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	<title>CURIOSIDADES &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<title>CURIOSIDADES &#8211; Pará Terra Boa</title>
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		<title>Turismo no Pará explora experiências em contato com a natureza, a cultura e as comunidades tradicionais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Dec 2024 13:14:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[CURIOSIDADES]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/01/Ecosturismo-Conduz-Maiandeua-Thiago-Maiandeua-e1734699059441-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O turismo está em alta no Pará e atrai cada vez mais visitantes interessados em conhecer não apenas as cidades e os pontos mais conhecidos de Belém e Santarém, por exemplo, mas também as belezas pouco exploradas de comunidades imersas na floresta. Ao longo de 2024, o Pará Terra Boa mostrou muitos desses encantos nas [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/01/Ecosturismo-Conduz-Maiandeua-Thiago-Maiandeua-e1734699059441-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O turismo está em alta no Pará e atrai cada vez mais visitantes interessados em conhecer não apenas as cidades e os pontos mais conhecidos de Belém e Santarém, por exemplo, mas também as belezas pouco exploradas de comunidades imersas na floresta. Ao longo de 2024, o <strong>Pará Terra Boa</strong> mostrou muitos desses encantos nas diferentes regiões e relembra alguns deles. Nessa época de celebração e relaxamento, que tal arrumar as malas e conhecer um pouco do nosso estado?</p>
<h3>Desbravar a Amazônia pelas águas</h3>
<p>No oeste paraense, os rios Tapajós, Amazonas e Arapiuns oferecem contato com três ecossistemas diferentes com águas negras, barrentas e azuis. Uma peculiaridade dessa região e que pode ser conhecida a partir dos roteiros oferecidos pela <a href="https://www.paraterraboa.com/economia/roteiros-turisticos-buscam-explorar-encantos-pouco-conhecidos-do-oeste-do-para/">Kaiara</a>, que valoriza também a tradição e a importância do transporte fluvial, que conduz os turistas para locais mais famosos, como as praias de Alter do Chão, mas também para destinos menos populares, como a comunidade Jamaraquá, na Floresta Nacional do Tapajós ou uma visita a uma aldeia do povo Munduruku. Além de apreciar, o importante é se permitir conectar com as pessoas e com o modo de vida das populações tradicionais da Amazônia.</p>
<figure id="attachment_27454" aria-describedby="caption-attachment-27454" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-27454 size-large" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/02/Kaiara-Credito-Daniel-Gutierrez-1024x575.jpg" alt="" width="1024" height="575" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/02/Kaiara-Credito-Daniel-Gutierrez-1024x575.jpg 1024w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/02/Kaiara-Credito-Daniel-Gutierrez-300x169.jpg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/02/Kaiara-Credito-Daniel-Gutierrez-768x431.jpg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/02/Kaiara-Credito-Daniel-Gutierrez-1536x863.jpg 1536w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/02/Kaiara-Credito-Daniel-Gutierrez-2048x1150.jpg 2048w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/02/Kaiara-Credito-Daniel-Gutierrez-150x84.jpg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/02/Kaiara-Credito-Daniel-Gutierrez-450x253.jpg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/02/Kaiara-Credito-Daniel-Gutierrez-1200x674.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-27454" class="wp-caption-text">Empresa aposta nos encantos dos rios da região. Foto: Daniel Gutiérrez</figcaption></figure>
<blockquote><p>“O que importa é fugir dos estereótipos e criar uma conexão real entre o turista e a comunidade. O que propomos é fazer um turismo que permita conhecer as pessoas de verdade. Não são genéricos, são pessoas que estão ali para compartilhar a experiência com você”, diz Martin Frankenberg, um dos sócios da Kaiara.</p></blockquote>
<h3>Turismo de aventura no Rio Xingu</h3>
<p>É também pelas águas, mas dessa vez do Rio Xingu, que os turistas podem conhecer uma das regiões mais visadas pela sua rica biodiversidade e importância sociocultural. Os passeios de caiaque da <a href="https://www.paraterraboa.com/economia/estrategia-de-impacto-socioambiental-impulsiona-turismo-na-regiao-do-rio-xingu/">Xingu Adventure</a> levam os visitantes a descobrir atrativos inesperados, como cachoeiras, cavernas ou a reserva Tabuleiro do Embaubal, onde ocorre a desova e a proteção das tartarugas-da-amazônia. São experiências únicas e que reforçam o potencial do turismo como atividade aliada da sustentabilidade.</p>
<figure id="attachment_28595" aria-describedby="caption-attachment-28595" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-28595 size-large" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/04/soltura-de-tartarugas-Mayara-Aranha-1024x863.jpg" alt="" width="1024" height="863" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/04/soltura-de-tartarugas-Mayara-Aranha-1024x863.jpg 1024w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/04/soltura-de-tartarugas-Mayara-Aranha-300x253.jpg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/04/soltura-de-tartarugas-Mayara-Aranha-768x647.jpg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/04/soltura-de-tartarugas-Mayara-Aranha-150x126.jpg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/04/soltura-de-tartarugas-Mayara-Aranha-450x379.jpg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/04/soltura-de-tartarugas-Mayara-Aranha-1200x1011.jpg 1200w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/04/soltura-de-tartarugas-Mayara-Aranha.jpg 1265w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-28595" class="wp-caption-text">Turistas tem a experiência de acompanhar a soltura das tartarugas da Amazônia no Tabuleiro do Embaubal. Foto: Mayara Aranha</figcaption></figure>
<blockquote><p>“A gente tem percebido que as pessoas ficam encantadas, seja qual for o passeio. Muitas nem esperavam encontrar tanta beleza aqui no território do Xingu. E conseguimos oferecer isso com uma boa estrutura para que eles possam conhecer coisas novas, as belezas naturais e com respeito à sustentabilidade. Essa vivência na Amazônia é única e estar no Xingu é um diferencial”, afirma o turismólogo Wyllyan Farias.</p></blockquote>
<h3>Ecoturismo na ilha mágica de Maiandeua</h3>
<p>No nordeste paraense, as praias de Algodoal, localizadas na ilha de Maiandeua, no município de Maracanã, são um dos principais destinos de veraneio e de festas, porém mesmo em um local bastante conhecido é possível ter uma experiência diferente e é isso que propõe o <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/jovens-buscam-valorizar-tradicoes-e-cultura-de-maiandeua-com-ecoturismo/">Conduz Maiandeua</a>. A proposta é baseada no ecoturismo e oferece roteiros e atividades que permitem a conexão dos visitantes com as tradições da comunidade, como a produção de instrumentos musicais, participar de rodas de carimbó ou comer peixe assado na técnica do avuado.</p>
<blockquote><p>“A gente tenta fazer a nossa parte, enquanto nativo, dar uma alternativa mostrando para o turista que é possível valorizar a natureza junto com a gente e fazer dela algo melhor para usufruir em comunhão com a comunidade”, diz Thiago Maiandeua.</p></blockquote>
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		<title>Potencial da piscicultura é subaproveitado na Amazônia, revela estudo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Aug 2024 16:06:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[CURIOSIDADES]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/04/emater11-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A piscicultura de peixes nativos, que pode ser uma das bases para o desenvolvimento da bioeconomia na Amazônia, está prestes a estagnar. O setorprecisa de uma política estratégica que apoie a assistência técnica, a produção, a comercialização e a divulgação dos produtos locais. Essas são as conclusões apresentadas no mais recente estudo do Instituto Escolhas [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/04/emater11-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>A piscicultura de peixes nativos, que pode ser uma das bases para o desenvolvimento da bioeconomia na Amazônia, está prestes a estagnar. O setorprecisa de uma política estratégica que apoie a assistência técnica, a produção, a comercialização e a divulgação dos produtos locais. Essas são as conclusões apresentadas no mais recente<a href="https://escolhas.org/wp-content/uploads/2024/08/Sumario-Solucao-debaixo-dagua_o-potencial-esquecido-da-piscicultura-amazonica.pdf" target="_blank" rel="noopener"> estudo do Instituto Escolha</a>s que aborda o “potencial esquecido” da atividade na região.</p>
<p>A pesquisa apresenta um levantamento inédito sobre a piscicultura, que ocupa uma área de  76.942 hectares de lâmina d’água com 61.334 empreendimentos, em sua maioria (95,8%) pequenos produtores com até 5 hectares. Já a produção atingiu o pico em 2015 com 220 mil toneladas de peixes e, desde então, tem oscilado entre 160 mil e 175 mil toneladas, enquanto que nacionalmente o setor cresce de 3% a 5% ao ano.</p>
<p>No Pará, a situação também é preocupante. O estado foi pioneiro do desenvolvimento do setor na região nos anos 1970, porém foi perdendo espaço a partir dos anos 2000, quando as normas passaram a proibir o cultivo de espécies exóticas, o que favoreceu as estratégias para as espécies nativas, mas acabou restringindo o alcance de mercado que é voltado para atender as demandas locais.</p>
<p>De acordo com o Instituto Escolhas, o tambaqui e os híbridos tambacu e tambatinga são as espécies dominantes na piscicultura paraense, com participação de 81,9% na produção. São aproximadamente 14 mil toneladas produzidas por ano, bem abaixo do líder regional que é o estado de Rondônia com 57,2 mil toneladas anuais.</p>
<p>Investimento em assistência técnica</p>
<p>Alguns dos entraves detectados foram a saturação do mercado regional e a inativação de cerca de 19% das áreas de piscicultura. De acordo com a análise, caso essas áreas fossem reativadas, seria possível aumentar a produção local sem expandir a lâmina d’água, mas para isso são necessários investimentos em assistência técnica e ração e alevinos de melhor procedência.</p>
<blockquote><p>“Um avanço consistente no mercado nacional depende da resolução de dois gargalos: solucionar os problemas responsáveis pela baixa produtividade, como a falta de acesso à assistência técnica adequada, e aumentar a produção”, ressalta Sérgio Leitão, diretor executivo do Instituto Escolhas.</p></blockquote>
<p>Outro problema identificado é a falta de acesso ao crédito decorrente da dificuldade dos piscicultores de regularizar os empreendimentos e pleitear os recursos. Do total de R$ 665,6 milhões disponibilizados para operações de custeio no setor, R$ 189 foram contratados nos estados da Amazônia Legal. Já no quesito investimento, os empreendedores fizeram aportes de R$ 5,3 milhões, equivalente a uma participação de apenas 10,5% em relação ao total nacional.</p>
<p>Além disso, o estudo aponta que há um desinteresse dos governos estaduais e federal em reconhecer o potencial da piscicultura. Isso se reflete, por exemplo, na falta de dados atualizados sobre a atividade e no marco regulatório defasado. Nesse cenário, a previsão é que em uma década o setor terá um crescimento de apenas 4,6%, passando de 175 mil toneladas produzidas para 183 mil toneladas, o que representa a estagnação da atividade.</p>
<blockquote><p>“Temos milhares de pequenos piscicultores na Amazônia que se mantêm atuantes apesar da falta de acesso à assistência técnica e infraestrutura e da ausência de visão dos governos locais sobre o potencial dessa cadeia produtiva e sua importância no contexto regional”,  comenta Sérgio Leitão, reforçando que a atividade é viável economicamente, contribui para a segurança alimentar e a geração de renda na região.</p></blockquote>
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		<title>Em período de entressafra, campanha alerta para os perigos do açaí adulterado. Saiba como identificar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ivana Guimarães]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Apr 2023 13:52:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CURIOSIDADES]]></category>
		<category><![CDATA[açaí]]></category>
		<category><![CDATA[Açaí adulterado]]></category>
		<category><![CDATA[Açaí paraense]]></category>
		<category><![CDATA[Entressafra do açaí]]></category>
		<category><![CDATA[Tradutor paraense]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/04/up_ag_19979_84de5145-12ad-9a46-7742-76b25f145cce-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O açaí é um dos alimentos mais presentes na mesa do paraense, porém é preciso tomar cuidado ao escolher o local para comprar ou consumi-lo. Em colaboração com o influenciador digital Caio Ariel, o Ministério Público do Estado do Pará (MPPA) e a Vigilância Sanitária alertam para os riscos à saúde que a fruta mais [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/04/up_ag_19979_84de5145-12ad-9a46-7742-76b25f145cce-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O<a href="https://www.paraterraboa.com/agricultura/casal-de-produtores-rurais-de-marajo-extrai-14-litros-de-acai-grosso-de-uma-unica-palmeira/" target="_blank" rel="noopener"> açaí</a> é um dos alimentos mais presentes na mesa do paraense, porém é preciso tomar cuidado ao escolher o local para comprar ou consumi-lo. Em colaboração com o influenciador digital Caio Ariel, o Ministério Público do Estado do Pará (MPPA) e a Vigilância Sanitária alertam para os riscos à saúde que <a href="https://www.paraterraboa.com/cursos-eventos/embrapa-oferece-curso-on-line-sobre-o-plantio-de-acai-em-terra-firme-saiba-como-participar/" target="_blank" rel="noopener">a fruta mais famosa do Pará</a>, quando adulterada, pode oferecer, especialmente no período da entressafra.</p>
<p>O vídeo tem como objetivo orientar a população sobre as adulterações encontradas durante as vistorias conjuntas entre os técnicos da vigilância sanitária e do grupo de apoio técnico interdisciplinar do MPPA. Com criatividade, regionalismo e muito orgulho da nossa cultura, Caio, mais conhecido como Tradutor Paraense, faz conteúdos bem-humorados, traduzindo tudo para o “paraensês”.</p>
<blockquote class="instagram-media" style="background: #FFF; border: 0; border-radius: 3px; box-shadow: 0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width: 540px; min-width: 326px; padding: 0; width: calc(100% - 2px);" data-instgrm-captioned="" data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/reel/Cqnp3BjDYLa/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14">
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<p>&nbsp;</p>
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<p style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 17px; margin-bottom: 0; margin-top: 8px; overflow: hidden; padding: 8px 0 7px; text-align: center; text-overflow: ellipsis; white-space: nowrap;"><a style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 17px; text-decoration: none;" href="https://www.instagram.com/reel/Cqnp3BjDYLa/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" target="_blank" rel="noopener">Uma publicação compartilhada por CAIO ARIEL | TRADUTOR PARAENSE (@tradutorparaense)</a></p>
</div>
</blockquote>
<p><script async src="//www.instagram.com/embed.js"></script></p>
<h3>Fique de olho</h3>
<p>Aqui no <strong>Pará Terra Boa</strong>, já falamos sobre os mitos e as verdades que rondam o consumo de <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/pode-tomar-acai-a-noite-conheca-os-mitos-e-verdades-do-consumo-da-fruta/" target="_blank" rel="noopener">açaí</a>. E há diversas formas de tomar a fruta, mas uma coisa é certa: é preciso prestar atenção sua procedência. Em observância ao <a href="https://www.legisweb.com.br/legislacao/?id=148207" target="_blank" rel="noopener">Decreto Estadual 326/2012</a>, os requisitos higiênico sanitários para manipulação do alimento amazônico são coisa séria e precisam ser seguidos.</p>
<p>Confira as dicas do vídeo:</p>
<ul>
<li>Verifique se o lugar que vende açaí tem autorização sanitária. Se estiver muito barato, desconfie logo!</li>
<li>Preste atenção na limpeza do local e em como o produto é manipulado.</li>
<li>Veja se é feito o branqueamento, que é o tratamento térmico do açaí, que elimina<span style="font-weight: 400;"> vários microrganismos como o causador da doença de Chagas.</span></li>
<li>Para descobrir se colocaram substâncias como amido de milho ou trigo é só colocar um pouco de açaí no fogo baixo e mexer até ferver. Se a consistência ficar parecida com um mingau está adulterado.</li>
</ul>
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