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	<title>uepa &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<description>Um site para a gente boa desta terra</description>
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	<title>uepa &#8211; Pará Terra Boa</title>
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		<title>Belém recebe exposição sobre identidade e sabores da culinária amazônica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tereza Coelho]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 May 2026 15:18:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AGRICULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[CULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[Comida Cabocla: Saberes Sabores e Identidade Amazônica]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/05/20260502114454-GC00076858-F00303021-1-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O Parque da Cidade, em Belém, inaugura nesta segunda-feira, 4, às 17h, a exposição &#8220;Comida Cabocla: Saberes, Sabores e Identidade Amazônica&#8221;. Sediada no Polo Amazônico de Gastronomia, a mostra gratuita segue aberta ao público até o dia 30 de junho. Desenvolvida pela Universidade do Estado do Pará (Uepa), a iniciativa começa com a roda de [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/05/20260502114454-GC00076858-F00303021-1-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O Parque da Cidade, em Belém, inaugura nesta segunda-feira, 4, às 17h, a exposição &#8220;Comida Cabocla: Saberes, Sabores e Identidade Amazônica&#8221;. Sediada no Polo Amazônico de Gastronomia, a mostra gratuita segue aberta ao público até o dia 30 de junho.</p>
<p>Desenvolvida pela Universidade do Estado do Pará (Uepa), a iniciativa começa com a roda de conversa “Comida Cabocla: Sustentabilidade e Letramento Ambiental”. O debate contará com a presença do professor Miguel Picanço, curador da mostra, e deve reunir acadêmicos, especialistas e entusiastas da gastronomia.</p>
<p>O objetivo do projeto é valorizar os saberes tradicionais e consolidar o Polo Amazônico de Gastronomia como um centro de difusão cultural e científica. Além disso, a mostra busca estreitar os laços entre a universidade e a comunidade externa.</p>
<h3><strong>Como faço para visitar</strong></h3>
<p>A exposição acontece de segunda a sexta-feira, das 14h às 21h, dentro do Polo Amazônico de Gastronomia do Parque da Cidade, localizado na Avenida Júlio César, em Belém. O local possui três acessos de entrada: dois na própria Júlio César e um na Avenida Senador Lemos. A entrada é gratuita.</p>
<p>O local também receberá turmas de universidades e escolas mediante agendamento pelo e-mail gastronomiaamazonica@uepa.br. Lembrando que a programação estará disponível do dia 4 de maio até 30 de junho de 2026.</p>
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		<title>Estudantes da Uepa se inspiram na chuva de Belém para desenvolver jogo para celular</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Mar 2023 15:28:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GENTE DA TERRA]]></category>
		<category><![CDATA[Belém]]></category>
		<category><![CDATA[chuva]]></category>
		<category><![CDATA[game]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/03/jogo_chuva_Para2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />“Corre, que lá vem ela!” Quem nunca ouviu esse alerta, frente a um céu cheinho de nuvens carregadas na capital paraense? E foi justamente esse aspecto da relação cultural do belenense com a chuva, que inspirou a criação do jogo digital Lá Vem Ela, desenvolvido pelos alunos do curso de Design, Davi Brito da Silva [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/03/jogo_chuva_Para2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>“Corre, que lá vem ela!” Quem nunca ouviu esse alerta, frente a um céu cheinho de nuvens carregadas na capital paraense? E foi justamente esse aspecto da relação cultural do belenense com a chuva, que inspirou a criação do jogo digital Lá Vem Ela, desenvolvido pelos alunos do curso de Design, Davi Brito da Silva Lobo Gemaque e Rayara Lins da Silva Ribeiro, sob orientação da professora Brena Renata Maciel Nazaré.</p>
<p>O jogo foi o produto desenvolvido pela dupla, a partir do trabalho de conclusão de curso que os estudantes realizaram, após perceberem que ainda são poucos os projetos de jogos os quais destacam os elementos culturais de regiões afastadas dos grandes pólos de produção de jogos eletrônicos.</p>
<p>Assim, Davi e Rayara projetaram um jogo eletrônico em formato pixel art, com temática que utiliza aspectos culturais belenenses. Além da temática, o cenário também é ambientado em uma das avenidas mais conhecidas da cidade, a Nossa Senhora de Nazaré, onde o avatar precisa correr para não tomar um banho de chuva.</p>
<figure id="attachment_16775" aria-describedby="caption-attachment-16775" style="width: 450px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class=" wp-image-16775" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/03/jogo_chuva_Para-300x180.jpg" alt="" width="450" height="270" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/03/jogo_chuva_Para-300x180.jpg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/03/jogo_chuva_Para-768x461.jpg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/03/jogo_chuva_Para-150x90.jpg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/03/jogo_chuva_Para-450x270.jpg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/03/jogo_chuva_Para.jpg 1000w" sizes="(max-width: 450px) 100vw, 450px" /><figcaption id="caption-attachment-16775" class="wp-caption-text">Foto: Messias Azevedo/Ascom-Uepa</figcaption></figure>
<p>Mas, não é só correr da chuva, porque no caminho a personagem precisa se desviar de quedas de mangas, bueiros abertos e animais no meio da via. E, nesse percurso cheio de obstáculos, o jogador é desafiado a coletar moedas jogadas no chão. Em Belém, esse dinheiro miúdo costuma ser chamado de “boró”, por isso esse foi o nome utilizado para identificar as recompensas que o jogador pode desbloquear, no decorrer das partidas para acumular pontos, por quantidade de percurso percorrido.</p>
<h3>Pesquisa com moradores</h3>
<p>Para desenvolver o game, a dupla realizou uma pesquisa com 115 pessoas que  moram em Belém, que se deslocam a pé, de ônibus e ou de carro.</p>
<blockquote><p>“Noventa pessoas afirmaram sofrer com as incidências de chuva em seu cotidiano em Belém, principalmente, em situações de ida a aula, ao trabalho e durante passeios. As vias em que os habitantes mais ‘pegaram chuva’ foram as Avenidas Nazaré, Almirante Barroso, Augusto Montenegro e Doca (Visconde de Souza Franco)”, detalham os designers.</p></blockquote>
<h3>Depois de realizarem a pesquisa, Davi e Rayara definiram como público homens e mulheres, com idade entre 20 e 24 anos, que jogam em média uma ou duas horas por dia, utilizando o celular, de preferência, jogando gêneros de ação, aventura e estratégia. Os autores afirmam que “em sua maioria são estudantes universitários, cursando uma graduação em áreas relacionadas à comunicação ou tecnologia&#8221;.</h3>
<h3>Músicas bregas e sons de joguinhos</h3>
<p>Uma das jogadoras que baixou a versão beta do jogo disponibilizada no perfil de Davi Gemaque em uma <a href="https://www.instagram.com/p/CoiKiepuKHZ/?igshid=YmMyMTA2M2Y%3" target="_blank" rel="noopener"><strong>rede social</strong></a>, a jornalista Marília Jardim também contribuiu com a avaliação solicitada por ele como retorno das pessoas, para validar o produto.</p>
<blockquote><p>“O jogo é muito divertido, cumpre o papel de entreter e, para mim, remete a uma nostalgia dos jogos de infância da geração millennial. Também gostei muito da trilha sonora, que mistura uma música brega com aqueles sons de joguinhos”, ressalta a jornalista que descobriu as possibilidades do game, após repetidas sessões jogadas.</p></blockquote>
<p>Sobre a reação do público Davi afirma que “houve um retorno em massa, principalmente no twitter, onde obtiveram cerca de 33 mil visualizações do projeto.</p>
<blockquote><p>E as pessoas comentando e compartilhando se identificaram muito com a trilha sonora, inspirada nos bregas marcantes aqui da capital, com o cotidiano apresentado no jogo, onde as pessoas sofrem esse atrito com a chuva, as pessoas se identificaram. E também com os próprios personagens, onde tem um que veste como torcedor do Paysandu”, conta Davi, que também afirma o quanto as deram sugestões, como propostas de novos cenários, entre eles, o Ver-o-Peso.</p></blockquote>
<p>Rayara  explica que “após o feedback do público e de conversas com o autor do game Pega o Beco, vão incluir o jogo em uma loja de aplicativo. &#8220;<span style="font-size: 14px; color: var(--c-contrast-800);">Com isso a gente deve participar mais desse universo de desenvolvedores de jogos”. Sobre o trabalho, a designer em formação relata que “o maior trabalho foi o de animar objetos parados, fazer uma representação de tal forma que quando juntasse várias telas, os personagens e objetos tivessem aquela ideia de movimento”.</span></p>
<p><em>Fonte:  Guaciara Freitas/Ascom-Uepa</em></p>
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		<title>Estão abertas, até 26 de janeiro, as inscrições para Prosel Especial Forma Pará</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Jan 2023 13:47:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CURSOS & EVENTOS]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[Forma Pará. Prosel Especial]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/01/uepa-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Estão abertas inscrições para o Prosel Especial Forma Pará destinado a selecionar candidatos para as vagas não preenchidas nos cursos presenciais de graduação, por meio do convênio entre a Universidade do Estado do Pará (Uepa) e a Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet). Os interessados podem se inscrever até [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2023/01/uepa-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p style="text-align: left;">Estão abertas inscrições para o Prosel Especial Forma Pará destinado a selecionar candidatos para as vagas não preenchidas nos cursos presenciais de graduação, por meio do convênio entre a Universidade do Estado do Pará (Uepa) e a Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet). Os interessados podem se inscrever até o dia 26 de janeiro, de forma <strong><a href="https://www2.uepa.br/prosel/?p=3057" target="_blank" rel="noopener">online</a></strong>.</p>
<p>De acordo com o <a href="https://www.uepa.br/pt-br/editais/edital-02-2023" target="_blank" rel="noopener"><strong>edital</strong></a>, estão sendo ofertadas 164 vagas, sendo 80 vagas direcionadas para cotistas, 75 para não cotistas e 9 vagas para pessoas com deficiência (PcD) em seis cursos de graduação em municípios do Pará, sendo eles: Saúde Coletiva, em São João da Ponta e Capanema; Engenharia de Alimentos, em Itaituba; Licenciatura em Ciências Naturais, em Brasil Novo; Licenciatura em Geografia, nos municípios de Jacareacanga e Santa Luzia do Pará e Licenciatura em História, em Brejo Grande do Araguaia e Altamira; e Licenciatura em Letras (Língua Inglesa) em Castanhal . Os referidos cursos serão ofertados pela Universidade do Estado do Pará (Uepa), mediante as condições estabelecidas no edital 79/2022, disponível no site da Uepa.</p>
<p>No ato da inscrição, o candidato deverá anexar em um arquivo único, em formato PDF, os documentos comprobatórios com as notas/conceitos de aprovação nas disciplinas de Português e Matemática do Ensino Médio ou ensino equivalente. A seleção será realizada com base no desempenho escolar dos candidatos avaliados pelas notas do ensino médio ou ensino equivalente dessas disciplinas. No preenchimento do formulário eletrônico de inscrição, o candidato informará o número de CPF, os dados pessoais, escolherá o curso de sua opção, a modalidade de concorrência, e responderá às questões socioeconômicas.</p>
<p>Os cursos são ofertados pelo programa Forma Pará, iniciativa criada em 2019 pela Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet), em parceria com a Uepa, com a objetivo de expandir a oferta de vagas dos cursos de graduação (bacharelado, licenciatura e tecnológica) e pós-graduação nos municípios do Pará.</p>
<p>Mais informações pelo número: (91) 3299-2211</p>
<p><em>Fonte: Uepa</em></p>
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		<title>Estudantes da UEPA em Cametá produzem &#8216;café de açaí&#8217; com caroço da fruta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Apr 2022 15:32:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AGRICULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[café]]></category>
		<category><![CDATA[caroço de açaí]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[uepa]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/04/cafe-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Bastante conhecido no Norte, o açaí é um dos orgulhos culinários do povo paraense. No processo de obtenção da sua polpa, as sementes são descartadas e, normalmente, são jogadas nos rios ou lixões. Entretanto, muitos estudos já vêm sendo desenvolvidos para verificar como aproveitar o fruto em sua totalidade. Para os alunos de Tecnologia de [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/04/cafe-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p style="font-weight: 400;">Bastante conhecido no Norte, o açaí é um dos orgulhos culinários do povo paraense. No processo de obtenção da sua polpa, as sementes são descartadas e, normalmente, são jogadas nos rios ou lixões. Entretanto, muitos estudos já vêm sendo desenvolvidos para verificar como aproveitar o fruto em sua totalidade.</p>
<p style="font-weight: 400;">Para os alunos de Tecnologia de Alimentos do Campus XVIII da Universidade do Estado do Pará (Uepa), localizado em Cametá, o caroço do açaí mostrou ter propriedades benéficas e pode ser reaproveitado para desenvolver uma variação de café, o &#8220;Café de Açaí&#8221;.</p>
<p style="font-weight: 400;">Eles participaram do projeto &#8220;Utilização do Caroço de Açaí na Elaboração de Bebida Composta à Base de Café&#8221;, que está incluído no grupo de pesquisa Tecnologia e Inovação para a Indústria de Alimentos (Tecinova).</p>
<p style="font-weight: 400;">O professor Diego Aires, líder do grupo de pesquisa e coordenador do curso de Tecnologia de Alimentos, encontrou uma oportunidade para elaborar um projeto que entendesse a fundo a produção da bebida, devido à variação ter se tornando popular com sua comercialização.</p>
<p style="font-weight: 400;">A pesquisa envolve a identificação dos compostos produzidos no caroço a partir do processo de torrefação, ou seja, avalia a identidade e qualidade do produto.</p>
<p style="font-weight: 400;">&#8220;Além disso, vamos analisar qual o nível de aceitação desse produto pelos potenciais consumidores e entender os benefícios que ele pode trazer ao consumidor, ou mesmo se há, em algum nível, presença de componentes antinutricionais da bebida e avaliar quais seriam suas implicações&#8221;, explicou.</p>
<h3>Sem cafeína</h3>
<p style="font-weight: 400;">Indícios mostram que a bebida é de origem paraense e surgiu no interior do Estado, por meio da produção de agricultores locais. A variação passa pelos mesmos processos de produção que o café que ingerimos no dia a dia. A diferença é que sua fabricação é feita a partir dos caroços da fruta, onde está concentrada a maior parte de seus nutrientes e possui muitos benefícios, como a regulação do intestino, o controle da hipertensão e diabetes, além de obter ação antioxidante e não possuir cafeína, tendo como público alvo as pessoas que não podem ingerir ou queiram diminuir a quantidade de consumo a substância.</p>
<p style="font-weight: 400;">A estudante Sandy de Melo, uma das participantes do grupo, enfatiza que o projeto é uma oportunidade, principalmente por colocar em prática o que está aprendendo e também por adquirir mais conhecimento ao decorrer da pesquisa.</p>
<blockquote>
<p style="font-weight: 400;">&#8220;Eu já tinha ouvido falar dessa variação como uma alternativa para substituir o café, porém quando fui pesquisar, pude notar que não tem pesquisas aprofundadas, o que me fez ter ainda mais interesse no projeto&#8221;, disse.</p>
</blockquote>
<p style="font-weight: 400;"><em>Fonte: Vitória Reimão (Ascom/Uepa)</em></p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Pajé Zeneida Lima dedica título de Doutora Honoris Causa a pajés do Pará</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gisele Coutinho]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Dec 2021 19:43:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GENTE DA TERRA]]></category>
		<category><![CDATA[CULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[doutor honoris causa]]></category>
		<category><![CDATA[pajé]]></category>
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		<category><![CDATA[zeneida lima]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/12/uepa_honoris_causa_a_zeneida_lima_-_zeneida-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Zeneida Lima recebe título de Doutora Honoris Causa da Uepa" decoding="async" />“A senhora é doutora em pajelança, tem conhecimento do Marajó, sua luta ambientalista vence e perde batalhas, mas a senhora não desiste delas”. Com essas palavras, a coordenadora do Núcleo e Grupo de Pesquisa Culturas e Memórias Amazônicas (Cuma) da Universidade do Estado do Pará (Uepa), professora Josebel Fares, respondeu ao questionamento de Zeneida Lima, [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/12/uepa_honoris_causa_a_zeneida_lima_-_zeneida-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Zeneida Lima recebe título de Doutora Honoris Causa da Uepa" decoding="async" />
<p class="wp-block-paragraph">“A senhora é doutora em pajelança, tem conhecimento do Marajó, sua luta ambientalista vence e perde batalhas, mas a senhora não desiste delas”.</p>
<p>Com essas palavras, a coordenadora do Núcleo e Grupo de Pesquisa Culturas e Memórias Amazônicas (Cuma) da Universidade do Estado do Pará (Uepa), professora Josebel Fares, respondeu ao questionamento de Zeneida Lima, quando a pajé perguntou o motivo pelo qual o Núcleo apresentaria ao Conselho Universitário (Consun) a proposta de lhe conceder o título de Doutora Honoris Causa.<br /><br />A entrega do título ocorreu em solenidade realizada dia 1/12, no auditório da Reitoria, durante a abertura do XVI Seminário do Cuma e do VI Seminário Brasileiro de Poéticas Orais, cujo tema é Encantarias.<br /><br />A vice-reitora da Uepa, Ilma Pastana, definiu a cerimônia como um momento nobre, que oportunizou à universidade a entrega desse título para uma mulher com a história da pajé, protagonista de uma série de ações voltadas à educação, como a construção de uma escola com foco na educação ambiental.</p>
<p>Josebel Fares relembrou que a ideia de titular Zeneida como Doutora Honoris Causa surgiu quando o Cuma realizou a quinta edição do seminário, em novembro de 2019, nas cidades marajoaras de Soure, Salvaterra e Cachoeira do Arari. E, quando estavam em Soure, foram visitar Zeneida Lima, na instituição Caruana do Marajó Cultura e Ecologia.</p>
<h3>Reconhecimento</h3>
<p>Após receber o colar doutoral, o diploma e a resolução do Consun, e dizer sobre a alegria que estava sentindo, Zeneida Lima ressaltou que esse reconhecimento não era para ela, pessoalmente, mas um reconhecimento coletivo. “Não é só Zeneida que recebe esse título. Eu recebo em nome de todos os pajés do Pará”, afirmou.</p>
<p>Na plateia da cerimônia, estavam os integrantes do Cuma, amigos e familiares da pajé, além de convidados da área acadêmica, que reconhecem a importância do saber transmitido por Zeneida, como o professor João de Jesus Paes Loureiro, que recebeu com alegria e respeito, a notícia de que Zeneida receberia da Uepa a honraria. <br /><br />Para Paes Loureiro, escritor e pesquisador da cultura amazônica, o título de Doutora Honoris Causa a Zeneida Lima de Araújo “em primeiro lugar, é um ato de justiça, social, cultural e ao mesmo tempo, acadêmica, porque o notório saber não está apenas dentro da academia, está fora também, mas compete à academia reconhecer isso. Além do mais, a forma de saber da Zeneida, é uma forma de saber de uma profundidade, que exige que a pessoa seja engajada nele, como é o caso da pajelança, e essa extensão dela para a educação fortalece a dimensão sociocultural”.<br /><br />Clay Chagas, reitor da universidade, agradeceu à Zeneida, por todo o trabalho realizado e por ter aceitado o título concedido pela Uepa. “Precisamos defender a ciência, principalmente neste momento de negacionismo, mas também os saberes tradicionais, que são essenciais para defender a Amazônia, não apenas em relação ao meio ambiente, mas à cultura”, conclui.<br /><br /><em>Fonte: Guaciara Freitas, Agência Pará</em></p>
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