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	<title>agricultura regenerativa &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<title>agricultura regenerativa &#8211; Pará Terra Boa</title>
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		<title>Brasil aposta bilhões na agricultura regenerativa no Pará com apoio de coalizão empresarial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paloma Lobatto]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Aug 2025 16:58:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AGRICULTURA]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/08/IMG_4933-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A agricultura regenerativa surge como uma das principais estratégias do setor empresarial brasileiro para avançar em soluções sustentáveis até a COP30. Com foco na produção rural de baixo carbono e na recuperação ambiental, o projeto Landscape Accelerator – Brazil (LAB) reúne instituições como o Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS), o World Business [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/08/IMG_4933-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>A <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/agricultura-regenerativa-muda-realidade-de-regioes-desmatadas-no-para/" target="_blank" rel="noopener">agricultura regenerativa</a> surge como uma das principais estratégias do setor empresarial brasileiro para avançar em soluções sustentáveis até a COP30. Com foco na produção rural de baixo carbono e na recuperação ambiental, o projeto Landscape Accelerator – Brazil (LAB) reúne instituições como o Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS), o World Business Council for Sustainable Development (WBCSD) e a consultoria BCG, contando ainda com o apoio técnico do Ministério da Agricultura.</p>
<p>O estado do Pará é uma das prioridades da iniciativa, dada sua importância para a segurança alimentar e a preservação da biodiversidade. Estudos recentes indicam que a região pode gerar até R$ 116 bilhões em valor até 2024, beneficiando diretamente milhares de agricultores familiares. As ifomrações são do <a href="https://umsoplaneta.globo.com/opiniao/colunas-e-blogs/direto-de-belem/post/2025/08/brasil-mira-bilhoes-em-agricultura-regenerativa-no-cerrado-e-para-com-apoio-de-coalizao-empresarial.ghtml" target="_blank" rel="noopener">Um Só Planeta</a>.</p>
<p>O <a href="https://www.paraterraboa.com/economia/agricultura-familiar-tera-credito-de-r-1-bi-no-norte-e-centro-oeste/">projeto visa acelerar a adoção de práticas sustentáveis,</a> como plantio direto, rotação diversificada de culturas, recomposição do solo, integração lavoura-pecuária-floresta e sistemas agroflorestais. Além de reduzir as emissões de gases do efeito estufa, essas técnicas aumentam a resiliência climática e a produtividade nas propriedades rurais.</p>
<blockquote><p>“Estamos falando de uma agricultura que cuida do solo, protege a água, e valoriza quem produz. É uma transformação que precisa acontecer com apoio técnico, financiamento direcionado e escala territorial”, ressalta Marina Grossi, presidente do CEBDS.</p></blockquote>
<p>O Landscape Accelerator conecta produtores, empresas e investidores para fortalecer agricultura sustentável, mapeando oportunidades de financiamento climático e gerando indicadores de impacto. A iniciativa tem papel fundamental na aproximação da agricultura brasileira aos mercados internacionais mais rigorosos em sustentabilidade.</p>
<p style="text-align: left;">Essa proposta integra um conjunto de soluções empresariais que será apresentado à presidência da COP30 nas próximas semanas. A agenda do CEBDS prevê a articulação de coalizões e a construção de um legado para a conferência que acontecerá em novembro, na capital paraense.</p>
<p><strong>LEIA MAIS:</strong></p>
<p><strong><a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/agricultura-regenerativa-muda-realidade-de-regioes-desmatadas-no-para/" target="_top">Agricultura regenerativa muda realidade de regiões desmatadas no Pará</a></strong></p>
<p><strong><a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/a-agricultura-regenerativa-e-o-caminho-para-zerar-emissoes-de-gases-de-efeito-estufa-defende-nobre/" target="_top">A agricultura regenerativa é o caminho para zerar emissões de gases de efeito estufa, defende Nobre</a></strong></p>
<p><strong><a href="https://www.paraterraboa.com/agricultura/saiba-o-que-e-a-agricultura-regenerativa/" target="_top">Saiba o que é a agricultura regenerativa</a></strong></p>
<p class="p1">
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		<title>Agricultura regenerativa muda realidade de regiões desmatadas no Pará</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Feb 2025 14:43:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[#agrofloresta]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura regenerativa]]></category>
		<category><![CDATA[Cacau Floresta]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/02/TNC23010_230508_1314-Maira-Erlich-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Práticas da agricultura regenerativa em regiões impactadas pelo desmatamento estão trazendo ótimos resultados no Pará, É o caso do município de São Félix do Xingu, no sudeste paraense. Por lá, mais de 1 mil hectares passaram por restauração ecológica e cerca de 2 mil hectares de pastagens degradadas foram convertidos em sistemas agroflorestais (SAFs) utilizando [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/02/TNC23010_230508_1314-Maira-Erlich-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Práticas da agricultura regenerativa em regiões impactadas pelo desmatamento estão trazendo ótimos resultados no Pará, É o caso do município de São Félix do Xingu, no sudeste paraense. Por lá, mais de 1 mil hectares passaram por restauração ecológica e cerca de 2 mil hectares de pastagens degradadas foram convertidos em sistemas agroflorestais (SAFs) utilizando uma espécie nativa da Amazônia: o cacau.</p>
<p>As ações envolvem, além so incentivo à implantação de SAFs com o projeto Cacau Floresta, mas também de sistemas de <a href="https://www.paraterraboa.com/agricultura/sistema-ilpf-garante-producao-rural-sustentavel-e-com-mais-rentabilidade/" target="_blank" rel="noopener">Integração Lavoura Pecuária e Florestas (ILPF)</a>.</p>
<p>Nas agroflorestas, há uma combinação entre a floresta e o cultivo de diversas espécies agrícolas de valor econômico, com colheitas realizadas em épocas diferentes. Já no ILPF, além dos elementos florestal e agrícola, também é incluída a criação de gado. Entre as vantagens desses sistemas estão o aumento da produção de alimentos sem a necessidade de expandir para áreas de floresta nativa, além de uma capacidade significativamente maior de sequestro de carbono quando comparada à pecuária extensiva, prática ainda muito comum na região.</p>
<p>De acordo com a Rodrigo Freire, líder de Áreas Privadas para a Amazônia da The Nature Conservancy (TNC) Brasil, é comum que pequenos produtores na Amazônia comprometam a saúde de suas terras investindo em um modelo de pecuária de baixa tecnologia, ou seja, na criação de gado sem cuidados de manejo que, com o tempo, acabam degradando suas terras e as deixando improdutivas.</p>
<blockquote><p>“Sem o conhecimento adequado, as pastagens degradam o solo, demandam novas áreas de florestas e comprometem a produtividade e geração de renda dos agricultores. Esse cenário leva a um processo contínuo de desmatamento e de degradação.</p></blockquote>
<p>Freire afirma que, há 10 anos na região, o projeto Cacau Floresta tem provado que o cultivo de cacau em sistemas agroflorestais é uma estratégia eficaz para recuperar essas áreas, gerar renda aos produtores rurais e, assim, combater o desmatamento ao romper com esse ciclo,  Mas é importantíssimo o papel da assistência técnica e extensão rural (ATER), que atende tanto demandas individuais quanto coletivas.</p>
<h3>Cacau Floresta</h3>
<p>Desde que foi criado o projeto Cacau Floresta já atendeu 600 famílias de São Félix do Xingu, Tucumã, Altamira, Vitória do Xingu, Brasil Novo, Medicilândia, Anapu e Pacajá, que produziram mais de 2 toneladas de cacau. Com a instituição do PNCPD, a expectativa é que mais produtores rurais possam ser beneficiados, o que deve contribuir para diminuir o passivo ambiental na região. Segundo a organização, são 579.745 hectares de pastagens degradadas em 13.203 propriedades de São Félix do Xingu e municípios do entorno que estão aptas ao PNCPD.</p>
<p>Para que essas áreas possam ser restauradas, no entanto, é necessário o fortalecimento de programas de regularização ambiental e fundiária, além de assegurar crédito e outros mecanismos financeiros. A injeção de recursos é apontada como essencial já que ajudaria a diminuir os custos com a regeneração, que atualmente gira em torno de R$ 5 mil por hectare em áreas de baixa aptidão produtiva e R$ 2.5 mil onde a degradação está em nível moderado.</p>
<blockquote><p>“O PNCDP, se implementado no estado do Pará, associado a iniciativas estaduais, como o Programa de Regularização Ambiental (PRA); Paisagens Sustentáveis; Plano Amazônia Agora; Política Estadual de Mudanças Climáticas com ênfase no Programa Estadual de Boas Práticas Produtivas e Programa Estadual de Recuperação da Vegetação Nativa, ganhará muita velocidade em um ambiente de programa integrados e contribuirá fortemente com as metas de todos estes programas”, analisa Francisco Fonseca, especialista em governança público-privada na pecuária amazônica da TNC.</p></blockquote>
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		<title>A agricultura regenerativa é o caminho para zerar emissões de gases de efeito estufa, defende Nobre</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/a-agricultura-regenerativa-e-o-caminho-para-zerar-emissoes-de-gases-de-efeito-estufa-defende-nobre/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Sep 2024 16:34:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/05/pecuaria_regenerativa-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O climatologista Carlos Nobre afirma que a agricultura regenerativa é o caminho para zerar as emissões de gases de efeito estufa na atmosfera. Daí, a importância do agronegócio brasileiro se aliar a projetos de restauração de biomas e de produtores rurais adotarem práticas regenerativas. “A agricultura regenerativa mantém a cultura, restaura a vegetação, restaura a [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/05/pecuaria_regenerativa-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O climatologista Carlos Nobre afirma que a <a href="https://www.paraterraboa.com/agricultura/saiba-o-que-e-a-agricultura-regenerativa/" target="_blank" rel="noopener">agricultura regenerativa</a> é o caminho para zerar as <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/aumento-das-queimadas-torna-amazonia-a-maior-emissora-de-gases-do-efeito-estufa-do-mundo/" target="_blank" rel="noopener">emissões de gases de efeito estufa na atmosfera</a>. Daí, a importância do agronegócio brasileiro se aliar a projetos de restauração de biomas e de produtores rurais adotarem práticas regenerativas.</p>
<blockquote><p>“A agricultura regenerativa mantém a cultura, restaura a vegetação, restaura a biodiversidade e gera uma quantidade grande de polinizadores”, disse.</p></blockquote>
<p>De acordo com Nobre, o mundo já está há 14 meses com uma temperatura média 1,5ºC acima dos níveis pré-industriais, e isso está diretamente relacionado à “explosão” de casos de eventos climáticos extremos, como grandes inundações e <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/brasil-enfrenta-a-pior-seca-de-sua-historia-recente-informa-o-cemaden/" target="_blank" rel="noopener">secas severas.</a> Para ele, a agricultura regenerativa é também uma arma poderosa contra as mudanças do clima.</p>
<p>Práticas regenerativas não são apenas ideais para equilibrar o clima, mas porque resultam em mais produtividade e lucratividade. Para ele, a lentidão para a adoção de práticas regenerativas no campo no Brasil é um desafio cultural. Ele citou países desenvolvidos, que já estão reduzindo sua área agrícola há décadas sem prejuízo da oferta de alimentos.</p>
<blockquote><p>&#8220;Nos Estados Unidos e na Europa, só diminui a área total da agricultura há décadas e só aumenta a produção, por causa de toda a ciência trazida. A China já vem reduzindo há mais de 20 anos a área da agricultura&#8221;, citou.</p></blockquote>
<p>Ele destacou a ambiciosa iniciativa chinesa de reflorestamento em larga escala, ao mesmo tempo em que o país busca intensificar a produção agrícola urbana para reduzir sua dependência de importações de alimentos. de países vulneráveis a crises climáticas, como o Brasil.</p>
<p>Paralelamente, Nobre defendeu o uso de biocombustíveis derivados da cana-de-açúcar, destacando a neutralidade de carbono desse processo devido à rebrota da planta.</p>
<p><strong>LEIA MAIS</strong></p>
<p><strong><a href="https://www.paraterraboa.com/agricultura/saiba-o-que-e-a-agricultura-regenerativa/" target="_top" rel="noopener">Saiba o que é a agricultura regenerativa</a></strong></p>
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		<item>
		<title>COP28: Pará vai recuperar 173 mil hectares até 2025 com agricultura sustentável, promete Helder</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/cop28-para-vai-recuperar-140-mil-hectares-ate-2025-com-agricultura-sustentavel-promete-helder/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Dec 2023 14:09:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[140 mil hectares]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura regenerativa]]></category>
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		<category><![CDATA[produção sustentável]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/12/helder-cop28-Audiovisual-PR-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Nos preparativos para sediar a COP30, o Governo do Pará anunciou que 173 mil hectares de áreas degradadas serão recuperados até 2025 com agricultura regenerativa. A expectativa é que 4 mil famílias sejam beneficiadas pelo plano que prevê investimentos em produção sustentável. O anúncio era uma das entregas previstas pelo estado e foi feito pelo [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/12/helder-cop28-Audiovisual-PR-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Nos preparativos para sediar a COP30, o Governo do Pará anunciou que 173 mil hectares de áreas degradadas serão recuperados até 2025 com agricultura regenerativa. A expectativa é que 4 mil famílias sejam beneficiadas pelo plano que prevê investimentos em produção sustentável.</p>
<p>O anúncio era uma das entregas previstas pelo estado e foi feito pelo governador Helder Barbalho na segunda-feira, 4, na COP28, em Dubai. Durante a apresentação, ele ressaltou que o Pará tem 75% de floresta nativa e preservada e os 25% restantes são destinados a produção dentro do zoneamento econômico e ecológico em que a agricultura e a pecuária são contempladas em uma nova perspectiva.</p>
<blockquote><p>“O nosso objetivo, portanto, é introduzir uma nova cultura de uso da terra a partir da agricultura regenerativa, da pecuária regenerativa, da inclusão e integração das atividades econômicas a partir do sistema agroflorestal”, declarou o governador</p></blockquote>
<p>Para isso, no entanto, Barbalho frisou que é preciso avançar no financiamento climático. As estimativas do estado indicam que seriam necessários cerca de US$ 500 milhões para garantir ações de crédito, assistência e apoio rural que levem em conta a produção alimentar com a preservação da floresta.</p>
<h3>Plataforma</h3>
<p>Durante o painel, foi ressaltado que o Pará vai aproveitar as experiências que já possui na área para garantir o alcance da meta de regeneração de 140 mil hectares. A implementação e acompanhamento dos objetivos serão realizados por meio da Plataforma Territórios Sustentáveis, ferramenta já utilizada pelo estado para regularização ambiental e fundiária de produtores rurais.</p>
<blockquote><p>“Chegaremos até 2025, quando seremos honrosamente sede da COP30, demonstrando que é possível fazer a mudança e partir para a solução do planeta fazendo floresta viva valer mais do que floresta morta, e compreendendo que na Amazônia temos 29 milhões de pessoas que precisam ter capacidade de sobrevivência, condição de vida e o mundo precisa olhar pela floresta, pelos amazônidas, colaborando para que possamos ser protagonistas da transformação ambiental e social”, afirmou.</p></blockquote>
<p>A meta paraense para agricultura regenerativa está alinhada com a proposta da Conferência, que se propôs a debater os sistemas alimentares. Além disso, o Pará tem destaque na questão já que o governador integra o comitê responsável por discutir os objetivos globais em torno da questão.</p>
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		<title>Evitar desmatamento pode reduzir 857,94 milhões de toneladas de CO₂ por ano no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Oct 2023 12:22:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA["carbono azul"]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura regenerativa]]></category>
		<category><![CDATA[carbono]]></category>
		<category><![CDATA[desmatamento]]></category>
		<category><![CDATA[GEE]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/08/floresta-para-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Você sabia que a ação com maior impacto na redução das emissões de gases de efeito estufa (GEE) é reduzir o desmatamento? Estudo sobre o potencial das Soluções Baseadas na Natureza (SBN) no Brasil revela que a redução do desmate, principal fonte das emissões de dióxido de carbono no País, poderia diminuir o lançamento de [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/08/floresta-para-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Você sabia que a ação com maior impacto na redução das emissões de gases de efeito estufa (GEE) é reduzir o desmatamento?</p>
<p>Estudo sobre o potencial das Soluções Baseadas na Natureza (SBN) no Brasil revela que a redução do desmate, principal fonte das emissões de dióxido de carbono no País, poderia diminuir o lançamento de 857,94 milhões de toneladas de CO₂ na atmosfera anualmente, segundo o levantameto publicado com exclusividade pelo <a href="https://www.estadao.com.br/economia/governanca/evitar-desmatamento-reduzir-toneladas-co2-brasil/" target="_blank" rel="noopener">Estadão.</a></p>
<p>O dióxido de carbono (CO₂) proveniente da queima de combustíveis fósseis, queimadas e desmatamentos, é responsável por aproximadamente 60% dos gases do efeito estufa, de acordo com dados da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (CETESB).</p>
<p>Daí a urgência de combater o desmatamento, especialmente nas regiões da Amazônia e do Cerrado, e  buscar  soluções baseadas na natureza para redução das emissões de gases de efeito estufa (GEE).</p>
<p>A agricultura regenerativa  é uma dessa soluções, já que a técnica gera receitas adicionais por meio de créditos de carbono, além de aumentar a resiliência dos sistemas agrícolas. Medidas de mitigação das emissões de GEE podem contribuir para uma estimativa de redução de 131,6 a 270,6 milhões de toneladas de CO₂ por ano.</p>
<p>Além da redução do desmatamento e a adoção de práticas de agricultura regenerativa, o estudo fala da restauração de ecossistemas e o &#8220;carbono azul&#8221; como os quatro pilares principais com o maior potencial de impacto.</p>
<p>O &#8220;carbono azul&#8221; refere-se à captura de carbono da atmosfera e dos oceanos e ao seu armazenamento em ecossistemas marinhos e costeiros.</p>
<p>A restauração, que busca restabelecer a estabilidade e o equilíbrio dos processos ambientais interrompidos pela ação humana, pode resultar na remoção de até 287,56 milhões de toneladas de CO₂ por ano, gerando créditos de carbono de remoção, diz o levantamento</p>
<p>Os custos de restauração variam entre os diferentes biomas brasileiros, com valores que variam de US$10,1 a US$108,3 por tonelada de CO₂ removido.</p>
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		<title>&#8216;Brasil lidera revolução biológica no planeta&#8217;, diz agrônomo</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/agricultura/brasil-lidera-revolucao-biologica-no-planeta-diz-agronomo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Jul 2021 23:20:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AGRICULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura biológica]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura regenerativa]]></category>
		<category><![CDATA[Biotrop]]></category>
		<category><![CDATA[defensivos biológicos]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/07/milho-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />De acordo com o biólogo Antônio Carlos Zem, doutor em agronomia pela Esalq/USP e CEO da Biotrop, &#8220;o Brasil lidera a revolução biológica no planeta&#8221;. A declaração do pesquisador, dada em maio durante uma live, ilustra o momento em que o país vive na produção de insumos biológicos para a agricultura e pastagem. Enquanto a [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/07/milho-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>De acordo com o biólogo Antônio Carlos Zem, doutor em agronomia pela Esalq/USP e CEO da Biotrop, &#8220;o Brasil lidera a revolução biológica no planeta&#8221;. A declaração do pesquisador, dada em maio durante uma live, ilustra o momento em que o país vive na produção de insumos biológicos para a agricultura e pastagem. Enquanto a agricultura biológica cresce no mundo 12%, no Brasil, esse índice gira entre 35 a 40%, diz.</p>
<p>&#8220;Somos o país que mais cresce no uso de tecnologia biológica, sejam eles macros, como os parasitas predadores, as famosas vespinhas, ou os microorganismos baseados em fungos, bactérias e vírus. O importante é que a indústria entre e comece a produzir com qualidade, dê uma assistência técnica ao campo, leve esse produto ao pequeno e médio produtores, já que o grande está tendo acesso, e, principalmente, que os produtos venham com uma dose muito forte de custo-benefício&#8221;, afirma.</p>
<p>Segundo Zem, o mercado de defensivos agrícolas passa de US$ 12 bilhões no mundo por ano, enquanto, no Brasil, a estimativa é de que o setor movimente cerca de US$ 500 mi a US$ 600 milhões. &#8220;Crescendo a 35% por ano, dá para ver que, num cenário de 8 anos, os biológicos serão componentes extremamente importantes e de forte participação na agricultura brasileira&#8221;, acrescenta.</p>
<p>O uso de defensivos biológicos no campo está inserido no que hoje é chamado de agricultura regenerativa, que consiste, entre outros fatores, em:</p>
<ul>
<li>Rotação de culturas ou cultivo sucessivo de mais de uma planta na mesma terra;</li>
<li>Cobertura do cultivo ou plantio o ano todo para que a terra não fique em pousio durante as entressafras, o que ajuda a evitar a erosão do solo;</li>
<li>Cultivo com menos aração de campos;</li>
<li>Diminuição do uso de fertilizantes e pesticidas;</li>
<li>Bem-estar animal e práticas justas de trabalho para os trabalhadores.</li>
</ul>
<p>Os principais microorganismos dos defensivos biológicos são as bactérias, fungos e mycorrhiza, que apresentam modos de ação mais diversificados que os insumos químicos. Eles atuam em competição com microorganismos que podem provocar danos e doenças às plantas, como os neumatóides. Ajudam na aeração do solo, reduzem a carga química dos plantios e aumentam gradativamente a produtividade das culturas. Além disso, têm custo mais acessível.</p>
<p>Os produtos biológicos apresentam resultados mais rápidos quando associados a outras práticas, como rotação de cultura, plantio direto ou adição de matéria orgânica ao solo. Não são incompatíveis com os químicos, mas se complementam.</p>
<p>Além dos microorganismos, os insumos biológicos são desenvolvidos a partir de enzimas, extratos (de plantas ou de microrganismos), macrorganismos (invertebrados), metabólitos secundários e feromônios, destinados ao controle biológico. Esses insumos são também os ativos voltados à nutrição, os promotores de crescimento de plantas, os mitigadores de estresses bióticos e abióticos e os substitutivos de antibióticos, conforme definição da Embrapa.</p>
<p>&#8220;O produto chega na mão do produtor com vida de prateleira. Não precisa ser refrigerado, não requer condições muito extraordinárias para aplicar. Já no primeiro uso, na primeira safra, você já vê claramente os primeiros benefícios, como ocorre com as bactérias fixadoras de nitrogênio&#8221;, exemplifica.</p>
<p>Zem explica que, na proteção do plantio contra os neumatóides, por exemplo, as bactérias e fungos promovem o crescimento radicular da planta, &#8220;consequentemente ela tem uma melhor ancoragem, busca água, resiste mais ao estresse hídrico e absorve mais os nutrientes&#8221;. Hoje, no combate à praga, &#8220;os biológicos dominam os químicos&#8221;.</p>
<p>Quando abrimos um solo, seja no Cerrado ou na Caatinga, a vegetação nativa é removida, o solo recebe doses altas de calcário e herbicidas, a adubação é nitrogenada, &#8220;tudo isso diminui o equilíbrio natural que existia entre as plantas e os microorganismos&#8221;.</p>
<h3>Biológicos x químicos</h3>
<p>Não se trata de uma guerra entre os defensivos químicos e biológicos. A demanda crescente por biológicos se deve ao mercado consumidor de alimentos hoje preocupado com a origem dos produtos. &#8220;O que o mercado vem pedindo é a redução do grupo de químicos e redução da resistência dos patógenos. É muito caro desenvolver uma molécula de químicos, haja visto que há muito tempo não se lança uma. O químico, no entanto, é essencial para a agricultura&#8221;, acrescenta Ederson Santos, gerente de portfolio da Biotrop.</p>
<p>A mistura entre as duas fontes é importante, por exemplo, em grandes extensões, especialmente quando faltam recursos financeiros para cobrir milhares de hectares com defensivos químicos. &#8220;As formulações biológicas hoje permitem mais misturas (com os químicos), são mais compatíveis, dando respostas de alta eficiência&#8221;, diz.</p>
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