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	<title>viveiro &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<title>viveiro &#8211; Pará Terra Boa</title>
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		<title>Herbário paraense é referência global em pesquisa sobre vegetação amazônica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gisele Coutinho]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jun 2022 14:00:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Embrapa Amazônia Oriental]]></category>
		<category><![CDATA[herbário]]></category>
		<category><![CDATA[Herbário IAN]]></category>
		<category><![CDATA[Museu Goeldi]]></category>
		<category><![CDATA[vegetação]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/06/herbario_ronaldorosa-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Imagina só toda a vegetação paraense registrada em um acervo, uma espécie de museu científico. Assim é um herbário: uma coleção científica, composta por amostras de plantas secas de diversos ecossistemas, servindo como registro e referência sobre a vegetação e flora de uma determinada região. Eis que o Pará, atualmente, abriga o terceiro maior herbário [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/06/herbario_ronaldorosa-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Imagina só toda a vegetação paraense registrada em um acervo, uma espécie de museu científico. Assim é um herbário: uma coleção científica, composta por amostras de plantas secas de diversos ecossistemas, servindo como registro e referência sobre a vegetação e flora de uma determinada região.</p>
<p>Eis que o Pará, atualmente, abriga o terceiro maior herbário científico da Amazônia e sétimo do Brasil. O Herbário da Embrapa Amazônia Oriental foi criado em 1945, quando ainda era chamado Instituto Agronômico do Norte, agora conhecido por Herbário IAN. Sua principal missão é gerar conhecimento e contribuir para o manejo e conservação da flora amazônica.</p>
<p>Agora pensa o quão valiosa é essa fonte de documentação e informação sobre a Amazônia. Égua! Entre a coleção estão 8 mil amostras de madeira, 700 frutos desidratados e 289 em meio líquido, 30 mil fotografias, 321 amostras de flores em meio líquido e muito mais.</p>
<p>As consultas às coleções botânicas do histórico Herbário IAN e o constante aumento do número de amostras e atualização do acervo reforçam o papel da instituição como referência nacional e internacional no cenário das pesquisas científicas relacionadas a plantas, suas origens, identificação e classificação.</p>
<p>Esse valor todo cultivado no Pará foi tema da pesquisa “A contribuição do Herbário IAN da Embrapa Amazônia Oriental às pesquisas técnico-científicas”, que apresenta um panorama recente da movimentação de demandas por identificação de espécies, visitas de especialistas do Brasil e exterior e intercâmbio de material botânico, consideradas as três atividades centrais do herbário.</p>
<p>Dá um orgulho danado ver isso tudo sendo preservado em nossas terras. As consultas ao acervo do Herbário IAN, bem como visitas guiadas, devem ser agendadas por telefone (91) 3075-6213. O Herbário funciona no Museu Emílio Goeldi.</p>
<p><em>Fonte: Embrapa Amazônia Oriental</em></p>
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		<title>Tambaqui em sistema de recirculação de água apresenta bom desempenho, diz Embrapa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Nov 2021 21:12:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Belém]]></category>
		<category><![CDATA[sistema de recirculação de água]]></category>
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		<category><![CDATA[tanque]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/11/Captura-de-Tela-2021-11-24-às-18.08.46-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O desenvolvimento do tambaqui (Colossoma macropomum) em sistema de recirculação de água (SRA) é o tema de recente estudo divulgado pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). Esta forma de piscicultura vem chamando a atenção de pequenos e médios produtores interessados na criação de peixes em pequenos espaços rurais ou mesmo como alternativa em ambientes [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/11/Captura-de-Tela-2021-11-24-às-18.08.46-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O desenvolvimento do tambaqui (<em>Colossoma macropomum</em>) em sistema de recirculação de água (SRA) é o tema de recente estudo divulgado pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). Esta forma de piscicultura vem chamando a atenção de pequenos e médios produtores interessados na criação de peixes em pequenos espaços rurais ou mesmo como alternativa em ambientes urbanos.</p>
<p>A escassez de informações a respeito de espécies nativas da Amazônia criadas com SRA levou uma equipe de pesquisa liderada pela Embrapa Amazônia Oriental (Belém, PA) a eleger o tambaqui como modelo desse estudo de caso. Os resultados estão na publicação <a href="https://www.embrapa.br/busca-de-publicacoes/-/publicacao/1135441/pre-engorda-de-tambaquis-em-sistema-de-recirculacao-de-agua" target="_blank" rel="noopener">Pré-engorda de Tambaquis em Sistema de Recirculação de Água</a>, que já pode ser baixada da internet gratuitamente por meio do Portal Embrapa (<a href="https://www.embrapa.br/busca-de-publicacoes/-/publicacao/1135441/pre-engorda-de-tambaquis-em-sistema-de-recirculacao-de-agua" target="_blank" rel="noopener">acesse aqui</a>).</p>
<p>Esse estudo preparou o terreno para os próximos passos do avanço do conhecimento nesse tema, pois cresce o interesse no cultivo do tambaqui, a espécie nativa mais criada no Brasil. Em 2019, segundo dados Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), alcançou o segundo lugar no <em>ranking</em> nacional, com uma produção total de 101 mil toneladas.</p>
<p>Os cientistas avaliaram o crescimento do tambaqui na fase de pré-engorda em sistema de recirculação de água em comparação com referências existentes sobre a criação da espécie em viveiros e tanques-rede, mostrando algumas vantagens e desvantagens dos diferentes sistemas.</p>
<h3>Sistema amigável</h3>
<p>No experimento realizado, o tambaqui se adaptou bem ao sistema de recirculação, com desempenho comparável aos registrados para viveiros e tanques-rede, mas engordou menos que nestes.</p>
<p>“Precisamos agora aumentar nossa base de dados relacionada a ganho de peso para podermos chegar na identificação de padrões de crescimento possivelmente relacionados ao sistema de criação”, avalia a bióloga Roselany de Oliveira Corrêa, pesquisadora da Embrapa Amazônia Oriental (Belém, PA) e autora da publicação.</p>
<p>De acordo com a pesquisadora, o sistema de recirculação de água é uma alternativa ambientalmente amigável, apropriada para condições em que o uso da água é restrito, que pode maximizar a produtividade e o uso das instalações, diminuindo a pressão sobre os recursos naturais.</p>
<p>Na descrição de autores anteriores citados na pesquisa, o SRA se caracteriza pelo aproveitamento contínuo da água de cultivo, com reposição de até 5% do volume total para compensar a perda diária por evaporação e manejo do sistema. Se bem utilizado, também proporciona facilidade ao manejo, controle da reprodução dos organismos e biossegurança devido ao isolamento da produção. Além disso, o maior controle do ambiente de cultivo garante um produto com padrão de crescimento previsível, favorecendo o escalonamento de sua produção e comercialização.</p>
<p>São também autores da obra <a href="https://ainfo.cnptia.embrapa.br/digital/bitstream/item/227050/1/TC-34-20-BPD-V05.pdf" target="_blank" rel="noopener">Pré-engorda de Tambaquis em Sistema de Recirculação de Água</a> a zootecnista Luana de Nazaré dos Anjos Aires, o biólogo Eraldo José Madureira Tavares, pesquisador da <a href="https://www.embrapa.br/semiarido" target="_blank" rel="noopener">Embrapa Semiárido</a> (Petrolina, PE), as engenheiras de pesca Viviana Lisboa (Ufra) e Rayette Souza da Silva (IFPA) e Amanda Reis Carvalho (graduanda em Zootecnia/Ufra).</p>
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