<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>AGRICULTURA &#8211; Pará Terra Boa</title>
	<atom:link href="https://www.paraterraboa.com/agricultura/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.paraterraboa.com</link>
	<description>Um site para a gente boa desta terra</description>
	<lastBuildDate>Mon, 04 May 2026 18:20:26 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/05/cropped-512x512px-32x32.png</url>
	<title>AGRICULTURA &#8211; Pará Terra Boa</title>
	<link>https://www.paraterraboa.com</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Belém recebe exposição sobre identidade e sabores da culinária amazônica</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/agricultura/belem-recebe-exposicao-sobre-identidade-e-sabores-da-culinaria-amazonica/</link>
					<comments>https://www.paraterraboa.com/agricultura/belem-recebe-exposicao-sobre-identidade-e-sabores-da-culinaria-amazonica/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tereza Coelho]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 May 2026 15:18:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AGRICULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[CULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[Comida Cabocla: Saberes Sabores e Identidade Amazônica]]></category>
		<category><![CDATA[culinária amazônica]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[destaque4]]></category>
		<category><![CDATA[povos tradicionais da amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[uepa]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.paraterraboa.com/?p=42386</guid>

					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/05/20260502114454-GC00076858-F00303021-1-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O Parque da Cidade, em Belém, inaugura nesta segunda-feira, 4, às 17h, a exposição &#8220;Comida Cabocla: Saberes, Sabores e Identidade Amazônica&#8221;. Sediada no Polo Amazônico de Gastronomia, a mostra gratuita segue aberta ao público até o dia 30 de junho. Desenvolvida pela Universidade do Estado do Pará (Uepa), a iniciativa começa com a roda de [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/05/20260502114454-GC00076858-F00303021-1-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O Parque da Cidade, em Belém, inaugura nesta segunda-feira, 4, às 17h, a exposição &#8220;Comida Cabocla: Saberes, Sabores e Identidade Amazônica&#8221;. Sediada no Polo Amazônico de Gastronomia, a mostra gratuita segue aberta ao público até o dia 30 de junho.</p>
<p>Desenvolvida pela Universidade do Estado do Pará (Uepa), a iniciativa começa com a roda de conversa “Comida Cabocla: Sustentabilidade e Letramento Ambiental”. O debate contará com a presença do professor Miguel Picanço, curador da mostra, e deve reunir acadêmicos, especialistas e entusiastas da gastronomia.</p>
<p>O objetivo do projeto é valorizar os saberes tradicionais e consolidar o Polo Amazônico de Gastronomia como um centro de difusão cultural e científica. Além disso, a mostra busca estreitar os laços entre a universidade e a comunidade externa.</p>
<h3><strong>Como faço para visitar</strong></h3>
<p>A exposição acontece de segunda a sexta-feira, das 14h às 21h, dentro do Polo Amazônico de Gastronomia do Parque da Cidade, localizado na Avenida Júlio César, em Belém. O local possui três acessos de entrada: dois na própria Júlio César e um na Avenida Senador Lemos. A entrada é gratuita.</p>
<p>O local também receberá turmas de universidades e escolas mediante agendamento pelo e-mail gastronomiaamazonica@uepa.br. Lembrando que a programação estará disponível do dia 4 de maio até 30 de junho de 2026.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.paraterraboa.com/agricultura/belem-recebe-exposicao-sobre-identidade-e-sabores-da-culinaria-amazonica/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Da roça à mesa, Chocolat Amazônia 2026 reúne mais de 500 produtores de cacau em Belém</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/agricultura/da-roca-a-mesa-chocolat-amazonia-2026-reune-mais-de-500-produtores-de-cacau-em-belem/</link>
					<comments>https://www.paraterraboa.com/agricultura/da-roca-a-mesa-chocolat-amazonia-2026-reune-mais-de-500-produtores-de-cacau-em-belem/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tereza Coelho]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Apr 2026 16:43:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AGRICULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[Cadeia produtiva do cacau]]></category>
		<category><![CDATA[Chocolat Festival]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[destaque2]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.paraterraboa.com/?p=42228</guid>

					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/04/chocolat_amazonia26-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Por Tereza Coelho Começou, em Belém, o Festival Internacional do Chocolate e do Cacau — Chocolat Amazônia e do Flor Pará, evento que reúne mais de 500 produtores paraenses e valoriza a produção agrícola e cacaueira do estado. Em uma programação diversa e gratuita que vai até o próximo domingo, 26, é possível fazer compras, [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/04/chocolat_amazonia26-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><em>Por Tereza Coelho</em></p>
<p>Começou, em Belém, o Festival Internacional do Chocolate e do Cacau — Chocolat Amazônia e do Flor Pará, evento que reúne mais de 500 produtores paraenses e valoriza a produção agrícola e cacaueira do estado. Em uma programação diversa e gratuita que vai até o próximo domingo, 26, é possível fazer compras, conhecer novos produtos e participar de atividades interativas para toda a família.</p>
<p>Ao entrar no evento, uma das primeiras coisas que o visitante vê é a construção de uma escultura de chocolate com 120 quilos feita pelo chef Léo Vilela. Em entrevista ao <strong>Pará Terra Boa</strong>, ele avalia o evento como uma oportunidade importante de unir o setor e aproximá-lo do público.</p>
<blockquote><p>&#8220;Quando um produtor vem por aqui, ele já sabe exatamente o que fazer, mas para o visitante que está curioso a escultura pode ser aquele primeiro alerta que chama a atenção. É uma honra ser a isca para chamar a atenção para uma cadeia produtiva tão importante&#8221;, comenta.</p></blockquote>
<figure id="attachment_42232" aria-describedby="caption-attachment-42232" style="width: 624px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class=" wp-image-42232" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-24-at-13.22.09-294x300.jpeg" alt="" width="624" height="637" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-24-at-13.22.09-294x300.jpeg 294w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-24-at-13.22.09-1005x1024.jpeg 1005w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-24-at-13.22.09-150x153.jpeg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-24-at-13.22.09-450x458.jpeg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-24-at-13.22.09.jpeg 1284w" sizes="(max-width: 624px) 100vw, 624px" /><figcaption id="caption-attachment-42232" class="wp-caption-text">Léo Vilela e sua escultura de chocolate recepcionam o público que chega ao festival. Foto: Tereza Coelho</figcaption></figure>
<p>Léo conta que sua escultura representa o boto, figura do folclore amazônico com fama nacional. Ao longo dos quatro dias de evento, ele vai ganhando forma e se transformando em um ser com todos os elementos clássicos da sua representação.</p>
<blockquote><p>&#8220;Ele vai ganhar braços, pernas, o emblemático chapéu, além de toda uma ornamentação com o tema das águas. Ao longo do evento vamos construir todos os detalhes possíveis. Além de bonito, ele simboliza o respeito e a reverência pela cultura da Amazônia&#8221;, destaca.</p></blockquote>
<h3><strong>Da roça ao palco principal</strong></h3>
<p>Quem for ao festival tem a oportunidade de ver o chocolate de formas inusitadas, por exemplo, numa receita salgada. Diana Gemaque, líder das Guardiãs do Cacau, marca artesanal de chocolates da Comunidade Ribeirinha de Acaráçu, está em parceria com o chef Léo Modesto, de Curuçá, para apresentar um prato inédito ao público: Pirarucu com chocolate branco e ervas amazônicas. Diana conta que já participa do festival há 5 anos e vê um avanço constante na trajetória da marca.</p>
<blockquote><p>&#8220;Somos 8 mulheres na linha de frente e se considerar as famílias no geral, é na faixa de 20 pessoas. É uma alegria ver que, dos nossos quintais, podemos alcançar voos maiores, valorizar a produção da roça e trocar ideias com quem acredita numa produção sustentável de fato&#8221;, declara.</p></blockquote>
<figure id="attachment_42233" aria-describedby="caption-attachment-42233" style="width: 635px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class=" wp-image-42233" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-24-at-12.37.00-300x225.jpeg" alt="" width="635" height="476" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-24-at-12.37.00-300x225.jpeg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-24-at-12.37.00-1024x768.jpeg 1024w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-24-at-12.37.00-768x576.jpeg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-24-at-12.37.00-1536x1152.jpeg 1536w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-24-at-12.37.00-150x113.jpeg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-24-at-12.37.00-450x338.jpeg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-24-at-12.37.00-1200x900.jpeg 1200w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-24-at-12.37.00.jpeg 1600w" sizes="(max-width: 635px) 100vw, 635px" /><figcaption id="caption-attachment-42233" class="wp-caption-text">Léo Modesto e as Guardiãs do Cacau se uniram para criar um prato salgado com chocolate. Foto: Tereza Coelho</figcaption></figure>
<p>Já Léo, que participou de realities culinários em canais de TV de alcance nacional promovendo a culinária amazônica, disse que a parceria com as comunidades está no centro da sua atuação, mas ganhou um novo capítulo com o chocolate.</p>
<blockquote><p>&#8220;O chocolate entrou na minha vida por meio de um outro chef, daí fui conhecendo mais e pensando em como unir com meu trabalho. Eu sou muito grato e admiro demais as Guardiãs porque é uma troca muito genuína e inovadora. Crescer e ter reconhecimento lado a lado com pessoas que a gente admira e que fazem um trabalho com propósito é algo único&#8221;, diz.</p></blockquote>
<p>Em relação o prato inédito que será apresentado neste sábado, 25, Léo conta que fez imersões dentro da comunidade de Acaráçu para conhecer de perto o trabalho desenvolvido pelas mulheres da comunidade e aprender melhor sobre o manejo do chocolate.</p>
<blockquote><p>&#8220;Precisamos nos dispor e mergulhar de cabeça. Tem algumas técnicas e formas de manejo que não conhecia e pude fazer isso lado a lado com elas lá na comunidade. Aprender a valorizar a produção da roça, dos extrativistas e ribeirinhos passa uma mensagem muito importante e o fruto dessa parceria vocês vão conhecer logo logo&#8221;, antecipa.</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote class="instagram-media" style="background: #FFF; border: 0; border-radius: 3px; box-shadow: 0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width: 540px; min-width: 326px; padding: 0; width: calc(100% - 2px);" data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/reel/DXekK1FEYDD/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14">
<div style="padding: 16px;">
<p>&nbsp;</p>
<div style="display: flex; flex-direction: row; align-items: center;">
<div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 40px; margin-right: 14px; width: 40px;"></div>
<div style="display: flex; flex-direction: column; flex-grow: 1; justify-content: center;">
<div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; margin-bottom: 6px; width: 100px;"></div>
<div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; width: 60px;"></div>
</div>
</div>
<div style="padding: 19% 0;"></div>
<div style="display: block; height: 50px; margin: 0 auto 12px; width: 50px;"></div>
<div style="padding-top: 8px;">
<div style="color: #3897f0; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: 550; line-height: 18px;">Ver esta publicação no Instagram</div>
</div>
<div style="padding: 12.5% 0;"></div>
<div style="display: flex; flex-direction: row; margin-bottom: 14px; align-items: center;">
<div>
<div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 50%; height: 12.5px; width: 12.5px; transform: translateX(0px) translateY(7px);"></div>
<div style="background-color: #f4f4f4; height: 12.5px; transform: rotate(-45deg) translateX(3px) translateY(1px); width: 12.5px; flex-grow: 0; margin-right: 14px; margin-left: 2px;"></div>
<div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 50%; height: 12.5px; width: 12.5px; transform: translateX(9px) translateY(-18px);"></div>
</div>
<div style="margin-left: 8px;">
<div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 20px; width: 20px;"></div>
<div style="width: 0; height: 0; border-top: 2px solid transparent; border-left: 6px solid #f4f4f4; border-bottom: 2px solid transparent; transform: translateX(16px) translateY(-4px) rotate(30deg);"></div>
</div>
<div style="margin-left: auto;">
<div style="width: 0px; border-top: 8px solid #F4F4F4; border-right: 8px solid transparent; transform: translateY(16px);"></div>
<div style="background-color: #f4f4f4; flex-grow: 0; height: 12px; width: 16px; transform: translateY(-4px);"></div>
<div style="width: 0; height: 0; border-top: 8px solid #F4F4F4; border-left: 8px solid transparent; transform: translateY(-4px) translateX(8px);"></div>
</div>
</div>
<div style="display: flex; flex-direction: column; flex-grow: 1; justify-content: center; margin-bottom: 24px;">
<div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; margin-bottom: 6px; width: 224px;"></div>
<div style="background-color: #f4f4f4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; width: 144px;"></div>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 17px; margin-bottom: 0; margin-top: 8px; overflow: hidden; padding: 8px 0 7px; text-align: center; text-overflow: ellipsis; white-space: nowrap;"><a style="color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 17px; text-decoration: none;" href="https://www.instagram.com/reel/DXekK1FEYDD/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" target="_blank" rel="noopener">Uma publicação partilhada por Léo Modesto (@leomodestoz5)</a></p>
</div>
</blockquote>
<p><script async src="//www.instagram.com/embed.js"></script></p>
<h3>Novos negócios e projeção de mercado</h3>
<p>Osny Ramos, da Caupé Chocolates, que já participou de outras edições como produtor de amêndoas, agora chega ao festival como proprietário de marca. Para ele, a mudança de posição atrai novas oportunidades.</p>
<blockquote><p>&#8220;A integração da cadeia produtiva auxilia muito nesse processo porque torna tudo muito mais dinâmico e palpável. Verticalizar esse caminho entre produtor, investidor , exportador e quem faz as vendas no mercado é fundamental para um crescimento pleno do setor&#8221;, diz.</p></blockquote>
<p>Para o  Secretario de Estado de Desenvolvimento Agropecuária e da Pesca Giovanni Queiroz, é exatamente essa integração entre vários agentes da cadeia a marca registrada do evento</p>
<blockquote><p>“A cada ano, o número de produtores rurais que também atuam na fabricação de chocolate só cresce. Se antes havia 10, 15 marcas locais, hoje são centenas de todas as regiões do estado. A valorização do setor é um instrumento importantíssimo para valorizar quem faz o sonho ser possível, quem planta e vive dessa produção&#8221;, declara.</p></blockquote>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.paraterraboa.com/agricultura/da-roca-a-mesa-chocolat-amazonia-2026-reune-mais-de-500-produtores-de-cacau-em-belem/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Política de rastreabilidade ambiental do açaí avança no Pará, mas ainda esbarra em desafios</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/agricultura/politica-de-rastreabilidade-ambiental-do-acai-avanca-no-para-mas-ainda-esbarra-em-desafios/</link>
					<comments>https://www.paraterraboa.com/agricultura/politica-de-rastreabilidade-ambiental-do-acai-avanca-no-para-mas-ainda-esbarra-em-desafios/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tereza Coelho]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Apr 2026 13:39:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AGRICULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[açaí]]></category>
		<category><![CDATA[Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[destaque2]]></category>
		<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[rastreabilidade ambiental do açaí]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade Federal Rural da Amazônia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.paraterraboa.com/?p=42023</guid>

					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/264360040m-e1769544358738-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A política de rastreabilidade do açaí no Pará tem avançado desde sua implementação, mas ainda enfrenta desafios estruturais que limitam sua expansão. É o que aponta um estudo sobre a execução do projeto conduzido pela Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA) e a Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (Adepará), que coordena a [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/264360040m-e1769544358738-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>A política de rastreabilidade do açaí no Pará tem avançado desde sua implementação, mas ainda enfrenta desafios estruturais que limitam sua expansão. É o que aponta <a href="https://repositorio.ufra.edu.br/jspui/handle/riufra/2794" target="_blank" rel="noopener">um estudo sobre a execução do projeto</a> conduzido pela Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA) e a Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (Adepará), que coordena a ação.</p>
<p>Por meio da Guia de Trânsito Vegetal (GTV), o foco da política é monitorar o percurso do fruto desde a origem até o destino. A proposta busca garantir mais controle sanitário, transparência e qualidade ao açaí, especialmente com o aumento crescente da demanda do mercado nacional e internacional.</p>
<p>Os dados indicam que houve avanços na organização da cadeia produtiva, iniciada em 2021. De lá até aqui, mais de 8,5 mil unidades foram cadastradas, permitindo um mapeamento importante das áreas produtoras.</p>
<p>Segundo o estudo, a medida contribui no aumento da visibilidade para extrativistas e pequenos produtores, por formalizar sua participação na cadeia produtiva e facilitar o acesso a políticas públicas, assim como outras formas de investimentos.</p>
<p>Outra vantagem observada foi o impacto efetivo na segurança alimentar, por fortalecer o controle sobre o trânsito do fruto e reduzir riscos sanitários, como a contaminação associada à doença de Chagas.</p>
<h3>Desafios e entraves</h3>
<p>Apesar dos resultados positivos, o estudo ainda aponta desafios como a adesão, considerada baixa: das mais de 47 mil unidades produtoras, apenas 17,9% estão cadastrados no sistema. Na prática, esse gargalo dificulta o alcance das ações de controle sanitário, por exemplo, que atualmente alcançam pouco mais de um quinto dos municípios paraenses.</p>
<p>Outro ponto crítico é a limitação de recursos humanos para garantir suporte adequado, especialmente às comunidades mais distantes. A estrutura operacional da Adepará foi considerada insuficiente pelo estudo para atender à demanda de atendimento e acompanhamento de ações.</p>
<h3>Valorização dos produtores e extrativistas</h3>
<p>Mesmo diante desses desafios, a avaliação aponta que os resultados iniciais são promissores, já que a rastreabilidade abre caminho para a valorização da identidade regional do açaí e de seus produtores, associando o produto à sua origem e às práticas seculares de produção.</p>
<p>O estudo destaca que o fortalecimento institucional, assim como a ampliação da assistência técnica, é fundamental para engajar mais produtores e consolidar a política de rastreamento ambiental como instrumento estratégico para a bioeconomia amazônica, valorizando a cadeia do açaí e ampliando sua competitividade no mercado global.</p>
<p><strong>LEIA TAMBÉM</strong></p>
<p><a href="https://www.paraterraboa.com/cultura/acai-e-guarana-estao-na-lista-de-melhores-frutas-do-mundo-segundo-tasteatlas/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Açaí e guaraná estão na lista de melhores frutas do mundo, segundo TasteAtlas</strong></a></p>
<p><strong><a href="https://www.paraterraboa.com/economia/de-residuo-a-ativo-ambiental-para-discute-transformacao-do-caroco-de-acai-em-biocarvao/" target="_blank" rel="noopener">De resíduo a ativo ambiental: Pará discute transformação do caroço de açaí em biocarvão</a></strong></p>
<p><strong><a href="https://www.paraterraboa.com/agricultura/para-lidera-producao-de-acai-no-brasil-e-concentra-mais-de-90-dos-ganhos-com-o-fruto/" target="_blank" rel="noopener">Pará lidera produção de açaí no Brasil e concentra mais de 90% dos ganhos com o fruto</a></strong></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.paraterraboa.com/agricultura/politica-de-rastreabilidade-ambiental-do-acai-avanca-no-para-mas-ainda-esbarra-em-desafios/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Programa abre chamada para aquisição de sementes e mudas da agricultura familiar</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/agricultura/programa-abre-chamada-para-aquisicao-de-sementes-e-mudas-da-agricultura-familiar/</link>
					<comments>https://www.paraterraboa.com/agricultura/programa-abre-chamada-para-aquisicao-de-sementes-e-mudas-da-agricultura-familiar/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 16:31:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AGRICULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura familiar]]></category>
		<category><![CDATA[Conab]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[destaque2]]></category>
		<category><![CDATA[Programa de Aquisição de Alimentos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.paraterraboa.com/?p=42021</guid>

					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/07/agricultura_familiar3-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Agricultores familiares, cooperativas e associações já podem preparar seus projetos para vender sementes e mudas à Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), na modalidade Sementes, destinou R$ 35 milhões para o ciclo de 2026. Do total, R$ 30 milhões são para projetos gerais e R$ 5 milhões exclusivos para [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/07/agricultura_familiar3-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Agricultores familiares, cooperativas e associações já podem preparar seus projetos para vender sementes e mudas à Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), na modalidade Sementes, destinou R$ 35 milhões para o ciclo de 2026. Do total, R$ 30 milhões são para projetos gerais e R$ 5 milhões exclusivos para o abastecimento de bancos de sementes.</p>
<p>A chamada foca na promoção da biodiversidade: o programa saltou de uma oferta baseada em milho e feijão para mais de 55 tipos de espécies.</p>
<blockquote><p>&#8220;É uma forma de garantir o combate à fome com produtos diversificados e sementes tradicionais&#8221;, destacou o presidente interino da Conab, Sílvio Porto, durante o anúncio em Brasília.</p></blockquote>
<p>Cada organização fornecedora pode acessar até R$ 1,5 milhão por ano, com um limite de R$ 15 mil por unidade familiar. Para participar, as propostas devem cumprir requisitos sociais rigorosos.</p>
<p>As propostas devem contar com o mínimo de 50% de participação de mulheres do campo, das águas e das florestas, além de serem exclusivas para aquisição e doação de sementes e materiais propagativos locais, tradicionais, crioulos ou convencionais varietais. Não serão adquiridas sementes híbridas ou geneticamente modificadas, assim como propostas para fornecimento de alimentos destinados diretamente ao consumo.</p>
<h3>Menos burocracia</h3>
<p>A grande novidade desta edição é a simplificação documental. Para facilitar o acesso, a Conab não exigirá mais o Cadastro Nacional da Agricultura Familiar (CAF) ou Declaração de Aptidão ao Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (DAP) Jurídica para participar.</p>
<p>Já a DAP ou CAF para pessoas físicas, ou seja dos agricultores participantes do projeto, permanece sendo exigida pela estatal. No caso de povos indígenas e povos e comunidades tradicionais também é aceito o Número de Identificação Social (NIS)</p>
<h3>Critérios de pontuação</h3>
<p>Os projetos serão classificados por oito critérios. Propostas que envolvam povos tradicionais, jovens, assentados e mulheres recebem pontuações maiores. Projetos localizados em territórios do &#8220;Programa Arroz da Gente&#8221; ou com 100% de produção orgânica também largam na frente na disputa pelos recursos.</p>
<h3>Como participar</h3>
<p>As entidades interessadas devem utilizar o sistema PAANet para elaborar o projeto, mas atenção ao envio: os arquivos devem ser salvos e encaminhados exclusivamente por e-mail para paasementes2026@conab.</p>
<ul>
<li>Prazo: Até 13 de maio.</li>
<li>Público-alvo: Assentados, extrativistas, indígenas, quilombolas e agricultores familiares.</li>
<li>Sistema: Acesse o PAANet <a href="https://www.gov.br/conab/pt-br" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>.</li>
</ul>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.paraterraboa.com/agricultura/programa-abre-chamada-para-aquisicao-de-sementes-e-mudas-da-agricultura-familiar/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Agroflorestas de cacau do Pará sequestram até 51 toneladas de carbono por hectare, diz estudo</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/agricultura/agroflorestas-de-cacau-do-para-sequestram-ate-51-toneladas-de-carbono-por-hectare-diz-estudo/</link>
					<comments>https://www.paraterraboa.com/agricultura/agroflorestas-de-cacau-do-para-sequestram-ate-51-toneladas-de-carbono-por-hectare-diz-estudo/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tereza Coelho]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Apr 2026 15:00:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AGRICULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Cacau amazônico]]></category>
		<category><![CDATA[Cacau paraense]]></category>
		<category><![CDATA[Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira]]></category>
		<category><![CDATA[Fundo de Apoio à Cacauicultura do Pará]]></category>
		<category><![CDATA[PRINCIPAL]]></category>
		<category><![CDATA[SAFs]]></category>
		<category><![CDATA[Sistemas Agroflorestais (SAFs)]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.paraterraboa.com/?p=41924</guid>

					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/04/c614473e-5211-408f-aa6e-99347cbcedfe-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Um estudo inédito realizado pela Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac), em parceria com a Universidade Federal Rural da Amazônia (Ufra), confirmou o alto potencial dos Sistemas Agroflorestais (SAFs) de cacau na captura de carbono. A pesquisa indica que, além dos benefícios ambientais, a prática pode gerar uma nova fonte de renda para [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/04/c614473e-5211-408f-aa6e-99347cbcedfe-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Um estudo inédito realizado pela Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac), em parceria com a Universidade Federal Rural da Amazônia (Ufra), confirmou o alto potencial dos Sistemas Agroflorestais (SAFs) de cacau na captura de carbono. A pesquisa indica que, além dos benefícios ambientais, a prática pode gerar uma nova fonte de renda para produtores por meio da comercialização de créditos de carbono.</p>
<p>Os resultados foram apresentados na quarta-feira, 8, na sede da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca (Sedap), em Belém. O estudo foi financiado com recursos do Fundo de Apoio à Cacauicultura do Pará (Funcacau).</p>
<p>De acordo com os pesquisadores, as áreas de cacau com 32 anos ou mais registraram capacidade de sequestro entre 14 a 51 toneladas de carbono por hectare considerando áreas rurais e urbanas, com o melhor resultado observado em área rural.</p>
<p>Segundo o engenheiro agrônomo da Ceplac, Fernando Mendes, responsável pela apresentação do estudo, os dados abrem caminho para que produtores negociem créditos de carbono no mercado.</p>
<blockquote><p>“Agora existem elementos técnicos e científicos que possibilitam essa comercialização, o que pode gerar pagamento por serviços ambientais e ampliar a renda no campo”, destacou.</p></blockquote>
<h3>Medicilândia e Marituba</h3>
<p>O estudo foi conduzido em dois polos principais: o município de Medicilândia, maior produtor de cacau do Pará, e a Estação Experimental José Haroldo, da Ceplac, que possui cerca de 200 hectares de floresta e fica em Marituba, na Grande Belém. O trabalho também analisou a vegetação secundária, conhecida como capoeira, comum no Nordeste paraense.</p>
<p>Para o secretário de Estado de Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca, Giovanni Queiroz, o estudo é um avanço para o setor cacaueiro, pois a comprovação científica da capacidade de sequestro de carbono nas lavouras fortalece o potencial econômico da atividade.</p>
<blockquote><p>“Isso habilita o produtor a negociar o carbono sequestrado e poder acessar uma nova fonte de receita”, afirmou.</p></blockquote>
<p>Ao todo, a pesquisa teve duração de um ano e quatro meses, com início em 2025 após aprovação do Conselho Gestor do Funcacau.</p>
<p>Em nota ao <strong>Pará Terra Boa</strong>, a Sedap informou que o estudo na íntegra será disponibilizado na próxima semana, com indicações inéditas para pesquisadores, estudiosos e trabalhadores do setor.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.paraterraboa.com/agricultura/agroflorestas-de-cacau-do-para-sequestram-ate-51-toneladas-de-carbono-por-hectare-diz-estudo/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>A cigarrinha-do-milho causou prejuízo de US$ 25,8 bilhões em quatro anos no Brasil</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/agricultura/a-cigarrinha-do-milho-causou-prejuizo-de-us-258-bilhoes-em-quatro-anos-no-brasil/</link>
					<comments>https://www.paraterraboa.com/agricultura/a-cigarrinha-do-milho-causou-prejuizo-de-us-258-bilhoes-em-quatro-anos-no-brasil/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Apr 2026 14:50:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AGRICULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[cigarrinha_do-milho]]></category>
		<category><![CDATA[CNA]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[destaque1]]></category>
		<category><![CDATA[Embrapa]]></category>
		<category><![CDATA[milho]]></category>
		<category><![CDATA[prejuízo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.paraterraboa.com/?p=41889</guid>

					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/06/cigarrinha_embrapa-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O maior pesadelo sanitário dos produtores de milho do País, uma praga chamada cigarrinha-do-milho, causa prejuízo anual estimado em US$ 6,5 bilhões, o equivalente a R$ 33,6 bilhões, com base no câmbio atual. Nas quatro safras de 2020 a 2024, as perdas causadas pelo inseto nas lavouras alcançaram US$ 25,8 bilhões, mais de R$ 134,16 [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/06/cigarrinha_embrapa-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O maior pesadelo sanitário dos produtores de milho do País, uma praga chamada cigarrinha-do-milho, causa prejuízo anual estimado em US$ 6,5 bilhões, o equivalente a R$ 33,6 bilhões, com base no câmbio atual.</p>
<p>Nas quatro safras de 2020 a 2024, as perdas causadas pelo inseto nas lavouras alcançaram US$ 25,8 bilhões, mais de R$ 134,16 bilhões.</p>
<p>O impacto reflete perda média de produção de 22,7% entre 2020 e 2024, equivalente a cerca de 31,8 milhões de toneladas de milho por ano. Cerca de 2 bilhões de sacas de 60 quilos deixaram de ser produzidas.</p>
<p>Além disso, custos de aplicação de inseticidas para o controle do Dalbulus maidis, nome científico da cigarrinha-do-milho, aumentaram 19% no período, superando US$ 9 (R$ 46) por hectare.</p>
<p>As estimativas fazem parte de um estudo divulgado nesta terça-feira, 7/3,  pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), vinculada ao Ministério da Agricultura e Pecuária.</p>
<h3>Revista científica</h3>
<p>O levantamento foi publicado na edição de abril da revista científica internacional Crop Protection, direcionada a proteção de cultivos agrícolas.</p>
<p>Com base em dados desde 1976 da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), ligada ao Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, os pesquisadores calcularam os danos dos enfezamentos do milho, doença causada por bactérias transmitidas pela cigarrinha-do-milho.</p>
<p>Também participaram do estudo especialistas da Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri) e Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA).</p>
<p>Segundo a Embrapa, a praga é “o maior desafio sanitário do sistema produtivo de milho no Brasil das últimas décadas”.</p>
<p>O levantamento foi conduzido em 34 municípios representativos das principais regiões produtoras do Brasil.</p>
<p>De acordo com o pesquisador da divisão Cerrados da Embrapa, Charles Oliveira, “em cerca de 80% das localidades avaliadas, a cigarrinha ou os enfezamentos foram apontados como fator central para a queda de produtividade”.</p>
<h3>A praga</h3>
<p>A cigarrinha-do-milho adquire os patógenos causadores do enfezamento (falta de desenvolvimento) do milho ao se alimentar em plantas de milho infectadas e, depois, passa a transmiti-los para as plantas sadias.</p>
<p>A doença se desenvolve no milho de duas formas: o pálido e o vermelho. Também altera a coloração da planta e também leva ao aparecimento de estrias, além, claro, de afetar a produção de grãos.</p>
<p>O pesquisador Charles Oliveira chama atenção para o fato de que não há tratamento preventivo contra o enfezamento causado pela praga, o que pode levar à perda total de lavouras.</p>
<p>Oliveria contextualiza que a doença é conhecida desde a década de 70, mas que surtos epidêmicos tornaram-se frequentes a partir de 2015.</p>
<blockquote><p>“Mudanças no sistema de produção ocorridas nas últimas décadas, como a expansão da safrinha [segunda safra de milho no mesmo ano agrícola] e o cultivo de milho durante quase todo o ano, criou um cenário favorável para a sobrevivência da cigarrinha e dos microrganismos”, descreve.</p></blockquote>
<h3>Ameaça ao campeão de produção</h3>
<p>O Brasil é o terceiro maior produtor mundial de milho e um dos principais exportadores do grão. A estimativa para a safra 2025/2026 é de uma produção de 138,4 milhões de toneladas, segundo a Conab, e um valor de produção de cerca de US$ 30 bilhões (quase R$ 155 bilhões).</p>
<p>O assessor técnico da CNA Tiago Pereira aponta que a praga representa “perdas que impactam diretamente a renda do produtor, a estabilidade produtiva e a competitividade do país”.</p>
<p>A pesquisadora da Epagri, Maria Cristina Canale, aponta que os danos não ficam restritos da porteira das fazendas para dentro.</p>
<blockquote><p>“Como o milho é base para a produção de proteína animal (aves, suínos e leite) e biocombustíveis, as quebras de safra elevam os preços para o consumidor e afetam a balança comercial brasileira”, diz.</p></blockquote>
<p>Para ela, estudos que levam a mensurar os prejuízos são úteis para “orientar a destinação de recursos financeiros, orientar o setor de seguro agrícola, definir janelas de plantio, planejar estratégias para mitigar os danos e avaliar a eficácia das práticas adotadas”.</p>
<h3>Cuidado com as safras</h3>
<p>No cenário em que a cigarrinha-do-milho tem alta capacidade de reprodução e dispersão e sem tratamento preventivo, a Embrapa lista recomendações que podem minimizar o alcance da praga. Há também uma cartilha online para orientar agricultores.</p>
<p>Entre os cuidados sugeridos estão:</p>
<ul>
<li>Eliminação do milho tiguera (plantas voluntárias que surgem na entressafra pela perda de grãos na colheita e no transporte): quebra o ciclo de vida do vetor e do patógeno.</li>
<li>Sincronização do plantio: evita janelas de semeadura longas que favorecem a dispersão da cigarrinha entre as lavouras.</li>
<li>Uso de cultivares resistentes ou tolerantes mantém níveis elevados de produtividade mesmo sob pressão das doenças.</li>
<li>Manejo inicial com aplicação de controle químico e biológico nos estádios iniciais da planta: previne que a infecção cause danos mais severos.</li>
<li>Monitoramento: implica vigilância constante e coordenada entre produtores vizinhos.</li>
</ul>
<p>Existe a tentativa de usar controle biológico com fungos entomopatogênicos, inimigos naturais da praga, uma vez que algumas populações de cigarrinha-do-milho já apresentam resistência a certos grupos de inseticidas<em>.</em></p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.paraterraboa.com/agricultura/a-cigarrinha-do-milho-causou-prejuizo-de-us-258-bilhoes-em-quatro-anos-no-brasil/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Estratégia promete revolucionar a produção de chocolate na Amazônia</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/agricultura/estrategia-promete-revolucionar-a-producao-de-chocolate-na-amazonia/</link>
					<comments>https://www.paraterraboa.com/agricultura/estrategia-promete-revolucionar-a-producao-de-chocolate-na-amazonia/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Apr 2026 17:32:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AGRICULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[Agência Fapesp]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[cacau]]></category>
		<category><![CDATA[chocolate]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[destaque1]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.paraterraboa.com/?p=41851</guid>

					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/04/cacau5-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O chocolate produzido na Amazônia é reconhecido internacionalmente por seu sabor único. Um estudo realizado por pesquisadores da Universidade Estadual Paulista (Unesp) mostrou que ele pode ganhar ainda mais valor. A análise indica que práticas de pós-colheita, como a fermentação das amêndoas da fruta, aliadas à escolha adequada do cultivar podem unir qualidade nutricional e [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/04/cacau5-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O chocolate produzido na Amazônia é reconhecido internacionalmente por seu sabor único. Um estudo realizado por pesquisadores da Universidade Estadual Paulista (Unesp) mostrou que ele pode ganhar ainda mais valor. A análise indica que práticas de pós-colheita, como a fermentação das amêndoas da fruta, aliadas à escolha adequada do cultivar podem unir qualidade nutricional e sabor ao chocolate, ampliando o potencial de mercado do produto.</p>
<blockquote><p>“Diferente da soja, do milho e do trigo, que são pagos pela quantidade, o cacau é um dos poucos produtos agrícolas que é muito mais remunerado pela qualidade. Nesse estudo vimos que é possível que o cacau amazônico ganhe nessas duas vertentes. Por isso, no estudo, selecionamos o melhor cultivar e as melhores formas de pós-produção para obter qualidade nutricional e de sabor”, afirma Renato de Mello Prado, professor da Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias (FCAV) da Unesp, em Jaboticabal, que coordenou a pesquisa.</p></blockquote>
<p>O estudo, apoiado pela FAPESP, foi realizado na Estação Experimental Frederico Afonso, pertencente à Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac), em Rondônia, onde os pesquisadores avaliaram nove clones de cacau sob dois sistemas de pós-colheita: grãos fermentados, como no processo tradicional de chocolate, e grãos pré-secos, sem fermentação.</p>
<p>A investigação envolveu a colaboração de pesquisadores da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa de Porto Velho), Universidade Federal de Rondônia (Unir, campus Rolim de Moura) e Universidade Federal do Amazonas (Ufam, campus Humaitá).</p>
<blockquote><p>“A fermentação é um processo importante na produção do chocolate. Sem ela, a amêndoa não desenvolve a cor e o aroma que conhecemos, mas há um custo nutricional importante nesse processo”, conta Edilaine Istéfani Franklin Traspadini, bolsista de pós-doutorado da FAPESP.</p></blockquote>
<p>“Por isso, sugerimos a criação de blends que combinem grãos fermentados e não fermentados, como uma estratégia para equilibrar o sabor e o valor nutricional. Essa estratégia pode aumentar o valor do cacau amazônico no mercado de chocolates, seguindo uma abordagem bem parecida com o que tem sido feito no setor de café”, diz.</p>
<p>Os resultados mostraram que a fermentação das amêndoas de cacau reduz mais de 95% dos açúcares e quase 50% dos taninos (responsáveis pelo sabor adstringente), além de diminuir compostos fenólicos e antocianinas (antioxidantes naturais), enquanto aumenta aminoácidos, atividade de enzimas antioxidantes e minerais como potássio e magnésio. Já o cacau não fermentado retém níveis significativamente maiores de minerais como o fósforo e o cálcio, elementos fundamentais para a saúde óssea e cardiovascular.</p>
<blockquote><p>“Por isso defendemos a necessidade de uma combinação entre uma base fermentada para dar a cor marrom e a textura aveludada, enquanto uma porcentagem de amêndoas não fermentadas entraria como uma injeção de antioxidantes e minerais, criando o equilíbrio entre sabor e saúde”, conta.</p></blockquote>
<p>Pela primeira vez, foi identificada a presença de glicina betaína e prolina nas amêndoas. Essas moléculas têm o papel de defender a planta contra o estresse oxidativo no campo e servem como um antioxidante poderoso para o corpo humano.</p>
<blockquote><p>“Elas funcionam como verdadeiros protetores celulares, o que pode transformar o cacau amazônico em um superalimento”, destaca Mello.</p></blockquote>
<p>A análise também mostrou variação entre os cultivares estudados. O clone CCN 51 apresentou um perfil equilibrado, independente se fermentado ou não fermentado. Já o clone EEOP 63 se destacou pela maior produtividade, e o EEOP 96 manteve altos teores de fenólicos e antocianinas quando os grãos não eram fermentados, sugerindo maior vocação para produtos alternativos ao chocolate tradicional, como nibs, ingredientes de bebidas e snacks saudáveis.</p>
<blockquote><p>“Não é que exista um único clone ideal que deve ser difundido na região. Pelo contrário, o interesse está em combinar diferentes blends para cada finalidade. Por isso a importância desse estudo sobre seleção genética e manejo pós-colheita entre produtores amazônidas de cacau”, finaliza Traspadini.</p></blockquote>
<p><em>Fonte: Agência Fapesp</em></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.paraterraboa.com/agricultura/estrategia-promete-revolucionar-a-producao-de-chocolate-na-amazonia/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Agricultores de Portel investem em viveiros agroflorestais para enfrentar crise climática no Marajó</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/agricultura/agricultores-de-portel-investem-em-viveiros-agroflorestais-para-enfrentar-crise-climatica-no-marajo/</link>
					<comments>https://www.paraterraboa.com/agricultura/agricultores-de-portel-investem-em-viveiros-agroflorestais-para-enfrentar-crise-climatica-no-marajo/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tereza Coelho]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Apr 2026 13:09:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AGRICULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[agroflorestas]]></category>
		<category><![CDATA[Agroflorestas em Portel]]></category>
		<category><![CDATA[Arquipélago do Marajó]]></category>
		<category><![CDATA[Associação de Agricultores e Agricultoras da Estada do Acutipereira (AGROESP)]]></category>
		<category><![CDATA[Marajó]]></category>
		<category><![CDATA[Portel]]></category>
		<category><![CDATA[PRINCIPAL]]></category>
		<category><![CDATA[Teia da Sociobiodiversidade]]></category>
		<category><![CDATA[Valcinena Santos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.paraterraboa.com/?p=41695</guid>

					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-27-at-13.16.16-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Por Tereza Coelho No município de Portel, no Arquipélago do Marajó, uma comunidade que lida com décadas de impactos ambientais causados pela extração predatória de madeira decidiu reagir a uma realidade cada vez mais difícil. Entre queimadas, desmatamento e uma seca histórica recente, nasceu uma iniciativa que investe nas agroflorestas a esperança para recuperar áreas [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-27-at-13.16.16-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><em>Por Tereza Coelho</em></p>
<p>No município de Portel, no Arquipélago do Marajó, uma comunidade que lida com décadas de impactos ambientais causados pela extração predatória de madeira decidiu reagir a uma realidade cada vez mais difícil. Entre queimadas, desmatamento e uma seca histórica recente, nasceu uma iniciativa que investe nas agroflorestas a esperança para recuperar áreas degradadas e garantir o futuro das famílias locais.</p>
<p>A Associação dos Agricultores e Agricultoras da Estrada do Acutipereira (AGROESP) tem pouco mais de um ano de existência formal. Lá existem 20 famílias que dependem diretamente do uso da terra e que sentem a dificuldade imposta pela mudança climática todos os dias.</p>
<p>Valcinena Santos, presidente da associação, explica que a exploração madeireira ilegal é antiga, mas continua afetando a região até hoje.</p>
<blockquote><p>“Desde 2004 tentam parar essa extração nas margens do Rio Acutipereira, mas ela continua. A qualidade do ar fica péssima. Prejudica plantação, prejudica a saúde da gente. Durante a seca de 2024 foi difícil até entender o que fazer, foi um caos completo e muito sofrimento”, relembra.</p></blockquote>
<h3><strong>Plantar para garantir a própria sobrevivência</strong></h3>
<p>Foram as próprias famílias que começaram a pensar em possíveis soluções para enfrentar o problema. Graças a construção coletiva, feita com os conhecimentos técnicos e práticos de cada um, veio a ideia principal: os viveiros agroflorestais, que permitem recuperar a floresta e produzir alimento ao mesmo tempo.</p>
<p>O objetivo é criar espaços para cultivar mudas de árvores e plantas, que serão cultivadas na área da associação. Após a fase inicial frutificar, as novas mudas serão levadas para áreas degradadas.</p>
<blockquote><p>&#8220;Já fizemos testes e deu certo, agora estamos em busca de oportunidades para aumentar ainda mais o projeto. Pra gente, cuidar da floresta é como proteger a própria vida&#8221;, diz.</p></blockquote>
<figure id="attachment_41705" aria-describedby="caption-attachment-41705" style="width: 720px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="size-full wp-image-41705" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-27-at-13.23.00-1.jpeg" alt="" width="720" height="703" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-27-at-13.23.00-1.jpeg 720w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-27-at-13.23.00-1-300x293.jpeg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-27-at-13.23.00-1-150x146.jpeg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-27-at-13.23.00-1-450x439.jpeg 450w" sizes="(max-width: 720px) 100vw, 720px" /><figcaption id="caption-attachment-41705" class="wp-caption-text">Famílias da AGROESP durante mutirão para a instalação dos primeiros viveiros. Foto: Arquivo Pessoal</figcaption></figure>
<p>Nesta semana, a Associação foi anunciada como uma das selecionadas na Teia da Sociobiodiversidade, iniciativa do Fundo Casa Socioambiental com apoio financeiro do Fundo Socioambiental CAIXA. O programa fomenta organizações de base comunitária que promovem soluções enraizadas nos territórios e valorizam a sociobiodiversidade brasileira. Ao todo, a iniciativa destinará cerca de R$ 40 milhões em incentivos para o fortalecimento desses projetos</p>
<p>Para Valcinena, o resultado traz o fôlego necessário para transformar sonhos em realidade. Com a base do projeto comunitário já estruturada, a comunidade planeja uma expansão ambiciosa: formar agentes locais capacitados para difundir técnicas de plantio de mais de 20 espécies nativas.</p>
<blockquote><p>&#8220;Vamos implantar 20 canteiros de agrofloresta e instalar um viveiro de 80 m² com capacidade de produzir 3 mil mudas por ano, também vamos formar agentes na comunidade e buscar apoio especializado para fazer bem feito, para que dure muitos e muitos anos&#8221;, comenta.</p></blockquote>
<p>Atualmente, a associação já é fornecedora da prefeitura da cidade via Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), ajudando a abastecer as escolas do município. No entanto, o horizonte ainda apresenta desafios, como o aprimoramento dos sistemas de plantio e a abertura de novos mercados e parcerias estratégicas.</p>
<p>A aposta nos viveiros agroflorestais é o caminho para aumentar a produtividade de forma sustentável, provando que é possível prosperar sem derrubar a floresta. Além do ganho econômico, a recuperação de áreas degradadas promete impactos ambientais diretos, melhorando a qualidade do solo e do ar para a comunidade e seus vizinhos.</p>
<p>Valcinena revela que seu sonho tem um alcance vasto — muito maior do que a fumaça das queimadas que, por tanto tempo, castigou a região. Ela reconhece que a jornada exige paciência e resiliência, mas mantém o foco no legado a longo prazo.</p>
<blockquote><p>“Em 10, 15, 20 anos, a gente imagina ter uma vida saudável, respirando um ar puro, com todos tendo o que comer e vivendo em harmonia na comunidade. Esse sonho de um futuro melhor é o que move a gente e dá forças para continuar”, revela.</p></blockquote>
<h3>Décadas de agressões ambientais</h3>
<p>Maior que o estado do Sergipe em termos territoriais, a chamada &#8216;Floresta Marajoara&#8217; coleciona décadas de agressões ambientais na sua história. Recentemente, quando a melhoria em tecnologias permitiu uma mensuração mais ágil de danos, foi catalogado um processo de desmatamento ilegal acentuado na região. A região inclusive chegou a liderar o número de queimadas no Pará durante o período mais seco do ano entre 2022 e 2024, com mais de mil focos registrados.</p>
<p>O ano de 2024 foi especialmente difícil para as comunidades amazônicas. Segundo uma análise do InfoAmazonia, com base em dados do Centro Nacional de Monitoramento e Alerta de Desastres Naturais, quase 60% dos municípios da região registraram algum grau de seca de 1º janeiro até 31 de dezembro, aumentando a vulnerabilidade física e social de áreas distantes dos centros urbanos.</p>
<p>A combinação de calor intenso, pouca chuva e ação humana tem acelerado o problema e causado um impacto direto na vida das comunidades rurais: as plantações duram menos tempo, o solo perde força e o ar fica pesado por causa da fumaça. Muitas famílias também convivem com o medo de invasões e com a perda de áreas onde vivem há gerações.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.paraterraboa.com/agricultura/agricultores-de-portel-investem-em-viveiros-agroflorestais-para-enfrentar-crise-climatica-no-marajo/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Caminho sem volta: consumidores se apaixonam pelo sabor do chocolate artesanais</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/agricultura/caminho-sem-volta-consumidores-se-apaixonam-pelo-sabor-do-chocolate-artesanais/</link>
					<comments>https://www.paraterraboa.com/agricultura/caminho-sem-volta-consumidores-se-apaixonam-pelo-sabor-do-chocolate-artesanais/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tereza Coelho]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 18:32:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AGRICULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura familiar]]></category>
		<category><![CDATA[cacau]]></category>
		<category><![CDATA[chocolate]]></category>
		<category><![CDATA[Nutrição]]></category>
		<category><![CDATA[PRINCIPAL]]></category>
		<category><![CDATA[Produção artesanal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.paraterraboa.com/?p=41802</guid>

					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/04/up_ag_29665_5fa97398-e9c0-eab0-ccf0-3117cc6f2eab-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Por Tereza Coelho Provar um chocolate artesanal é, para muitos, um caminho sem volta. O que começa como uma simples degustação transforma um paladar educado pela pureza do cacau e livre de aditivos, tornando difícil aceitar qualquer coisa menos que a excelência. Esse movimento silencioso ganha força não apenas pela qualidade das pequenas produções, mas [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/04/up_ag_29665_5fa97398-e9c0-eab0-ccf0-3117cc6f2eab-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><em>Por Tereza Coelho</em></p>
<p>Provar um chocolate artesanal é, para muitos, um caminho sem volta. O que começa como uma simples degustação transforma um paladar educado pela pureza do cacau e livre de aditivos, tornando difícil aceitar qualquer coisa menos que a excelência.</p>
<p>Esse movimento silencioso ganha força não apenas pela qualidade das pequenas produções, mas pela crescente decepção com os chocolates industrializados, que tiveram suas fórmulas alteradas ao longo dos anos e se transformaram em produtos com excesso de açúcar e gordura.</p>
<p>Essa mudança no gosto dos chocolates que eram a alegria das crianças, principalmente na Páscoa, tem relação direta com uma legislação brasileira que durou quase vinte anos, permitindo fórmulas com baixo teor de cacau para reduzir custos. Agora isso deve mudar, com o <a href="https://www.paraterraboa.com/economia/camara-aprova-novos-percentuais-para-chocolate-rotulos-deverao-exibir-teor-de-cacau/" target="_blank" rel="noopener">projeto de lei aprovado recentemente</a> na Câmara dos Deputados, que exige que, para ser chamado de chocolate, o produto contenha no mínimo 35% de sólidos totais de cacau, trazendo mais transparência e exigindo índices visíveis no rótulo.</p>
<h3>A sensação de &#8220;traição&#8221;</h3>
<p>Para muitos consumidores, a alteração nas receitas industriais gerou um sentimento de perda. A esteticista Luciana Oliveira viu seu bombom favorito, o Ouro Branco, mudar de gosto sem aviso.</p>
<blockquote><p>“Eu cresci amando esse bombom. Mas houve um momento em que algo mudou e me senti traída. Na primeira mordida senti que o gosto não era mais o mesmo. Parecia até delírio, até pesquisar na internet e ver outras pessoas falando coisas parecidas”, relembra.</p></blockquote>
<p>O problema também atingiu a saúde do arquiteto Alisson Cunha, que precisou cortar os doces da rotina por questões médicas.</p>
<blockquote><p>&#8220;Sempre comi todos os dias, mas a mudança de formulações virou um problema médico causado pelas gorduras e precisei tirar os doces totalmente. Foi muito ruim, porque o chocolate era o que dava uma doçura para lidar com a dureza do dia a dia&#8221;, comenta.</p></blockquote>
<p>O reencontro de Alisson com o chocolate teve um caminho inesperado. Após passar três anos sem consumir chocolates,  um médico reinseriu o produto na dieta, desde que fossem as versões artesanais.</p>
<blockquote><p>&#8221; No começo é diferente porque o sabor é mais intenso do que qualquer chocolate de mercado, mas com o tempo isso vai te conquistando de um jeito que não te larga. É um sabor que fica na boca por mais tempo, que dá para tomar com café, chás. Dá aquela alegria diária e ajuda na saúde”, narra.</p></blockquote>
<p>Alisson lembra que comer chocolate é memória afetiva.</p>
<blockquote><p>&#8220;Minha mãe descobria lojas, sabores e sempre dividia comigo as caixas. Pra mim, comer chocolate é reviver tudo isso, então vai muito além do sabor&#8221;, afirma.</p></blockquote>
<p>Já Luciana descobriu esse novo mundo através do presente de uma amiga: um chocolate artesanal branco de cupuaçu.</p>
<blockquote><p>&#8220;Quando mordi e senti aquele sabor de fruta, achei insano demais. Não sabia que dava para me &#8216;reapaixonar&#8217; por algo desse jeito&#8221;, conta ela, que achava que chocolates artesanais era caros e inacessíveis.</p></blockquote>
<h3>Especialistas</h3>
<p>Com o tempo, tanto Luciana como Alisson desenvolveram uma relação especial com esses produtos, conhecendo outras marcas e até fazendo experiências imersivas para conhecer o processo de fabricação.</p>
<p>Atualmente, Alisson possui na mesa de trabalho uma bomboniére onde disponibiliza porções de chocolates com frutas, de maior ou menor teor de cacau, feitos por marcas locais, todos cuidadosamente identificados. Segundo ele, os chocolates até ajudam a fechar negócios.</p>
<blockquote><p>&#8220;Cada cooperativa e região produtora tem seu padrão, sua marca ali na barra do chocolate. Alguns já vem em moedas, outros preciso dividir em pedaços. Quando ofereço para os clientes, consigo dizer exatamente de onde ele é e isso quase sempre vira uma conversa sobre os municípios que produzem. Incrivelmente isso já me ajudou a fechar clientes&#8221;, diz.</p></blockquote>
<p>Luciana, por sua vez,  diz que hoje possui suas marcas preferidas e hoje usa a pureza dos chocolates artesanais na introdução alimentar da filha de três anos.</p>
<blockquote><p>&#8220;Comecei essa introdução há três meses e fiz isso com um chocolate de Altamira com pedaços de frutas. Como ela já conhece o dulçor da fruta, não estranhou tanto. Quero que ela saiba diferenciar o sabor de verdade do excesso de açúcar, que tenha um paladar menos viciado e mais criterioso&#8221;, comenta.</p></blockquote>
<h3>Ciência e consciência social</h3>
<p>O nutrólogo Gabriel Santana explica que a conexão sentimental que muitas pessoas acreditam experimentar quando comem chocolate possui uma base científica.</p>
<blockquote><p>“É comprovado que o cacau dos chocolates mais amargos melhora a concentração, memória e pode ajudar na prevenção de doenças cerebrais, isso sem falar na sensação de prazer e tranquilidade logo após o consumo&#8221;, explica.</p></blockquote>
<p>Ele lembra ainda que o chocolate possui benefícios importantes para a saúde, mas além de um consumo adequado, sem excessos, uma composição mais &#8216;limpa&#8217; é fundamental para garantir benefícios.</p>
<blockquote><p>“O chocolate pode ser um alimento bom para a saúde, e o que traz esses benefícios é a massa de cacau, rica em compostos antioxidantes. Produtos com 60% ou 70% de cacau já oferecem esses efeitos. Já aqueles com baixo teor de cacau e maior quantidade de açúcar e gorduras se aproximam mais de alimentos ultraprocessados e são muito perigosos para a saúde”, detalha.</p></blockquote>
<p>Além de todos os benefício, Santana ressalta que o chocolate artesanal é também um elo social.</p>
<blockquote><p>&#8220;É valorizar povos tradicionais e agricultores que estão fazendo o melhor para colocar algo seguro no mercado. Do ponto de vista social, é valorizar quem vive longe e entrega qualidade. Comer bem e de forma saudável é uma herança ancestral e um recado de união&#8221;, conclui.</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.paraterraboa.com/agricultura/caminho-sem-volta-consumidores-se-apaixonam-pelo-sabor-do-chocolate-artesanais/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Sistemas Agroflorestais beneficiam mais de 1,7 mil famílias no Pará</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/agricultura/sistemas-agroflorestais-beneficia-mais-de-17-mil-familias-no-para/</link>
					<comments>https://www.paraterraboa.com/agricultura/sistemas-agroflorestais-beneficia-mais-de-17-mil-familias-no-para/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tereza Coelho]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Mar 2026 18:13:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AGRICULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[destaque1]]></category>
		<category><![CDATA[manejo florestal]]></category>
		<category><![CDATA[Manejo florestal no Pará]]></category>
		<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto Sistemas Agroflorestais (Prosaf)]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.paraterraboa.com/?p=41635</guid>

					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/03/20260324125941-GC00075743-F00295900-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O uso da terra de forma sustentável tem ganhado força no Pará com iniciativas que unem produção agrícola e preservação ambiental. Um dos principais exemplos é o Projeto Sistemas Agroflorestais (Prosaf), desenvolvido pelo Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade (Ideflor-Bio), que vem ampliando oportunidades para agricultores familiares e distribuiu mais de 5 milhões de [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/03/20260324125941-GC00075743-F00295900-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O uso da terra de forma sustentável tem ganhado força no Pará com iniciativas que unem produção agrícola e preservação ambiental. Um dos principais exemplos é o Projeto Sistemas Agroflorestais (Prosaf), desenvolvido pelo Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade (Ideflor-Bio), que vem ampliando oportunidades para agricultores familiares e distribuiu mais de 5 milhões de mudas e sementes em todo o estado.</p>
<p>Em 2025, o projeto atendeu diretamente 1.755 famílias de pequenos produtores rurais em diferentes regiões paraenses, onde mais de 1.600 hectares passaram a contar com Sistemas Agroflorestais (SAFs), modelo de cultivo que combina árvores, frutas e outras culturas na mesma área, ajudando a recuperar o solo e aumentar a produção.</p>
<p>Além de incentivar o plantio sustentável, o Prosaf também investiu na distribuição de insumos. No último anos foram entregues quase 2,8 milhões de sementes e mais de 2,2 milhões de mudas de espécies frutíferas e nativas da Amazônia. Entre elas, estão plantas adaptadas à região e também variedades melhoradas por pesquisas, que produzem mais e são mais resistentes a doenças. No total, mais de 5 milhões de sementes e mudas foram repassadas aos agricultores.</p>
<p>Para a engenheira agrônoma Laura Dias, diretora em exercício da Diretoria de Desenvolvimento da Cadeia Florestal (DDF), que implementou o projeto, a iniciativa vai além da produção agrícola.</p>
<blockquote><p>“Distribuímos ao longo de 2025 diversas espécies da Amazônia aos agricultores familiares participantes do Prosaf, para que consigam ter maior variedade em suas áreas de SAFs, incluindo espécies melhoradas por pesquisas, mais produtivas e resistentes a doenças”, explicou.</p></blockquote>
<p>Segundo ela, o projeto cumpre um papel importante ao unir preservação ambiental e geração de renda. Isso porque o plantio de espécies nativas ajuda a recuperar áreas degradadas e, ao mesmo tempo, cria novas fontes de sustento para as famílias.</p>
<p><strong>Formação e capacitação</strong></p>
<p>Outro ponto de destaque é a capacitação dos produtores. Mais de 160 pessoas participaram de treinamentos voltados ao plantio, manejo e cuidado com as culturas. A ideia é garantir que os agricultores consigam manter e ampliar os resultados ao longo do tempo.</p>
<p>Na prática, os efeitos já são sentidos nas comunidades. A agricultora Suely Nascimento, vice-presidente da Associação Quilombola de Moju-Miri, afirma que o conhecimento adquirido fez diferença no dia a dia da comunidade, gerando melhorias na terra e no bem estar dos moradores.</p>
<blockquote><p>“Esses conhecimentos foram muito importantes. Aprendemos coisas novas, técnicas novas e, principalmente, tivemos incentivo para o grupo e para os moradores da comunidade, que viram que o projeto está dando certo. Além disso, isso vai gerar renda e melhorar os nossos SAFs”, contou.</p></blockquote>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.paraterraboa.com/agricultura/sistemas-agroflorestais-beneficia-mais-de-17-mil-familias-no-para/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>

<!--
Performance optimized by W3 Total Cache. Learn more: https://www.boldgrid.com/w3-total-cache/?utm_source=w3tc&utm_medium=footer_comment&utm_campaign=free_plugin

Page Caching using Disk: Enhanced 

Served from: www.paraterraboa.com @ 2026-05-05 12:37:19 by W3 Total Cache
-->