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	<title>andiroba &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<title>andiroba &#8211; Pará Terra Boa</title>
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		<title>Resíduo de andiroba pode virar protetor solar sustentável, aponta estudo da UFOPA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tereza Coelho]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Jan 2026 13:29:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[TECNOLOGIA]]></category>
		<category><![CDATA[andiroba]]></category>
		<category><![CDATA[Andiroba FPS]]></category>
		<category><![CDATA[Giulia Pompermaier]]></category>
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		<category><![CDATA[Resíduo de Andiroba]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade Federal do Oeste do Pará]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/16099_07f09b79-b14e-16d3-a579-d91587a32291-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Por Tereza Coelho Um estudo produzido no Pará aponta que o aproveitamento dos resíduos industriais da andiroba (Carapa guianensis) pode gerar um extrato com Fator de Proteção Solar (FPS) próximo a 50, revelando uma alternativa sustentável aos filtros solares sintéticos. A pesquisadora Giulia Pompermaier, do Instituto de Saúde Coletiva da Universidade Federal do Oeste do [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/16099_07f09b79-b14e-16d3-a579-d91587a32291-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><em>Por Tereza Coelho</em></p>
<p>Um estudo produzido no Pará aponta que o aproveitamento dos resíduos industriais da andiroba (<em>Carapa guianensis</em>) pode gerar um extrato com Fator de Proteção Solar (FPS) próximo a 50, revelando uma alternativa sustentável aos filtros solares sintéticos.</p>
<p>A pesquisadora Giulia Pompermaier, do Instituto de Saúde Coletiva da Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA), cita que mais de 60% da andiroba vira resíduo orgânico após a extração de óleo, seu principal destino. No entanto, mesmo que a coleta da andiroba seja feita por meio de técnicas sustentáveis, o descarte inadequado dos seus resíduos pode gerar problemas ambientais como o acúmulo de lixo.</p>
<p>A andiroba é amplamente utilizada pelas indústrias cosmética e farmacêutica devido às propriedades do seu óleo, flor e sementes do fruto. Até o momento as principais propriedades ligadas ao insumo são ligadas a ação analgésica, antibacteriana, antifúngica, antiparasitária, anti-inflamatória e antialérgica.</p>
<p>Unido ao conhecimento tradicional e ancestral, as novas tecnologias podem ajudar em estratégias de reaproveitamento de resíduos industriais para reduzir impactos ambientais e impulsionando benefícios econômicos e sociais, gerando um reaproveitamento de ponta a ponta.</p>
<p>No levantamento, a pesquisadora obteve extratos do resíduo industrial da casca e do ‘bolo residual’ da andiroba, formados por casca e fruto, que foram posteriormente analisados para levantar os valores de fenóis totais, flavonoides e fator de proteção solar (FPS).</p>
<h3><strong>Alternativa sustentável</strong></h3>
<p>Os resultados revelaram que os extratos apresentaram potenciais fotoprotetores significativos, com FPS de 38,27 para a casca e 49,96 para o resíduo misto de fruto e casca. Os valores são compatíveis ao poder de proteção de protetores solares amplamente utilizados no mercado, revelando a possibilidade de um novo mercado para esses resíduos.</p>
<p>A pesquisadora sugere que a presença de bioativos naturais como limonoides e ácidos graxos tenham papel fundamental na absorção da radiação UV, que podem ser ampliados em associação com outros insumos naturais com proteção UV, garantindo alternativas naturais e sustentáveis de proteção solar para indivíduos com hipersensibilidade aos protetores sintéticos.</p>
<p>O estudo reforça ainda que além do potencial de atender ao público que busca alternativas com base em insumos naturais para uso médico e cosmético, o aproveitamento de subprodutos agroindustriais para o desenvolvimento dessas formulações contribuem diretamente com a floresta em pé e geram soluções mais acessíveis à população.</p>
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		<title>Guardiões da floresta: Engenheiro cria palafita sustentável para melhorar a vida de ribeirinhos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Jun 2025 11:19:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GENTE DA TERRA]]></category>
		<category><![CDATA[andiroba]]></category>
		<category><![CDATA[Casa da Várzea]]></category>
		<category><![CDATA[escola da várzea]]></category>
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		<category><![CDATA[madeira biossintética]]></category>
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		<category><![CDATA[PRINCIPAL]]></category>
		<category><![CDATA[ribeirinhos]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologias sustentáveis]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/06/casa-da-varzea-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Por Fabrício Queiroz Viver cercado pela maior floresta tropical do mundo foi uma experiência transformadora na vida de José Coelho. A família morava às margens do rio Amazonas, na ilha de Santa Rita, em Juruti, trabalhando com o extrativismo de juta e criação de animais. Uma vida repleta do que é proporcionado pela natureza, mas [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/06/casa-da-varzea-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><em>Por Fabrício Queiroz</em></p>
<p>Viver cercado pela maior floresta tropical do mundo foi uma experiência transformadora na vida de José Coelho. A família morava às margens do rio Amazonas, na ilha de Santa Rita, em Juruti, trabalhando com o extrativismo de juta e criação de animais. Uma vida repleta do que é proporcionado pela natureza, mas também por seus desafios, como as cheias anuais, que inundavam a casa e obrigavam a família a se mudar constantemente.</p>
<p>A lembrança da apreensão e dificuldades que os pais e avós enfrentavam a cada subida do rio inspirou José a criar um projeto inovador de palafitas sustentáveis adaptadas para a realidade das várzeas amazônicas. Essa é apenas uma das iniciativas que conseguem aliar os saberes tradicionais com o conhecimento científico para desenvolver soluções para as questões locais .</p>
<p>Como o <strong>Pará Terra Boa</strong> mostrou ao longo da série <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/guardioes-da-amazonia-uma-alianca-pela-vida-na-terra/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Guardiões da Floresta</strong></a>, durante a Semana do Meio Ambiente, a proteção da Amazônia passa por muitas mãos e mentes e os amazônidas estão cada vez mais engajados em provar que um mundo mais sustentável é possível.  Nesta sexta-feira, 6 de junho, em que se celebra o<strong> Dia do Ribeirinho</strong>, a história de José Coelho, ganha ainda mais importância.</p>
<blockquote><p>“Todo o projeto é baseado em ideias empíricas do meu pai, da minha mãe e dos meus avós. Em 2014, quando eu cursava engenharia civil, na primeira aula de metodologia científica, o professor pediu a elaboração de um projeto com pegada sustentável. Logo veio esse insight e escrevi tudo ali, transformando os problemas em soluções”, conta José sobre a ideia batizada de Casa de Várzea.</p></blockquote>
<figure id="attachment_34791" aria-describedby="caption-attachment-34791" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-34791 size-large" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/06/Jose-Coelho-1024x683.jpg" alt="" width="1024" height="683" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/06/Jose-Coelho-1024x683.jpg 1024w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/06/Jose-Coelho-300x200.jpg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/06/Jose-Coelho-768x512.jpg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/06/Jose-Coelho-1536x1024.jpg 1536w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/06/Jose-Coelho-2048x1365.jpg 2048w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/06/Jose-Coelho-150x100.jpg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/06/Jose-Coelho-450x300.jpg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/06/Jose-Coelho-1200x800.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-34791" class="wp-caption-text">O engenheiro José Coelho diz que o conceito da casa de várzea pode ser aplicado a outras construções. Foto: Agência Pará</figcaption></figure>
<p>Uma das principais diferenças em relação às palafitas comuns em comunidades ribeirinhas é a inclusão de sistema de elevação hidráulica natural, que acompanha o movimento das cheias dos rios e evita o alagamento. Além disso, a casa foi projetada para ser construída com materiais sustentáveis, como madeira de projetos de manejo e uma madeira biossintética elaborada com 70% de resíduos vegetais, como caroço de açaí, fibras e galhos, e 30% de polietileno proveniente da reciclagem de plástico.</p>
<blockquote><p>“Com isso, eu consigo aliar o conforto térmico da madeira com a durabilidade do plástico. Já temos testes realizados em câmara de envelhecimento no Inmetro que comprovam que a madeira biossintética pode resistir até 300 anos pegando sol e chuva. Isso faz com que também diminua a necessidade de uso de madeira que precisa ser trocada a cada três anos quando tem contato constante com água”, explica.</p></blockquote>
<p>Além disso, a madeira biossintética recebe um tratamento para incorporar o princípio ativo da andiroba. Bastante utilizado pelos amazônidas por causa de suas propriedades anti-inflamatória, cicatrizante e terapêutica, o fruto é também um repelente natural, fazendo com que caia a ocorrência de carapanãs, mosquitos e outros insetos transmissores de doenças, como a dengue, a febre amarela e a malária. “É uma contribuição para a saúde pública dos ribeirinhos”, afirma José.</p>
<p>Outras inovações envolvem toda uma estrutura de suporte que permite que a casa possa ser habitada ou adaptada para outras construções gerando o mínimo impacto ambiental. A geração de energia, por exemplo, ocorre por meio de painéis solares; fossa séptica e biodigestores fazem o tratamento de esgoto; e um microssistema de tratamento filtra a água utilizada em pias e chuveiros antes de despejar no ambiente.</p>
<figure id="attachment_34788" aria-describedby="caption-attachment-34788" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-34788 size-large" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/06/escola-da-varzea-1024x576.jpeg" alt="" width="1024" height="576" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/06/escola-da-varzea-1024x576.jpeg 1024w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/06/escola-da-varzea-300x169.jpeg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/06/escola-da-varzea-768x432.jpeg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/06/escola-da-varzea-150x84.jpeg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/06/escola-da-varzea-450x253.jpeg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/06/escola-da-varzea-1200x675.jpeg 1200w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/06/escola-da-varzea.jpeg 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-34788" class="wp-caption-text">Primeira &#8220;escola da várzea&#8221; está em construção em Icoaraci. Foto: Arquivo José Coelho</figcaption></figure>
<h3>Iniciativa patenteada</h3>
<p>A iniciativa é hoje patenteada como Casa de Várzea e já vem sendo aplicada em projetos no estado. Entre eles está a Casa do Sebrae na COP30, que acontece em novembro, em Belém, e a Escola Nossa Senhora da Conceição, que está sendo construída na Ilha de Urubuoca, no distrito de Icoaraci, na capital paraense.</p>
<p>A estrutura terá 500 m², quatro salas de aula e oferta de cursos da educação básica, ensino técnico e cursos superiores, em parceria com a Universidade do Estado do Pará. A previsão é que a inauguração ocorra antes da conferência do clima.</p>
<p>A ideia é que a chamada escola da várzea seja um legado da COP30 e ajude a mostrar ao mundo as tecnologias e a inovação que surgem na Amazônia e chame atenção de investidores e governos para que essa ideia chegue a outras comunidades isoladas.</p>
<blockquote><p>“A minha inquietação sempre foi de não aceitar viver no paraíso, mas com zero de infraestrutura. O ribeirinho é um sentinela da Amazônia que vive e preserva o meio ambiente, mas não recebe os serviços necessários. A Casa da Várzea foi a minha vida, a minha infância e eu busquei traduzir tudo isso nesse projeto. Só quem sentiu na pele as problemáticas das cheias pode arrumar a solução”, afirma José Coelho.</p></blockquote>
<p><strong>LEIA MAIS</strong></p>
<p><strong><a href="https://www.paraterraboa.com/gente-da-terra/guardioes-da-floresta-ribeirinhos-fazem-do-manejo-responsavel-de-madeira-seu-ganha-pao/" target="_top">Guardiões da floresta: Ribeirinhos fazem do manejo responsável de madeira seu ganha-pão</a></strong></p>
<p><strong><a href="https://www.paraterraboa.com/gente-da-terra/guardioes-da-floresta-cientista-estuda-o-perigo-das-mudancas-do-clima-para-o-futuro-da-amazonia/" target="_top">Guardiões da floresta: cientista estuda o perigo das mudanças do clima para o futuro da Amazônia</a></strong></p>
<p><strong><a href="https://www.paraterraboa.com/gente-da-terra/guardioes-da-floresta-a-guia-que-promove-os-encantos-marajoaras-em-parceria-com-a-comunidade/" target="_top">Guardiões da floresta: guia promove os encantos marajoaras em parceria com a comunidade</a></strong></p>
<p><a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/guardioes-da-amazonia-uma-alianca-pela-vida-na-terra/" target="_top"><strong>Guardiões da floresta: uma aliança pela vida na Terra</strong></a></p>
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		<title>Ecocentro fortalece extração de óleos essenciais e capacitação de extrativistas do Oeste do Pará</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/economia/ecocentro-fortalece-extracao-de-oleos-essenciais-e-capacitacao-de-extrativistas-do-oeste-do-para/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Apr 2024 12:10:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[acosper]]></category>
		<category><![CDATA[agroindústria]]></category>
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		<category><![CDATA[Projeto Saúde e Alegria]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/04/ecocentro-da-floresta-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Extrativistas do oeste paraense ganharam um espaço apropriado para o processamento de óleos e essências vegetais típicos da Amazônia. O chamado de Ecocentro da Floresta, instalado em um antigo galpão da Cooperativa dos Trabalhadores Agroextrativistas do Oeste do Pará (ACOSPER), em Santarém, vai facilitar o beneficiamento de matérias-primas como frutas e sementes utilizadas na produção [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/04/ecocentro-da-floresta-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Extrativistas do oeste paraense ganharam um espaço apropriado para o processamento de óleos e essências vegetais típicos da Amazônia. O chamado de Ecocentro da Floresta, instalado em um antigo galpão da Cooperativa dos Trabalhadores Agroextrativistas do Oeste do Pará (ACOSPER), em Santarém, vai facilitar o beneficiamento de matérias-primas como frutas e sementes utilizadas na produção de alimentos e cosméticos, por exemplo. No dia 19 de abril, foram extraídos os primeiros produtos: o óleo de andiroba e a manteiga de cupuaçu,</p>
<p>A implantação do Ecocentro era um sonho antigo das comunidades e foi viabilizada com o apoio do Projeto Saúde e Alegria e financiamento do Fundo Amazônia. No galpão de beneficiamento para a agroindústria dedicado funciona um maquinário utilizado para extração de óleos de andiroba, copaíba e semente de cupuaçu, além de uma estrutura para produção de mel de abelhas sem ferrão, potencializando a geração de renda entre as populações da região.</p>
<p>Os moradores da região estão passando por um processo de capacitação para aprender a operar os equipamentos. E os resultados já estão surgindo com os primeiros litros de óleo de andiroba e manteiga de cupuaçu saindo das máquinas. A expectativa é que óleos de murumuru, tucumã, piquiá, açaí, patauá e outros também serão processados no futuro.</p>
<blockquote><p>“Estou muito feliz por ter sido escolhido pelo meu grupo para participar dessa capacitação. A gente está aprendendo a manusear a máquina”, disse Francisco Sarmento, morador da aldeia Braço Grande e um dos participantes da primeira oficina do Ecocentro.</p></blockquote>
<p>De acordo com o vice-presidente da ACOSPER, José Maria Santos, comunidades da Reserva Extrativista (Resex) Tapajós-Arapiuns e dos projetos de assentamento agroextrativista (PAE) Lago Grande, Arapixuna e Várzea devem ser beneficiados pela iniciativa que também abre portas para o desenvolvimento do artesanato e para a oferta de crédito para os agricultores familiares.</p>
<figure id="attachment_28559" aria-describedby="caption-attachment-28559" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-28559 size-large" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/04/Andiroba-2-1536x1422-1-1024x948.jpeg" alt="" width="1024" height="948" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/04/Andiroba-2-1536x1422-1-1024x948.jpeg 1024w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/04/Andiroba-2-1536x1422-1-300x278.jpeg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/04/Andiroba-2-1536x1422-1-768x711.jpeg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/04/Andiroba-2-1536x1422-1-150x139.jpeg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/04/Andiroba-2-1536x1422-1-450x417.jpeg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/04/Andiroba-2-1536x1422-1-1200x1111.jpeg 1200w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/04/Andiroba-2-1536x1422-1.jpeg 1536w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-28559" class="wp-caption-text">Andiroba é um dos produtos processados pelas comunidades no Ecocentro. Foto: Projeto Saúde e Alegria</figcaption></figure>
<blockquote><p>“É muito gratificante pra gente quando a gente leva essa alegria pra esse povo tão interessado. Os empreendimentos são dos cooperados. A gente tem esse prazer de trazê-los aqui. Isso pra nós é muito importante (&#8230;) poder estar absorvendo esses produtos que tem na natureza que a gente nunca teve oportunidade”, destaca José Maria.</p></blockquote>
<p>A implantação do Ecocentro vem aliada a uma estratégia de fortalecimento da economia nas comunidades extrativistas. Além da agroindústria, o projeto incentiva o plantio de espécies não-madeireiras e recuperação de áreas desmatadas visando alavancar os impactos ambientais e socioeconômicos que a floresta em pé traz, como avalia a engenheira florestal do projeto Saúde e Alegria, Laura Lobato.</p>
<blockquote><p>“Nós estávamos sonhando com isso já há muito tempo. Inclusive, a indústria em si, foi pensada justamente para ligar todas as nossas atividades. Por exemplo, os SAFs estão sendo implantados nas comunidades. E a ideia é que também a matéria-prima, cupuaçu, andiroba, que saiam desses SAFs, que são espécies que estão sendo implementadas lá, cheguem até aqui também para serem beneficiadas”, afirma a engenheira florestal.</p></blockquote>
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		<title>Projeto vai incentivar a bioeconomia na agricultura familiar em Nova Ipixuna</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/economia/projeto-vai-incentivar-a-bioeconomia-na-agricultura-familiar-em-nova-ipixuna/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jan 2024 19:24:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[andiroba]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Fapespa]]></category>
		<category><![CDATA[Nova Ipixuna]]></category>
		<category><![CDATA[óleo de andiroba]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/01/andiroba4-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Está para começar em Nova Ipixuna um projeto que vai promover o fortalecimento de agricultores extrativistas na cadeia da sociobiodiversidade da andiroba. Com o apoio da Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas (Fapespa), a iniciativa quer garantir a manutenção da floresta em pé e a conservação de recursos naturais em propriedades de agricultura [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/01/andiroba4-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Está para começar em Nova Ipixuna um projeto que vai promover o fortalecimento de agricultores extrativistas na cadeia da sociobiodiversidade da andiroba. Com o apoio da Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas (Fapespa), a iniciativa quer garantir a manutenção da floresta em pé e a conservação de recursos naturais em propriedades de agricultura familiar, dando enfoque ao Plano de Assentamento Agroextrativista (Paex).</p>
<p>Com o nome de “Manejo e produção de óleo de andiroba como incentivo à restauração e conservação das reservas florestais de agricultura familiar em Nova Ipixuna (PA)”, a pesquisa tem coordenação do engenheiro agrônomo Ademir Ruschel, da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).</p>
<blockquote><p>“A lógica é aplicar in loco este apoio para as atividades de manejo e produção de óleo de andirobeira, para que de fato essa atividade venha incorporar uma alternativa continuada na economia dessas famílias”, explica  Ruschel.</p></blockquote>
<p>A iniciativa foi contemplada pelo edital para apoio ao desenvolvimento de estudos e pesquisas em Bioeconomia, lançado em 2022 pela Fapespa, e que teve resultado final divulgado em julho de 2023.</p>
<h3>Beneficiamento</h3>
<p>Além do manejo da produção e das árvores de andirobeiras nas reservas florestais das famílias envolvidas, buscando aumentar o número de árvores e a produtividade, o projeto visa estimular as boas práticas para o beneficiamento do óleo, reduzir custos na extração e beneficiamento, e obter melhor qualidade para garantir o comércio contínuo e reconhecimento de origem.</p>
<blockquote><p>“Implementado o manejo produtivo da cadeia da andiroba em algumas propriedades do assentamento, o que for bom e positivo irá se disseminar naturalmente para as demais propriedades da agricultura familiar. As visitas de campo com os agricultores já começam nos primeiros 15 dias de janeiro. Além do contato com as famílias do assentamento para apresentar os detalhes do projeto, serão mapeadas as propriedades que têm interesse em ser incluídas”, explica Ademir Ruschel.</p></blockquote>
<h3>Assistência institucional</h3>
<p>Ruschel reconhece o papel da Fapespa no fomento à pesquisa pelo mapeamento das demandas e pela própria metodologia adotada, a fim de dar assistência aos pesquisadores. “Não se faz pesquisa sem apoio financeiro, e a logística adotada de repasse direto garante agilidade e maior rendimento ao recurso repassado. Isso não é regra em outras instituições, o que acaba até mesmo comprometendo o andamento e a celeridade de execução do projeto”, avalia.</p>
<figure id="attachment_27034" aria-describedby="caption-attachment-27034" style="width: 479px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-27034" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/01/andiroba5-300x200.jpg" alt="" width="479" height="319" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/01/andiroba5-300x200.jpg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/01/andiroba5-768x513.jpg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/01/andiroba5-150x100.jpg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/01/andiroba5-450x300.jpg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/01/andiroba5.jpg 800w" sizes="(max-width: 479px) 100vw, 479px" /><figcaption id="caption-attachment-27034" class="wp-caption-text">Foto: Agência Pará</figcaption></figure>
<p>O diretor-presidente da Fapespa, Marcel Botelho, confirma que o governo do Estado tem buscado mudar o uso do solo na Amazônia pelo impulsionamento da Bioeconomia, e que projetos como os selecionados no edital são fundamentais.</p>
<blockquote><p>“O reflorestamento, o enriquecimento da terra com plantas naturais e de uso econômico faz com que o novo uso do solo também seja viável economicamente. A Fapespa entra nessa equação fomentando projetos que agregam tecnologia, novas práticas e conhecimento. Quando se busca levar essa tecnologia para a agricultura familiar, por exemplo, com pessoas de baixa renda e que não têm condições de acessar e utilizar as novas tecnologias nas suas propriedades, a Fundação cumpre o seu papel de fomento à pesquisa, mas também no social”, atesta o gestor público.</p></blockquote>
<p>Marcel Botelho enaltece as secretarias de Estado que impulsionam, em suas respectivas áreas, o desenvolvimento de uma nova matriz econômica. “Uma Bioeconomia que agrega valor aos produtos naturais, e que orienta para o uso da floresta de forma sustentável, viva, que preserva a biodiversidade e traz riqueza para a sua população”, reitera.</p>
<h3>Investimentos</h3>
<p>Pelo edital de apoio a projetos científicos de pesquisadores vinculados a Institutos de Ciência e Tecnologia (ICTs) paraenses, o Governo do Pará, via Fapespa, vai investir mais de R$ 1,2 milhão, divididos entre custos e capital, sendo, no máximo, R$ 40 mil para despesas de custeio, como pagamento de bolsas e compra de materiais de consumo, e R$ 80 mil para formação de capital, destinado à compra de bens e livros.</p>
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		<title>Aplicativo de mobilidade urbana quer converter corridas em reflorestamento de áreas devastadas</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/aplicativo-de-mobilidade-urbana-quer-converter-corridas-em-reflorestamento-de-areas-devastadas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Mar 2023 16:57:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[andiroba]]></category>
		<category><![CDATA[aplicativo]]></category>
		<category><![CDATA[mobilidade urbana]]></category>
		<category><![CDATA[reflorestamento]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[TABB]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/03/andiroba3-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O Pará acaba de ganhar o primeiro aplicativo de mobilidade urbana sustentável da Amazônia. Com programa de reflorestamento de áreas da região, o TABB promete plantar uma muda de andiroba a cada 50 corridas realizadas e só usar etanol, que emite 70% menos poluição, como combustível em seus veículos. O lançamento do aplicativo ocorreu na [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/03/andiroba3-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><article>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="59" data-block-id="3">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O Pará acaba de ganhar o primeiro aplicativo de mobilidade urbana sustentável da Amazônia. Com programa de reflorestamento de áreas da região, o TABB promete plantar uma muda de andiroba a cada 50 corridas realizadas e só usar etanol, que emite 70% menos poluição, como combustível em seus veículos.</p>
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O lançamento do aplicativo ocorreu na segunda-feira, 27, em Paragominas, no sudeste do estado, primeira cidade na qual o serviço está disponível na região. Nos próximos meses, outros municípios paraenses e da região amazônica poderão usufruir do aplicativo.</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Dentro das projeções, só na cidade de Paragominas podem ser plantadas mais de mil mudas de andiroba em áreas degradas apenas em 2023.</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><span style="font-size: 14px; color: var(--c-contrast-800);">De acordo com o gerente de frota da empresa, Cristiano Pedroso, até o segundo semestre metade do etanol utilizado para abastecer a frota do aplicativo será produzido em território paraense, na Usina de Etanol que pertence ao grupo localizada em Ipixuna do Pará, nordeste do Estado.</span></p>
</div>
</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="80" data-block-id="5">
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Faz parte do projeto também transformar o óleo produzido pelas andirobeiras em biodiesel, gerando emprego e renda a populações ribeirinhas beneficiadas com as agroflorestas de andirobas advindas do cashback verde do TABB.</p>
</div>
</div>
</div>
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		<title>Manejo comunitário da andiroba é a aposta de extrativistas na Floresta Nacional do Tapajós no Pará</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Feb 2023 16:41:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AGRICULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[andiroba]]></category>
		<category><![CDATA[BNDES]]></category>
		<category><![CDATA[floresta em pé]]></category>
		<category><![CDATA[Natura]]></category>
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		<category><![CDATA[Projeto Saúde e Alegria]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/02/Andiroba-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Desde 2020, moradores de Pedreira, Nazaré e aldeia Takuara da Floresta Nacional do Tapajós, em Santarém, fazem a coleta de sementes de andiroba. O manejo sustentável gera renda para o grupo de extrativistas e não agride a natureza. Há poucos dias, eles concluíram a primeira rodada de coleta da andiroba, que rendeu mais de sete toneladas [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/02/Andiroba-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Desde 2020, moradores de Pedreira, Nazaré e aldeia Takuara da Floresta Nacional do Tapajós, em Santarém, fazem a coleta de sementes de andiroba. O manejo sustentável gera renda para o grupo de extrativistas e não agride a natureza.</p>
<p>Há poucos dias, eles concluíram a primeira rodada de coleta da andiroba, que rendeu mais de sete toneladas de amêndoas molhadas coletadas.</p>
<p>As coletas seguem até meados de março/abril. Os extrativistas recebem assessoria técnica do Programa Floresta Ativa do Projeto Saúde e Alegria.</p>
<p>Em campo, o grupo se divide para ampliar a área de recolhimento dos frutos caídos no chão, com o cuidado de manter pelo menos 30% deles na floresta, para que germinem e novas árvores possam crescer.</p>
<p>Os frutos ensacados são transportados até uma base construída com auxílio do Projeto Saúde e Alegria, onde as sementes boas são distribuídas nos secadores.</p>
<figure id="attachment_16060" aria-describedby="caption-attachment-16060" style="width: 300px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-16060" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/02/Andiroba-2-300x225.jpeg" alt="" width="300" height="225" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/02/Andiroba-2-300x225.jpeg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/02/Andiroba-2-768x576.jpeg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/02/Andiroba-2-150x113.jpeg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/02/Andiroba-2-450x338.jpeg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/02/Andiroba-2.jpeg 1024w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><figcaption id="caption-attachment-16060" class="wp-caption-text">Coleta de andiroba na Floresta Nacional do Tapajós no Pará. Foto: Laura Lobato/PSA.</figcaption></figure>
<p>A atividade é uma das linhas de ação do Programa Floresta Ativa que se preocupa com a geração de renda para populações que cuidam do território e conta com o apoio do BNDES e da Natura.</p>
<p>Maieski Fernandes da comunidade Pedreira está entre os manejadores. Para ele, participar da iniciativa representa o fortalecimento da autonomia de quem defende a Amazônia.</p>
<blockquote><p>“Todos os anos os moradores das comunidades se agrupam para fazer a coleta das sementes. O que eu achei da coleta esse ano é que ela traz muitos benefícios. Para nós é uma melhoria de vida. Cada um buscando e conquistando o trabalho para que as famílias tenham renda melhor”, afirma Fernandes.</p></blockquote>
<p>Em 2021 foi elaborado um projeto de coleta de sementes, cujo objetivo era realizar um inventário florestal que permitisse conhecer a estrutura da floresta, abundância, distribuição e diversidade das espécies existentes no território da FLONA para subsidiar as coletas. Desde lá, anualmente os coletores realizam inventários e coletas.</p>
<p>A iniciativa é implementada com a parceria das entidades de base, como a Coomflona e a Federação da Flona.</p>
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		<title>Cultivo e extração de plantas medicinais no Pará movimentam economia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gisele Coutinho]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Aug 2022 19:49:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AGRICULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[Abihpec]]></category>
		<category><![CDATA[andiroba]]></category>
		<category><![CDATA[babosa]]></category>
		<category><![CDATA[biocoesmético]]></category>
		<category><![CDATA[biotecnologia de plantas]]></category>
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		<category><![CDATA[ervas medicinais]]></category>
		<category><![CDATA[fitoterápico]]></category>
		<category><![CDATA[jaborandi]]></category>
		<category><![CDATA[Osmar Alves Lameira]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/08/copaiba-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Quem conhece o Pará sabe da diversidade de plantas medicinais dessa terra boa. Temos andiroba, jaborandi, copaíba, murapuama e muitas outras plantas, sementes e cascas com poderes medicinais. De acordo com a OMS (Organização Mundial de Saúde), 37% da população mundial já utilizou em algum momento tratamentos com princípios ativos obtidos de plantas medicinais. Desde [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/08/copaiba-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Quem conhece o Pará sabe da diversidade de plantas medicinais dessa terra boa. Temos andiroba, jaborandi, copaíba, murapuama e muitas outras plantas, sementes e cascas com poderes medicinais. De acordo com a OMS (Organização Mundial de Saúde), 37% da população mundial já utilizou em algum momento tratamentos com princípios ativos obtidos de plantas medicinais.</p>
<p>Desde 2010 o mercado nacional de biocosméticos e fitoterápicos não tinha crescimento tão significante quando a 2022, segundo a Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (Abihpec) em relatório divulgado em julho deste ano. O crescimento paraense, com cultivo e extração responsável de produtos que preservam a floresta, já é 3% maior que em 2021.</p>
<p>O<strong> Pará Terra Boa</strong> ouviu o engenheiro agrônomo e doutor em Biotecnologia de Plantas, Osmar Alves Lameira, da Embrapa. Para ele, o extrativismo desorganizado no Pará e em toda região amazônica é uma das maiores ameaças a esse ecossistema.</p>
<p>Por isso, ele criou um curso que orienta povos tradicionais sobre a conservação e uso de recursos genéticos vegetais de plantas medicinais e aromáticas. A ideia é transformar plantas em produtos cosméticos.</p>
<blockquote><p>“Temos espécies com atividades anti-inflamatória, cicatrizante, que ajuda no controle da taxa de açúcar no sangue, previne queda de cabelo, estimulantes para vigor físico”, lista o doutor Osmar.</p></blockquote>
<p>O acompanhamento técnico, que não era realizado desde o início da pandemia, volta a atender a população tradicional em 2023. As informações serão divulgadas no portal <a href="https://www.embrapa.br/amazonia-oriental" target="_blank" rel="noopener">Embrapa Amazônia Oriental</a> no próximo ano.</p>
<p>Enquanto isso, confira abaixo a lista do doutor Osmar de algumas espécies populares e suas principais utilizações.</p>
<p>Andiroba – previne reumatismo, inflamações diversas, contusões, afecções da garganta<br />
Alecrim – combate tosse e gripe<br />
Babosa &#8211; Babosa<br />
Boldo do Norte – para má digestão e ressaca<br />
Copaíba &#8211; Ferimentos superficiais, inflamações diversas<br />
Erva-de-jaboti &#8211; Pressão arterial</p>
<p>Vale lembrar que qualquer produto com os ativos acima não podem ser utilizados com finalidade comercial se não houver um técnico responsável pela fabricação, de acordo com a legislação da fabricação de fitoterápicos.</p>
<p><strong>LEIA MAIS</strong><br />
<strong><a href="https://www.paraterraboa.com/gente-da-terra/natural-de-faro-seu-guerreiro-e-senhor-das-ervas-mais-disputado-pelo-mundo/">Natural de Faro, Seu Guerreiro é senhor das ervas mais disputado pelo mundo</a></strong><br />
<a href="https://www.paraterraboa.com/cultura/do-vinho-de-jatoba-ao-tremidao-de-jambu-afrodisiacos-prometem-esquentar-o-dia-dos-namorados/"><strong>Conheça o vinho de jatobá, estimulante natural do Pará</strong></a></p>
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		<title>Coleta de andiroba dá novo impulso à Coomflona Tapajós</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sidney Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Apr 2022 14:51:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GENTE DA TERRA]]></category>
		<category><![CDATA[amêndoa]]></category>
		<category><![CDATA[andiroba]]></category>
		<category><![CDATA[COOMFLONA]]></category>
		<category><![CDATA[cosméticos]]></category>
		<category><![CDATA[Natura]]></category>
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		<category><![CDATA[Tapajós]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/04/andiroba-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Por Sidney Alves Um bom exemplo de uso da nossa biodiversidade em benefício da comunidade local é a parceria que a Cooperativa Mista da Flona Tapajós (COOMFLONA), em Belterra (PA), realiza com o setor privado para fornecimento de amêndoas de andiroba. Esse produto da nossa flora é usado para a produção de óleos, sabonetes ou [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/04/andiroba-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><em>Por Sidney Alves</em></p>
<p>Um bom exemplo de uso da nossa biodiversidade em benefício da comunidade local é a parceria que a <a href="https://coomflona.com.br/" target="_blank" rel="noopener">Cooperativa Mista da Flona Tapajós (COOMFLONA)</a>, em Belterra (PA), realiza com o setor privado para fornecimento de amêndoas de andiroba. Esse produto da nossa flora é usado para a produção de óleos, sabonetes ou hidratantes para a pele. A marca Natura aposta na cooperativa desde 2019.</p>
<p>Segundo Daniel Rocha dos Santos, de 36 anos, vice-presidente da cooperativa, no ano passado, as coletas de andiroba somaram nove toneladas. O trabalho envolve atualmente 60 famílias das comunidades de Nazaré, Pedreira, Jaguarari e São Domingos, além do povo indígena Taquara. A proposta de futuro é ampliar essa rede.</p>
<blockquote><p>“Nós próximos anos, queremos ampliar essas comercializações. Notamos que a cada ano as coletas só melhoraram. Então, estamos planejando novas possibilidades para vender a andiroba do Pará”, disse Daniel em conversa com o <strong>Pará Terra Boa</strong> na terça-feira, 5/04.</p></blockquote>
<p>A Natura costuma comprar a andiroba já seca. A amêndoa passa por um processo de secagem dentro de uma estufa.</p>
<p>A coleta da andiroba nessas comunidades faz parte das atividades não madeireiras da COOMFLONA. Como você já leu por <a href="https://www.paraterraboa.com/gente-da-terra/manejo-florestal-em-parceria-com-bvrio-projeta-trabalho-com-artesaos-na-flona-tapajos-para-o-mundo/" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>, a cooperativa se associou ao Instituto BVRio para a produção de móveis desenhados por renomados profissionais de várias parte do País e produzidos pelos extrativistas da movelaria comunitária Anambé. A andiroba, no entanto, cada vez conquista mais espaço na COOMFLONA.</p>
<blockquote><p>“A renda é repassada para as famílias que trabalham em todos os processos. Acaba sendo uma forma de ajudar bastante a renda destes grupos que trabalham conosco”, disse Daniel.</p></blockquote>
<h3><strong>Saúde e Alegria</strong></h3>
<p>Além da relação com a Natura, a cooperativa também tem como parceiro o <a href="https://saudeealegria.org.br/" target="_blank" rel="noopener">Projeto Saúde e Alegria.</a></p>
<p>Desde 2021, esta união serviu para impulsionar a coleta de andiroba na Flona Tapajós. Em 2021, a ONG ajudou a COOMFLONA na melhora das estruturas de secagem das amêndoas, armazenamento e hospedagem para os coletores.</p>
<blockquote><p>&#8220;A parceria com o Projeto Saúde e Alegria representa peça fundamental para a cooperativa. Sabemos que podemos sempre contar com eles para os mais variados momentos&#8221;, diz Daniel.</p></blockquote>
<p><strong>LEIA MAIS:<br />
</strong><a href="https://www.paraterraboa.com/gente-da-terra/artesaos-da-coomflona-tapajos-produzem-trofeu-sustentavel-da-copa-do-nordeste/"><strong>Artesãos da Coomflona Tapajós produzem troféu sustentável da Copa do Nordeste</strong></a><br />
<a href="https://www.paraterraboa.com/gente-da-terra/manejo-florestal-em-parceria-com-bvrio-projeta-trabalho-com-artesaos-na-flona-tapajos-para-o-mundo/"><strong>Manejo florestal em parceria com BVRio projeta trabalho com artesãos na Flona Tapajós para o mundo</strong></a></p>
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		<title>&#8216;Aqui ninguém derruba uma árvore no quintal&#8217;, diz produtora de óleos</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/gente-da-terra/aqui-ninguem-derruba-uma-arvore-no-quintal-diz-produtora-de-oleos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Aug 2021 16:14:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GENTE DA TERRA]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura familiar]]></category>
		<category><![CDATA[andiroba]]></category>
		<category><![CDATA[jupati]]></category>
		<category><![CDATA[Limoeiro do Ajuru]]></category>
		<category><![CDATA[miriti]]></category>
		<category><![CDATA[mulateiro]]></category>
		<category><![CDATA[palmeiras]]></category>
		<category><![CDATA[patauá]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/08/Sandra-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A produtora rural Sandra Gonçalves, de 54 anos, deu ordem e ninguém desobedece dentro de sua propriedade, em Murujucá, localidade tocantina, no nordeste do Pará. &#8220;Coloquei a ordem: aqui ninguém derruba nenhuma árvore&#8221;, diz ela ao Pará Terra Boa. Isso porque ela tira o sustento da família de seu quintal cheio de palmeiras nativas. Assim, [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/08/Sandra-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>A produtora rural Sandra Gonçalves, de 54 anos, deu ordem e ninguém desobedece dentro de sua propriedade, em Murujucá, localidade tocantina, no nordeste do Pará.</p>
<blockquote><p>&#8220;Coloquei a ordem: aqui ninguém derruba nenhuma árvore&#8221;, diz ela ao <strong>Pará Terra Boa</strong>.</p></blockquote>
<p>Isso porque ela tira o sustento da família de seu quintal cheio de palmeiras nativas. Assim, conseguiu criar, então solteira, três dos quatro filhos. Com essa mentalidade de preservação da terra, hoje ela é presidente do Sindicato dos Produtores Rurais, Agricultores e Agricultoras Familiares de Limoeiro de Ajuru, hoje com mil associados.</p>
<p>O forte da família são os vários tipos de óleos usados tanto no mercado de cosméticos quanto na culinária: de andiroba, miriti, jupati, coco, açaí e o patauá, que fez dela cliente da gigante Natura. Quando não está ocupada com o sindicato, toca a produção de sabonetes, sob o nome de Flora Amazônia, e dos óleos.</p>
<p>Uma embalagem de 100 ml de óleo de açaí, por exemplo, fica entre R$ 10 e R$ 15. A produção é modesta porque extrair o líquido das palmeiras não rende. De uma rasa local de andiroba, de 14,5 quilos de semente, ela tira 2 litros de óleo. Já a de patauá, até 1 litro. De açaí, 500 ml, como muito.</p>
<p>Sandra é a típica herdeira dos saberes tradicionais da floresta passados de pai para filho. Sabe na ponta da língua qual é o melhor óleo para curar dores na articulação, hidratar a pele, cabelos e para cozinhar camarão ou peixe frito.</p>
<p>Ela conta onde aplica os óleos das palmeiras: a andiroba serve para fazer cosmético e remédio. O de miriti é bom na comida, é remédio para dor de articulação e cosmético para pele e cabelo. Como protetor solar então, o miriti &#8220;é uma maravilha&#8221;. O de jupati substitui o dendê na fritura de camarão, por exemplo, e é ótimo hidratante para a pele. O patauá hidrata cabelos e atua na pele contra o envelhecimento.</p>
<p>Do açaí não sobra nada. &#8220;Faço chá com a raiz, uso as folhas, o palmito, o caroço para adubar e ainda sobra para fazer vinho para alimentação com o açaí&#8221;, conta. Reclama, no entanto, da falta de investimento público na cadeia que permita o aumento dos rendimentos para os agricultores familiares. Por isso, usa as riquezas do quintal como pode. Troca leite por açaí na comunidade. &#8220;Não tem quem consiga viver só do açaí. Aqui começamos a dar açaí para os filhos com 4 meses porque o leite é muito caro. De dezembro até julho e agosto, quando começa a época do açaí, é difícil sobreviver. Como aqui é uma região alagada, não tem como ter roça&#8221;, conta.</p>
<p class="p1">Mas ela é firme na proposta de preservar suas palmeiras sem ceder à pressão dos produtores que derrubam a floresta em troca de alguns trocados momentâneos. Pensa no futuro, assim como fizeram seu avô e pai, com a certeza de que hoje está no caminho certo quando olha com orgulho para os três filhos na faculdade de Direito, Agronomia e Enfermagem, enquanto o quarto, Guilherme Gonçalves, de 31 anos, cuida da propriedade.</p>
<blockquote>
<p class="p1">&#8220;A gente é capaz de viver da propriedade sem desmatar.<span class="Apple-converted-space"> Temos nossa riqueza dentro de casa. Muita gente corta a palmeira do jupati porque dizem que deixa a propriedade feia. Onde já se viu isso?&#8221;, questiona.</span></p>
</blockquote>
<blockquote class="instagram-media" style="background: #FFF; border: 0; border-radius: 3px; box-shadow: 0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width: 540px; min-width: 326px; padding: 0; width: calc(100% - 2px);" data-instgrm-captioned="" data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/p/BvfKIiRBjDW/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="13">
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<p>&nbsp;</p>
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</blockquote>
<p><script async src="//www.instagram.com/embed.js"></script></p>
<p>Extração da polpa de miriti</p>
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