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	<title>UFPA &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<title>UFPA &#8211; Pará Terra Boa</title>
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		<title>Roteiro geoturístico mostra impactos da COP30 nas áreas urbanas de Belém</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tereza Coelho]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Sep 2025 17:08:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[COP30]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
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		<category><![CDATA[Maria Goretti Tavares]]></category>
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		<category><![CDATA[Universidade Federal do Pará]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/09/WhatsApp-Image-2025-09-30-at-12.51.38-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />No próximo domingo, 5 de outubro, acontece a segunda edição do &#8216;Roteiro Geoturístico pelos Caminhos da COP30: do Parque Linear ao Centro Histórico de Belém&#8221;. O percurso reúne professores, estudantes, turistas e pessoas interessadas em conhecer a história da capital paraense e sua relação com uma das obras da 30ª Conferência do Clima, que será [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/09/WhatsApp-Image-2025-09-30-at-12.51.38-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>No próximo domingo, 5 de outubro, acontece a segunda edição do &#8216;Roteiro Geoturístico pelos Caminhos da COP30: do Parque Linear ao Centro Histórico de Belém&#8221;. O percurso reúne professores, estudantes, turistas e pessoas interessadas em conhecer a história da capital paraense e sua relação com uma das obras da 30ª Conferência do Clima, que será realizada na capital paraense em novembro de 2024.</p>
<p>Maria Goretti Tavares, professora da Universidade Federal do Pará (UFPA) e coordenadora do projeto, conta que o percurso aborda os aspectos históricos e sociais que envolvem a obra da COP30 e seus impactos na história de Belém.</p>
<blockquote><p>&#8220;Esse projeto da COP (Parque Linear da Almirante Tamandaré) inicia ao lado do Centro Histórico tombado, dividindo esse território. O projeto faz uma análise crítica do momento histórico e seus agentes, já que existe todo um contexto da importância daquele entorno. Conforme caminhamos, também vamos falar das transformações sociais na região histórica, como as ruas que atualmente concentram bares e parte da vida noturna de Belém (Rua São Boaventura) e também vamos mostrar as comunidades de origem ribeirinha que vivem em palafitas&#8221;, conta.</p></blockquote>
<p>Goretti pontua que o comprometimento do projeto em contribuir com as discussões históricas e sociais da cidade vai da concepção das rotas até a escolha de quem fará contribuições ao longo do percurso. O projeto faz parte do Grupo de Pesquisa de Geografia do Turismo (GGEOTUR), vinculado à Faculdade de Geografia e ao Programa de Pós-Graduação em Geografia da Universidade Federal do Pará (UFPA). Logo, sua equipe reúne professores, estudantes de graduação e pós-graduação, assim como pesquisadores de áreas correlatas, como turismo, arquitetura, museologia e história.</p>
<h3><strong>Acessibilidade e programação especial</strong></h3>
<p>Na última edição, realizada em agosto, a estreia do roteiro dedicado à COP30 reuniu 230 inscritos, que percorreram locais como a Praça do Arsenal, os palacetes Pinho e Camelier e o Beco do Carmo, finalizando na praça que leva o mesmo nome. Os <a href="https://www.instagram.com/roteirosgeoturisticos/?hl=pt" target="_blank" rel="noopener">Roteiros GeoTurísticos</a>, que acontecem a pé, também possuem um programa de acessibilidade com a disponibilidade de tradutores-intérpretes de Libras para atender ao público.</p>
<p>Goretti explica que haverá edições especiais do circuito durante a COP30 para atender ao fluxo de visitantes na cidade.</p>
<blockquote><p>&#8220;Tradicionalmente fazemos um roteiro aberto ao público por mês, mas em novembro especialmente, teremos um no dia 9 de novembro, meio da semana, e outros nos dois finais de semana seguintes&#8221;, conta.</p></blockquote>
<p>O projeto de extensão obteve reconhecimento nacional ao conquistar o prêmio, 29ª Edição do Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade, do IPHAN, na categoria projetos de iniciativas de excelência em promoção e gestão compartilhada do patrimônio cultural, envolvendo todos os campos da preservação e oriundas do setor público, do setor privado e das comunidades.</p>
<p>Goretti celebra a marca, mas também pontua a importância de ampliar o legado durante a COP30. Ela cita a grande participação dos moradores em cada programação e o potencial de transformar em um local para aproximação entre a comunidade e os visitantes.</p>
<blockquote><p>&#8220;Os roteiros já reuniram mais de 10 mil visitantes nestes quase 15 anos. Temos que aproveitar essa oportunidade de aproximar moradores e visitantes para refletir sobre a cidade e nossa importância nela. Quem for visitante, certamente também vai levar um pouco das nossas discussões para o olhar da sua própria cidade. Essa construção é uma missão cumprida para nós do projeto&#8221;, diz.</p></blockquote>
<h3>Como participar?</h3>
<p>A programação, que ocorre em parceria com o <a href="https://www.instagram.com/circularcampinacidadevelha/" target="_blank" rel="noopener">Projeto Circular Cidade Velha-Campina,</a> será realizada ao longo do próximo domingo, 5 de outubro. A concentração para a saída acontece na Praça do Arsenal às 8h30 da manhã, encerrando por volta das 12h. As inscrições são gratuitas e acontecem por meio <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSeAcNoXsWN_XtPbOugr_y_7cIjeJ0X9LeRELHs7smRiBFR6Ag/viewform" target="_blank" rel="noopener">deste link para o formulário oficial</a>.</p>
<p>A organização do circuito destaca a importância de levar<span style="font-size: 14px;"> garrafa d&#8217;água, trajes leves, protetor solar e proteção para a cabeça pelo uso de chapéus e bonés. Também é recomendado levar guarda-chuva ou capa, já que o roteiro não será interrompido em caso de chuva.</span></p>
<p><strong>Confira o roteiro completo</strong></p>
<ul>
<li>Praça do Arsenal e seu entorno (prédio da Marinha/Mangal das Garças);<br />
Casarões (hotel Atrium e Palacete Camelier)</li>
<li>Canal da Tamandaré/Projeto COP- Parque Linear e impactos no entorno;<br />
Rua São Boaventura 1 (a toponímia da rua e suas transformações recentes, a Casa do Samba, o motel Los Piratas, Na Beira o porto Santa Efigênia)</li>
<li>Palacete Pinho e Memorial Bruno de Menezes</li>
<li>Restaurante Na Maré (A paisagem &#8220;natural&#8221; da orla, ocupação ribeirinha, pressões do uso do solo na vegetação, carpintaria naval, ofícios tradicionais)</li>
<li>Rua São Boaventura/Usos/Lazer (restaurantes, quadra de esportes, portos)</li>
<li>Mercado do porto do Sal</li>
<li>Rua São Boaventura/Beco do Carmo 3 (portos, identidade local e usos do espaço no Beco do Carmo)</li>
<li>Beco do Carmo/Bar do Seu Bené</li>
<li>Praça e Igreja do Carmo, Fórum Landi/UFPA.</li>
</ul>
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		<title>UFPA lança cartilha sobre a COP30 em evento sobre transição socioambiental</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tereza Coelho]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Sep 2025 14:48:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[COP30]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[destaque4]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[III Seminário de Educação Ambiental e Sustentabilidade: Diálogo para a COP30]]></category>
		<category><![CDATA[Projetos Socioambientais]]></category>
		<category><![CDATA[Rita Silvana dos Santos]]></category>
		<category><![CDATA[Tainá de Paula]]></category>
		<category><![CDATA[UFPA]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/09/54517248726_23a73effd6_k-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Nesta sexta-feira, 12, a Universidade Federal do Pará (UFPA) realiza o III Seminário de Educação Ambiental e Sustentabilidade: Diálogo para a COP30. A proposta é reunir pesquisadores, gestores públicos e representantes da sociedade civil para debater os desafios da transição socioambiental na capital paraense, território que será vitrine para o mundo. Um dos destaques da [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/09/54517248726_23a73effd6_k-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Nesta sexta-feira, 12, a Universidade Federal do Pará (UFPA) realiza o III Seminário de Educação Ambiental e Sustentabilidade: Diálogo para a COP30. A proposta é reunir pesquisadores, gestores públicos e representantes da sociedade civil para debater os desafios da transição socioambiental na capital paraense, território que será vitrine para o mundo.</p>
<p>Um dos destaques da programação é a participação da arquiteta e urbanista Tainá de Paula, atual secretária municipal de Meio Ambiente e Clima do Rio de Janeiro. Reconhecida por sua atuação em políticas ambientais inclusivas e por coordenar projetos como o Guardiãs das Matas, primeira política pública ambiental voltada a mulheres de favelas e periferias; o Guardiões dos Rios, que engaja comunidades locais na conservação hídrica; entre outros.</p>
<p>A partir das 14h, Tainá participa do Painel “Racismo Ambiental e Justiça Social”, ao lado da professora Rita Silvana dos Santos. O painel simboliza um diálogo entre capitais brasileiras que vivem realidades distintas, mas compartilham o desafio em comum de enfrentar os impactos da crise climática com justiça social.</p>
<h3><strong>Cartilha</strong></h3>
<p>Além das mesas de debate, o seminário terá o lançamento de uma cartilha educativa sobre a COP30, fruto de projeto de extensão da UFPA em parceria com a Itaipu Binacional e a Fundação de Desenvolvimento e Amparo à Pesquisa (Fadesp). O material busca aproximar estudantes, professores e comunidades dos principais temas da conferência, traduzindo conceitos técnicos em linguagem acessível e ressaltando a importância da Amazônia no enfrentamento das mudanças climáticas globais.</p>
<p>O evento ocorre no Centro de Eventos Benedito Nunes e é uma realização do Coleta Mais Belém, Itaipu Binacional, Itaipu Parque Tecnológico (Itaipu Parquetec), Governo Federal, Prefeitura de Belém e Fadesp, com organização da UFPA, da Cabana e do Grupo de Estudos em Educação Ambiental na Amazônia (Geamaz).</p>
<p>Ao todo, a programação inclui, ainda, painéis sobre educação ambiental na educação básica, apresentações culturais e recepção do público com atividades artísticas, reforçando a integração entre conhecimento científico, cultura popular e mobilização social.</p>
<p>Para os organizadores, o seminário é mais que uma preparação para a COP30: é uma oportunidade de projetar soluções amazônidas que dialoguem com experiências bem-sucedidas de outras cidades brasileiras. Tainá de Paula afirma que “a Amazônia não pode ser vista apenas como cenário da COP, mas como protagonista das respostas que o mundo espera”.</p>
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		<title>Universidade Federal do Pará recebe evento global de jovens para a COP30</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Aug 2025 15:19:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[COP30]]></category>
		<category><![CDATA[Belém]]></category>
		<category><![CDATA[Conferência de Crianças e Jovens sobre Mudança do Clima]]></category>
		<category><![CDATA[COY20]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[UFPA]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/08/Foto-Aerea-UFPA-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A Universidade Federal do Pará (UFPA) será a sede da 20ª Conferência de Crianças e Jovens sobre Mudança do Clima (COY20), que acontecerá de 6 a 8 de novembro. O evento, que é o maior encontro global de juventudes sobre o tema climático ligado à ONU, reunirá jovens de diferentes países em debates, oficinas e [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/08/Foto-Aerea-UFPA-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>A Universidade Federal do Pará (UFPA) será a sede da 20ª Conferência de Crianças e Jovens sobre Mudança do Clima (COY20), que acontecerá de 6 a 8 de novembro. O evento, que é o maior encontro global de juventudes sobre o tema climático ligado à ONU, reunirá jovens de diferentes países em debates, oficinas e ações focados na temática.</p>
<p>Esta é a primeira vez que o Brasil sedia a COY, que é um evento oficial da COP. A conferência é organizada pela Youngo, a representação oficial da juventude na Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas. O encontro resultará em uma carta que irá guiar a atuação dos jovens na Zona Azul, área central da COP30.</p>
<p>A COY20 faz parte do <em>Movimento Ciência e Vozes da Amazônia na COP 30,</em> iniciativa da UFPA que, desde fevereiro de 2025, tem articulado a produção acadêmica, o conhecimento popular e o protagonismo dos povos da região para discutir os desafios ambientais e sociais atuais.</p>
<p>O movimento soma dezenas de eventos realizados no Brasil e no exterior, promove uma <a role="link" href="https://amazonianacop.ufpa.br/publicacao/" target="_blank" rel="noopener">publicação mensal multilíngue</a> com textos inéditos de pesquisadores e lideranças comunitárias, e amplia, mês a mês, a participação amazônica na construção de soluções climáticas justas, inclusivas e transformadoras. “</p>
<blockquote><p>“Tenho repetido sempre que mais do que nos preparar para um evento internacional, é importante construir um legado. A COP30 é uma oportunidade histórica de repensar modelos de desenvolvimento e fortalecer uma nova consciência sobre o nosso papel e o papel da Amazônia no equilíbrio do planeta. A UFPA está pronta para contribuir reafirmando o papel da universidade pública como um espaço de transformação, em defesa do futuro comum que todos precisamos construir”, afirmou o reitor da UFPA, Gilmar Pereira da Silva, ao avaliar a atuação da UFPA em preparação à COP 30.</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Novo roteiro geo-turístico explora impacto da COP30 no centro histórico de Belém</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Jul 2025 18:47:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[COP30]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[roteiro turístico]]></category>
		<category><![CDATA[UFPA]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/05/cop30.1-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O projeto “Roteiros Geo-turísticos – Conhecendo o Centro Histórico de Belém”, do Grupo de Pesquisa de Turismo (GGeotur) da UFPA, apresenta um novo e inovador circuito: “Pelos Caminhos da COP30: do Parque Linear ao Centro Histórico de Belém”. O objetivo é explorar as transformações urbanas de Belém do Pará, mostrando a relação entre a COP30, [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/05/cop30.1-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O projeto “Roteiros Geo-turísticos – Conhecendo o Centro Histórico de Belém”, do Grupo de Pesquisa de Turismo (GGeotur) da UFPA, apresenta um novo e inovador circuito: “Pelos Caminhos da COP30: do Parque Linear ao Centro Histórico de Belém”. O objetivo é explorar as transformações urbanas de Belém do Pará, mostrando a relação entre a COP30, o Parque Linear do Canal da Tamandaré e o Centro Histórico. A estreia do tour será em 3 de agosto, um domingo, dentro da programação do 57º Circular Campina Cidade Velha, parceiro cultural da Universidade Federal do Pará.</p>
<p>O roteiro, que passará por locais emblemáticos como a Praça do Arsenal, os palacetes Pinho e Camelier e o Beco do Carmo, destacará os impactos das obras da COP30 na estrutura da cidade. Serão abordadas as diferentes formas de apropriação do território, a dinâmica do patrimônio cultural e da identidade local, além de outros processos histórico-geográficos que moldaram o espaço urbano.</p>
<blockquote><p>&#8220;A educação patrimonial é de extrema importância para que a população conheça a sua história e cultura e entenda a cidade onde vive&#8221;, explica Maria Goretti Tavares, professora da UFPA e coordenadora do projeto.</p></blockquote>
<p>Ela enfatiza que o turismo e o patrimônio devem ir além da infraestrutura, dialogando com a diversidade e os contrastes socioeconômicos da cidade para que os moradores possam reivindicar melhor qualidade de vida e acesso à cultura.</p>
<h3>Participação e impacto do projeto</h3>
<p>Os passeios do projeto são abertos a toda a população de Belém, turistas e não-turistas. Em 15 anos, mais de 10.000 pessoas já participaram, sendo 95% moradores da cidade, o que demonstra o forte engajamento local. Para o próximo roteiro, a inscrição é gratuita e pode ser feita via formulário virtual.</p>
<p>O percurso é feito a pé, com saída às 8h30 da Praça do Arsenal. A organização recomenda o uso de tênis, boné, protetor solar e roupas leves, além de guarda-chuva ou capa de chuva, já que a programação não será interrompida em caso de chuva.</p>
<p>O projeto “Roteiros Geo-turísticos – Conhecendo o Centro Histórico de Belém”, criado em 2011 e vinculado à Faculdade de Geografia e Cartografia (FGC/UFPA), tem como missão valorizar a memória socioespacial e patrimonial da capital paraense.</p>
<p>Reconhecido nacionalmente, foi um dos vencedores da 29ª Edição do Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade, do IPHAN. Além de Belém, o projeto já realizou roteiros em diversas cidades do Pará, como Altamira, Ananindeua, Itupiranga, Marabá, Vigia e Ponta de Pedras.</p>
<h4><strong>Serviço:</strong></h4>
<div class="wp-block-group is-vertical is-layout-flex wp-container-core-group-is-layout-1 wp-block-group-is-layout-flex">
<p><strong>Roteiro Geoturístico pelos caminhos da COP 30</strong></p>
<p>Local: Praça do Arsenal – Cidade Velha, Belém</p>
<p>Horário: 8h30</p>
<p><a role="link" href="https://forms.gle/itVw6urT8hRGBcVh9" target="_blank" rel="noopener">Formulário para realizar inscrição</a></p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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<p>&nbsp;</p>
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]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>BNDES e UFPA firmam parceria para criação de espaço para atividades da COP30</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Feb 2025 19:03:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[COP30]]></category>
		<category><![CDATA[Belém]]></category>
		<category><![CDATA[BNDES]]></category>
		<category><![CDATA[conjunto arquitetônico dos Mercedários]]></category>
		<category><![CDATA[patrimônio cultural]]></category>
		<category><![CDATA[UFPA]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/02/casa-bndes-cop30-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e a Universidade Federal do Pará (UFPA) firmaram nesta quarta-feira, 12, em Belém, um termo de cooperação para a criação da Casa BNDES na COP30 no complexo arquitetônico dos Mercedários. O investimento no projeto será de R$ 36,3 milhões por meio da Lei Federal de Incentivo [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/02/casa-bndes-cop30-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e a Universidade Federal do Pará (UFPA) firmaram nesta quarta-feira, 12, em Belém, um termo de cooperação para a criação da Casa BNDES na COP30 no complexo arquitetônico dos Mercedários. O investimento no projeto será de R$ 36,3 milhões por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.</p>
<p>O espaço deve concentrar programações do Banco durante a realização da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP30), que ocorre de 10 a 21 de novembro. Para o evento, estão previstas a conclusão da restauração de parte do Mercedários UFPA e toda a pintura externa do conjunto. As obras seguem até junho de 2027, com a etapa de restauro focada na Igreja de Nossa Senhora das Mercês.</p>
<blockquote><p>&#8220;Investir em restauração de patrimônio histórico é uma das prioridades do BNDES, uma decisão ousada que nos dá muito orgulho. O BNDES é um dos grandes financiadores do patrimônio nacional. Tenho certeza de que estamos no caminho certo. O Brasil tem um patrimônio histórico riquíssimo, importantíssimo, muitas dessas estruturas em risco, e a gente fazendo esses investimentos, nós estamos nos antecipando para evitar outras tragédias, como o Museu Nacional”, afirmou a diretora Socioambiental do BNDES, Tereza Campello.</p></blockquote>
<p>O Banco é um dos principais financiadores das obras estruturantes para a COP30. Foram liberados mais de R$ 1 bilhão para obras de macrodrenagem e urbanização, com projetos nas bacias do Tucunduba e Murutucu, melhorias no Terminal Hidroviário e no Hangar.</p>
<p>Além disso, órgãos como a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) aplicou R$ 230 milhões em incentivos a centros avançados de pesquisa e parcerias internacionais, R$ 120 milhões para a implantação do Museu das Amazônias e recursos para melhorias no Museu Emílio Goeldi e construção de infovias para aprimorar as redes de comunicação na região.</p>
<blockquote><p>“Nós não estamos fazendo uma maquiagem. Estamos reestruturando a cidade e deixando um legado para o futuro após a COP 30”, destacou Tereza Campello.</p></blockquote>
<h3>Patrimônio histórico</h3>
<p>O complexo dos Mercedários UFPA está localizado no centro histórico de Belém e já passa por obras de restauro contempladas na chamada pública Resgatando a História com o valor de R$ 46 milhões. O local desenvolve atividades acadêmicas e científicas e contará com uma galeria de arte, uma livraria, o Museu de Ciências do Patrimônio Cultural, um projeto de ensino da Escola de Música da UFPA, e um novo auditório com capacidade para 175 pessoas.</p>
<figure id="attachment_33167" aria-describedby="caption-attachment-33167" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-33167 size-large" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/02/complexo-dos-mercedarios-1024x682.jpg" alt="" width="1024" height="682" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/02/complexo-dos-mercedarios-1024x682.jpg 1024w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/02/complexo-dos-mercedarios-300x200.jpg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/02/complexo-dos-mercedarios-768x512.jpg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/02/complexo-dos-mercedarios-1536x1024.jpg 1536w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/02/complexo-dos-mercedarios-150x100.jpg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/02/complexo-dos-mercedarios-450x300.jpg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/02/complexo-dos-mercedarios-1200x800.jpg 1200w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/02/complexo-dos-mercedarios.jpg 2000w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-33167" class="wp-caption-text">O Mercedários abriga um dos mais antigos conventos do Brasil. Foto: Diego Formiga / Divulgação BNDES</figcaption></figure>
<blockquote><p>“Aqui, desenvolvemos ações acadêmicas, científicas e de extensão. O projeto de restauração desse espaço, que está em pleno curso graças ao apoio de muitos parceiros, incluindo o BNDES, é, para a UFPA, motivo de muita alegria, pois garante a consolidação desse local também como um espaço de exaltação da nossa história”, ressaltou o reitor da universidade, Gilmar Pereira da Silva.</p></blockquote>
<p>O conjunto arquitetônico em restauração abrange a Igreja de Nossa Senhora das Mercês (propriedade da Arquidiocese) e o antigo Convento dos Mercedários, propriedade da União cedida à UFPA. Construído originalmente em 1640 e refeito em 1748, o complexo dos Mercedários é um dos mais importantes conventos coloniais da Amazônia e um dos maiores conjuntos arquitetônicos no contexto da Região Norte do Brasil.</p>
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		<title>Universidades amazônicas criam instituto para estudar contaminação por mercúrio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 May 2024 18:36:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[contaminação]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[IAMER]]></category>
		<category><![CDATA[mercúrio]]></category>
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		<category><![CDATA[UFPA]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/05/mercurio2-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A Universidade Federal do Pará (UFPA) e a Universidade do Oeste do Pará (UFOPA) se uniram a outras quatro academias para criar o Instituto Amazônico do Mercúrio (IAMER). O objetivo é somar esforços para enfrentar um grave problema da região, preencher o &#8220;apagão&#8221; de dados e desenvolver estratégias de enfrentamento à contaminação por mercúrio na [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/05/mercurio2-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>A Universidade Federal do Pará (UFPA) e a Universidade do Oeste do Pará (UFOPA) se uniram a outras quatro academias para criar o Instituto Amazônico do Mercúrio (IAMER). O objetivo é somar esforços para enfrentar um grave problema da região, preencher o &#8220;apagão&#8221; de dados e desenvolver estratégias de enfrentamento à contaminação por mercúrio na Amazônia, que afeta o meio ambiente e a saúde pública das comunidades</p>
<p>Além da UFPA e da Ufopa, o instituto envolve pesquisadores das universidades federais do Amapá (Unifap) e de Rondônia (Unir), e da Universidade de Gurupi (UnirG), no Tocantins, e da Universidade do Estado do Amazonas (UEA).</p>
<p>A ideia é produzir pesquisa científica, treinamento profissional e engajamento comunitário a partir da instalação de cinco polos de testagem da substância em pessoas em estados da Amazônia Legal, sendo dois deles no Pará e os demais em Rondônia, no Amapá e em Tocantins. .</p>
<blockquote><p>“As ações do Iamer vêm facilitar o trabalho que está sendo realizado por muitos grupos da Amazônia, porque traz visibilidade e capacidade de articulação na hora de conseguir recursos. Vai melhorar o desempenho do gasto público para essas ações. A ideia é nos apoiarmos, uns aos outros, aqui na Amazônia”, explica a coordenadora do Iamer, Maria Elena Crespo López, que também é professora da UFPA.</p></blockquote>
<p>O mercúrio é usado na mineração, para separar o ouro de minerais sem valor comercial. Nesse processo, o mercúrio acaba se espalhando pela água, pelo solo e pela atmosfera.</p>
<p>Dados recentes indicam que peixes contaminados com mercúrio estão disponíveis para consumo humano em mercados de várias cidades amazônicas, tanto nas regiões mais afetadas pela mineração, como a bacia do Rio Tapajós, quanto em áreas metropolitanas como Belém, onde não há atividade mineradora.</p>
<blockquote><p>“A contaminação por mercúrio representa um risco significativo para a saúde pública, pois o consumo de peixe contaminado pode levar a graves problemas de saúde, incluindo danos neurológicos e outras doenças crônicas. Portanto, é crucial implementar medidas eficazes para combater o uso irregular e monitorar continuamente os níveis de contaminação em peixes e outros alimentos, a fim de proteger a saúde da população e preservar o meio ambiente”, afirma a professora.</p></blockquote>
<p>De acordo com a pofessora, o problema extrapola as fronteiras amazônicas, já que uma vez na água e na atmosfera, o mercúrio pode percorrer grandes distâncias.</p>
<blockquote><p>“A ciência já demonstrou que o mercúrio gerado na América do Sul &#8211; 80% dele é originado da Amazônia &#8211; chega a regiões tão distantes como o Ártico. Se o mercúrio gerado na Amazônia está chegando ao Ártico, ele está conseguindo chegar em todo o Brasil”.</p></blockquote>
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		<title>MPF vai sediar, no Pará, Encontro Nacional Amazônia(s), Grandes Projetos e Mudanças Climáticas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Dec 2023 13:37:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[MPF]]></category>
		<category><![CDATA[mudanças climáticas]]></category>
		<category><![CDATA[UFPA]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/02/para2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O Ministério Público Federal (MPF), em parceria com o Programa de Pós-Graduação em Direito e Desenvolvimento na Amazônia (PPGDDA) da Universidade Federal do Pará (UFPA), vai promover o Encontro Nacional Amazônia(s), Grandes Projetos e Mudanças Climáticas: Desafios Atuais do Direito ao Desenvolvimento e da Sustentabilidade. O evento será realizado nos dias 13 e 14 de [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/02/para2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O Ministério Público Federal (MPF), em parceria com o Programa de Pós-Graduação em Direito e Desenvolvimento na Amazônia (PPGDDA) da Universidade Federal do Pará (UFPA), vai promover o Encontro Nacional Amazônia(s), Grandes Projetos e Mudanças Climáticas: Desafios Atuais do Direito ao Desenvolvimento e da Sustentabilidade. O evento será realizado nos dias 13 e 14 de dezembro, das 14h às 18h, no auditório da sede do MPF em Belém, capital paraense. O encontro também será transmitido ao vivo pelo canal do <strong><a class="external-link" title="" href="https://www.youtube.com/@mestradoprofissionaldoppgd6944" target="_self" rel="noopener">YouTube do PPGDDA</a></strong>.</p>
<p>O objetivo do encontro é refletir sobre as concepções contemporâneas de concretização do direito ao desenvolvimento da Amazônia, as interseções e conflitos com os grandes projetos e as mudanças climáticas, além de discussões relacionadas a povos e comunidades tradicionais, crianças e bioeconomia.</p>
<p>Entre os temas que serão abordados nas mesas de conversa, estão os desafios atuais do direito ao desenvolvimento em tempos de recrudescimento das mudanças climáticas na Amazônia; grandes projetos, conflitos socioambientais e mudanças climáticas; crianças e jovens, grandes projetos e mudanças climáticas; alternativas de desenvolvimento da Amazônia, bioeconomia e novos desafios.</p>
<p>Para participar do evento, é necessário fazer inscrição pelo site <a class="external-link" title="" href="https://acesse.dev/asUsd" target="_self" rel="noopener"><strong>Even3</strong></a>, ou pelo QR Code disponível na <a class="external-link" title="" href="https://www.mpf.mp.br/pa/sala-de-imprensa/documentos/2023/programacao-encontro-nacional-amazonia-s-grandes-projetos-e-mudancas-climaticas/at_download/file" target="_self" rel="noopener"><strong>programação</strong></a>, com certificados de atividades complementares de 15 horas.</p>
<p>A programação contará com a participação do procurador-chefe do MPF no Pará, Felipe de Moura Palha, do procurador Regional dos Direitos do Cidadão no Pará, Sadi Flores Machado e da procuradora-chefe substituta, Nathalia Mariel.</p>
<p><a class="external-link" title="" href="https://www.mpf.mp.br/pa/sala-de-imprensa/documentos/2023/programacao-encontro-nacional-amazonia-s-grandes-projetos-e-mudancas-climaticas/at_download/file" target="_self" rel="noopener"><strong>Confira a programação completa</strong></a></p>
<p class="callout"><strong>Serviço:</strong></p>
<p><strong>Encontro Nacional Amazônia(s), Grandes Projetos e Mudanças Climáticas: Desafios Atuais do Direito ao Desenvolvimento e da Sustentabilidade</strong><br />
<strong>Data:</strong> 13 (quarta-feira) e 14 (quinta-feira) de dezembro de 2023<br />
<strong>Horário:</strong> 14h às 18h<br />
<strong>Local:</strong> Auditório da sede do MPF no Pará<br />
<strong>Endereço:</strong> Rua Domingos Marreiros, 690, Umarizal, Belém (PA)<br />
<strong>Inscrição:</strong> pelo site <a class="external-link" title="" href="https://acesse.dev/asUsd" target="_self" rel="noopener"><strong>Even3</strong></a>, ou pelo QR Code na <strong><a class="external-link" title="" href="https://www.mpf.mp.br/pa/sala-de-imprensa/documentos/2023/programacao-encontro-nacional-amazonia-s-grandes-projetos-e-mudancas-climaticas/at_download/file" target="_self" rel="noopener">programação</a></strong></p>
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		<title>Alunos da UFPA criam turbina a vapor capaz de gerar energia limpa para comunidades isoladas na Amazônia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Jul 2023 17:12:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GENTE DA TERRA]]></category>
		<category><![CDATA[biomassa]]></category>
		<category><![CDATA[energia limpa]]></category>
		<category><![CDATA[turbina a vapor]]></category>
		<category><![CDATA[UFPA]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/07/ribeirinhos-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Uma turbina a vapor, que funciona à base de biomassa, pode, ao mesmo tempo, gerar energia elétrica mais eficiente e segura para comunidades isoladas na Amazônia e contribuir com o meio ambiente. Criado por alunos do programa de pós-graduação em engenharia mecânica da Universidade Federal do Pará (UFPA), o equipamento converte energia térmica, gerada pela [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/07/ribeirinhos-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Uma turbina a vapor, que funciona à base de biomassa, pode, ao mesmo tempo, gerar energia elétrica mais eficiente e segura para comunidades isoladas na Amazônia e contribuir com o meio ambiente.</p>
<p>Criado por alunos do programa de pós-graduação em engenharia mecânica da Universidade Federal do Pará (UFPA), o equipamento converte energia térmica, gerada pela queima de biomassa, em vapor pressurizado. O vapor, por sua vez, movimenta lâminas móveis conectadas a geradores elétricos.</p>
<p>Em teste, o dispositivo gerou energia suficiente para abastecer cinco famílias com média de consumo energético mensal entre 100 e 200 kw/h, de acordo com reportagem da <a href="https://abori.com.br/tecnologia-e-engenharia/pesquisadores-desenvolvem-turbina-a-vapor-capaz-de-gerar-energia-para-comunidades-isoladas-na-amazonia/" target="_blank" rel="noopener">Agência Bori.</a></p>
<p>Davi Cavalcante, um dos alunos da pós-graduação da UFPA responsável pelo estudo,  afirma que a tecnologia é a mesma utilizada em indústrias que geram grande quantidade de resíduos orgânicos, como madeireiras.</p>
<blockquote><p>“Mas as turbinas disponíveis no mercado são de grande porte e operam com alta pressão. A que desenvolvemos é bem menor e pode ser facilmente operada pelas comunidades rurais que não têm acesso à rede elétrica convencional”, afirma<span style="font-size: 14px; color: var(--c-contrast-800);">.</span></p></blockquote>
<p>Como o equipamento &#8211; formado por uma caldeira de 2 metros por 1 de diâmetro e uma turbina de 30 a 50 centímetros &#8211; pode gerar uma quantidade de energia razoável com pouca biomassa, as comunidades de coletores de açaí podem utilizar os caroços da fruta como combustível.</p>
<figure id="attachment_21655" aria-describedby="caption-attachment-21655" style="width: 300px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="size-full wp-image-21655" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/07/microturbina-e-alternador-300x146-1.jpeg" alt="" width="300" height="146" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/07/microturbina-e-alternador-300x146-1.jpeg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/07/microturbina-e-alternador-300x146-1-150x73.jpeg 150w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><figcaption id="caption-attachment-21655" class="wp-caption-text">Turbina a vapor. Foto: Davi Cavalcante/Divulgação</figcaption></figure>
<p>Outra vantagem é que, por funcionar em baixa pressão, a turbina a vapor pode ser manuseada sem a necessidade de acompanhamento especializado por ser considerada uma operação de baixa complexidade. Isso sem contar as vantagens para a natureza, já que  é uma fonte de energia limpa.</p>
<p>O próximo passo é criar microturbinas que podem ser usadas individualmente.</p>
<blockquote><p>“Estamos trabalhando em um projeto de uma turbina não maior do que uma panela, com uma caldeira do tamanho de um botijão de gás que poderia ser instalada para uso de uma só família ou otimizada para mais casas”, explica o pesquisador.</p></blockquote>
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		<title>Altamira recebe programação gratuita que incentiva o empreendedorismo sustentável. Saiba como participar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ivana Guimarães]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Mar 2023 17:06:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CURSOS & EVENTOS]]></category>
		<category><![CDATA[Altamira]]></category>
		<category><![CDATA[empreendedorismo sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[espaço de coworking]]></category>
		<category><![CDATA[Programa de Incubação de Empresas de Base Tecnológica]]></category>
		<category><![CDATA[UFPA]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/03/Incubadora-Atm-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Altamira recebe nos dias 30 e 31 de março uma programação gratuita que visa potencializar o empreendedorismo sustentável na região, segundo informações do g1. A ação é destinada para quem deseja criar ou administrar um negócio contando com o apoio gerencial e tecnológico da  Universidade Federal do Pará (UFPA), Na quinta-feira, 30, haverá a inauguração de [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/03/Incubadora-Atm-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Altamira recebe nos dias 30 e 31 de março uma programação gratuita que visa potencializar o empreendedorismo sustentável na região, segundo informações do <a href="https://g1.globo.com/pa/para/noticia/2023/03/27/altamira-recebe-novo-espaco-coworking-e-retorno-de-incubadora-de-empresas-da-ufpa.ghtml" target="_blank" rel="noopener">g1</a>. A ação é destinada para quem deseja criar ou administrar um negócio contando com o apoio gerencial e tecnológico da  Universidade Federal do Pará (UFPA),</p>
<p>Na quinta-feira, 30, haverá a inauguração de um novo espaço para compartilhamento de trabalho na Incubadora do Xingu, sediada no campus da UFPA. A programação faz parte da reabertura do espaço, após o período de alta da pandemia.</p>
<p>A Incubadora do Xingu é a primeira do interior do estado a promover ações de criação e aceleração de empreendimentos <a href="https://www.paraterraboa.com/cursos-eventos/embrapa-oferece-curso-on-line-sobre-o-plantio-de-acai-em-terra-firme-saiba-como-participar/" target="_blank" rel="noopener">com enfoque preferencial nas áreas de agronegócio</a>, produtos naturais, alimentos, fruticultura, cacau, chocolate, mel, mandioca, leite, óleos, sementes, cosméticos, fitoterápicos, pesca artesanal e turismo.</p>
<p>O espaço terá as portas abertas ao público, das 9h às 12h, sem necessidade de inscrição prévia. Já na sexta, 31, das 10h às 19h, o auditório Petrini Girardelli será palco de uma série de formações aos empreendedores da Amazônia.</p>
<p>Serão ofertadas formações sobre comunicação; empreendedorismo, inovação e impacto socioambiental; e ainda sobre o processo de incubação de empreendimentos pelo Programa de Incubação de Empresas de Base Tecnológica (PIEBT) da UFPA. As inscrições são gratuitas e as vagas são limitadas.</p>
<blockquote><p>“A Incubadora de Empresas da UFPA contribui para a expansão do ecossistema local, além de capacitar empreendedores e empresários, de forma que levem em conta a sustentabilidade, a inovação e a tecnologia como premissas nos empreendimentos”, disse Iara Neves, coordenadora do PIEBT, ao g1.</p></blockquote>
<p>Mais informações pelo telefone (91) 98130-5279 ou pelo e-mail incubadoradoxingu@ufpa.br.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>Biofábrica de abelhas é alternativa para geração de renda no sudeste do Pará</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/economia/biofabrica-de-abelhas-e-alternativa-para-geracao-de-renda-no-sudeste-do-para/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Mar 2023 14:41:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[abelha]]></category>
		<category><![CDATA[Embrapa]]></category>
		<category><![CDATA[pará]]></category>
		<category><![CDATA[polinização]]></category>
		<category><![CDATA[produção agrícola]]></category>
		<category><![CDATA[UFPA]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/03/abelha2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A conservação de parte da Floresta Amazônica tem ganhado o reforço de abelhas nativas sem ferrão. Um projeto liderado pelo Instituto Tecnológico Vale (ITV) permitiu a multiplicação de ninhos de abelhas nativas, aumentando a disponibilidade de colônias para criação. Com a Biofábrica de Abelhas Indígenas de Carajás, no Pará, são encontradas 110 espécies de abelhas [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/03/abelha2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>A conservação de parte da Floresta Amazônica tem ganhado o reforço de abelhas nativas sem ferrão. Um projeto liderado pelo Instituto Tecnológico Vale (ITV) permitiu a multiplicação de ninhos de abelhas nativas, aumentando a disponibilidade de colônias para criação. Com a Biofábrica de Abelhas Indígenas de Carajás, no Pará, são encontradas 110 espécies de abelhas nativas entre 244 já catalogadas no Brasil.</p>
<p>As abelhas nativas possuem papel fundamental na produção de alimentos na região amazônica, através da polinização de plantas importantes como o açaí, o guaraná e a castanha do Pará. Além disso, as abelhas colaboram na polinização de diversas culturas agrícolas.</p>
<p>O conjunto de colônias indígenas é constituído por espécies locais selecionadas principalmente para a produção de mel e para polinização, além de produtos com potencial para geração de renda, como a própolis. As colônias estão instaladas em meliponários no BioParque Vale Amazônia e o viveiro de mudas da Vale, área com mais de 30 hectares de floresta nativa.</p>
<p>De acordo com o pesquisador do Instituto Tecnológico Vale (ITV) Luciano Costa, um <a href="http://www.itv.org/publicacao/guia-fotografico-de-identificacao-de-abelhas-sem-ferrao-para-resgate-em-areas-de-supressao-florestal/" target="_blank" rel="noopener">guia foi elaborado para auxiliar na localização e identificação das colônias</a>.</p>
<blockquote><p>“O catálogo tem fotografias da entrada de colônias e operárias de 41 espécies ocorrentes na região e cursos online sobre resgate e manejo de abelhas nativas”, explicou. Geração de renda</p></blockquote>
<p>O mel produzido pelas abelhas nativas tem valor de mercado que chega a ser dez vezes maior que o mel tradicional, a depender da variedade da espécie. No Sudeste do Pará, a extração de mel é uma atividade econômica que gera renda local para pequenos produtores em Parauapebas, Canaã, Curionópolis e outros municípios da região.</p>
<p>A meliponicultora, criação de abelhas sem ferrão, é uma atividade sustentável, que auxilia na preservação das espécies vegetais e no equilíbrio biológico nos diferentes biomas brasileiros.</p>
<p>Segundo estudos publicados pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), em parceria com a Universidade Federal do Pará (UFPA) e Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA), as abelhas nativas são os principais polinizadores do açaí (Euterpe oleracea). A pesquisa indica que elas executam cerca de 60% do trabalho de polinização nas flores da palmeira e são mais eficientes no transporte do pólen que os outros insetos, o que impacta diretamente na cadeia produtiva do açaí.</p>
<p>Os estudos foram realizados em áreas naturais de ocorrência do açaí (várzea e terra firme) e em áreas com diferentes níveis de manejo até plantações do tipo monocultivo de larga escala. Ao todo, mais de 200 espécies de insetos (incluindo, besouros, moscas, formigas e outros grupos) foram coletados visitando as flores da palmeira, sendo também muito importantes para a polinização.</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
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