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	<title>AmazonCel UFRA &#8211; Pará Terra Boa</title>
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		<title>Resíduo de açaí vira solução sustentável para embalagens do futuro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tereza Coelho]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Feb 2026 12:57:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[TECNOLOGIA]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/10/acai33-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O Pará exportou mais de 60 mil toneladas de açaí em 2024 e mantém a liderança global da produção em 2025. Mas o sucesso econômico traz um desafio ambiental proporcional: o descarte do caroço. Atualmente, apenas 20% do fruto é aproveitado como polpa; os 80% restantes são resíduos que, até então, careciam de uma destinação [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/10/acai33-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O Pará exportou mais de 60 mil toneladas de açaí em 2024 e mantém a liderança global da produção em 2025. Mas o sucesso econômico traz um desafio ambiental proporcional: o descarte do caroço. Atualmente, apenas 20% do fruto é aproveitado como polpa; os 80% restantes são resíduos que, até então, careciam de uma destinação nobre.</p>
<p>Para mudar essa realidade, nasceu o AmazonCel, o primeiro laboratório paraense dedicado à produção de celulose a partir da fibra do caroço de açaí. Instalado na Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA), o espaço utiliza tecnologia local para transformar o que era lixo em insumo industrial. As informações são do Portal Amazônia.</p>
<p>Diferente da indústria tradicional de papel, que utiliza o eucalipto, o AmazonCel foi projetado para trabalhar com insumos da região. O foco é a camada fina de fibra que envolve o caroço após a batida do fruto.</p>
<blockquote><p>&#8220;Transformamos o que antes era resíduo em insumos de alto valor. É a floresta em pé para impulsionar um novo modelo de desenvolvimento sustentável&#8221;, afirma a professora Marta Chagas Monteiro, coordenadora do projeto INCT-Probiam.</p></blockquote>
<p>O espaço conta com oito equipamentos capazes de realizar todo o processo, da extração da fibra até a formação do papel, dando um novo destino a um resíduo tão conhecido da região Amazônica.</p>
<h3>Como o papel é fabricado?</h3>
<p>A fibra utilizada é camada fina que envolve o caroço após a retirada da polpa. Diferentemente da maioria dos laboratórios brasileiros, que utilizam eucalipto como matéria-prima, o laboratório paraense foi pensado para utilizar insumos regionais, como forma de responder as demandas locais sobre geração de lixo e transformação de insumos.</p>
<p>O processo, que leva cerca de três dias após a coleta do caroço junto aos batedores, segue etapas rigorosas:</p>
<ul>
<li><strong>Lavagem e Secagem</strong>: Preparação inicial do resíduo.</li>
<li><strong>Polpação</strong>: Cozimento sob alta temperatura e pressão.</li>
<li><strong>Depuração e Refino:</strong> Retirada de impurezas e tratamento para dar resistência e durabilidade à folha.</li>
</ul>
<p>O laboratório agora testa a resistência mecânica e o comportamento do papel em contato com a água, visando atender indústrias de cosméticos, farmacêutica e alimentícia.</p>
<h3>Inovação: Papel com óleos medicinais</h3>
<p>O projeto também aposta na combinação do papel com óleos amazônicos conhecidos, como a copaíba e a andiroba. A ideia é conferir propriedades antifúngicas e antibacterianas ao material, que pode ampliar seu uso na indústria de cosméticos.</p>
<p>Futuramente, a iniciativa será ampliada em parcerias com o Laboratório de Tecnologia Farmacêutica e Cosmetologia (LTFC), instalado na Universidade Federal do Pará (UFPA) para levar o processo de transformação de resíduos agroindustriais para outras cadeias importantes do estado como cacau e pupunha.</p>
<h3>Ciclo de Aproveitamento Total</h3>
<p>A pesquisa garante que nada seja desperdiçado. Mesmo após a retirada da fibra para o papel, o &#8220;caroço limpo&#8221; ainda tem utilidade:</p>
<p>Cientificamente, ele possui alto potencial para geração de bioenergia e produção de biocarvão (biochar), mas além disso, o resíduo permite a criação de outras formas de geração de renda já divulgadas pelo<strong> Pará Terra Boa</strong> como a<a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/casas-ecologicas-em-ilha-de-belem-serao-erguidas-com-tijolos-de-carocos-de-acai/" target="_blank" rel="noopener"> criação de tijolos</a>, <a href="https://www.paraterraboa.com/gente-da-terra/engenheiro-quimico-do-para-utiliza-caroco-do-acai-no-tratamento-de-agua-e-muda-a-vida-de-ribeirinhos/" target="_blank" rel="noopener">limpeza e tratamento de água</a>, assim como<a href="https://www.paraterraboa.com/economia/empresa-paraense-transforma-residuo-do-acai-em-opcao-sustentavel-para-a-arquitetura/" target="_blank" rel="noopener"> revestimentos para construções de baixo impacto ambiental</a>.</p>
<p>Desta forma, a integração da pesquisa científica, potencial econômico e envolvimento comunitário associados a tecnologia permitem a criação de modelos de produtos e negócios mais sustentáveis, aproveitando cada detalhe do que antes era destinado exclusivamente ao lixo, mas agora gera novas oportunidades.</p>
<p>&nbsp;</p>
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