<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Vanguard &#8211; Pará Terra Boa</title>
	<atom:link href="https://www.paraterraboa.com/tag/vanguard/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.paraterraboa.com</link>
	<description>Um site para a gente boa desta terra</description>
	<lastBuildDate>Fri, 25 Feb 2022 15:56:16 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.0</generator>

<image>
	<url>https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/05/cropped-512x512px-32x32.png</url>
	<title>Vanguard &#8211; Pará Terra Boa</title>
	<link>https://www.paraterraboa.com</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Pará é o Estado com maior número de pedidos para mineração em terras indígenas</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/economia/para-e-o-estado-com-maior-numero-de-pedidos-para-mineracao-em-terras-indigenas/</link>
					<comments>https://www.paraterraboa.com/economia/para-e-o-estado-com-maior-numero-de-pedidos-para-mineracao-em-terras-indigenas/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Feb 2022 15:02:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Belo Sun]]></category>
		<category><![CDATA[BlackRock]]></category>
		<category><![CDATA[Capital Group]]></category>
		<category><![CDATA[mineração]]></category>
		<category><![CDATA[pará]]></category>
		<category><![CDATA[Previ]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto Volta Grande]]></category>
		<category><![CDATA[terras indígenas]]></category>
		<category><![CDATA[Vanguard]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.paraterraboa.com/?p=8262</guid>

					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/02/kayapo-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O Pará é o Estado brasileiro com maior número de requisições para exploração mineral em terras indígenas. Os territórios mais afetados por esses pedidos são a TI Xikrin do Cateté (PA) com 34 requerimentos, seguida pela TI Sawré Muybu (PA), com 21. A etnia mais impactada por estes pedidos de mineração é a Kayapó (PA), [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/02/kayapo-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O Pará é o Estado brasileiro com maior número de requisições para exploração mineral em terras indígenas. Os territórios mais afetados por esses pedidos são a TI Xikrin do Cateté (PA) com 34 requerimentos, seguida pela TI Sawré Muybu (PA), com 21. A etnia mais impactada por estes pedidos de mineração é a Kayapó (PA), com 73 requerimentos. A TI Waimiri Atroari (AM) também tem 34 pedidos.</p>
<p>É o que revela o novo relatório <em>Cumplicidade na Destruição IV – Como mineradoras e investidores internacionais contribuem para a violação dos direitos indígenas e ameaçam o futuro da Amazônia,</em> lançado pela Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib) e a organização Amazon Watch, que divulgaram o documento na terça-feira, 22/02.</p>
<p>As duas organizações mapeiam os interesses das grandes mineradoras em terras indígenas desde 2020 e garantem que, mesmo após os declarações públicas de gigantes como a Vale e a Anglo American de que abriram mão dos seus pedidos para pesquisa e exploração mineral nesses territórios, muitos dos seus requerimentos seguem ativos no sistema da ANM – em alguns casos, até aumentaram.</p>
<p>Além disso, alguns requerimentos foram redesenhados para que as áreas de exploração fiquem contíguas às terras indígenas, ainda causando enormes impactos.</p>
<p>O documento foca nos interesses minerários em terras indígenas de nove mineradoras: Vale, Anglo American, Belo Sun, Potássio do Brasil, Mineração Taboca e Mamoré Mineração e Metalurgia (ambas do Grupo Minsur), Glencore, AngloGold Ashanti e Rio Tinto.Juntas, elas possuíam em novembro de 2021 um total 225 requerimentos minerários ativos com sobreposição em 34 Terras Indígenas – uma área que corresponde a 5,7 mil quilômetros quadrados – ou mais de três vezes a cidade de Brasília ou de Londres.</p>
<blockquote><p>“É preciso um entendimento geral de que essas áreas não estão disponíveis para exploração mineral, e nem devem estar, tanto pelo respeito ao direito constitucional de autodeterminação dos povos indígenas sobre os seus territórios quanto pela sua importância para combater as mudanças climáticas e garantir a vida no planeta. O mesmo vale para territórios tradicionais e outras áreas de preservação. Esse entendimento deve vir do Estado, mas também das empresas (que têm totais condições de saber quais áreas estão pleiteando para sequer protocolar esses requerimentos), e das corporações financeiras que as financiam”, complementa Dinaman Tuxá, da coordenação executiva da Apib.</p></blockquote>
<h3>Quem banca</h3>
<p>Enquanto isso, as principais instituições financeiras globais estão capacitando o destrutivo setor de mineração da Amazônia com bilhões de dólares em investimentos, empréstimos e subscrição. Nos últimos cinco anos, essas empresas destacadas no relatório receberam um total de US$ 54,1 bilhões em financiamento do Brasil e do exterior.</p>
<p>Corporações sediadas nos Estados Unidos continuam entre as principais financiadoras cúmplices na destruição, como mostrado nos relatórios anteriores da série. Juntas, as gestoras Capital Group, a BlackRock e a Vanguard investiram US$ 14,8 bilhões nas mineradoras com interesses em terras indígenas e histórico de violações de direitos.</p>
<p>Destaca-se também a participação de instituições brasileiras no financiamento da grande mineração: o fundo de pensão brasileiro Previ (Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil) é o responsável pelos mais altos investimentos nestas mineradoras, com mais de US$ 7,4 bilhões, seguido pelo banco Bradesco, com quase US$ 4,4 bilhões e a Caixa Econômica Federal, com US$ 786 milhões.</p>
<p>A empresa que mais recebeu investimentos e empréstimos nesse período foi a Vale, com US$ 35,8 bilhões, mostrando que nem mesmo os sucessivos desastres em Mariana e Brumadinho, ambos em Minas Gerais, diminuíram o apetite dos investidores com relação à mineradora.</p>
<p>Os dados, obtidos com com apoio da instituição holandesa Profundo Research and Advice, mostram também o grande interesse do Canadá em financiar a mineração no Brasil. O Royal Bank of Canada, maior banco privado do país, injetou US$ 512 milhões nas mineradoras, e é o principal investidor institucional do Projeto Volta Grande, de mineração de ouro, da empresa Belo Sun, considerado socialmente e ecologicamente inviável.</p>
<h3>Outro lado</h3>
<p>A AngloGold Ashanti informou, por meio de nota, que &#8220;não opera e não tem interesse em operar em Terras Indígenas (TIs)&#8221;. Afirma que na década de 1990, &#8220;a produtora de ouro solicitou requerimentos de pesquisa mineral em diversas regiões no país. Três dessas áreas posteriormente foram demarcadas como Terras Indígenas (TIs), o que levou a companhia a desistir das mesmas. A decisão foi protocolada junto à Agência Nacional de Mineração (ANM) no final da década de 1990. No entanto, como não houve atualização do processo no sistema da ANM, a AngloGold Ashanti ratificou a retirada do requerimento de pesquisa em 21 de junho de 2021. Atualmente, os investimentos da empresa no Brasil estão concentrados basicamente na expansão de suas minas localizadas em Minas Gerais e Goiás&#8221;.</p>
<p>Conforme você leu acima, no entanto, o pedido da mineradora ainda figura como ativo no sistema da ANM.</p>
<p><em>Fonte: Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib) e Amazon Watch</em></p>
<p><strong>LEIA MAIS:</strong><br />
<a href="https://www.paraterraboa.com/economia/pujanca-da-mineracao-no-para-nao-reflete-em-melhoria-de-indices-sociais-do-estado/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Pujança da mineração no Pará não reflete em melhoria de índices sociais do Estado</strong></a><br />
<a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/garimpo-explora-area-maior-que-mineracao-com-avanco-sobre-terras-protegidas/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Garimpo explora área maior que mineração com avanço sobre terras protegidas</strong></a><br />
<a href="https://www.paraterraboa.com/economia/projeto-da-mineradora-canadense-belo-sun-na-amazonia-conta-com-lobby-de-general-da-reserva/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Projeto da mineradora canadense Belo Sun na Amazônia conta com lobby de general da reserva</strong></a><br />
<a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/garimpo-vira-mineracao-artesanal-em-decreto-presidencial-favoravel-a-extracao-de-ouro-na-amazonia/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Garimpo vira ‘mineração artesanal’ em decreto presidencial favorável à extração de ouro na Amazônia</strong></a></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.paraterraboa.com/economia/para-e-o-estado-com-maior-numero-de-pedidos-para-mineracao-em-terras-indigenas/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>

<!--
Performance optimized by W3 Total Cache. Learn more: https://www.boldgrid.com/w3-total-cache/?utm_source=w3tc&utm_medium=footer_comment&utm_campaign=free_plugin

Page Caching using Disk: Enhanced 

Served from: www.paraterraboa.com @ 2026-06-20 01:53:16 by W3 Total Cache
-->