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	<title>2023 &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<title>2023 &#8211; Pará Terra Boa</title>
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		<title>Pará teve R$ 1,6 bilhão de prejuízos com desastres climáticos em 2023</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 May 2024 20:33:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/10/tapajos-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Por Fabrício Queiroz A ocorrência de desastres naturais como secas e estiagens, alagamentos, erosões, alagamentos, chuvas intensas e outros fenômenos provoca diferentes impactos nas localidades afetadas. Além de perdas humanas e de alterações ambientais, esses eventos deixam prejuízos materiais e criam uma demanda maior por recursos para recuperação e mitigação de danos. Somente no Pará, [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/10/tapajos-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><em>Por Fabrício Queiroz</em></p>
<p>A ocorrência de desastres naturais como secas e estiagens, alagamentos, erosões, alagamentos, chuvas intensas e outros fenômenos provoca diferentes impactos nas localidades afetadas. Além de perdas humanas e de alterações ambientais, esses eventos deixam prejuízos materiais e criam uma demanda maior por recursos para recuperação e mitigação de danos. Somente no Pará, os fenômenos ocorridos em 2023 causaram um prejuízo de R$ 1,628 bilhão no ano de 2023.</p>
<p>Os dados estão disponíveis no Atlas Digital de Desastres no Brasil, uma plataforma que agrega informações da Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil, do Ministério da Integração e Desenvolvimento Regional (MDIR). O cálculo referente aos diversos tipos de desastres registrados no estado, incluindo incêndios florestais, inundações, seca e estiagem, considera os prejuízos de R$ 487,9 milhões em danos materiais, R$ 575,24 milhões em prejuízos públicos e R$ 565,53 milhões em prejuízos privados.</p>
<p>Segundo o MDIR, a localidade mais afetada foi o município de Parauapebas e Oriximiná, com 14 e 12 ocorrências de desastres, respectivamente. Óbidos, Santarém, Prainha, Vitória do Xingu, Breves e Maracanã também constam na lista das regiões impactadas.</p>
<h3>Prejuízo de R$ 5,564 bilhões em dez anos</h3>
<p>Os efeitos que os desastres naturais causam nas contas públicos e nas atividades produtivas também são acompanhados pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM), que divulgou nesta segunda-feira, 20, um panorama sobre o tema no período entre 2013 e 2023. De acordo com a instituição, os prejuízos para o estado foram de R$ 5,564 bilhões nesse intervalo.</p>
<p>Durante a última década, o Pará teve 1.456 decretos de desastres. No Brasil, foram 64.742 decretos nos últimos dez anos. Desse total, 41% foram vinculados a eventos de seca e estiagem, 29% relacionadas à chuvas, 24% do total ligadas à doenças infecciosas, 5% relacionadas a incêndios e 1% a outros tipos de desastres. Em todo o país, o impacto financeiro dos desastres chegou a R$ 639, 4 bilhões.</p>
<p>Além disso, CNM destaca que os setores mais impactados são a agricultura, a pecuária, as instalações públicas, os serviços de abastecimento de água potável e obras de infraestrutura.</p>
<blockquote><p>“Nos primeiros cinco meses de 2024, os desastres causaram mais de R$ 32,1 bilhões em prejuízos em todo o Brasil”, disse o presidente da CNM, Paulo Ziulkoski, durante entrevista coletiva realizada pela instituição.</p></blockquote>
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		<title>Desmatamento teve queda de 21% no Pará e 22% na Amazônia em 2023, confirma Inpe</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 May 2024 19:56:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/06/desmatamento_pa-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />No intervalo entre agosto de 2022 a julho de 2023, os satélites do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) detectaram uma redução de 3.299 km² na cobertura florestal no estado do Pará, o que representa uma queda de 21% comparada a período semelhante dos anos anteriores. Nos nove estados da Amazônia Legal, o desmatamento durante [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/06/desmatamento_pa-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>No intervalo entre agosto de 2022 a julho de 2023, os satélites do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) detectaram uma redução de 3.299 km² na cobertura florestal no estado do Pará, o que representa uma queda de 21% comparada a período semelhante dos anos anteriores.</p>
<p>Nos nove estados da Amazônia Legal, o desmatamento durante o ciclo recuou ainda mais, 21,8%, atingindo uma área de 9.064 km². Os dados consolidados são do Prodes 2023, que calcula as taxas anuais de desmatamento em diferentes biomas brasileiros e foram divulgados pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) e o Mnistério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) nesta quarta-feira, 8.</p>
<p><a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/taxa-de-desmatamento-cai-21-no-para-e-223-amazonia-em-um-ano/">Em novembro passado, as estimativas do Prodes já previam uma redução dessa ordem</a> que agora foram confirmadas com os números consolidados.</p>
<p>Além disso, o Governo comemorou os resultados alcançados nos 70 municípios da região que concentraram 75% do total derrubado em 2022. Nessas áreas consideradas prioritárias e que recebem as principais ações de combate à derrubada da floresta, a queda foi quase o dobro da média regional, alcançando 42%.</p>
<blockquote><p>“Isso é fruto de uma ação de política publica com base em evidência e alocação de recursos em priorização e elaboração de estratégias”, afirmou a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva.</p></blockquote>
<h3>Expectativa de mais queda</h3>
<p>A expectativa é que a taxa de desmatamento continue em retração no próximo ciclo que compreende agosto de 2023 a julho deste ano. Isso porque os levantamentos preliminares junto ao Deter, que fornece informações mensais sobre os alertas de desmatamento, já mostram que a Amazônia apresenta uma redução de 55% desde agosto até abril. Caso confirmada, esse será a menor taxa acumulada nos últimos dez anos.</p>
<p>No Pará, em abril deste ano, houve <span style="font-size: 14px; color: var(--c-contrast-800);"><a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/para-registra-em-abril-67-de-reducao-nos-alertas-de-desmatamento/" target="_blank" rel="noopener">redução de 67%  no desmatamento</a>, em comparação com o mesmo período do ano passado, segundo o Deter. Foram </span>28 km² de área recoberta por alertas de desmatamento contra 86 km² registrados no mesmo período de 2023.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-28752 aligncenter" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/05/WhatsApp-Image-2024-05-08-at-16.23.31-300x160.jpeg" alt="" width="514" height="274" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/05/WhatsApp-Image-2024-05-08-at-16.23.31-300x160.jpeg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/05/WhatsApp-Image-2024-05-08-at-16.23.31-1024x544.jpeg 1024w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/05/WhatsApp-Image-2024-05-08-at-16.23.31-768x408.jpeg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/05/WhatsApp-Image-2024-05-08-at-16.23.31-150x80.jpeg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/05/WhatsApp-Image-2024-05-08-at-16.23.31-450x239.jpeg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/05/WhatsApp-Image-2024-05-08-at-16.23.31.jpeg 1057w" sizes="(max-width: 514px) 100vw, 514px" /></p>
<p>De acordo com Marina Silva, a previsão indica o acerto do governo brasileiro na combinação de ações de fiscalização, comando e controle com instrumentos econômicos e de crédito que fomentam a mudança do modelo de desenvolvimento da Amazônia e a criação de alternativas de base sustentável.</p>
<p>Nesse sentido, foi ressaltada a importância do <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/22-municipios-paraenses-ja-aderiram-ao-programa-de-combate-ao-desmatamento-e-incendios-florestais/">programa União com Municípios pela Redução do Desmatamento e Incêndios Florestais na Amazônia</a> que vai destinar R$ 730 milhões para ações estruturantes nos municípios onde a devastação é maior.</p>
<blockquote><p>“Estamos atuando para que tenhamos negociações que estejam à altura da Missão 1.5ºC. Nós podemos zerar o desmatamento no Brasil, na Colômbia, na Indonésia, na Malásia, na República Democrática do Congo e em todos biomas florestais do mundo, mas se não reduzir as emissões de CO², as florestas vão perecer do mesmo jeito”, enfatizou a ministra chamando atenção para o protagonismo que o Brasil tem buscado nas discussões da agenda climática global.</p></blockquote>
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		<title>Queimadas destruíram mais de 17 milhões de hectares do Brasil em 2023</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jan 2024 19:56:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[2023]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/01/queimadas-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O Brasil registrou queimadas em mais de 17,3 milhões de hectares ao longo de 2023. Desse total, 3,9 milhões de hectares foram consumidos no estado do Pará, que liderou o ranking a frente do Mato Grosso e Maranhão. Os dados foram calculados pela organização MapBiomas e mostram que houve um aumento de 6% na propagação [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/01/queimadas-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O Brasil registrou queimadas em mais de 17,3 milhões de hectares ao longo de 2023. Desse total, 3,9 milhões de hectares foram consumidos no estado do Pará, que liderou o ranking a frente do Mato Grosso e Maranhão. Os dados foram calculados pela organização MapBiomas e mostram que houve um aumento de 6% na propagação do fogo no País em comparação com o ano de 2022, quando foram detectadas queimadas em 16,3 milhões de hectares. Para se ter uma ideia do impacto, a área atingida é equivalente ao território do Uruguai e maior do que o estado do Acre.</p>
<p>O levantamento é feito a cada mês e permite compreender a dinâmica do uso do fogo e os fatores que contribuem para sua disseminação. De acordo com o estudo, o pico das queimadas ocorreu entre os meses de setembro e outubro, quando mais de mais de 4 milhões de hectares foram atingidos.</p>
<blockquote><p>“Em 2023, o El Niño desempenhou um papel crucial no aumento dos incêndios na Amazônia, uma vez que esse fenômeno climático elevou as temperaturas e deixou a região mais seca, criando condições favoráveis à propagação do fogo”, explica Ane Alencar diretora de Ciência no IPAM e coordenadora do MapBiomas Fogo.</p></blockquote>
<p>A pesquisa revela ainda que, apesar do fenômeno climática ter ficado menos intenso no final do ano, as queimadas cobriram cerca de 1,5 milhão de hectares apenas em dezembro. Nesse período, o Pará liderou o ranking dos estados mais afetados, com uma área de aproximadamente 658 mil hectares consumida pelo fogo. O dado representa um aumento de 572% na área queimada em relação ao mesmo mês do ano anterior.</p>
<p>Segundo o MapBiomas, os municípios paraenses de Placas, Mojui dos Campos, Uruará, Oriximiná, Nova Esperança do Piriá, Chaves, Santarém, Monte Alegre, Portel e Prainha foi onde houve mais queimadas registradas em dezembro passado.</p>
<p>Por sua vez, os estados do Maranhão e Roraima aparecem em seguida, com queimadas com extensão de 338 mil e 146 mil hectares, respectivamente. A forte presença dos estados da Região Norte demonstra outro dado preocupante: a Amazônia continua sendo o bioma mais impactado pelas queimadas. Somente em dezembro, 1,3 milhão de hectares, isto é, 86% do total do período foi queimado aqui.</p>
<p>Para Ane Alencar, é preciso dar continuidade às ações de combate ao desmatamento a fim de evitar danos maiores e um cenário ainda pior para a preservação do bioma.</p>
<blockquote><p>“Se não fosse a redução de mais de 50% no desmatamento, diminuindo uma das principais fontes de ignição, com certeza teríamos uma área bem maior afetada por incêndios na região”, analisa a pesquisadora.</p></blockquote>
<p>Para conferir os dados completos do Monitor do Fogo, clique <a href="https://plataforma.brasil.mapbiomas.org/monitor-do-fogo" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>.</p>
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		<title>2023 foi o ano mais quente já registrado, confirma agência espacial europeia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jan 2024 15:22:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[2023]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/07/calor-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O Serviço Copernicus para as Alterações Climáticas (C3S), da Agência Espacial Europeia, confirmou nesta terça-feira, 9, o que jà vinha sendo anunciado há alguns meses:  2023 foi  o ano mais quente no planeta desde o começo da série histórica, em 1850. O relatório Global Climate Highlights de 2023 apresenta um resumo geral dos extremos climáticos mais [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/07/calor-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O Serviço Copernicus para as Alterações Climáticas (C3S), da Agência Espacial Europeia, confirmou nesta terça-feira, 9, o que jà vinha sendo anunciado há alguns meses:  2023 foi  o ano mais quente no planeta desde o começo da série histórica, em 1850.</p>
<p>O relatório Global Climate Highlights de 2023 apresenta um resumo geral dos extremos climáticos mais relevantes de 2023 e dos principais impulsionadores deles, como concentrações de gases de efeito estufa, El Niño e outras variações naturais, com explica o MetSul</p>
<p>Com média global de 14,98°C, o ano passado superou em 0,17°C o recordista anterior,  2016. 2023 foi 0,60°C mais quente do que a média de 1991-2020 e 1,48°C mais quente do que o nível pré-industrial de 1850-1900.</p>
<blockquote><p>&#8220;2023 foi, por uma larga margem, o ano mais quente da nossa documentação, que remonta à década de 1940, mas não é apenas isso. Provavelmente, acabamos de passar pelo ano mais quente da nossa história [humanidade]. E, possivelmente, o mais quente ou um dos mais quentes dos últimos 100 mil anos&#8221;,  disse o diretor do Copernicus, Carlo Buontempo</p></blockquote>
<p>Daí, de acordo com ele, da necessidade urgente de limitar as emissões de gases de efeitos estufa em todo os mundo.</p>
<blockquote><p>&#8220;A menos que nós consigamos rapidamente estabilizar a concentração de gases-estufa na atmosfera, nós não podemos esperar resultados diferentes daqueles que vimos nos últimos meses. Pelo contrário, seguindo a trajetória atual, em alguns anos, o ano de recordes de 2023 provavelmente será lembrado como um ano fresco&#8221;, alertou.</p></blockquote>
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		<title>Pará fecha 2023 como líder na produção de açaí, dendê, cacau, mandioca e abacaxi</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/agricultura/para-fecha-2023-como-lider-na-producao-de-acai-dende-cacau-mandioca-e-abacaxi/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jan 2024 13:39:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AGRICULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[2023]]></category>
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		<category><![CDATA[produção]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/02/acai-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que o Pará tem papel importante na produção rural do país. Abacaxi, cacau e mandioca são algumas das principais culturas oriundas do campo paraense, no entanto, o destaque maior fica por conta da liderança nacional na produção açaí e dendê. Segundo o estudo, o Pará [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/02/acai-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que o Pará tem papel importante na produção rural do país. Abacaxi, cacau e mandioca são algumas das principais culturas oriundas do campo paraense, no entanto, o destaque maior fica por conta da liderança nacional na produção açaí e dendê.</p>
<p>Segundo o estudo, o Pará é responsável por 93,87% da produção nacional de açaí. No total, são 114 municípios envolvidos com o cultivo e extrativismo do fruto, que alcançou mais de 224 mil hectares e uma produção de 1,6 milhões de toneladas. Estima-se que somente o açaí gerou um valor de produção de R$ 5,93 bilhões em 2022, atraindo recursos para cidades como Igarapé-Miri, que é responsável por 26,4% da produção paraense.</p>
<p>Por sua vez, o dendê apesar de ser um dos principais ingredientes da culinária baiana, 98,27% da sua produção ocorre no território paraense. <span data-contrast="auto">Tomé-Açu é o “berço” no Pará do sistema de produção do óleo através de SAFs há aproximadamente 15 anos, promovendo interações e benefícios sociais, econômicos e ambientais.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:259}"> </span></p>
<p>O fruto faz parte da economia de 30 municípios paraenses e alcançou no último ano uma produção de 2,9 milhões de toneladas em mais de 185 mil hectares plantados. Tailândia, no nordeste do estado, aparece como produtor de 32,47% do total.</p>
<p>As informações constam na pesquisa Produção Agrícola Municipal (PAM), sistematizada pelo Núcleo de Planejamento e Estatísticas da Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca (Sedap) com base no levantamento de 2022, que indica a relevância do estado também em outros segmentos.</p>
<p>O Pará desponta hoje como um maior produtor de cacau do Brasil, por exemplo. Foram 145,99 mil toneladas produzidas em 152,84 mil hectares de 65 municípios, com destaque para Medicilândia, região da Transamazônica.</p>
<p>Outra cultura bastante disseminada no estado é a da tradicional mandioca, que está presente em 138 municípios. Os dados do último levantamento mostram que a quantidade produzida no estado ultrapassa 4,16 milhões de toneladas em 277 mil hectares, sendo Acará, no nordeste do estado, o principal polo produtor.</p>
<p>Já o abacaxi está presente em 92 municípios e alcançou a marca de 350 milhões de frutos produzidos no último ano. Além disso, o Pará aparece como um dos três maiores produtores de pimenta-do-reino e coco-da-bala, que juntos movimentam quase R$ 700 milhões.</p>
<blockquote><p>“Com relação ao Valor de Produção dos produtos agrícolas no ano de 2022, o Estado do Pará ocupa a nona posição dentre as 27 unidades da federação, com participação de 2,76% do valor de produção nacional e apresentando um incremento de 11%, com relação ao ano de 2021&#8243;, detalhou Maria de Lourdes Minssen, coordenadora do planejamento da Sedap à <a href="https://agenciapara.com.br/noticia/50282/para-fecha-2023-como-lider-absoluto-na-producao-de-acai-e-dende-alem-de-mais-tres-importantes-culturas-agricolas" target="_blank" rel="noopener">Agência Pará</a>.</p></blockquote>
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		<title>Em um ano, Pará tem queda de 46% nos alertas de desmatamento, mas ainda é o que mais desmata</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jan 2024 18:59:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[2023]]></category>
		<category><![CDATA[alertas]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/01/desmatamento-Para-Agencia-Para-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O Pará encerrou 2023 com uma queda de 46% nos alertas de desmatamento, segundo os dados gerados pelo Sistema de Detecção de Desmatamento em Tempo Real (Deter), do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). O levantamento mostra que, de janeiro a dezembro do ano passado, o risco de devastação atingiu 1.905 km², cerca de 1.604 [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/01/desmatamento-Para-Agencia-Para-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O Pará encerrou 2023 com uma queda de 46% nos alertas de desmatamento, segundo os dados gerados pelo Sistema de Detecção de Desmatamento em Tempo Real (Deter), do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). O levantamento mostra que, de janeiro a dezembro do ano passado, o risco de devastação atingiu 1.905 km², cerca de 1.604 km² a menos quando comparado com igual período de 2022, quando foram registrados alertas em uma área de 3.509 km².</p>
<p>O recuo do desmatamento no estado acompanha a tendência geral da Amazônia Legal. De acordo com o Inpe, 10.278 km² da região estavam sob alerta em 2022, quando o índice de desmatamento bateu recorde. Já durante o último ano, o risco caiu pela metade, com alertas emitidos em 5.152 km² o final de dezembro.</p>
<p>A <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/taxa-de-desmatamento-cai-21-no-para-e-223-amazonia-em-um-ano/">queda do desmatamento no Pará também já havia sido atestada pelo sistema Prodes</a>. A pesquisa que leva em conta os dados oficiais gerados entre agosto de um ano e julho ano seguinte mostraram que a devastação foi 21% menor no comparativo com 2022.</p>
<p>Em entrevista à <a href="https://agenciapara.com.br/noticia/50508/para-lidera-em-53-os-indices-de-reducao-em-alertas-de-desmatamento-na-amazonia" target="_blank" rel="noopener">Agência Pará</a>, o secretario de estado de meio ambiente e sustentabilidade, Mauro Ó de Almeida, atribui o resultado à estratégia de integração entre ações de combate a crimes ambientais com políticas de incentivo à regularização, rastreabilidade e desenvolvimento da bioeconomia.</p>
<blockquote><p>&#8220;O Pará constrói desde 2019 uma política ambiental que vem sendo solidificada em um arcabouço legal e executada em diversas frentes com base na integração de ação por parte dos órgãos estaduais. São ações preconizadas pelo Plano Estadual Amazônia Agora (PEAA), direcionadas para fiscalização e monitoramento ambientais, ordenamento territorial, fundiário e ambiental, desenvolvimento socioeconômico baseado em atividades de baixas emissões de gases de efeito estufa, além de financiamento de longo alcance”, avaliou o secretário.</p></blockquote>
<p>Apesar dos indicadores positivos, o Pará ainda lidera o ranking do desmatamento no ano passado. Foram 1.903 km² desmatados no estado em 2023. Mato Grosso e Amazonas aparecem na sequência com 1.408 km² 894 km² de área nativa perdida, respectivamente.</p>
<p>Para a coordenadora de política públicas do Observatório do Clima, Suely Araújo, a preservação do bioma depende da implementação do plano de prevenção e controle, que já foi responsável pela queda de 83% na taxa de desmatamento até 2012.</p>
<blockquote><p>“O desafio agora é aplicar o PPCDAm em sua integralidade, reforçando a correta destinação das florestas públicas e o fomento a atividades produtivas sustentáveis&#8221;, disse Suely ao <a href="https://g1.globo.com/meio-ambiente/noticia/2024/01/05/area-sob-alerta-de-desmatamento-amazonia-cerrado-em-2023-inpe.ghtml" target="_blank" rel="noopener">G1</a>.</p></blockquote>
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		<title>Observatório Copernicus também confirma 2023 como o ano mais quente da história</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Dec 2023 17:40:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[2023]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/08/calor6-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Primeiro foi a Organização Meteorológica Mundial (OMM). Agora é o observatório europeu Copernicus que confirma que 2023 será o ano mais quente da história. com a temperatura média registrada nos últimos 11 meses. “Vitaminada” pelo fenômeno El Niño, a temperatura média do ar na superfície terrestre ficou em 14,22ºC em novembro, índice 0,85ºC acima da média [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/08/calor6-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Primeiro foi a <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/2023-e-o-ano-mais-quente-da-historia-confirma-relatorio-da-onu/" target="_blank" rel="noopener">Organização Meteorológica Mundial</a> (OMM). Agora é o observatório europeu Copernicus que <a href="https://climate.copernicus.eu/surface-air-temperature-november-2023" target="_blank" rel="noopener">confirma </a>que 2023 será o ano mais quente da história. com a temperatura média registrada nos últimos 11 meses.</p>
<p>“Vitaminada” pelo fenômeno <i>El Niño</i>, a temperatura média do ar na superfície terrestre ficou em 14,22<i>º</i>C em novembro, índice 0,85<i>º</i>C acima da média para o mês no período 1991-2020 e 1,75<i>º</i>C mais quente do que a média de novembro entre 1850 e 1900. A temperatura média em novembro de 2023 foi 0,32<i>º</i>C superior àquela registrada no mesmo mês no ano passado.</p>
<p>A temperatura média global de janeiro a novembro é 1,46<i>º</i>C acima da média pré-industrial e 0,13<i>º</i>C acima da média de onze meses para 2016, que mantinha até agora o recorde histórico como ano mais quente. Como agora, as temperaturas de 2016 também foram influenciadas pela ocorrência de um <i>El Niño</i>.</p>
<p>“As temperaturas extraordinárias de novembro em todo o mundo, incluindo dois dias mais quentes do que 2<i>º</i>C acima [da média de temperatura] do período pré-industrial, significam que 2023 é o ano mais quente da história”, disse Samantha Burgess, diretora-adjunta do serviço de mudança climática do Copernicus, citada pela <a href="https://www1.folha.uol.com.br/ambiente/2023/12/novembro-bate-recorde-de-calor-para-o-mes-e-2023-sera-ano-mais-quente-da-historia.shtml" target="_blank" rel="noopener">Folha</a>.</p>
<blockquote><p>“Enquanto as concentrações de gases de efeito estufa continuarem a aumentar, não podemos esperar resultados diferentes dos observados neste ano. As temperaturas continuarão a aumentar, assim como os efeitos das ondas de calor e das secas”, argumentou Carlo Buontempo, diretor do serviço climático de Copernicus, destacado por <a href="https://oglobo.globo.com/mundo/clima-e-ciencia/noticia/2023/12/06/ano-de-2023-sera-o-mais-quente-ja-registrado-apos-novo-recorde-em-novembro-diz-ue.ghtml" target="_blank" rel="noopener">O Globo.</a></p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>2023 é o ano mais quente da história, confirma relatório da ONU</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Dec 2023 17:07:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
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		<category><![CDATA[El Niño]]></category>
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		<category><![CDATA[seca severa]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/06/sol-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Ainda falta um mês para o ano acabar, mas 2023 já é o mais quente da história da humanidade. Quem confirma é  um relatório da Organização Meteorológica Mundial (OMM), agência climática das Nações Unidas (ONU), divulgado na quinta-feira, 30/11. O secretário geral da ONU, Antonio Guterres, disse  que &#8220;estamos vivendo o colapso climático em tempo [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/06/sol-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Ainda falta um mês para o ano acabar, mas 2023 já é o mais quente da história da humanidade. Quem confirma é  um relatório da Organização Meteorológica Mundial (OMM), agência climática das Nações Unidas (ONU), divulgado na quinta-feira, 30/11.</p>
<p>O secretário geral da ONU, Antonio Guterres, disse  que &#8220;estamos vivendo o colapso climático em tempo real, e o impacto é devastador&#8221;, na abertura para a COP28, em Dubai, no mesmo dia.</p>
<blockquote><p> &#8220;O aquecimento global recorde deveria provocar arrepios na espinha dos líderes globais. E deveria impeli-los à ação&#8221;, disse Guterres.</p></blockquote>
<p>Segundo o relatório da OMM, a temperatura média global já está 1,4º C acima da registrada no período pré-industrial. Com este valor,  2023 superou os anos de 2016, com 1,29°C acima da média, e 2020, com 1,27°C acima da média.</p>
<p>Em 2022, as concentrações dos três principais gases de efeito estufa &#8211; dióxido de carbono, metano e óxido nitroso &#8211; atingiram níveis recordes. Em 2023, dados de locais específicos mostram que os níveis dos três gases estão em constante crescimento, tornando o cenário mais preocupante.</p>
<p>No Brasil,  de julho a outubro, as temperaturas ficaram acima da média histórica. Estes meses  foram marcados por calor extremo em grande parte do País,como o Centro Oeste,  <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/seca-severa-fogo-e-fumaca-castigam-moradores-de-varias-regioes-do-para/" target="_blank" rel="noopener">seca severa no Norte</a> e enchentes no Sul.  Isso é reflexo do aquecimento global e do fenômeno El Niño (aquecimento acima da média das águas do Oceano Pacífico Equatorial), que tende a favorecer o aumento da temperatura em várias regiões do planeta.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Pará registrou mais de 24 mil focos de calor em 2023</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Oct 2023 21:00:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[2023]]></category>
		<category><![CDATA[focos de calor]]></category>
		<category><![CDATA[incêndios florestais]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/03/Para_queimadas_ipcc-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O calor excessivo dessa época do ano fez aumentar o nível de alerta em relação ao risco de queimadas no País. Na Amazônia, os dois maiores estados da região enfrentam situações preocupantes. Segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), o Pará lidera o registro de focos de calor, com 24.090 casos de janeiro a [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/03/Para_queimadas_ipcc-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O calor excessivo dessa época do ano fez aumentar o nível de alerta em relação ao risco de queimadas no País. Na Amazônia, os dois maiores estados da região enfrentam situações preocupantes. <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/para-lidera-registro-de-queimadas-de-janeiro-a-outubro-com-mais-de-20-mil-focos/">Segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), o Pará lidera o registro de focos de calor</a>, com 24.090 casos de janeiro a outubro deste ano. Já no Amazonas, a propagação de nuvens de fumaça tem prejudicado a qualidade do ar em Manaus. Os dados foram divulgados na sexta-feira, 13.</p>
<p>Os dados de satélite indicam que há uma queda de 22% na quantidade de focos de calor no Brasil no comparativo de 2022 com 2023. De acordo com o INPE, o País tinha registrados 162.116 focos de calor de janeiro a outubro do ano passado. Neste ano, foram 126.438 no mesmo período.</p>
<p>Os números também estão em queda quando se analisa o contexto do bioma amazônico. A esta altura de 2022, já haviam 94.568 registros na região, enquanto que até agora foram 66.591, o que representa uma redução de 29,6%.</p>
<p>Ainda assim, o fenômeno tem mobilizado a atenção da população local e do poder público. O Pará aparece no topo do ranking nacional desse problema com mais de 24 mil focos e responde por cerca de 36% de todos os focos da Amazônia. Além disso, o estado conta com os dois municípios com maiores números de alertas neste ano. Altamira e São Félix do Xingu tiveram 3.138 e 2.626 focos de calor, respectivamente.</p>
<p>Apesar disso, o INPE revela que há uma queda de registros ocorrendo após meses de altas exponenciais. Em junho, foram 682 focos; no mês seguinte foram 2.027; em outubro foram 6.725; e, em setembro, 9.507. Já em outubro, foram contabilizados 4.349 focos de calor até então. Isso significa uma redução de 54% entre os dois meses.</p>
<p>Por sua vez, o Amazonas passou de 6.991 registros em setembro para 2.704, o que indica uma queda de 61%. No entanto, os alertas estão superiores em comparação ao mesmo mês de 2022, quando houve 1.093 focos de calor.</p>
<p>Para conter o agravamento da situação, o Governo Federal anunciou medidas de reforço no combate a incêndios florestais, com aumento de 12% na equipe de brigadistas. O foco da atuação dos agentes é na contenção das queimadas que atingem o Amazonas, a região do Tapajós-Arapiuns, no Pará, além de outras operações no Maranhão e Mato Grosso.</p>
<blockquote><p>“O principal vetor das queimadas é o desmatamento. Não existe fogo natural na Amazônia. Ou o fogo é feito propositalmente por criminosos, ou é a transformação da cobertura vegetal”, disse a ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva,</p></blockquote>
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		<title>2023 tem 99% de chance de ser o ano mais quente da história</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Oct 2023 15:07:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[2023]]></category>
		<category><![CDATA[calor]]></category>
		<category><![CDATA[Copernicus]]></category>
		<category><![CDATA[mudanças climáticas]]></category>
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		<category><![CDATA[quente]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/10/calor22-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Após os meses de junho, julho, agosto e setembro baterem recordes históricos de temperaturas, a Administração Oceânica e Atmosférica Nacional (NOAA) dos Estados Unidos declarou que 2023 tem 99% de chance de ser o ano mais quente já registrado. Sarah Kapnick, cientista-chefe da NOAA, observou que &#8220;setembro de 2023 foi o quarto mês consecutivo com [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/10/calor22-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Após os meses de junho<a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/confirmado-pela-onu-julho-foi-o-mes-mais-quente-ja-registrado-na-historia/" target="_blank" rel="noopener">, julho</a>, <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/planeta-teve-o-agosto-mais-quente-ja-registrado-na-historia/" target="_blank" rel="noopener">agosto</a> e <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/planeta-registra-setembro-mais-quente-da-historia-alerta-observatorio/" target="_blank" rel="noopener">setembro</a> baterem recordes históricos de temperaturas, a Administração Oceânica e Atmosférica Nacional (NOAA) dos Estados Unidos declarou que 2023 tem 99% de chance de ser o ano mais quente já registrado.</p>
<p>Sarah Kapnick, cientista-chefe da NOAA, observou que &#8220;setembro de 2023 foi o quarto mês consecutivo com temperaturas recordes&#8221;. Ela acrescentou que não apenas foi o mês de setembro mais quente já registrado, mas também o mais fora do padrão em toda a história da agência.</p>
<blockquote><p>&#8220;Para dizer de outra maneira, setembro de 2023 foi mais quente que a média de julho de 2001 a 2010&#8221;, enfatizou a cientista.</p></blockquote>
<p>De acordo com a NOAA, a temperatura global em setembro ultrapassou em 1,44°C a média do século XX. Por sua vez, o Copernicus estimou que 2023 provavelmente será o ano mais quente da história e apontou que setembro foi quase 1,75°C mais quente que a média histórica do período pré-industrial, de 1850 a 1900.</p>
<p>O diretor do Copernicus, Carlo Buontempo, destacou que &#8220;vivenciamos o setembro mais extraordinário em termos climáticos. É algo difícil de acreditar&#8221;.</p>
<blockquote><p> &#8220;A mudança climática não é algo que acontecerá daqui a dez anos. A mudança climática está aqui&#8221;, destacou Buontempo.</p></blockquote>
<p>De acordo com o Acordo de Paris, o limite de aquecimento global idealmente deveria ser mantido a 1,5°C acima dos níveis pré-Revolução Industrial. Esse limite é considerado fundamental para evitar as consequências mais catastróficas das mudanças climáticas, como o desaparecimento de nações insulares.</p>
]]></content:encoded>
					
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