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	<title>carne bovina &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<title>carne bovina &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<item>
		<title>Ofensiva paraense busca proteger o cacau e expandir mercado de carne bovina</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Feb 2026 14:19:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[cacau]]></category>
		<category><![CDATA[carne bovina]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/20250619102401-GC00068131-F00245412-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O governador do Pará, Helder Barbalho, liderou uma comitiva de prefeitos, deputados e lideranças de dez municípios do estado em uma reunião estratégica no Ministério da Agricultura (Mapa), nesta quarta-feira, 11. O encontro resultou em um plano de ação para proteger as cadeias do cacau e do dendê contra importações predatórias e acelerar a exportação [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/20250619102401-GC00068131-F00245412-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O governador do Pará, Helder Barbalho, liderou uma comitiva de prefeitos, deputados e lideranças de dez municípios do estado em uma reunião estratégica no Ministério da Agricultura (Mapa), nesta quarta-feira, 11. O encontro resultou em um plano de ação para proteger as cadeias do cacau e do dendê contra importações predatórias e acelerar a exportação de carne bovina para os Estados Unidos.</p>
<p><strong>Resumo das Decisões:</strong></p>
<ul>
<li><strong>Cacau</strong>: O Ministério revisará a Instrução Normativa 125/2021 (que retirou exigências sanitárias do cacau africano) e acionará a Conab para rever preços mínimos e previsões de safra.</li>
<li><strong>Carne Bovina</strong>: Com o status de zona livre de aftosa sem vacinação, o Pará busca agora a missão oficial norte-americana para habilitar a exportação de carne in natura e industrializada.</li>
<li><strong>Dendê</strong>: Lideranças pedem a suspensão da cota de importação de 150 mil toneladas, alegando que o estado tem produção suficiente para suprir o mercado nacional.</li>
</ul>
<p>Participaram a reunião, representantes das principais regiões produtoras, incluindo Uruará, Vitória do Xingu, Medicilândia, Senador José Porfírio, Anapu, Placas, Altamira, Brasil Novo, Tucumã, São Félix do Xingu e municípios produtores de dendê.</p>
<h3>Cacau: Combate ao risco sanitário</h3>
<p>Um dos pontos mais críticos discutidos foi a dispensa do tratamento fitossanitário com brometo de metila para o cacau da Costa do Marfim. Produtores alertam que a medida amplia o risco de contaminação das lavouras brasileiras.</p>
<p>O ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, destacou que uma comitiva do Ministério está em missão na África para garantir que as importações não tragam riscos às plantações brasileiras.</p>
<blockquote><p>“Temos consciência de que a cadeia do cacau envolve milhares de famílias e possui um forte impacto social. Nosso objetivo é encontrar soluções que retomem a viabilidade econômica da cultura, com equilíbrio de mercado e proteção aos produtores”, afirmou.</p></blockquote>
<p>O ministro afirmou que o Brasil construiu uma reputação internacional como fornecedor seguro e competitivo, e qualquer decisão sobre importações será tomada com responsabilidade</p>
<blockquote><p> “Não vamos precarizar a questão sanitária em hipótese alguma&#8221;, disse</p></blockquote>
<p>Para o governador Helder Barbalho, o mercado vive um momento de excesso de oferta e queda de preços. Daí a importância de se &#8220;proteger o produtor do Pará, garantindo que o cacau continue sendo um grande motor econômico, social e ambiental”.</p>
<p><strong>As quatro ações anunciadas pelo Mapa:</strong></p>
<ul>
<li><strong>Segurança Sanitária</strong>: Reavaliação imediata dos riscos das importações africanas.</li>
<li><strong>Revisão do Drawback</strong>: Reavaliação do regime que permite a entrada de cacau estrangeiro sem impostos.</li>
<li><strong>Tarifas e Cotas:</strong> Ajuste das taxas de importação para equilibrar o mercado interno.</li>
<li><strong>Ação Comercial:</strong> Promoção do cacau brasileiro em mercados de alto valor, como Suíça, Europa e Rússia. &#8220;Vamos sair da defesa e jogar no ataque&#8221;, afirmou Fávaro.</li>
</ul>
<h3>Carne bovina: Foco em sustentabilidade</h3>
<p>Com o segundo maior rebanho do Brasil, e 23,4 milhões de cabeças de gado, o Pará foca em sustentabilidade para atrair mercados que pagam melhor. O estado exportou 222 mil toneladas em 2025 e quer mais.</p>
<blockquote><p>“O trabalho realizado nos últimos anos para abrir novos mercados e habilitar plantas industriais tem gerado resultados concretos. O Pará é um exemplo de estado que pode ampliar sua presença no comércio internacional de carnes”, disse Fávaro.</p></blockquote>
<p>Para Barbalho, a abertura de mercados internacionais também contribui para estimular práticas sustentáveis na produção.</p>
<blockquote><p>“Quanto mais habilitações internacionais tivermos, mais o produtor vai direcionar sua produção para mercados que pagam melhor. Isso estimula boas práticas e constrói uma política de sustentabilidade baseada em rentabilidade”.</p></blockquote>
<p>O Mapa agora trabalha para viabilizar a missão técnica dos EUA ao estado para a abertura oficial desse mercado.</p>
<h3>Dendê: Valorização da produção nacional</h3>
<p>O Pará é o maior produtor de dendê do Brasil, mas enfrenta dificuldades pelo excesso de frutos nas indústrias enquanto o País mantém cotas de importação de 150 mil toneladas.</p>
<p>Representantes da palma pediram a manutenção da taxa de importação atual para garantir a competitividade do setor no Brasil.</p>
<blockquote><p>“A pauta é que o Brasil processe apenas os frutos produzidos internamente”, explicou Jamir Macedo.</p></blockquote>
<p>O governador reforçou que a prioridade deve ser o produto paraense para garantir a sustentabilidade econômica do setor.</p>
<p>Fávaro encaminhou o pleito para a Gecex/Camex:</p>
<blockquote><p>“Vamos verificar as possibilidades com base em dados técnicos, na posição dos estados e das entidades representativas, buscando a melhor solução para o setor”.</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Protocolo internacional beneficia pecuária do Pará</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paloma Lobatto]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Aug 2025 17:21:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[PECUÁRIA]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[carne bovina]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[PRINCIPAL]]></category>
		<category><![CDATA[rastreabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/07/photo_4924714376561274531_w-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A pecuária do Pará ganha um novo impulso com as negociações entre Brasil e China para a criação de um protocolo bilateral de certificação e rastreabilidade de produtos agropecuários. A iniciativa busca fortalecer as exportações para o mercado chinês e valorizar a sustentabilidade e o estado com seu arrojado programa próprio de rastreabilidade deve se [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/07/photo_4924714376561274531_w-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>A pecuária do Pará ganha um novo impulso com as negociações entre Brasil e China para a criação de um protocolo bilateral de certificação e rastreabilidade de produtos agropecuários. A iniciativa busca fortalecer as exportações para o mercado chinês e valorizar a <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/sem-rastreabilidade-pecuaria-na-amazonia-pode-desmatar-3-milhoes-de-hectares-ate-2025/" target="_blank" rel="noopener">sustentabilidade</a> e o estado com seu arrojado <a href="https://www.paraterraboa.com/cop28/cop28-para-lanca-plano-para-rastrear-todo-o-rebanho-do-estado-individualmente-ate-2026/" target="_blank" rel="noopener">programa próprio de rastreabilidade</a> deve se beneficiar disso.</p>
<p>O Sistema Oficial de Rastreabilidade Bovídea Individual do Pará (SRBIPA) prevê que a identificação individual e a rastreabilidade do gado paraense tenham suas etapas de implantação concluídas até dezembro de 2026.</p>
<p>Com foco também na soja, o acordo, segundo reportagem da Folha, prevê que produtos brasileiros com selos de sustentabilidade serão oficialmente aceitos pelas autoridades e empresas chinesas.  Isso permitirá que produtos nacionais sejam exportados com selos de sustentabilidade, como &#8220;carne carbono neutro&#8221; e &#8220;soja de baixo carbono&#8221;.</p>
<p>O acordo prevê o alinhamento de metodologias para medir emissões, uso do solo, manejo ambiental e bem-estar animal. A intenção é que selos brasileiros, como os desenvolvidos pela Embrapa (Carne Carbono Neutro &#8211; CCN e Carne Baixo Carbono &#8211; CBC), sejam aceitos oficialmente na China como prova de sustentabilidade. A validação desse protocolo pode facilitar as exportações, valorizar os produtos e reduzir barreiras comerciais não tarifárias.</p>
<p>As medidas visam integrar sistemas digitais de rastreabilidade, permitindo que a origem e as práticas ambientais dos produtos sejam verificadas por meio de QR Codes.</p>
<p>A comitiva do Ministério da Agricultura (Mapa) discutiu a proposta durante uma missão oficial à China em junho. <span class="s1"> A comitiva contou com representantes da Embrapa e da ApexBrasil. Reuniões foram realizadas com o Ministério da Agricultura e Assuntos Rurais da China e a Academia Chinesa de Ciências Agrárias para definir uma agenda técnica de cooperação em sustentabilidade agrícola.</span></p>
<p>A estatal chinesa Cofco Meat Investment, por exemplo, já demonstrou interesse em importar carne brasileira com certificação sustentável, o que seria uma oportunidade estratégica para os produtores nacionais.</p>
<p>A iniciativa, de grande importância para a economia brasileira, ganha ainda mais relevância com o aumento de <a href="https://www.paraterraboa.com/economia/produtos-que-ficaram-de-fora-do-tarifaco-representam-434-do-valor-exportado-aos-eua/" target="_blank" rel="noopener">50% nas tarifas dos Estados Unidos</a> sobre produtos brasileiros, o que fortalece a busca por novos mercados e a valorização de práticas sustentáveis na produção nacional.</p>
<p>O acordo permitirá que a carne paraense seja oficialmente certificada como sustentável, ampliando as portas de exportação para o maior mercado importador de carne, que é a China.</p>
<p><strong>LEIA MAIS:</strong></p>
<p><a href="https://www.paraterraboa.com/pecuaria/governo-define-cronograma-para-rastreabilidade-obrigatoria-de-bovinos-e-bufalos/" target="_top">Governo define cronograma para rastreabilidade obrigatória de bovinos e búfalos</a></p>
<p><a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/sem-rastreabilidade-pecuaria-na-amazonia-pode-desmatar-3-milhoes-de-hectares-ate-2025/" target="_top">Sem rastreabilidade, pecuária na Amazônia pode desmatar 3 milhões de hectares até 2025</a></p>
<p><a href="https://www.paraterraboa.com/cop28/cop28-para-lanca-plano-para-rastrear-todo-o-rebanho-do-estado-individualmente-ate-2026/" target="_top">Pará lança plano para rastrear todo o rebanho do Estado individualmente até 2026</a></p>
<p class="p1">
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		<title>Parlamento Europeu fecha acordo contra entrada de produtos ligados a áreas desmatadas</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/economia/parlamento-europeu-fecha-acordo-contra-entrada-de-produtos-ligados-a-areas-desmatadas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Dec 2022 17:59:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[cacau]]></category>
		<category><![CDATA[carne bovina]]></category>
		<category><![CDATA[commodities]]></category>
		<category><![CDATA[madeira]]></category>
		<category><![CDATA[Parlamento Europeu]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/12/parlamento-europeu-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O Parlamento Europeu chegou a um acordo preliminar nesta terça-feira, 6/12, que proíbe a entrada de commodities de áreas ligadas ao desmatamento no mercado europeu, o que tem potencial para afetar as exportações do Brasil, informa o jornal Estadão. A medida obrigará as empresas exportadoras a comprovar por meio da chamada declaração de &#8220;due diligence&#8221; [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/12/parlamento-europeu-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O <a href="https://www.europarl.europa.eu/about-parliament/pt" target="_blank" rel="noopener">Parlamento Europeu</a> chegou a um acordo preliminar nesta terça-feira, 6/12, que proíbe a entrada de <em>commodities</em> de áreas ligadas ao desmatamento no mercado europeu, o que tem potencial para afetar as exportações do Brasil, informa o jornal Estadão.</p>
<p>A medida obrigará as empresas exportadoras a comprovar por meio da chamada declaração de &#8220;due diligence&#8221; (<em>devida diligência</em>) que essas mercadorias não são provenientes de áreas com desmatamento ou de florestas derrubadas ilegalmente após 31 de dezembro de 2020. O regulamento prevê o controle sobre as importações de carne bovina, óleo de palma, soja, madeira, cacau, café e outros produtos.</p>
<p>De acordo com o texto acordado, embora nenhum país ou <em>commodity</em> seja banido, as empresas não poderão vender seus produtos na União Europeia (UE) sem esse tipo de declaração.</p>
<p>Conforme solicitado, as empresas também terão que verificar o cumprimento da legislação relevante do país de produção, inclusive sobre direitos humanos e se os direitos dos povos indígenas envolvidos foram respeitados.</p>
<p>O Parlamento e o Conselho terão de aprovar formalmente o acordo. A nova lei entrará em vigor 20 dias após a sua publicação no Jornal Oficial da UE, mas alguns artigos entrarão em vigor 18 meses depois.</p>
<p>Conforme o texto, a nova lei garantiria aos consumidores europeus que os produtos que compram não contribuem para a destruição e degradação das florestas, incluindo florestas primárias insubstituíveis, &#8220;reduzindo assim a contribuição da UE para as alterações climáticas e a perda de biodiversidade a nível global&#8221;.</p>
<p>Deste modo, a Comissão classificará os países, ou parte deles, em baixo, padrão ou alto risco dentro de 18 meses após a entrada em vigor deste regulamento. As sanções por falta de cumprimento devem ser proporcionais e dissuasivas e o montante máximo fixado em, pelo menos, 4% do volume de negócios anual total na UE do operador ou comerciante.</p>
<p><em>Fonte: Estadão</em></p>
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		<title>Cadeia produtiva da carne bovina está ligada a todo tipo de fraudes</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/pecuaria/cadeia-produtiva-da-carne-bovina-esta-ligada-a-todo-tipo-de-fraudes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Sep 2022 11:16:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[PECUÁRIA]]></category>
		<category><![CDATA[carne bovina]]></category>
		<category><![CDATA[fraude]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/09/boi-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Criminosos seguem manchando a imagem do agro brasileiro mundo afora. Um novo relatório da agência de notícias Repórter Brasil revela como documentos usados pelos frigoríficos para bloquear compras de bois ligados ao desmatamento ou trabalho escravo são facilmente adulterados, inclusive com a participação de funcionários públicos. Isso ameaça o compromisso de gigantes do setor em [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/09/boi-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Criminosos seguem manchando a imagem do agro brasileiro mundo afora. Um novo relatório da agência de notícias Repórter Brasil revela como documentos usados pelos frigoríficos para bloquear compras de bois ligados ao desmatamento ou trabalho escravo são facilmente adulterados, inclusive com a participação de funcionários públicos.</p>
<p>Isso ameaça o compromisso de gigantes do setor em garantir que, até o fim da década, nem um gado proveniente de áreas desmatadas será comprado.</p>
<p>O relatório <a href="https://reporterbrasil.org.br/wp-content/uploads/2022/09/220902-Monitor-Pecu%C3%A1ria-PT-06.pdf" target="_blank" rel="noopener">Monitor 16 – De Olhos Fechados Para o Desmatamento</a> investigou irregularidades na fiscalização da origem do gado que chega aos grandes frigoríficos brasileiros, como JBS, Marfrig e Minerva.</p>
<p>O resultado é que o rastreamento da cadeia produtiva do gado se revelou sujeito a todo tipo de fraudes, o que dificulta o monitoramento dos fornecedores, principalmente os indiretos. As violações vão desde esquemas para burlar os sistemas de controle dos frigoríficos até golpes envolvendo servidores públicos e hackers, que atuam de forma criminosa para apagar dos registros oficiais dados como as multas ambientais de fazendas fornecedoras.</p>
<p>O triste é que esses mesmos frigoríficos brasileiros anunciaram planos para garantir que, até o fim da década, não iriam comprar um gado sequer de áreas desmatadas. Para isso, JBS, Marfrig e Minerva vêm investindo em <strong><a href="https://reporterbrasil.org.br/2022/07/falhas-no-controle-de-frigorificos-colocam-em-xeque-promessas-de-combate-ao-desmatamento/" target="_parent" rel="noreferrer noopener" aria-label=" (abre numa nova aba)">ferramentas para monitorar a origem dos bois</a></strong>, incluindo tecnologias inovadoras que, em breve, permitirão o monitoramento ambiental dos seus fornecedores indiretos.</p>
<p>Alguns dos esquemas ilegais envolvem quadrilhas como a identificada na Operação Tokens, da Polícia Federal, em 2020. Os criminosos falsificavam certificados digitais (<em>tokens</em>) de funcionários do Ibama. Feito isso, acessavam os sistemas eletrônicos do órgão para desembargar, de forma clandestina, áreas interditadas na Amazônia por crimes como desmatamento ilegal.</p>
<p>Também no ano passado, a Operação Fake Bois, deflagrada pela Polícia Civil do Acre, revelou outro lado da fragilidade no monitoramento da pecuária: a participação de servidores públicos em esquemas de corrupção para mascarar o trânsito de gado de origem desconhecida.</p>
<p>A fraude ocorria por meio de adulterações nas Guias de Trânsito Animal (GTAs) – documentos obrigatórios para acompanhar o transporte do gado entre fazendas ou para o abate. Segundo as investigações, por anos um ex-servidor inseriu informações falsas no sistema responsável pela emissão destes documentos. Desde 2018, haviam sido detectadas 135 inserções falsas e ao menos 30 fazendas entre as áreas possivelmente beneficiadas.</p>
<p><em>Fonte</em>: <em>Repórter Brasil</em></p>
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		<title>Brasileiro quer saber de onde vem a carne bovina que come, diz estudo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Apr 2022 15:16:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[PECUÁRIA]]></category>
		<category><![CDATA[carne bovina]]></category>
		<category><![CDATA[desmatamento]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Radar Verde]]></category>
		<category><![CDATA[TAC da Carne]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/04/radar-verde-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Você sabe se a carne que você come vem de área desmatada? Essa pergunta circula cada vez com mais frequência pelo Brasil afora. O fundamental no questionamento é que os consumidores podem ajudar a frear o desmatamento na maior floresta tropical do planeta, exigindo que a carne bovina que comem não venha de áreas de [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/04/radar-verde-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Você sabe se a carne que você come vem de área desmatada? Essa pergunta circula cada vez com mais frequência pelo Brasil afora. O fundamental no questionamento é que os consumidores podem ajudar a frear o desmatamento na maior floresta tropical do planeta, exigindo que a carne bovina que comem não venha de áreas de desmatamento.</p>
<p>Mas, para garantir a origem da carne, é preciso monitorar toda a cadeia produtiva, começando pela fazenda onde nasce o bezerro e seguindo por todo o caminho que o produto faz até chegar à mesa das pessoas. Por isso, o Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (<a href="https://imazon.org.br/" target="_blank" rel="noopener">Imazon</a>) e o <a href="https://omundoquequeremos.com.br/" target="_blank" rel="noopener">Instituto O Mundo Que Queremos</a> estão desenvolvendo um novo indicador público de transparência e controle da cadeia de produção e comercialização de carne bovina no Brasil: o <a href="https://radarverde.org.br/" target="_blank" rel="noopener">Radar Verde</a>, que foi lançado nesta quarta-feira, 27/04.</p>
<p>A iniciativa acompanha a evolução dos tempos atuais com o crescimento cada vez maior da pecuária no Pará, por exemplo. São Félix do Xingu que o diga, já que é o município com mais cabeças de gado do Brasil.</p>
<h3>Brasileiros preocupados?</h3>
<p>Você sabia que mais de 40% do rebanho brasileiro está localizado nos Estados que compõem a Amazônia Legal, e os brasileiros estão preocupados com isso? De acordo com uma pesquisa encomendada pelo Radar Verde e realizada pelo Reclame AQUI, os brasileiros acham importante rastrear a carne que consomem.</p>
<p>Mais de 40% dos entrevistados responderam que já deixaram de comprar carne de fabricantes associados ao desmatamento ou violação de leis ambientais e 58% afirmaram que a informação clara sobre a procedência da carne é um fato relevante na hora da decisão da compra. Além disso, a maioria (79%) afirmou que quem vende a carne bovina (supermercados e frigoríficos) deve ser responsável por verificar se a produção causou ou está relacionada com o desmatamento.</p>
<h3>Mercado obscuro</h3>
<p>O déficit de transparência e controle dessa cadeia produtiva deve afetar cada vez mais as vendas das empresas. Entre os mais de 9 mil consumidores que responderam à pesquisa, 4.008 disseram que já deixaram de comprar carne de fabricantes publicamente associados ao desmatamento e 43% afirmaram que a marca da carne é um fator importante na hora da escolha.</p>
<p>Caso a rastreabilidade fosse regra, 73% dos consumidores disseram que deixariam de comprar em supermercados e frigoríficos que não conseguem garantir a procedência da carne que vendem e que a produção não causou desmatamento.</p>
<h3>TAC da Carne</h3>
<p>Em 2009, a fim de se encontrar uma solução para o desmatamento advindo da pecuária, algumas empresas do setor assinaram o Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) do Ministério Público Federal e/ou o Compromisso Público da Pecuária (CPP), a partir dos quais se comprometeram a não comprar animais de propriedades com irregularidades socioambientais no Pará.</p>
<p>Só que vários frigoríficos não cumpriram as exigências, comprando animais de localidades que desmataram a Amazônia. As demais irregularidades envolvem, entre outras, compras de fazendas embargadas pelo Ibama ou de localidades sem Cadastro Ambiental Rural (CAR) ou Licença de Atividade Rural (LAR).</p>
<p><em>Fonte: Instituto O Mundo que Queremos</em></p>
<p><strong>LEIA TAMBÉM:</strong><br />
<a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/pastagem-ocupa-75-da-area-desmatada-em-terras-publicas-na-amazonia/" target="_blank" rel="noopener"><b>Pastagem ocupa 75% da área desmatada em terras públicas na Amazônia<br />
</b></a><a href="https://www.paraterraboa.com/pecuaria/auditoria-do-mp-aponta-irregularidades-na-compra-de-bovinos-pela-jbs-no-para/" target="_blank" rel="noopener"><b>Auditoria do MP aponta irregularidades na compra de bovinos pela JBS no Pará<br />
</b></a><a href="https://www.paraterraboa.com/economia/supermercados-europeus-boicotam-carne-brasileira-e-produtos-associados-a-jbs/" target="_blank" rel="noopener"><b>Supermercados europeus boicotam carne brasileira e produtos associados à JBS<br />
</b></a><a href="https://www.paraterraboa.com/economia/cupuacu-traz-mais-renda-para-o-produtor-do-que-a-soja-e-carne-por-ano-hectare/" target="_blank" rel="noopener"><b>Cupuaçu traz mais renda para o produtor do que a soja e carne por ano/hectare</b></a></p>
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		<title>Supermercados europeus boicotam carne brasileira e produtos associados à JBS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Dec 2021 17:37:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[boicote]]></category>
		<category><![CDATA[carne bovina]]></category>
		<category><![CDATA[desmatamento]]></category>
		<category><![CDATA[Europa]]></category>
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		<category><![CDATA[supermercados]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/12/JBS-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Cinco redes europeias de supermercados e uma fabricante de alimentos comunicaram nesta quarta-feira, 15/12, que não vão mais vender carne bovina com origem no Brasil ou produtos de carne ligados à empresa brasileira JBS por causa de recentes denúncias de destruição da Floresta Amazônica. As informações são do site alemão &#8220;Deutche Welle&#8221;. De acordo com [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/12/JBS-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Cinco redes europeias de supermercados e uma fabricante de alimentos comunicaram nesta quarta-feira, 15/12, que não vão mais vender carne bovina com origem no Brasil ou produtos de carne ligados à empresa brasileira JBS por causa de recentes denúncias de destruição da Floresta Amazônica. As informações são do site alemão &#8220;Deutche Welle&#8221;.</p>
<p>De acordo com a reportagem, as seis redes são o grupo holandês Ahold Delhaize (que inclui as marcas Delhaize e Albert Heijn), a também holandesa Lidl Netherlands (que pertence ao grupo alemão Lidl), a belga Carrefour Belgium (subsidiária do grupo francês de mesmo nome), a francesa Auchan e a britânica Sainsbury’s. A elas une-se a empresa alimentícia britânica Princes Group.</p>
<p>Os compromissos assumidos variam de uma empresa para a outra. A Lidl se comprometeu a não vender mais carne com origem na América do Sul a partir de 2022. A Albert Heijn, maior rede de supermercados da Holanda, comunicou que vai parar de vender carne brasileira. Já a Delhaize e a Carrefour Belgium não vão mais vender salgadinhos de charque e outros produtos da marca Jack Link’s, associada à JBS.</p>
<p>A Albert Heijn esclareceu que tem em suas prateleiras apenas alguns poucos salgadinhos feitos com carne brasileira. A Sainsbury’s afirmou que pretende eliminar a carne brasileira da sua marca própria de corned-beef, mas acrescentou que 90% da sua carne já vêm do Reino Unido e da Irlanda.</p>
<p>Os boicotes foram anunciados depois de uma investigação das ONGs &#8220;Repórter Brasil&#8221; e &#8220;Mighty Earth&#8221; acusar a JBS de adquirir reses criadas em áreas desmatadas, dentro de um esquema conhecido como “lavagem de gado”.</p>
<p>Por esse esquema, gado criado em áreas desmatadas é transferido para uma fazenda regularizada e depois vendido para o abate. Dessa forma, a origem da rês é mascarada.</p>
<blockquote><p>“Esses não são compromissos vagos ou anúncios bonitinhos que ficam bem em comunicados de imprensa, mas uma série de ações comerciais concretas adotadas por algumas das maiores redes de supermercado da Europa para parar de comprar e vender carne bovina de uma empresa e de um país que fizeram muitas promessas, mas apresentaram poucos resultados”, afirmou o diretor para a Europa da Mighty Earth, Nico Muzi.</p></blockquote>
<h3>BS promete tolerância zero</h3>
<p>A JBS declarou à agência de notícias Reuters que mantém tolerância zero com o desmatamento ilegal e que bloqueou mais de 14 mil fornecedores por descumprirem suas normas. A empresa acrescentou que monitorar fornecedores indiretos (que fornecem ao fornecedor final) é um desafio para todo o setor, mas que pretende criar um sistema para isso até 2025.</p>
<p>O desmatamento na Amazônia subiu no governo do presidente Jair Bolsonaro. Entre agosto de 2020 e julho de 2021, atingiu 13.235 km², segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Número equivale a mais do dobro da área do Distrito Federal e é o maior desde 2006.</p>
<h3>Ações no Pará</h3>
<p>A empresa JBS tem estado no olho do furacão há quatro anos por suspeitas de irregularidades no âmbito da Operação Lava Jato. No ano passado, o<span style="font-size: 14px; color: var(--c-contrast-800);"> Ministério Público Federal (MPF) do Pará fez uma auditoria nos frigoríficos do Estado em que foram constatadas, segundo o órgão, irregularidades em vários estabelecimentos entre janeiro de 2018 e junho de 2019. Os maiores índices de irregularidades foram encontrados nos frigoríficos da JBS. Os resultados da auditoria foram divulgados no dia 7/10.</span></p>
<p>Segundo o MPF, o frigorífico comprou 940.617 cabeças de gado no período, oriundas do Pará, sendo que 31,99% apresentaram evidência de irregularidade. É um índice três vezes superior ao tolerado pelo órgão para a auditoria.</p>
<p>A auditoria é um acompanhamento do Termo de Ajuste de Conduta (TAC) da Pecuária no Pará firmado entre vários frigoríficos e o MPF-PA em 2009 de não comprar gado para abate de áreas desmatadas ilegalmente, de terras indígenas, unidades de conservação e de empregadores na lista de trabalho escravo.</p>
<p>A empresa respondeu ao <strong>Pará Terra Boa</strong> na época, em outubro, que tem ampliado as boas práticas na empresa com o objetivo de reforçar a sustentabilidade da cadeia de fornecimento de bovinos no Pará. A JBS também entende que houve imprecisões nas definições dos critérios de monitoramento.</p>
<p>A empresa também anunciou um conjunto de ações com o objetivo de reforçar a sustentabilidade da cadeia de fornecimento de bovinos no Pará e ampliar a adoção de boas práticas por toda a indústria. Os investimentos somam R$ 5 milhões no Estado.</p>
<p><em>Fonte: Deutsche as/lf (Reuters, AFP, OTS)</em></p>
<p><strong>LEIA TAMBÉM:</strong><br />
<a href="https://www.paraterraboa.com/pecuaria/auditoria-do-mp-aponta-irregularidades-na-compra-de-bovinos-pela-jbs-no-para/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Auditoria do MP aponta irregularidades na compra de bovinos pela JBS no Pará</strong></a><br />
<a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/franca-classifica-bunge-e-cargill-como-fornecedores-de-soja-de-areas-de-risco-de-desmatamento/" target="_blank" rel="noopener"><strong>França classifica Bunge e Cargill como fornecedores de soja de áreas de risco de desmatamento</strong></a></p>
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		<title>China libera entrada de carne bovina do Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Dec 2021 12:41:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[PECUÁRIA]]></category>
		<category><![CDATA[carne bovina]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[importação]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/12/China-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) recebeu nesta quarta-feira, 15/12, a informação sobre a liberação das exportações de carne bovina para a China. Com isso, a certificação e o embarque da proteína animal para a China serão normalizados e podem ser retomados a partir de hoje, quarta. Os embarques para o país asiático estavam [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/12/China-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p dir="ltr">Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) recebeu nesta quarta-feira, 15/12, a informação sobre a liberação das exportações de carne bovina para a China. Com isso, a certificação e o embarque da proteína animal para a China serão normalizados e podem ser retomados a partir de hoje, quarta.</p>
<p dir="ltr">Os embarques para o país asiático estavam suspensos desde o dia 4 de setembro, quando o Brasil identificou e comunicou dois casos atípicos da Encefalopatia Espongiforme Bovina (EEB), registrados em Nova Canaã do Norte (MT) e em Belo Horizonte (MG).</p>
<p dir="ltr">A suspensão foi feita pelo Brasil em respeito ao protocolo firmado entre os dois países, que determina esse curso de ação no caso de EEB, mesmo que de forma atípica. O que significa que esses animais desenvolveram a doença de maneira espontânea e esporádica, não estando relacionada à ingestão de alimentos contaminados e que não há transmissão da doença entre os animais.</p>
<p dir="ltr">A OIE, que é a organização internacional que acompanha a saúde animal, analisou as informações prestadas em decorrência dos dois casos de EEB atípica e reafirmou o status brasileiro de “risco insignificante” para a enfermidade.</p>
<p dir="ltr">Em novembro, a <a class="internal-link" title="" href="https://www.gov.br/agricultura/pt-br/assuntos/noticias/china-libera-entrada-de-carne-bovina-brasileira-que-ja-estava-certificada" target="_blank" rel="noopener" data-tippreview-image="" data-tippreview-title="" data-tippreview-enabled="false" data-tippreview->China já havia liberado alguns lotes</a> de carne bovina brasileira que receberam a certificação sanitária nacional até o dia 3 de setembro de 2021.</p>
<p dir="ltr"><em>Fonte:  Ministério da Agricultura</em></p>
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		<title>Cupuaçu traz mais renda para o produtor do que a soja e carne por ano/hectare</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Dec 2021 18:01:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[carne bovina]]></category>
		<category><![CDATA[cupuaçu]]></category>
		<category><![CDATA[renda]]></category>
		<category><![CDATA[soja]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/12/cupuacu-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Se os produtores de soja passassem a investir em policultura de frutas e produtos hortícolas, sua renda mais que triplicaria, segundo estudo realizado pela pesquisadora da Universidade Federal do Pará e Embrapa Amazônia Oriental, Joice Ferreira, em parceria com a cientista Rachel Garrett, da Universidade de Boston. Para aqueles que desistissem da carne bovina em [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/12/cupuacu-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p class="p1">Se os produtores de soja passassem a investir em policultura de frutas e produtos hortícolas, sua renda mais que triplicaria, segundo estudo realizado pela pesquisadora da Universidade Federal do Pará e Embrapa Amazônia Oriental, Joice Ferreira, em parceria com a cientista Rachel Garrett, da Universidade de Boston. Para aqueles que desistissem da carne bovina em favor das frutas, sua renda por hectare poderia aumentar em mais de 13 vezes.</p>
<p class="p1">As pesquisadoras chegaram ao cálculo de que as fazendas ganhavam com gado de corte apenas US$ 250 por hectare, o que significa que a renda familiar em uma fazenda média de 30 hectares era de apenas US$ 8.500 por ano.</p>
<p class="p1">A soja, uma das principais safras de exportação do Brasil, teve um desempenho quatro vezes melhor, rendendo aos agricultores cerca de US$ 1.000 por hectare.</p>
<p class="p1">Para ajudar a explorar as oportunidades fora da soja e pecuária, as pesquisadoras investigaram então os rendimentos, a demanda de mercado e as possibilidades de receita, por hectare, de 35 espécies agroflorestais importantes e as compararam. De acordo com os dados, 94% das espécies pesquisadas superaram financeiramente o gado por hectare e, 83%, a soja por hectare.</p>
<p class="p1">A atividade que gerou a maior renda por unidade de terra foi a produção de frutas e horticultura, que rendeu cerca de US$ 3.300 por hectare &#8211; 12 vezes mais do que o ganho pelos fazendeiros. Hoje, menos de 1% das terras na região de estudo é dedicado ao cultivo de frutas e vegetais.</p>
<h3>Liderança</h3>
<p>A acerola, segundo o estudo, é a fruta da cesta que mais ganho traz ao produtor. Rende de US$ 10.800 a US$ 37 mil por hectare, por ano. A fruta é largamente produzida no Nordeste, com destaque para Bahia, Ceará, Paraíba e Pernambuco.</p>
<p>Deixando de lado o fenômeno da acerola e voltando os olhos para a produção da horta paraense, o cupuaçu é o segundo destaque da pesquisa, com ganho por ano, por hectare, de US$ 17.215 a US$ 30.375.</p>
<p>No Pará, as plantações estão concentradas em Castanhal e Tomé-Açu, cidades que se destacam com polos de produção e industrialização do fruto.</p>
<p>O cupuaçu é uma fruta bastante apreciada pelo paraense e tem ganhado atenção nacional para o uso além do culinário, sendo matéria-prima na fabricação de fármacos e cosméticos, conforme explica o pesquisador da Embrapa Amazônia Oriental, Rafael Moyses Alves.</p>
<blockquote><p>“Temos picos de produtividade, mas não temos escala e organização que dê segurança à industrialização do produto. Por outro lado, o cupuaçu apresenta grande potencialidade como matéria-prima para diversos ativos de bioeconomia e com isso, renda e desenvolvimento local em bases sustentáveis”, afirma o pesquisador.</p></blockquote>
<p>Acesse o estudo <a href="https://amazoninvestor.org/amazon-reforestation-with-a-profitable-twist/" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>.</p>
<p><strong>LEIA TAMBÉM:</strong><br />
<a href="https://www.paraterraboa.com/agricultura/acai-rende-duas-vezes-mais-por-hectare-que-pecuaria-de-corte/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Açaí rende duas vezes mais por hectare que pecuária de corte</strong></a><br />
<a href="https://www.paraterraboa.com/agricultura/extrativistas-do-norte-do-para-devem-comercializar-105-t-de-sementes-de-cumaru-em-dezembro/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Extrativistas do norte do Pará devem comercializar 10,5 t de sementes de cumaru em dezembro</strong></a></p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>União Eurasiática abre novas cotas para importação de carne com tarifa zero</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Dec 2021 13:47:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[carne bovina]]></category>
		<category><![CDATA[exportação]]></category>
		<category><![CDATA[importação]]></category>
		<category><![CDATA[Rússia]]></category>
		<category><![CDATA[tarifa zero]]></category>
		<category><![CDATA[União Econômica Eurasiática]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/12/carne-bovina-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A União Econômica Eurasiática (UEA) aprovou na semana passada a ampliação de cotas para importação, com tarifa zero, de carne bovina e suína destinada ao processamento. Fazem parte do bloco a Rússia, Armênia, Belarus, Cazaquistão e Quirguistão, informou o Ministério da Agricultura no dia 2/12. A cota russa para carne bovina será válida para todo [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/12/carne-bovina-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>A União Econômica Eurasiática (UEA) aprovou na semana passada a ampliação de cotas para importação, com tarifa zero, de carne bovina e suína destinada ao processamento. Fazem parte do bloco a Rússia, Armênia, Belarus, Cazaquistão e Quirguistão, informou o Ministério da Agricultura no dia 2/12.</p>
<p>A cota russa para carne bovina será válida para todo o ano de 2022, com volume de 200 mil toneladas. Para carne suína, a cota russa será de 100 mil toneladas, com validade entre 1º de janeiro e 30 de junho do próximo ano.</p>
<p>Além da Rússia, a medida prevê cotas que totalizam 38,5 mil toneladas de carne bovina fresca, refrigerada ou congelada, das quais 5 mil para a Armênia, 21 mil para o Cazaquistão, 5 mil para o Quirguistão e 7,5 mil para Belarus.</p>
<p>Também há cotas de carne suína congelada com volume de 5 mil toneladas para a Armênia e 7 mil para o Cazaquistão, e de carne suína fresca, refrigerada ou congelada no volume de 20 mil toneladas para Belarus.</p>
<p>As novas cotas de importação constam na Decisão 116/2021 da União Eurasiática. O tema foi tratado com o governo russo durante a visita da ministra Tereza Cristina a Moscou, em novembro.</p>
<h3><b>Plantas habilitadas para Rússia</b></h3>
<p>Desde a recente missão da ministra Tereza Cristina à Rússia, o governo de Moscou aprovou a retomada da habilitação de um total de 16 plantas frigoríficas brasileiras, instaladas em oito Estados (Goiás, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo). Desse total, sete são de carne bovina; oito de carne suína e uma de suína e aves.</p>
<p>Todas essas plantas já foram habilitadas no passado, mas tiveram as vendas suspensas desde 2017, devido à suposta detecção de ractopamina em produtos oriundos do Brasil. Em 2018, o mercado foi reaberto, mas com apenas poucos estabelecimentos habilitados.</p>
<p>A ministra Tereza Cristina tratou do assunto com o chefe do Serviço Federal de Vigilância Veterinária e Fitossanitária da Rússia (Rosselkhoznadzor), Sergey Dankvert.  De forma imediata, foi anunciada a retomada da habilitação de dois estabelecimentos de carne bovina.</p>
<p>No último dia 25 de novembro, haviam sido retiradas as restrições a outras 12 plantas brasileiras de carne bovina, suína e de aves, tendo em vista “o trabalho realizado pelo Mapa destinado ao cumprimento dos requisitos da Federação Russa e as garantias que foram apresentadas pelo órgão competente brasileiro”, conforme nota da Representação Comercial da Federação da Rússia no Brasil.</p>
<p>Naa terça-feira, 1º/12, mais duas plantas voltram a exportar carne bovina brasileira para aquele país.</p>
<p>Com a retomada das exportações desses frigoríficos após a missão da ministra Tereza Cristina, o Brasil passa hoje a ter habilitados para o mercado russo 19 estabelecimentos de carne bovina, 14 de carne suína e 29 de carne de aves, além de 26 de lácteos.</p>
<p><em>Fonte: Ministério da Agricultura</em></p>
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		<title>Exportações de carne bovina caíram 47% em novembro, diz Abrafrigo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Dec 2021 18:09:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[PECUÁRIA]]></category>
		<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[2021]]></category>
		<category><![CDATA[Abrafrigo]]></category>
		<category><![CDATA[carne bovina]]></category>
		<category><![CDATA[exportação]]></category>
		<category><![CDATA[novembro]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/12/carne-1-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />As exportações totais de carne bovina caíram 47% em novembro, na comparação com o mesmo mês do ano passado, com recuo de receita de 41%, segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior e compilados pela Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo). No mês de novembro, o volume foi de 105,2 mil toneladas e inclui o produto [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/12/carne-1-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><div id="dv" class="not">As exportações totais de carne bovina caíram 47% em novembro, na comparação com o mesmo mês do ano passado, com recuo de receita de 41%, segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior e compilados pela Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo).</div>
<div class="not">No mês de novembro, o volume foi de 105,2 mil toneladas e inclui o produto in natura e processado, com receita de US$ 501 milhões.</div>
<div class="not">De janeiro até novembro, o acumulado foi de 1,716 milhão de toneladas, queda de 7,15% em relação aos 11 primeiros meses de 2020. Já a receita deste ano, de US$ 8,5 bilhões, o aumento foi de 10% em decorrência da elevação dos preços do produto no mercado internacional.</div>
<div class="not">Em relação aos preços médios, neste ano, eles alcançaram US$ 4.959 por tonelada, aumento de 18,35% em relação aos preços do mesmo período de 2020 (US$ 4.190).</div>
<div class="not">A China se mantém como líder entre os maiores compradores da carne bovina brasileira, com 928.815 toneladas importadas pelo país e pela cidade-Estado de Hong Kong, 54% do total exportado pelo Brasil.</div>
<div class="not">Em segundo, estão os Estados Unidos, que movimentaram até aqui 117.805 toneladas, contra 54.384 toneladas no ano passado (aumento de 116,6%).</div>
<div class="not">O Chile é o terceiro país que mais importa a carne brasileira, seguido por Egito, Emirados Árabes e Filipinas. No total, 95 países aumentaram suas compras e outros 75 reduziram suas aquisições, informa a Abrafrigo.</div>
<p><em>Fonte: Abrafrigo</em></p>
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