carbono, entre outras.</p>
<blockquote><p>“A COP30 faz parte de um projeto, de uma visão do governo federal em relação ao reposicionamento do Brasil em uma esfera de liderança geopolítica internacional que valoriza os nossos próprios instrumentos, nossa capacidade de entrega do que a gente acredita que deve ser um mundo multilateral fortalecido”, frisou.</p></blockquote>
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		<title>COP28 termina com importante acordo sobre transição de combustíveis fósseis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Dec 2023 13:30:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[combustíveis fósseis]]></category>
		<category><![CDATA[COP28]]></category>
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		<category><![CDATA[gás]]></category>
		<category><![CDATA[petróleo]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/12/cop28-fim-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Pela primeira vez, as negociações na cúpula clima da ONU terminam com um acordo sobre a necessidade do fim  de combustíveis fósseis. O texto final da COP28, em Dubai, que saiu nesta quarta-feira, 13, apela aos países para que abandonem o uso de gás e petróleo de uma forma justa e ordenada para evitar efeitos [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/12/cop28-fim-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Pela primeira vez, as negociações na cúpula clima da ONU terminam com um acordo sobre a necessidade do fim  de combustíveis fósseis. O texto final da COP28, em Dubai, que saiu nesta quarta-feira, 13, apela aos países para que abandonem o uso de gás e petróleo de uma forma justa e ordenada para evitar efeitos devastadores das mudanças climáticas.</p>
<blockquote><p>&#8220;O acordo só é tão bom quanto a sua implementação. Devemos tomar as medidas necessárias para transformar o acordo em ações&#8221;, disse o presidente da cúpula climática, Sultan Al Jaber.</p></blockquote>
<p><span style="font-size: 14px; color: var(--c-contrast-800);">O texto reconhece a necessidade de reduções profundas, rápidas e sustentadas se a humanidade quiser limitar o aumento da temperatura global em 1,5ºC.</span></p>
<p>A ministra do Ministério do Meio Ambiente e Mudança Climátca, Marina Silva, afirmou que o compromisso assumindo na COP28 redireciona as ambições, mas também as responsabilidades, com comprometimento em todas as suas dimensões: mitigação, adaptação e meios de implementação alinhados a 1.5.</p>
<p>Em coletiva, logo após o anúncio, Marina  celebrou que no acordo há uma &#8220;forte sinalização para governos e empresas de que esse tema passa a fazer parte dos compromissos assumidos por todos&#8221;, principalmente pelos países desenvolvidos, como havia afirmado em seu discurso.</p>
<blockquote><p>&#8220;É fundamental que os países desenvolvidos tomem a dianteira na transição rumo ao fim dos combustíveis fósseis e assegurem os meios necessários para os países em desenvolvimento poderem implementar suas ações de mitigação e adaptação&#8221;, disse Marina, em seu discurso.</p></blockquote>
<p>O diretor geral de Política Global e Financiamento para a Conservação na The Nature Conservancy (TNC), Andrew Deutz, afirmou que a questão central nas negociações da COP28 foi garantir o consenso global sobre a eliminação progressiva da utilização de combustíveis fósseis. O próximo passo, é que os países desenvolvam planos e políticas climáticas nacionais mais ambiciosos até  2025,  para a´presentar na COP30, em Belém.</p>
<blockquote><p> Apelamos a todos os países para que desenvolvam compromissos robustos em toda a economia, que também salvaguardem e maximizem a contribuição da natureza, na nossa jornada coletiva rumo a um mundo mais limpo e mais justo”, disse Deutz.</p></blockquote>
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		<title>COP28: Noruega e Reino Unido anunciam doação de R$ 460 milhões para o Fundo Amazônia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Dec 2023 17:14:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/07/Amazonia39-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O Reino Unido e a Noruega anunciaram a doação de R$ 460 milhões para o Fundo Amazônia durante evento em comemoração aos 15 anos da criação do fundo, na COP28, em Dubai. Ao anunciar a doaçãode US$ 44 milhões (215 milhões de reais) para o fundo, o ministro da Segurança Climática do Reino Unido Graham [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/07/Amazonia39-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O Reino Unido e a Noruega anunciaram a doação de R$ 460 milhões para o Fundo Amazônia durante evento em comemoração aos 15 anos da criação do fundo, na COP28, em Dubai.</p>
<p>Ao anunciar a doaçãode US$ 44 milhões (215 milhões de reais) para o fundo, o ministro da Segurança Climática do Reino Unido Graham Stuart, afirmou que seu pais pretende colaborar com o Brasil na busca por investimentos privados.</p>
<p>Além de elogiar o a proposta do governo brasileiro apresentada durante a COP-28 para remunerar pela conservação de florestas, Stuart ainda citou o Pará como exemplo de bioeconomia.</p>
<blockquote><p>&#8220;Visitei Alter do Chão neste ano e vi esforços para aumentar a produção de mel, fortalecer a economia, alinhando os incentivos para as comunidades locais para lidar com a floresta como eles tradicionalmente fazem, mas ser mais ricos&#8221;, disse Stuart à <a href="https://exame.com/mundo/fundo-amazonia-noruega-e-reino-unido-anunciam-r-450-mi-em-novas-contribuicoes/" target="_blank" rel="noopener">Exame</a>.</p></blockquote>
<p>O ministro britânico ainda afirmou que Fundo Amazônia funciona porque viu os resultados.</p>
<h3>Fim de &#8216;anos difíceis&#8217;</h3>
<p>Já Andreas Bjelland Ericksen, ministro de Clima e Meio Ambiente da Noruega, primeiro e maior doador que não contribuía para o Fundo desde 2018,  afirmou que uma redução de 50% no desmatamento na Amazônia em 2023 é mais uma demonstração de que políticas fortes e determinadas estão dando resultados.</p>
<p>Ele ainda citou &#8220;anos dificeis&#8221; em referência ao governo Bolsonaro, quando o Fundo Amazônia ficou paralisado e afirmou que a doação de US$ 50 milhões (245 milhões de reais) marca a nova fase da parceria.</p>
<blockquote><p>&#8220;Vamos ser honestos. A gente deixou alguns anos difíceis para trás, tivemos uma pausa no pagamento do Fundo Amazônia desde 2018. E agora, em reconhecimento aos resultados do Lula e da Marina e das fortes ambições do Brasil, estou muito feliz em anunciar hoje que nós vamos recomeçar&#8221;, disse Ericksen.</p></blockquote>
<p>Até o fim deste mês, dados do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico (BNDES), responsável por gerir o fundo, mostravam que Brasil havia recebido apenas 3% dos US$ 3,3 bilhões prometidos neste ano pelos países parceiros, como Estados Unidos e União Europeia.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>COP28: Brasil anuncia programa para recuperar 40 milhões de hectares de pastagens degradadas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Dec 2023 14:08:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[COP28]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[PNCPD]]></category>
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		<category><![CDATA[recuperação]]></category>
		<category><![CDATA[recuperação de pastagens]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/08/areas_de_pastagem_Amazonia-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O Brasil pretende recuperar e converter até 40 milhões de hectares de pastagens de baixa produtividade em áreas agricultáveis em dez anos.  A ideia é praticamente dobrar a área de produção de alimentos no Brasil sem desmatamento, evitando assim a expansão sobre áreas de vegetação nativa. Para isso, o Governo Federal instituiu o Programa Nacional [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/08/areas_de_pastagem_Amazonia-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O Brasil pretende recuperar e converter até 40 milhões de hectares de pastagens de baixa produtividade em áreas agricultáveis em dez anos.  A ideia é praticamente dobrar a área de produção de alimentos no Brasil sem desmatamento, evitando assim a expansão sobre áreas de vegetação nativa.</p>
<p>Para isso, o Governo Federal instituiu o Programa Nacional de Conversão de Pastagens Degradadas em Sistemas de Produção Agropecuários e Florestais Sustentáveis (PNCPD) em decreto publicado na quarta-feira, 6. Detalhes da iniciativa foram divulgados em uma pianel na segunda-feira, 11, na COP28, em Dubai.</p>
<blockquote><p>“Tivemos oportunidade de mostrar ao mundo como o Brasil pretende intensificar a sua produção, dobrando a produção agropecuária brasileira nos próximos 10 anos, convertendo pastagens degradadas em áreas agricultáveis”, ressaltou o secretário de Comércio e Relações Internacionais do Ministério <span class="TextRun SCXW240874536 BCX0" lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR" data-contrast="auto"><span class="NormalTextRun SCXW240874536 BCX0">da Agricultura e Pecuária (</span><span class="NormalTextRun SCXW240874536 BCX0">Mapa</span><span class="NormalTextRun SCXW240874536 BCX0">)</span></span>, Roberto Perosa.</p></blockquote>
<p><span class="TextRun SCXW240874536 BCX0" lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR" data-contrast="auto"><span class="NormalTextRun SCXW240874536 BCX0">Para a execução do programa, o</span><span class="NormalTextRun SCXW240874536 BCX0">  </span><span class="NormalTextRun SCXW240874536 BCX0">Mapa contou</span><span class="NormalTextRun SCXW240874536 BCX0"> com o apoio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que deverá auxiliar na captação de recursos externos, sem a necessidade de subvenção do </span><span class="NormalTextRun SCXW240874536 BCX0">G</span><span class="NormalTextRun SCXW240874536 BCX0">o</span><span class="NormalTextRun SCXW240874536 BCX0">verno </span><span class="NormalTextRun SCXW240874536 BCX0">F</span><span class="NormalTextRun SCXW240874536 BCX0">ederal, para financiar as atividades desenvolvidas no âmbito do PNCPD.</span></span><span class="EOP SCXW240874536 BCX0" data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:259}"> </span></p>
<p>De acordo com matéria publicada no Reset, as taxas de juros serão definidas com base em critérios ambientais e sociais, e o crédito terá prazos alongados: 15 anos, com 3 de carência. “Com juros de 7% ao ano, em dólar, tem dinheiro à vontade para a agricultura brasileira. Queremos taxas mais competitivas que isso”, disse  Perosa ao site.</p>
<p>Para o ministro da Agricultura e Pecuária Carlos Fávaro, além de ser uma prática sustentável, a adoção dessas medidas garante a segurança alimentar e reduz o impacto das mudanças climáticas.</p>
<blockquote><p>“Com foco na produção com rastreabilidade e sustentabilidade, a proposta visa a intensificação da produção de alimentos, sem avançar no desmatamento sobre as áreas já preservadas e com práticas que levem à não emissão de carbono”, destaca.</p></blockquote>
<p>O PNCPD apoiará exclusivamente empreendimentos que estejam inscritos no Cadastro Ambiental Rural (CAR) e que no prazo de dez anos, contado da data de ingresso no Programa, reduzam as suas emissões ou aumentem a absorção de gases de efeito estufa, por meio do uso de práticas sustentáveis do ponto de vista ambiental, social e de governança; não apresentem aumento das emissões de gases de efeito estufa advindas da mudança no uso da terra; e que observem, no caso de financiamento, as condições previstas em normas relativas a crédito rural, aprovadas pelo Conselho Monetário Nacional.</p>
<p>Para a execução do programa, o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), com o apoio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), deverá auxiliar na captação de recursos externos, sem a necessidade de subvenção do Governo Federal, para financiar as atividades desenvolvidas no âmbito do PNCPD.</p>
<p>Em missões oficiais em diversos países, o ministro Fávaro já vem apresentando o programa e tem atraído o interesse dos investidores estrangeiros. Os investimentos poderão ser feitos para melhorar o pasto e intensificar a produção pecuária, para o cultivo de grãos em lavouras temporárias ou em sistemas integrados, como ILPF, para <span class="TextRun SCXW240874536 BCX0" lang="PT-BR" xml:lang="PT-BR" data-contrast="auto"><span class="NormalTextRun SCXW240874536 BCX0">para o plantio de florestas ou para a implantação de agroflorestas.</span></span><span class="EOP SCXW240874536 BCX0" data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:259}"> </span></p>
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		<title>COP28: Brasil negocia texto final com prazo para eliminação de combustíveis fósseis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Dec 2023 20:40:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[combustíveis fósseis]]></category>
		<category><![CDATA[COP28]]></category>
		<category><![CDATA[gst]]></category>
		<category><![CDATA[REDD+]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/12/coletiva-brasil-cop28-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Às vésperas do encerramento da Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas (COP28), realizada em Dubai, ainda não há acordo em relação ao texto do Global Stocktake (GST), uma espécie de balanço da implementação das metas assumidas com o Acordo de Paris. Nesta segunda-feira, 11, a delegação brasileira apresentou em coletiva à imprensa uma avaliação do [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/12/coletiva-brasil-cop28-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Às vésperas do encerramento da Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas (COP28), realizada em Dubai, ainda não há acordo em relação ao texto do Global Stocktake (GST), uma espécie de balanço da implementação das metas assumidas com o Acordo de Paris. Nesta segunda-feira, 11, a delegação brasileira apresentou em coletiva à imprensa uma avaliação do documento criticando, por exemplo, a falta de menção à e<a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/cop28-marina-silva-defende-economia-sem-combustiveis-fosseis-e-compromisso-com-a-meta-de-15oc/">liminação da produção e consumo de combustíveis fósseis</a>.</p>
<p>Para a ministra do meio ambiente e mudança do clima, Marina Silva, o GST apresenta alguns avanços ao estabelecer ambições alinhadas com a limitação do aumento da temperatura em até 1,5º C acima dos níveis pré-industriais e com as propostas da agenda de adaptação defendidas pelo Brasil. Além disso, o texto menciona a necessidade de redução das emissões nos processos relacionados à geração de energia.</p>
<p>Por outro lado, Marina Silva considera que o documento ainda carece de ajustes ao tratar de aspectos como a viabilidade da aplicação do REDD+ às florestas. Outra critica envolve a falta de clareza sobre os esforços necessários para eliminação do uso de combustíveis fósseis considerando as peculiaridades nacionais.</p>
<blockquote><p>“Uma das insuficiências é não estar ali estabelecido a questão dos esforços para eliminação em relação a combustível fóssil. Não é só a questão de redução de emissão, é também uma melhor clareza entre o balanço entre países desenvolvidos e países em desenvolvimento”, explicou a ministra.</p></blockquote>
<p>A prévia do GST diz ainda que a redução do consumo e da produção de combustíveis fósseis deve ocorrer de forma a zerar as emissões de carbono até 2050, o que para Marina Silva é incompatível com o propósito de conter o aumento de temperatura do planeta em 1,5º C.</p>
<blockquote><p>“O texto que nós consideramos mais adequado é um texto mais ambicioso. Ele não está ambicioso em relação a prazos e não está ambicioso em relação a questão de como trabalhar esse processo de eliminação, que é aquilo que o presidente Lula falou da dependência das nossas economias de produtores e consumidores”, esclareceu.</p></blockquote>
<p>Durante a coletiva foi afirmado que o Brasil vai continuar trabalhando no âmbito das negociações bilaterais e multilaterais para que o documento seja revisto. A previsão é que o GST seja apresentado nesta terça-feira, 12, no entanto só será considerado aprovado e servir de base para as metas climáticas globais, caso consiga o apoio das cerca de 200 nações que integram a Convenção-Quadro da ONU.</p>
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		<title>COP28: Agora é oficial, Belém será sede da COP 30, em 2025</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Dec 2023 15:22:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Belém]]></category>
		<category><![CDATA[COP28]]></category>
		<category><![CDATA[COP30]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/02/Belem-1--150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Agora é oficial, a COP 30 vai ser realizada em Belém. Baku, no Azerbaijão, foi designada para receber a COP29, depois de meses de indefinição e impasses com sua vizinha e adversária Arménia. O anúncio das duas cidades foi feito numa reunião presidida pelo presidente da COP 28, Sultan Al Jaber. O evento em Belém deverá ocorrer entre [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/02/Belem-1--150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><div class="ol-article-header">
<div class="byline"><span style="font-size: 14px; color: var(--c-contrast-800);">Agora é oficial, </span><span style="font-size: 14px; color: var(--c-contrast-800);">a </span>COP 30<span style="font-size: 14px; color: var(--c-contrast-800);"> vai ser realizada em Belém.</span> Baku, no Azerbaijão, foi designada para receber a COP29, depois de meses de indefinição e impasses com sua vizinha e adversária Arménia. O anúncio das duas cidades foi feito numa reunião presidida pelo presidente da COP 28, Sultan Al Jaber.</div>
</div>
<div><span style="font-size: 14px; color: var(--c-contrast-800);">O evento em Belém deverá ocorrer </span>entre os dias 10 e 21 de novembro de 2025, segundo esboço do texto final da COP28, que termina na terça-feira,12, em Dubai.</div>
<div class="ol-article-header">
<div class="byline">A ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, discursou após a confirmação dos países-membros da Conferência do Clima das Organizaçõe das Nações Unidas aprovaram a realização do evento no Brasil.</div>
</div>
<div>
<blockquote><p>&#8220;É com grande satisfação que informamos nossa decisão de realizar a COP de 2025 na Amazônia brasileira, um bioma essencial para conter o aquecimento global. A COP30 será realizada na cidade de Belém, capital do Estado do Pará.</p></blockquote>
<p>Ela reafirmou a importância da COP30 para a definição das novas metas dos países para que o mundo possa alcançar a missão de 1,5°C.  A ministra acreana se disse especialmente tocada pela realização do evento na Amazônia, onde nasceu e cresceu.</p>
<div class="">
<div id="content">
<article>
<div id="content-core">
<div id="parent-fieldname-text" class="">
<div>
<blockquote><p>&#8220;A Amazônia é um símbolo vivo da semente que plantamos na Rio 92. Uma região onde é evidente a conexão entre as três convenções que assinamos na ocasião: a Convenção de Biodiversidade, a Convenção-Quadro de Clima e a Convenção sobre Desertificação&#8221;.</p></blockquote>
<p>Ela agradeceu a presidência da COP28 pela sua hospitalidade e saudou a escolha do Azerbaijão como país convidado da COP29.</p>
<blockquote><p>Sabemos do desafio que lá teremos, com a necessidade de alinhamento dos temas de financiamento e meios de implementação às ambições de mitigação que podem nos levar ao desafio de 1,5°C.</p></blockquote>
</div>
</div>
</div>
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<div id="form-widgets-categoria" class="contenttree-widget relationchoice-field"></div>
</div>
<div class="documentActions">A expectativa é grande para COP de Belém porque idica que o Brasil pode protagonizar as discussões ambientais em todo o mundo .</div>
</article>
</div>
</div>
</div>
<div>
<p>&nbsp;</p>
</div>
]]></content:encoded>
					
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		<title>COP28: Declaração sobre sistemas alimentares deve alcançar 518 milhões agricultores em todo o mundo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 Dec 2023 15:20:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[alimentos]]></category>
		<category><![CDATA[COP28]]></category>
		<category><![CDATA[PRINCIPAL]]></category>
		<category><![CDATA[sistemas alimentares]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/11/agricultura-familiar-conab-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Um dos principais objetivos da COP28 era a implementação de um acordo climático para a área de agricultura. No segundo dia da Conferência do Clima, 134 países assinaram a Declaração sobre Agricultura Sustentável, Sistemas Alimentares Resilientes e Ação Climática, que reconhece a conexão entre as mudanças climáticas e a produção de alimentos e a importância [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/11/agricultura-familiar-conab-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Um dos principais objetivos da COP28 era a implementação de um acordo climático para a área de agricultura. No segundo dia da Conferência do Clima, <a href="https://www.paraterraboa.com/agricultura/na-cop28-paises-se-comprometem-a-incluir-agricultura-e-sistemas-alimentares-em-metas-climaticas/">134 países assinaram a Declaração sobre Agricultura Sustentável, Sistemas Alimentares Resilientes e Ação Climática</a>, que reconhece a conexão entre as mudanças climáticas e a produção de alimentos e a importância da adoção de medidas de adaptação.</p>
<p>Neste domingo, 10, um balanço desse acordo inédito foi apresentado em uma coletiva de imprensa. Um dos avanços alcançados nos últimos dias foi o aumento do número de países signatários, que agora chega a 152.</p>
<blockquote><p>“Isso significa que estamos cobrindo 5,9 bilhões de pessoas, 518 milhões agricultores, 73% de toda a comida que comemos e 78% das emissões de gases do efeito estufa que estão vindo do setor de alimentação e agricultura. Colocar esta declaração em prática, alcançando agora 152 apoios significa que essa é uma vontade política dos países para garantir que os sistemas alimentares e agricultura sejam parte das NDCs, parte da estratégia nacional de biodiversidade e parte dos planos de adaptação nacionais”, declarou a ministra de Mudança Climática e Meio Ambiente dos Emirados Árabes Unidos e líder do debate sobre sistemas alimentares na COP28.</p></blockquote>
<figure id="attachment_26676" aria-describedby="caption-attachment-26676" style="width: 455px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-26676 " src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/12/Mariam-COP28.jpg" alt="" width="455" height="304" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/12/Mariam-COP28.jpg 799w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/12/Mariam-COP28-300x200.jpg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/12/Mariam-COP28-768x512.jpg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/12/Mariam-COP28-150x100.jpg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/12/Mariam-COP28-450x300.jpg 450w" sizes="(max-width: 455px) 100vw, 455px" /><figcaption id="caption-attachment-26676" class="wp-caption-text">Mariam Almheiri fez um balanço da declaração sobre sistemas alimentares. Foto: COP28 / Stuart Wilson</figcaption></figure>
<p>A ministra ressaltou que houve avanços na mobilização de verba para a área. Até o momento, foram assumidos compromissos de investimento da ordem de US$ 83 bilhões, mas há a expectativa de arrecadar mais recursos e, principalmente, uma preocupação em fazer com que esse dinheiro chegue de fato aos agricultores.</p>
<blockquote><p>“Eu acredito que a COP28 é um ponto de virada para os sistemas alimentares e agricultura. Com a vontade política que nós fomos capazes de captar ao longo dos dias, a mobilização dos fundos, as ferramentas que fomos capazes de criar, acho que veremos nos próximos meses grandes impactos com dinheiro sendo direcionado a essas áreas”, acrescentou.</p></blockquote>
<p>A coletiva contou ainda com a participação de ministros e chefes de delegações de outros países, incluindo a brasileira Marina Silva. A ministra de Meio Ambiente e Mudança do Clima avaliou de forma positiva a declaração, pois demonstra um alinhamento com outra conquista desta COP, que foi o <a href="https://www.paraterraboa.com/cop28/cop28-aprovado-fundo-de-perdas-e-danos-para-ajudar-paises-pobres-a-enfrentar-desastres-climaticos/">acordo relacionado ao Fundo de Perdas e Danos</a>.</p>
<p>Para ela, no contexto atual são os sistemas alimentares e as populações vulneráveis os mais afetados pelas perdas e danos decorrentes das mudanças climáticas e, portanto, devem ser atendidos prioritariamente.</p>
<blockquote><p>“No Brasil, nos últimos 10 anos, tivemos uma perda de cerca de US$ 57 bilhões em relação à questão agrícola e a maior parte disso tem a ver com a parte de produção de alimentos. Para os países vulneráveis, a diminuição da produção em função de eventos extremos, seja por grandes estiagens seja por chuvas torrenciais afeta sobretudo os mais vulneráveis, as pessoas pobres. Isso aumenta o preço dos alimentos e cada vez mais se tem um sistema em cadeia que vai desestruturando outros aspectos da vida e da dinâmica das pessoas”, exemplificou Marina Silva.</p></blockquote>
<p>A ministra considera que o comprometimento multilateral nessa área exige a adoção de medidas que fortaleçam, por exemplo, a adoção de tecnologias que resultem no aumento de produtividade, mas também a valorização dos conhecimentos das populações tradicionais associados à agricultura e a cooperação técnico-cientifica</p>
<blockquote><p>“As mudanças climáticas estão afetando muito drasticamente os aspectos sociais, econômicos e culturais de segmentos de populações no mundo que já não conseguem mais viver das formas como historicamente viviam em seus processos produtivos”, reiterou a ministra, salientando a importância do tema.</p></blockquote>
<p>A FAO (Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura) lançou neste domingo, 10, <a href="https://www.paraterraboa.com/uncategorized/cop28-fao-lanca-roteiro-para-acabar-com-a-fome-sem-aumentar-temperatura-mas-frustra-especialistas/" target="_blank" rel="noopener">um roteiro</a> para acabar com a fome no mundo sem aumentar a temperatura da terra.</p>
<p><em>Por Fabrício Queiroz</em></p>
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		<title>COP28: FAO lança roteiro para acabar com a fome sem aumentar temperatura, mas frustra especialistas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 Dec 2023 15:19:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[COP28]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[FAO]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/07/agricultura_familiar2-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Hoje, a Organização para a Alimentação e a Agricultura (FAO) lançou na COP28 um roteiro global que visa eliminar a fome e todas as formas de subnutrição sem exceder o limite de 1,5°C estabelecido pelo  Acordo de Paris . O  Roteiro Global para Alcançar o Objet ivo de Desenvolvimento Sustentável 2 (ODS2) sem ultrapassar o limite de [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/07/agricultura_familiar2-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Hoje, a Organização para a Alimentação e a Agricultura (FAO) lançou na COP28 um roteiro global que visa eliminar a fome e todas as formas de subnutrição sem exceder o limite de 1,5°C estabelecido pelo  Acordo de Paris .</p>
<p>O  <a href="https://www.fao.org/interactive/sdg2-roadmap/en/" data-sf-ec-immutable="" data-sf-marked="" target="_blank" rel="noopener">Roteiro Global para Alcançar o Objet ivo de Desenvolvimento Sustentável 2 (ODS2) sem ultrapassar o limite de 1,5°C</a> , o primeiro do gênero para a alimentação, descreve uma estratégia que abrange os próximos três anos &#8211; ou seja, passa por COP28, COP29 e COP30, em Belém) e um grupo diversificado de soluções em dez domínios de ação distintos.</p>
<p>Tendo em vista que 600 milhões de pessoas enfrentem a fome crônica até 2030 e uma crise climática global crescente, o roteiro apela a uma mudança transformadora nos sistemas agroalimentares. Desafia a narrativa predominante de que o aumento da produção é sinônimo de maiores emissões e degradação ambiental.</p>
<p>Em vez disso, enfatiza a oportunidade dentro dos sistemas agroalimentares para melhorar a eficiência da produção, alinhando-se simultaneamente com os objectivos de mitigação, adaptação e resiliência climática.</p>
<p>Especialistas elogiaram a iniciativa, mas afirmaram que o roteiro tem limitações. O texto enfatiza produtividade e ganhos de eficiência, o que é essencial, mas subestima a necessidade de aumentar a diversidade da produção de alimentos.</p>
<p>Outra lacuna é o não alinhamento com as metas da COP de Biodiversidade, não mencionando o acordo global entre 188 países obtido há apenas um ano. O roteiro também não se atenta para o desequilíbrio de poder no setor, dominado por multinacionais, e pede mais engajamento com aqueles que farão parte da mudança, como pequenos produtores, mulheres e povos indígenas e tradicionais.</p>
<p>Mas há acertos. Entre eles, as metas específicas para metano, nitrogênio e florestas.</p>
<p>De acordo com Ruth Davis, membro da European Climate Foundation e associada sênior da Smith School of Enterprise and Environment em Oxford, disse que “o mundo precisa desesperadamente de um roteiro que nos aponte para um futuro mais justo, mais resiliente e sustentável para os sistemas alimentares&#8221;, mas o relatório da FAO não vai nos levar &#8220;até ao destino que necessitamos&#8221;.</p>
<blockquote><p>“Os marcos do roteiro significam que as empresas e os governos não têm agora desculpa para ignorar os alimentos nos seus planos climáticos. Mas faltam elementos vitais, incluindo um enfoque muito mais forte na natureza, que os próprios cientistas da FAO reconhecem ser crucial para garantir a segurança alimentar&#8221;.</p></blockquote>
<p>Para ela, o próximo roteiro da FAO deve se orientar pelos  objetivos e metas acordados por 188 governos no ano passado num acordo global histórico, devem orientar a próxima iteração do roteiro da FAO – ou todos corremos o risco de estar no caminho para lado nenhum.”</p>
<p>Já Emile Frison, do Painel Internacional de Especialistas em Sistemas Alimentares Sustentáveis ​​afirma que a FAO merece aplausous pela iniciativas, mas acredita ser pouco provável que estas propostas que priorizam a eficiência sejam suficientes para &#8220;tirar-nos do caminho da alta poluição, dos combustíveis fósseis e da fome em que nos encontramos&#8221;.</p>
<blockquote><p>“As próximas rondas deste processo terão de ir muito mais longe na proposta de uma verdadeira transformação do status quo, colocando muito mais ênfase na diversificação, nas cadeias de abastecimento mais curtas e na agroecologia, e no combate às enormes desigualdades de poder impostas por um punhado de empresas. que definem o que cultivamos e comemos.”</p></blockquote>
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		<title>COP28: Bancos firmam acordo internacional pelo desenvolvimento sustentável da Amazônia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 Dec 2023 13:27:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia Sempre]]></category>
		<category><![CDATA[bancos]]></category>
		<category><![CDATA[COP28]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Financiamento Climático]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/09/amazonia_TV-Brasil-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O Banco da Amazônia, o BID Invest, membro do Grupo BID, e a IFC, do Grupo Banco Mundial, assinaram durante a COP28 um acordo de colaboração para que as três instituições atuem em ações de coinvestimento de projetos de desenvolvimento sustentável na região amazônica. As informações são da Exame. A ideia é que os bancos [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/09/amazonia_TV-Brasil-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O Banco da Amazônia, o BID Invest, membro do Grupo BID, e a IFC, do Grupo Banco Mundial, assinaram durante a COP28 um acordo de colaboração para que as três instituições atuem em ações de coinvestimento de projetos de desenvolvimento sustentável na região amazônica. As informações são da <a href="https://exame.com/esg/banco-da-amazonia-faz-acordo-internacional-para-financiar-desenvolvimento-sustentavel/" target="_blank" rel="noopener">Exame</a>.</p>
<p>A ideia é que os bancos atuem na identificação de potenciais projetos e alinhem suas estratégias, políticas e objetivos para impulsionar o crescimento econômico inclusivo e sustentável na Amazônia brasileira.</p>
<p>Segundo as informações divulgadas, a parceria pretende dar escala a empreendimentos que sejam social, ambiental e economicamente sustentáveis por meio do programa Amazônia Sempre, lançado em agosto passado e que prevê um aporte adicional de US$ 5 bilhões para financiamento de projetos na região pelos próximos 10 anos.</p>
<p>O programa é uma iniciativa do BID direcionado ao investimento em quatro eixos: combate ao desmatamento; bioeconomia; desenvolvimento de pessoas; infraestrutura, cidades sustentáveis e conectividade; e agricultura, pecuária e silvicultura sustentáveis e de baixo carbono.</p>
<p>Ainda durante a COP28, diversos bancos multilaterais de desenvolvimento publicaram um conjunto de princípios comuns para monitorar o financiamento positivo para a natureza. A resolução está alinhada à Declaração Conjunta sobre a Natureza, as Pessoas e o Planeta assinada na COP26 e com o Marco Global de Biodiversidade de Kunming-Montreal.</p>
<p>No documento, as instituições defendem a implementação de finanças positivas para a natureza, que seriam financiamentos voltados ao apoio de ações que protegem, restauram ou melhoram o uso sustentável e a gestão da natureza. Além disso, o documento reforça que o investimento na natureza contribui para o alcance dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODSs) e contribui para a solução de problemas nas áreas de saúde, empregabilidade, desigualdade, mudanças climáticas, produção de alimentos, entre outras.</p>
<p>Em Dubai, o BID se comprometeu ainda a triplicar o financiamento climático ao longo dos próximos dez anos alcançando a marca de US$ 150 bilhões.</p>
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		<title>COP28: COP de Belém será oportunidade para protagonismo ambiental e negócios sustentáveis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 Dec 2023 19:18:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[COP28]]></category>
		<category><![CDATA[COP30]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/12/Sebrae-COP28-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A dois anos de sediar a COP30, a comitiva paraense presente na Conferência do Clima deste ano, em Dubai, fez uma série de anúncios alinhados com uma proposta de desenvolvimento sustentável, mas também aproveitou para promover a região e conhecer estratégias de organização do evento que deve atrair cerca de 70 mil visitantes em 2025. [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/12/Sebrae-COP28-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>A dois anos de sediar a COP30, a comitiva paraense presente na Conferência do Clima deste ano, em Dubai, fez uma série de <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/confira-o-balanco-dos-principais-anuncios-do-para-durante-a-cop28/">anúncios alinhados com uma proposta de desenvolvimento sustentável</a>, mas também aproveitou para promover a região e conhecer estratégias de organização do evento que deve atrair cerca de 70 mil visitantes em 2025.</p>
<p>Um dos focos de atenção desde que Belém foi oficializada como sede da COP é a estrutura hoteleira. A carência de leitos mobilizou diversos atores políticos e empresariais a buscarem investimentos do BNDES, por exemplo, para a ampliação e melhoria das acomodações. Com a liberação de recursos para a área, tudo indica que a cidade se prepara agora para desempenhar um papel relevante no debate climático global.</p>
<blockquote><p>&#8220;Se não temos hotéis 6 estrelas, temos a floresta amazônica, que nos apresenta com uma oportunidade extraordinária e nos aponta no horizonte um futuro para cuidar das pessoas e meio ambiente”, disse o governador do Pará durante sua participação no evento do Pacto Global da ONU acompanhado pelo <a href="https://umsoplaneta.globo.com/clima/cop/noticia/2023/12/08/belem-nao-e-dubai-nos-somos-amazonia-diz-helder-barbalho-governador-do-para-ve-cop30-como-oportunidade-para-brasil-aumentar-protagonismo.ghtml" target="_blank" rel="noopener">Um Só Planeta</a>.</p></blockquote>
<p>Para o governador, a agenda ambiental é uma oportunidade para impulsionar o estado rumo a uma nova perspectiva de desenvolvimento, em que a economia é aliada de estratégias de preservação e conservação da maior floresta tropical do planeta. A criação de mecanismos de rastreabilidade do gado, incentivo à agricultura regenerativa e a recuperação da vegetação nativa foram alguns dos anúncios do estado que quer deixar de lado o perfil devastador.</p>
<blockquote><p>&#8220;Não é algo que se manifesta da noite para o dia, mas uma oportunidade de legado para o estado do Pará. Precisamos conciliar os desafios ambientais, sociais e econômicos de forma a forjar nossa estratégia para atingir os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU (ODS)&#8221;, destacou Helder Barbalho.</p></blockquote>
<h3>Negócios sustentáveis</h3>
<p>Nesse sentido, a mobilização do setor produtivo também foi grande. Uma comitiva do Serviço Brasileiro de Apoio a Micro e Pequenas Empresas (Sebrae Pará) também acompanhou a Conferência do Clima debatendo questões ligadas à promoção de negócios sustentáveis, bem como buscando soluções para os empreendimentos locais.</p>
<blockquote><p>“Queremos ajudar a disseminar para os pequenos negócios paraenses as boas práticas adotadas em Dubai, para que façamos uma excelente edição da COP30 em nossa cidade”, afirma o diretor-superintendente do Sebrae Pará, Rubens Magno.</p></blockquote>
<p>Para ele, a COP30 será um momento crucial para que seja disseminado o trabalho de pequenos negócios paraenses que estão dedicados ao cuidado e aos investimentos em sustentabilidade. A expectativa é que os empreendimentos também invistam mais em processos de descarbonização e preservação da natureza.</p>
<blockquote><p>“As discussões sobre clima irão acontecer e elas são importantíssimas e cruciais para o mundo. Mas, outro ponto muito importante é que apresentaremos, definitivamente, para o mundo que a Amazônia tem pessoas conscientes, que tem produtores, e que eles têm consciência da importância de produzir de maneira sustentável. E o Sebrae tem ajudado nesse entendimento, principalmente no apoio aos pequenos negócios, para que eles sejam fortes, perenes e, principalmente, sustentáveis”, pontuou.</p></blockquote>
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