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	<title>ANA &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<title>ANA &#8211; Pará Terra Boa</title>
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		<title>Pará não registra seca nos meses de fevereiro e março, diz ANA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Apr 2025 13:43:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/01/chuva4-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O período de seca entre fevereiro e março deste ano apresentou um cenário mais favorável para a Região Norte do Brasil, incluindo o estado do Pará, conforme o Monitor de Secas da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA). Enquanto o Norte e o Centro-Oeste registraram um abrandamento da seca, o Nordeste, Sudeste e [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/01/chuva4-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><h2 data-sourcepos="1:1-1:83"></h2>
<p>O período de seca entre fevereiro e março deste ano apresentou um cenário mais favorável para a Região Norte do Brasil, incluindo o estado do Pará, conforme o Monitor de Secas da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA). Enquanto o Norte e o Centro-Oeste registraram um abrandamento da seca, o Nordeste, Sudeste e Sul do país enfrentaram uma intensificação do fenômeno.</p>
<p>De acordo com o monitor, a continuidade de chuvas acima da média contribuiu para a melhora da situação hídrica na Região Norte. O centro do Amazonas, bem como o Acre e Rondônia, que apresentavam seca fraca, ficaram parcialmente livres da estiagem. Um destaque importante é que tanto o Amapá quanto o Pará não registraram seca nos meses de fevereiro e março.</p>
<p>No Centro-Oeste, apesar de uma melhora geral, o monitor da ANA observou que a seca moderada avançou em Goiás e no leste de Mato Grosso devido a &#8220;anomalias negativas de precipitação&#8221;. Por outro lado, o oeste mato-grossense e o noroeste goiano tiveram um recuo da seca fraca, impulsionado pela melhora nos índices pluviométricos.</p>
<p>A situação foi diferente nas demais regiões. No Nordeste, houve uma expansão da área com seca moderada na Bahia e em Pernambuco, acompanhada de um agravamento da estiagem, que passou de moderada a grave no sudeste do Piauí, sul de Pernambuco, oeste de Alagoas e de Sergipe, e no sudoeste e nordeste baiano. Houve, contudo, um recuo da seca fraca no centro do Ceará e norte do Maranhão, influenciado por chuvas acima da média.</p>
<p>No Sudeste, a falta de chuvas e a piora nos indicadores levaram ao avanço da seca moderada em São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro. A Região Sul também sofreu com a persistência de chuvas abaixo da média, resultando no avanço da seca moderada no Rio Grande do Sul e da seca fraca no leste e norte de Santa Catarina e no leste e centro-sul do Paraná. O monitor ainda apontou um agravamento da seca, passando de fraca para grave no nordeste gaúcho e Região Serrana de Santa Catarina, e de fraca para moderada no oeste catarinense e sudoeste paranaense.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Subida do Rio Tapajós marca fim da fase crítica da seca no oeste paraense</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jan 2025 18:45:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/09/Santarem-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O ano de 2025 começou com boas notícias para os municípios da região oeste do Pará. Depois do segundo ano consecutivo de seca, com os rios baixando a níveis recordes e uma série de impactos para as comunidades locais, a intensificação das chuvas neste inverno amazônico ajudou na recuperação do Rio Tapajós. Nesta segunda-feira (6/1), [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/09/Santarem-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O ano de 2025 começou com boas notícias para os municípios da região oeste do Pará. Depois do segundo ano consecutivo de seca, com os rios baixando a níveis recordes e uma série de impactos para as comunidades locais, a intensificação das chuvas neste inverno amazônico ajudou na recuperação do Rio Tapajós. Nesta segunda-feira (6/1), o nível registrado pela Agência Nacional de Águas (ANA) foi de 2,62 metros em Santarém. A marca representa 52 centímetros acima da cota de alerta, que é de 2,10 metros &#8211; e que foi ultrapassada na última quinta-feira (2/1), ao atingir 2,17 metros. De acordo com o site <a href="https://www.oestadonet.com.br/site/noticia/24550048/nivel-do-rio-tapajos-sobe-42-centimetros-em-cinco-dias-em-santarem" target="_blank" rel="noopener">OEstadonet</a>, a elevação acelerou durante a semana, saltando de 1,87 metro no dia 30 de dezembro de 2024 para 2,29 metros em apenas cinco dias, superando em 13 centímetros o nível registrado na mesma data do ano passado logo após a seca histórica de 2023.</p>
<p>Em Óbidos, a régua da ANA indica que o rio está na marca de 2,10 metros, enquanto que em Itaituba o nível já chega a 4,54 metros. Apesar do alívio que a elevação traz, a Defesa Civil diz que monitora o comportamento do rio diariamente por causa do aumento do volume de chuvas que podem provocar cheias na região. A situação até o momento é tranquila, já que a cota de alerta para esses casos é de 7,10 metros.</p>
<p>Ao <a href="https://g1.globo.com/pa/santarem-regiao/noticia/2025/01/03/inverno-amazonico-deve-seguir-ate-o-mes-de-junho-de-2025-no-oeste-do-para.ghtml" target="_blank" rel="noopener">G1 Santarém</a>, o Doutor em Clima e Meio Ambiente, Raoni Aquino, informou que o pico das chuvas no oeste do Pará ainda deve acontecer, entre os meses de março e abril &#8211; não só em Santarém como em outros municípios. A expectativa é que a estação chuvosa dure até meados de junho.</p>
<p>Apesar da melhora nas condições do tempo, organizações locais permanecem em alerta e dão continuidade às ações de apoio aos ribeirinhos. O Projeto Saúde &amp; Alegria mantém a campanha de mobilização de recursos para garantir a doação de baldes equipados com filtros de nanotecnologia que possibilitam o tratamento de água, Já são mais de 1.200 famílias beneficiadas dentro da meta de atingir 5 mil famílias.</p>
<p>Você pode ajudar a levar água potável para as populações amazônidas afetadas pela seca contribuindo com a campanha “Filtros portáteis de micromembrana do Projeto Saúde &amp; Alegria”. Para saber como doar, clique <a href="https://www.doebem.org.br/organizacao-recomendada?org=saude_alegria&amp;lang=pt" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>.</p>
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		<title>Desmatamento fragmenta a Amazônia e isola 23% de suas florestas, diz estudo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Oct 2024 15:50:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/10/Amazonia-fragmentada-810x540-1-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Cerca de 1/4 da Floresta Amazônica, quase o tamanho do território do México, foi isolado pelo avanço do desmatamento e da mineração na região. São 193 milhões de hectares de cobertura amazônica cercados por terras agrícolas, pastagens, minas e estradas, o que acaba com a conectividade ecológica, os corredores ecológicos, impedindo a interação entre habitats. [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/10/Amazonia-fragmentada-810x540-1-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Cerca de 1/4 da Floresta Amazônica, quase o tamanho do território do México, foi isolado pelo avanço do desmatamento e da mineração na região. São 193 milhões de hectares de cobertura amazônica cercados por terras agrícolas, pastagens, minas e estradas, o que acaba com a conectividade ecológica, os corredores ecológicos, impedindo a interação entre habitats.  Outros 108 milhões de hectares da maior floresta tropical do planeta também correm o risco de ficar isolados.</p>
<p>As evidências fazem parte de um estudo da Rede Amazônica de Informações Socioambientais Georreferenciadas (RAISG) e Aliança NorAmazônica (ANA) que será apresentado na COP16, na próxima semana, que foi antecipado pela <a href="https://www.youtube.com/watch?v=LVbxWi_hT0U" target="_blank" rel="noopener">AFP</a>. O levantamento usa dados de satélite obtidos entre 1987 e 2022 pelo MapBiomas, informa <a href="https://oglobo.globo.com/brasil/meio-ambiente/noticia/2024/10/15/desmatamento-fragmenta-a-amazonia-e-isola-23percent-de-suas-florestas-diz-estudo-entenda.ghtml" target="_blank" rel="noopener">O Globo</a>, e ainda aponta que outros 108 milhões de hectares também correm o risco de ficar isolados.</p>
<p>O desaparecimento dos corredores ecológicos impede a livre circulação dos animais em busca de alimento, acasalamento, migração em épocas de seca ou refúgio de incêndios florestais. Isso ameaça não apenas a sobrevivência dos animais, mas também toda a cadeia ecológica, desde a dispersão de sementes de árvores, parasitas do solo e pólen nas flores, até o equilíbrio das populações determinado por predadores, alerta o relatório.</p>
<p>A falta de conexão não só mudará a Amazônia de ecossistema florestal para campos sujos empobrecidos, mas pode acelerar a chegada do ponto de não retorno da floresta, explicou o biólogo Néstor Espejo, que participou do estudo. A degradação irreversível afetaria diretamente os 47 milhões de habitantes da Bacia Amazônica nos 9 países pan-amazônicos, bem como as populações andinas que são abastecidas com sua água, enfatizou Adriana Rojas, que liderou o trabalho.</p>
<p>Os efeitos negativos não são apenas locais. A fragmentação pressiona a capacidade dos ecossistemas amazônicos de regular os ciclos de vida do oxigênio, da água doce e do clima global. Ou seja, todo o planeta paga a conta da destruição da Floresta Amazônica, por conta de seu importante papel na regulação climática em todo o mundo.</p>
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		<title>Agência do governo federal confirma seca em 100% do território paraense</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/agencia-do-governo-federal-confirma-seca-em-100-do-territorio-paraense/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Oct 2024 19:45:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/10/defesa-civil-seca-santarem-MIDR-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O mais recente relatório da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) comprova o avanço da seca pelo Pará. De acordo com o monitoramento divulgado na última sexta,11, todos os 1.248.000 km² de área do estado estão sob influência da seca em algum nível. O impacto só não é maior do que no Amazonas, [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/10/defesa-civil-seca-santarem-MIDR-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O mais recente relatório da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) comprova o avanço da seca pelo Pará. De acordo com o monitoramento divulgado na última sexta,11, todos os 1.248.000 km² de área do estado estão sob influência da seca em algum nível. O impacto só não é maior do que no Amazonas, que tem uma extensão territorial maior de 1.571.000 km².</p>
<p>Os dados são referentes aos meses de julho e agosto e mostram a retomada do cenário mais crítico da seca, que só alcançou proporção semelhante em novembro de 2023. Segundo a ANA, houve uma intensificação da seca no estado com o avanço da seca grave de 1% para 3% no estado. É o cenário mais severo registrado recentemente, perdendo apenas para janeiro de 2024, quando 8% do estado estava em situação de seca grave.</p>
<p>A tendência, no entanto, é que a crise alcance novas proporções, já que em regiões como o oeste do Pará a estiagem costuma atingir o pico entre novembro e dezembro. Em Santarém, o nível do Rio Tapajós recua a cada dia. Na última sexta-feira chegou a 7 cm, um nível 53 cm abaixo do mesmo dia de 2023. Já nesta segunda-feira, 14, a medição da ANA registrou apenas 2 cm. Já em Itaituba, o nível varia de 85 a 90 cm desde o final da semana passada.</p>
<p>Nas regiões banhadas pelo Rio Xingu, a estiagem avança em diferentes pontos e já <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/escassez-hidrica-no-rio-xingu-deve-afetar-geracao-de-energia-pela-belo-monte/">compromete a geração de energia na Usina de Belo Monte</a>. Em Altamira, o nível caiu de 2,52 metros na sexta para 2,39 metros hoje. No município de Porto de Moz, o recuo foi de 1,16 metro para 99 cm no mesmo período.</p>
<h3>Grupo de apoio</h3>
<p>Diante disso, uma <a href="https://www.paraterraboa.com/economia/forca-tarefa-vai-apoiar-acoes-de-combate-a-seca-em-municipios-do-para/">força-tarefa envolvendo as defesas civis municipais, estadual e federal</a> já está atuando em áreas críticas de Santarém. O Grupo de Apoio a Desastres (GADE) do Ministério da Integração e Desenvolvimento Regional (MIDR) chegou ao município na última semana e já se reuniu com autoridades locais para alinhar estratégias e respostas às necessidades das comunidades afetadas.</p>
<p>Entre as ações previstas, estão o fortalecimento da articulação entre os sistemas estadual e municipal de Proteção e Defesa Civil e o apoio na captação de recursos federais, necessários para enfrentar o desastre e acelerar a resposta aos pedidos por verbas. De acordo com a pasta, o esforço conjunto busca atender às necessidades imediatas, assim como estabelecer um plano de ação contínuo que possa garantir maior resiliência dos municípios frente aos eventos climáticos futuros.</p>
<h3>Saiba como ajudar</h3>
<p>O <strong>Pará Terra Boa</strong> une-se à campanha do Projeto Saúde &amp; Alegria (PSA) em apoio aos povos ribeirinhos, indígenas, quilombolas e extrativistas, afetados pela seca severa que atinge a região do Baixo Amazonas. A campanha, que está sendo possível graças à parceria com organizações e movimentos sociais, inclui a distribuição de filtros de nanotecnologia para comunidades isoladas pela estiagem. Estes filtros, acoplados a baldes, promovem um verdadeiro milagre: transformam a água barrenta em potável.</p>
<p>E você pode ajudar, acessando o link:</p>
<p><a href="https://www.doebem.org.br/organizacao_recomendada?org=saude_alegria&amp;lang=pt" target="_blank" rel="noopener">https://www.doebem.org.br/organizacao_recomendada?org=saude_alegria&amp;lang=pt</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
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		<title>Foz do Amazonas pode apresentar extremos climáticos: secas severas e chuvas intensas</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/foz-do-amazonas-pode-apresentar-extremos-climaticos-secas-severas-e-chuvas-intensas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 May 2024 19:36:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[adaptação climática]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/03/foz-do-amazonas-inpe-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Os eventos extremos decorrentes das mudanças climáticas devem se tornar mais frequentes e intensos ao longo do século. As alterações afetam o mundo todo, porém diferentes estudos científicos mostram que algumas regiões são mais vulneráveis e uma delas a região da Foz do Amazonas. Dados sobre a região, que se estende pela costa dos estados [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/03/foz-do-amazonas-inpe-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Os eventos extremos decorrentes das mudanças climáticas devem se tornar mais frequentes e intensos ao longo do século. As alterações afetam o mundo todo, porém diferentes estudos científicos mostram que algumas regiões são mais vulneráveis e uma delas a região da Foz do Amazonas.</p>
<p>Dados sobre a região, que se estende pela costa dos estados do Amapá e Pará, abrangendo uma área de aproximadamente 280 mil km², foram apresentados no seminário “A Foz do Amazonas: pesquisas, conservação e futuro”, promovido pelo Museu Paraense Emílio Goeldi e o Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo (IEA-USP).</p>
<p>A pesquisadora Claudia Funi, do Instituto de Pesquisas Científicas e Tecnológicas do Amapá (IEPA), lembrou estudo desenvolvido pela NASA que aponta os riscos de inundação em diferentes partes do planeta, ressaltando que as áreas mais criticas no Brasil estão na Foz do Amazonas e no Rio Grande do Sul, onde a população enfrenta uma emergência climática há cerca de três semanas. Diante da vulnerabilidade do norte do país, Claudia Funi ressalta que as consequências também seriam trágicas.</p>
<blockquote><p>“A perda de habitats que vamos ter é gigantesca porque é uma área extremamente plana, então um pouco que a água subir, ela ocupará extensas planícies”, alertou.</p></blockquote>
<p>Já as pesquisas realizadas pela Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) preveem, por exemplo, a ocorrência de chuvas mais intensas e períodos secos prolongados devido ao aquecimento global. O coordenador de Mudanças Climáticas da ANA, Saulo Aires, explicou que os problemas primários das alterações são notados no ciclo da água.</p>
<blockquote><p>“De um modo geral, a mudança climática causa um fenômeno que chamamos de aceleração do ciclo hidrológico. Com as temperaturas mais quentes, o vapor atmosférico passa a armazenar mais água e isso causa eventos extremos, como chuvas intensas. Por outro lado, essa chuva cai com intensidade muito forte que dificulta a infiltração e acaba também oferecendo um risco maior para as secas”, afirma.</p></blockquote>
<p>Considerando esse cenário, dois estudos recentes da Agência chamam atenção para os impactos esperados nos próximos anos. Em um dos trabalhos, as modelagens levaram em conta um aquecimento de 2º a 3,5º C até o final do século e indicam um aumento de cerca de 30% nas chuvas intensas. Por outro lado, a tendência é que aumente também o número de dias secos por ano, ultrapassando a marca de 100 dias. Até o ano 2000, a média de dias secos era de 50 na bacia do Rio Amazonas.</p>
<blockquote><p>“A seca que tivemos ano passado passará a ser mais frequente. Isso vai afetar fortemente a nossa disponibilidade hídrica e ensejará uma série de esforços para a gente se adaptar a essa nova realidade”, frisou Saulo Aires.</p></blockquote>
<p>Quando se analisa o impacto das mudanças climáticas nas bacias hidrográficas do Brasil o cenário também não é animador, indicando uma tendência de <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/regiao-norte-pode-ter-queda-na-vazao-dos-rios-menos-chuvas-e-secas-frequentes-diz-estudo/">queda na disponibilidade hídrica de até 40% nos rios da Região Norte</a>, entre eles o rio Tapajós e o Xingu.</p>
<blockquote><p>“Os resultados apontaram impactos na evapotranspiração potencial nas diferentes regiões hidrográficas do Brasil e na precipitação total. Quando a gente olha para a Amazônia, a gente vê uma tendência muito forte de crescimento da evapotranspiração potencial, principalmente em virtude do aumento da temperatura, e uma tendência de diminuição expressiva na precipitação total anual que leva a uma diminuição na disponibilidade hídrica”, ressaltou o especialista da ANA.</p></blockquote>
<p>Diante dos riscos que envolvem a conservação da foz, da necessidade de ampliar o conhecimento e o desenvolvimento do ecossistema, os pesquisadores apresentam sugestões que envolvem a criação de um instituto de pesquisas específico para a Foz do Amazonas e a criação de um mosaico de unidades de conservação, aliando tanto áreas de proteção integral quanto de uso sustentável.</p>
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		<title>Região Norte pode ter queda na vazão dos rios, menos chuvas e secas frequentes, diz estudo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Feb 2024 19:24:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[água]]></category>
		<category><![CDATA[ANA]]></category>
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		<category><![CDATA[recursos hídricos]]></category>
		<category><![CDATA[Região Norte]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/09/secaam-benjamin-constant-alto-solimoes-seca1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Um estudo inédito elaborado pela Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) mostra que o cenário de seca extrema, como a vivenciada no ano passado, tende a se tornar frequente nos próximos anos. O modelo climático elaborado ressalta que a disponibilidade hídrica deve reduzir em mais de 40% na região Norte, onde está uma [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/09/secaam-benjamin-constant-alto-solimoes-seca1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Um estudo inédito elaborado pela Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) mostra que o cenário de <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/mudancas-climaticas-e-nao-o-el-nino-foram-a-causa-principal-da-seca-severa-na-amazonia/">seca extrema</a>, como a vivenciada no ano passado, tende a se tornar frequente nos próximos anos. O modelo climático elaborado ressalta que a disponibilidade hídrica deve reduzir em mais de 40% na região Norte, onde está uma das bacias hidrográficas mais importantes do País</p>
<p>Para realizar o levantamento, a ANA aplicou diferentes modelos climáticos globais à realidade brasileira visando analisar os efeitos das mudanças climáticas na disponibilidade de água em cenários de curto, médio e longo prazos, que compreende os períodos de 2015 a 2040, de 2041 a 2070 e de 2071 a 2100, respectivamente. Aspectos como a evapotranspiração, chuvas e vazão dos rios também foram levados em conta nas previsões.</p>
<blockquote><p>“Esse primeiro período que nós examinamos nos traz informações, convergências e consensos que nos permite tomar decisões desde agora. Por exemplo, o modelo climático que aconteceu durante o ano 2023 na região Norte é o modelo mais convergente das nossas modelagens. É aquele onde há redução da disponibilidade hídrica e elevação dos eventos extremos”, disse o diretor da ANA, Nazareno Araújo, durante a apresentação do estudo em live.</p></blockquote>
<p>Os resultados destacam que as bacias hidrográficas localizadas nas regiões Norte, Nordeste e parte do Centro-Oeste tendem a sofrer com maior escassez hídrica. O estudo ainda alerta que o problema deve se intensificar ao longo dos anos à medida em que aumentam os níveis de emissão dos gases de efeito estufa, um grande propulsor do aquecimento global.</p>
<blockquote><p>“As projeções indicam que se pode ter diminuições de até 40% na disponibilidade hídrica já em 2040 nas principais regiões hidrográficas brasileiras, além de um aumento substancial no número de trechos de rios intermitentes no futuro nessas regiões”, diz um trecho do documento.</p></blockquote>
<h3>Políticas públicas</h3>
<p>No caso específico da região Norte, a previsão é que haja uma redução de vazão rios e queda nos volumes médios de chuva aliado à frequência e intensidade maior das secas. Nesse contexto, a recomendação é que as informações sirvam para o planejamento e implementação de medidas de adaptação para evitar, por exemplo, o isolamento de comunidades ribeirinhas ou a interrupção da navegação, como ocorreu em 2023.</p>
<blockquote><p>“Isso traz a possibilidade para que os gestores da região e o Governo Federal possam adotar políticas públicas mais perenes, por exemplo, de melhoria da condição de navegação dos rios que tinham água abundante”, acrescentou o diretor Nazareno Araújo.</p></blockquote>
<p>O lançamento da pesquisa <a href="https://www.gov.br/ana/pt-br/assuntos/noticias-e-eventos/noticias/ana-lanca-estudo-sobre-impactos-da-mudanca-climatica-nos-recursos-hidricos-das-diferentes-regioes-do-brasil/resumo-executivo_26012024.pdf" target="_blank" rel="noopener">“Impacto da mudança climática nos recursos hídricos do Brasil”</a> foi um dos destaques do anuncio da Jornada da Água 2024, promovida pela ANA em alusão ao Dia Mundial da Água, comemorado em 22 de março. Neste ano, as ações e projetos intersetoriais terão como tema central “A água nos une, o clima nos move”, que busca evidenciar a importância do debate integrado da agenda do clima com a preservação dos recursos hídricos.</p>
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		<title>Seca no Amazonas deve deixar meio milhão de pessoas sem água e comida</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Sep 2023 19:30:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[ANA]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/09/secaam-benjamin-constant-alto-solimoes-seca1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Os governos federal e do Amazonas anunciaram uma força-tarefa para enfrentar a seca na Amazônia, que deixou os rios em níveis baixíssimos e já afeta mais de 110 mil pessoas. Em uma reunião em Brasília na terça-feira, 26, ficou acertado o envio emergencial de cestas básicas e água, a intensificação das operações de combate a incêndios, [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/09/secaam-benjamin-constant-alto-solimoes-seca1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Os governos federal e do Amazonas anunciaram uma força-tarefa para enfrentar a seca na Amazônia, que deixou os rios em níveis baixíssimos e já afeta mais de 110 mil pessoas. Em uma reunião em Brasília na terça-feira, 26, ficou acertado o envio emergencial de cestas básicas e água, a intensificação das operações de combate a incêndios, bem como apoio logístico, acesso a programas sociais federais e liberação de emendas parlamentares.</p>
<p>O governador Wilson Lima, do Amazonas, acredita que o número de atingidos pela estiagem no estado deve aumentar muito até outubro, chegando a 500 mil pessoas, informa a <a href="https://www.cnnbrasil.com.br/nacional/amazonas-enfrenta-seca-historica-e-projeta-500-mil-sem-acesso-a-agua-e-comida/" target="_blank" rel="noopener">CNN</a>. Além disso, ele acredita que a seca de 2024 na região amazônica pode ser ainda mais severa do que a atual. Isso porque, por conta do baixo nível dos rios agora, antes do período em que a estiagem habitualmente ocorre, o próximo período chuvoso pode não ser suficiente para encher os rios, explicou à <a href="https://www.cnnbrasil.com.br/nacional/a-cnn-governador-do-am-preve-nova-seca-grave-em-2024-periodo-chuvoso-nao-enchera-os-rios/" target="_blank" rel="noopener">CNN</a>.</p>
<p>Além da ajuda humanitária, o governo federal vai destinar R$ 141 milhões para obras de dragagem em rios atingidos pela estiagem no Amazonas e também em Rondônia, relata o <a href="https://g1.globo.com/politica/noticia/2023/09/26/governo-destina-r-141-milhoes-para-obras-de-dragagem-em-rios-prejudicados-pela-seca-no-norte.ghtml" target="_blank" rel="noopener">g1</a>. Serão feitas duas dragagens emergenciais nos rios Solimões, Amazonas e Madeira.</p>
<p>O volume de chuvas na Região Norte está abaixo da média histórica, afirma uma nota conjunta deste mês do INPE, da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) e do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET). E no Amazonas, dos 62 municípios do estado, 59 enfrentam a estiagem, e 15 estão em situação de emergência, informa <a href="https://oglobo.globo.com/brasil/meio-ambiente/noticia/2023/09/26/envio-de-cestas-basicas-agua-e-combate-a-incendio-governo-anuncia-forca-tarefa-para-enfrentar-seca-na-amazonia.ghtml" target="_blank" rel="noopener">O Globo</a>.</p>
<p>Os efeitos já são visíveis em grandes rios, como o Negro, Solimões, Purus, Juruá e Madeira. O nível do rio Negro – um dos maiores afluentes do Rio Amazonas – vem descendo 20 cm por dia, segundo o Serviço Geológico do Brasil. É uma taxa duas vezes superior à do ano passado, embora menor do que a das grandes secas amazônicas de 2005 e 2010, informa <a href="https://oglobo.globo.com/brasil/meio-ambiente/noticia/2023/09/26/seca-na-amazonia-rio-negro-baixa-20-centimetros-por-dia-130-mil-moradores-estao-sob-risco-de-desabastecimento-e-governo-faz-reuniao-de-emergencia.ghtml" target="_blank" rel="noopener">O Globo</a>.</p>
<p>No Pará,  a ocorrência do fenômeno da vazante nos <a style="font-size: 14px;" href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/mudancas-climaticas-podem-reduzir-pela-metade-a-vazao-dos-rios-da-amazonia/" target="_blank" rel="noopener">rios da Amazônia</a><span style="font-size: 14px; color: var(--c-contrast-800);"> combinada aos efeitos do El Niño deve impactar no <a href="https://www.paraterraboa.com/economia/estacao-seca-pode-prejudicar-transporte-fluvial-de-passageiros-e-producao-rural-no-para/" target="_blank" rel="noopener">desenvolvimento de atividades importantes para a região.</a> </span></p>
<p>Morador de Nazaré, um distrito ribeirinho de Porto Velho (RO), Iremar Antonio Ferreira deixou o Paraná aos 16 anos, onde viu “a soja matar o Rio Azul”, como definiu a situação vivida pelo afluente do rio Piquiti. Hoje, teme testemunhar processo semelhante no rio Madeira, relata <a href="https://oglobo.globo.com/brasil/meio-ambiente/noticia/2023/09/27/nunca-vimos-o-rio-madeira-tao-baixo-moradores-ribeirinhos-relatam-transtornos-com-a-seca-na-amazonia.ghtml" target="_blank" rel="noopener">O Globo</a>.</p>
<p>Coordenador do Instituto Madeira Vivo, Ferreira reforça que a atual seca é agravada por desmatamento, expansão agrícola e garimpos ilegais, que derrubam as matas ciliares e assoreiam os leitos dos rios.</p>
<blockquote><p>“Já tivemos outras secas, mas essa está sendo a pior de todas. Estão aparecendo bancos de pedra que eu nunca tinha visto. Os próprios pilotos estão comentando. Nunca vimos o rio Madeira tão baixo; os barcos maiores estão tendo muita dificuldade, porque há trechos com profundidade abaixo de 1,5 m, então precisam levar menos carga e menos gente, um impacto muito grande.”</p></blockquote>
<p>LEIA MAIS:</p>
<p><a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/mudancas-climaticas-podem-reduzir-pela-metade-a-vazao-dos-rios-da-amazonia/" target="_top" rel="noopener">Mudanças climáticas podem reduzir pela metade a vazão dos rios da Amazônia</a></p>
<p><a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/el-nino-fica-ate-marco-e-sera-mais-forte-em-outubro-ou-novembro-diz-agencia-dos-estados-unidos/" target="_top" rel="noopener">El Niño fica até março e será mais forte em outubro ou novembro, diz agência dos Estados Unidos</a></p>
<p><a href="https://www.paraterraboa.com/economia/estacao-seca-pode-prejudicar-transporte-fluvial-de-passageiros-e-producao-rural-no-para/" target="_top" rel="noopener">Estação seca pode prejudicar transporte fluvial de passageiros e produção rural no Pará</a></p>
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