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	<title>turismo &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<title>turismo &#8211; Pará Terra Boa</title>
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		<title>Turismo no Pará cresce mais de 400% e movimenta 1,1 bilhão após a COP30</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tereza Coelho]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 16:16:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[COP30]]></category>
		<category><![CDATA[Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/04/20260311104414-GF00026492-F00498230-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O turismo no Pará registrou forte crescimento em 2025, especialmente após a realização da COP30. Dados da Secretaria de Estado de Turismo (Setur), em parceria com o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE), apontam um avanço expressivo ao longo do ano. Ao todo, o estado recebeu 1.574.766 visitantes, o que representa um aumento [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/04/20260311104414-GF00026492-F00498230-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O turismo no Pará registrou forte crescimento em 2025, especialmente após a realização da COP30. Dados da Secretaria de Estado de Turismo (Setur), em parceria com o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE), apontam um avanço expressivo ao longo do ano.</p>
<p>Ao todo, o estado recebeu 1.574.766 visitantes, o que representa um aumento de 30,6% em relação a 2024. Desse número, 1.224.766 são turistas brasileiros, enquanto 350 mil vieram de outros países. A procura internacional teve destaque: o volume de visitantes estrangeiros cresceu mais de 440%, segundo o Observatório do Turismo do Pará.</p>
<p>Esse desempenho está ligado a uma combinação de fatores, como ações de promoção do destino, aumento das opções de voos e valorização de experiências ligadas à natureza, cultura e gastronomia amazônica. A visibilidade internacional também contribuiu, com <a href="https://www.paraterraboa.com/cultura/acai-e-guarana-estao-na-lista-de-melhores-frutas-do-mundo-segundo-tasteatlas/" target="_blank" rel="noopener">produtos típicos como açaí e guaraná ganhando reconhecimento em rankings globais</a>.</p>
<p>Na economia, o resultado superou expectativas. O setor turístico movimentou mais de R$ 1,1 bilhão em 2025, alta de 31,1% em comparação com o ano anterior. Embora os turistas nacionais ainda representem a maior parte do fluxo e da receita, os estrangeiros passaram a ter participação mais significativa, impulsionados pelo maior gasto médio durante a estadia.</p>
<p>O crescimento beneficiou toda a cadeia do turismo, incluindo transporte, hospedagem, alimentação, agências de viagens e atividades culturais e de lazer. O resultado é o fortalecimento da economia local e a ampliação de empregos e renda em diversas regiões do estado.</p>
<p>Para o secretário de Turismo do Pará, Lucas Vieira, os números refletem um trabalho contínuo de posicionamento do estado no mercado nacional e internacional, com efeitos que vão além dos indicadores econômicos, gerando benefícios diretos à população.</p>
<blockquote><p>“Esse crescimento representa geração de emprego, renda e oportunidades para milhares de paraenses que vivem do turismo em todo o Estado”</p></blockquote>
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		<title>Amazônia ganha primeira marca oficial para fomentar turismo e atrair negócios</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Apr 2026 17:07:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[bioeconomia]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-10-at-13.34.29-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O mapa da Amazônia não é apenas geografia; agora, é também a sua identidade oficial. Um projeto inovador da FutureBrand São Paulo, em conjunto com a Embratur e a Rotas Amazônicas Integradas (RAI),  transformou os contornos de 25 mil quilômetros de vias navegáveis em um alfabeto único. Pela primeira vez, os nove estados da Amazônia [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-10-at-13.34.29-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O mapa da Amazônia não é apenas geografia; agora, é também a sua identidade oficial. Um projeto inovador da FutureBrand São Paulo, em conjunto com a Embratur e a Rotas Amazônicas Integradas (RAI),  transformou os contornos de 25 mil quilômetros de vias navegáveis em um alfabeto único.</p>
<p>Pela primeira vez, os nove estados da Amazônia Legal (Acre, Amazonas, Amapá, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins) deixam de lado décadas de comunicações fragmentadas para adotar uma &#8220;marca viva&#8221;, desenhada para atrair visitantes, investidores e consolidar a bioeconomia. As informações são do site gkpb.</p>
<p>Para desenvolver a marca, os especialistas mergulharam nos desenhos naturais da Amazônia. Utilizando as curvas reais dos afluentes da bacia, o alfabeto inteiro foi extraído para formar o logo. Atuando como uma “marca viva”, ela traz um sistema dinâmico de cores e elementos pré-definidos que se transformam de acordo com a região e a ocasião, destacando a fauna, a flora, o ambiente e a cultura local.</p>
<figure id="attachment_41960" aria-describedby="caption-attachment-41960" style="width: 667px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class=" wp-image-41960" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/04/Amazonia_Projeto_GKPB-1024x576-1-300x169.webp" alt="" width="667" height="376" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/04/Amazonia_Projeto_GKPB-1024x576-1-300x169.webp 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/04/Amazonia_Projeto_GKPB-1024x576-1-768x432.webp 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/04/Amazonia_Projeto_GKPB-1024x576-1-150x84.webp 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/04/Amazonia_Projeto_GKPB-1024x576-1-450x253.webp 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/04/Amazonia_Projeto_GKPB-1024x576-1.webp 1024w" sizes="(max-width: 667px) 100vw, 667px" /><figcaption id="caption-attachment-41960" class="wp-caption-text">Foto: Divulgação</figcaption></figure>
<blockquote><p>“No mundo todo, muitos dos destinos turísticos mais visitados e desejados têm marcas fortes e bem estabelecidas. A Amazônia sempre teve esse potencial, mas nunca havia reunido de forma estruturada todos os envolvidos para somar esforços em prol dessa construção. Agora, apresentamos uma marca sólida, que ilustra de forma clara a riqueza, pluralidade e efervescência da Amazônia, unindo seus principais elementos e o poder de toda a região por meio de um único conceito e design”, disse Arnaldo de Andrade Bastos, sócio e chief design officer da FutureBrand São Paulo.</p></blockquote>
<h3>Fomento à bioeconomia e o selo de origem</h3>
<p>O projeto é um acelerador do ecossistema de negócios. Além de promover o turismo e combater o baixo conhecimento dos brasileiros sobre a região, a iniciativa foca no fomento da economia sustentável.</p>
<p>Entre as ferramentas lançadas está o selo “Feito de Amazônia”, uma certificação destinada a garantir a origem e valorizar as produções de empreendedores e artesãos locais, ajudando a alimentar toda a rede de negócios sustentáveis da região.</p>
<h3>Colaboração coletiva</h3>
<p>O projeto foi cocriado com base em pesquisas e envolvimento direto de profissionais da região. A rede de colaboradores contou com talentos de diferentes localidades do território, como produtora paraense Marah, responsável pela produção audiovisual. Além dela, participaram os ilustradores: Cristo, Winy Tapajós, Malu Menezes e Beatriz Belo; os fotógrafos: Ori Junior e Bob Menezes, o letrista Odir Abreu e o Instituto Letras que Flutuam.</p>
<p>Essa união permite unificar os esforços de comunicação dos estados que formam a Amazônia Legal, mantendo a identidade individual de cada um. A nova marca e suas frentes de atuação já podem ser conferidas no portal oficial de promoção do destino.</p>
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		<title>&#8220;Guia-me Belém&#8221;: livro convida a descobrir a alma e a biodiversidade da capital paraense</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tereza Coelho]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Jan 2026 13:56:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[Belém]]></category>
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		<category><![CDATA[Guia-me Belém – Uma visita à Metrópole da Amazônia]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/59843_170821-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Qual é o tempo mínimo para conhecer Belém? O escritor e ativista socioambiental João Meirelles, que vive na capital paraense há 20 anos, responde essa pergunta clássica dos viajantes no livro Guia-me Belém – Uma visita à Metrópole da Amazônia, lançado nesta semana. O grande diferencial da obra é que, além de aspectos turísticos, ele também [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/01/59843_170821-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Qual é o tempo mínimo para conhecer Belém? O escritor e ativista socioambiental João Meirelles, que vive na capital paraense há 20 anos, responde essa pergunta clássica dos viajantes no livro Guia-me Belém – Uma visita à Metrópole da Amazônia, lançado nesta semana. O grande diferencial da obra é que, além de aspectos turísticos, ele também reúne as próprias memórias e vivências nas trilhas ambientais, culturais e afetivas da capital paraense.</p>
<blockquote><p>“Belém merece pelo menos três dias e, idealmente, ao menos cinco. Se adicionadas viagens ao entorno, particularmente o turismo rural em Barcarena e no Marajó, e ao litoral – ao Salgado e à Zona Bragantina –, o destino Belém e arredores representará de uma semana a dez dias de puro gáudio, sem repetir os tipos de atrativos&#8221;, disse a O Liberal.</p></blockquote>
<p>O autor convida seus leitores a conhecer a cidade além do roteiro turístico, para captar a alma real da capital paraense. Na obra, Belém surge no livro como um território vivo, onde natureza, cultura e cotidiano se entrelaçam, somados às memórias de viajantes e moradores da cidade. O resultado é um mosaico que estimula o leitor a observar a cidade com mais atenção e sensibilidade, descobrindo sentidos que vão além do óbvio.</p>
<p>João explica que a ideia de criar a obra veio da própria relação com a cidade de Belém, somada a um profundo agradecimento pela acolhida pessoal e profissional.</p>
<blockquote><p>“É uma forma de agradecimento à acolhida dos belenenses, por me receberem tão bem e à minha família. Daí, repeti a intenção de tornar os lugares de que gosto em guias”, diz o escritor, que também foi o autor do primeiro guia de ecoturismo do Brasil em 1992.</p></blockquote>
<h3>Paulista radicado na Amazônia</h3>
<p>Nascido em São Paulo na década de 60, João conta que sempre trabalhou falando sobre a Amazônia, mas, em um momento da vida, percebeu que a distância física do seu objeto de trabalho ‘não fazia sentido’.</p>
<blockquote><p>“Busquei uma cidade que me acolhesse e acolhesse também à organização que dirijo, o Instituto Peabiru (organização da sociedade civil com atuação na agenda de direitos da Amazônia), e Belém ganhou e, ganha, em todos os quesitos!”, declara.</p></blockquote>
<p>Para ele, autor de outras 18 obras, Belém reúne atributos raros: uma cidade que flutua entre rios, saberes tradicionais, manifestações culturais e uma intensa vida urbana. Ao longo das páginas da obra, o leitor é conduzido por espaços emblemáticos que ajudam a contar a história dos 410 anos de Belém.</p>
<p>Igrejas, praças, mercados, monumentos e ruas revelam episódios marcantes como a Cabanagem e o Círio de Nossa Senhora de Nazaré, além de símbolos fundadores como o Forte do Presépio. Museus, espaços artísticos e até a nomenclatura das ruas funcionam como chaves para entender a identidade local.</p>
<p>O autor destaca o Mercado do Ver-o-Peso e o Parque Zoobotânico do Museu Goeldi como lugares únicos no mundo pela coexistência entre cultura, biodiversidade e modos de vida tradicionais como forma de resistência ao cotidiano. Para ele, esses territórios expressam a relação profunda entre a cidade e a Amazônia, eixo central da proposta do livro.</p>
<blockquote><p>“Belém tem tantos atrativos como raramente há no Brasil, seja de ordem cultural, arquitetônica e paisagística seja na questão de seu dia a dia econômico. Uma cidade que flutua como Belém entre o Guamá e o Pará é algo único!”, reforça.</p></blockquote>
<p>Publicado pelo selo Cultura Acadêmica, da Fundação Editora da Unesp, o livro pode ser encontrado em livrarias de Belém e no site da editora Unesp.</p>
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		<title>Quer conhecer Belém no fim de ano? Confira locais que são a essência da capital paraense</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tereza Coelho]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Dec 2025 12:57:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[Belém]]></category>
		<category><![CDATA[PRINCIPAL]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/12/22559_fc60cf4a-9dba-f03c-1cd2-f836b1fb0736-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Belém saiu da COP30 direto para o ritmo acelerado do ciclo das festas de fim de ano. Enquanto parte da população inicia uma corrida contra o tempo em busca de presentes e lembrancinhas para familiares e amigos, a outra parcela do público aproveita as folgas dessa época para viajar e conhecer novos lugares. Segundo o [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/12/22559_fc60cf4a-9dba-f03c-1cd2-f836b1fb0736-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Belém saiu da COP30 direto para o ritmo acelerado do ciclo das festas de fim de ano. Enquanto parte da população inicia uma corrida contra o tempo em busca de presentes e lembrancinhas para familiares e amigos, a outra parcela do público aproveita as folgas dessa época para viajar e conhecer novos lugares.</p>
<p>Segundo o Google Trends, ferramenta da plataforma de buscas que monitora o interesse do internauta com base nas pesquisas dos usuários, o interesse global na capital paraense esteve em alta durante todo o ano, com pico absoluto durante a conferência do clima, em novembro. Mas e quem só pode visitar a cidade no último mês do ano, será que perdeu algo?</p>
<p>O <strong>Pará Terra Boa</strong> foi às ruas e criou um roteiro baseado nas recomendações de quem vive a cidade intensamente, para você não ficar de fora dos pontos turísticos essenciais. A ideia é experimentar o clima de fim de ano em plena Amazônia.</p>
<h3>História com toque especial</h3>
<p>Ana Soares, que trabalha no Forte do Presépio, explica que o local mantém o funcionamento normalmente durante o fim do ano, de terça-feira a domingo, de 9h às 17h, fechando às segundas-feiras e feriados.</p>
<blockquote><p>&#8220;Aqui sempre tem alguma exposição ou algum evento cultural, porque os moradores também visitam muito. Então se você vier aqui em dois momentos durante o ano, nas duas vezes verá coisas diferentes porque além do acervo fixo, também tem a programação circular&#8221;, conta.</p></blockquote>
<p>Ela explica que o Forte faz parte do Complexo Feliz Lusitânia, que também reúne a Casa das Onze Janelas, a Catedral Metropolitana de Belém, Igreja de Santo Alexandre e todo o entorno como as ruas e a praça Frei Caetano Brandão.</p>
<blockquote><p> &#8220;Cada pedaço desse perímetro conta a origem da cidade de forma muito única, então embora dê para visitar cada lugar separadamente, quando a gente nota que a pessoa vai ficar um tempo a mais na cidade, recomendamos tirar uma manhã para conhecer com calma todo o entorno”, conta.</p></blockquote>
<figure id="attachment_39054" aria-describedby="caption-attachment-39054" style="width: 814px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-39054 size-large" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/14903_bd8a1383-4b32-96bb-2c02-cfc36b203012-1024x683.jpg" alt="" width="814" height="543" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/14903_bd8a1383-4b32-96bb-2c02-cfc36b203012-1024x683.jpg 1024w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/14903_bd8a1383-4b32-96bb-2c02-cfc36b203012-300x200.jpg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/14903_bd8a1383-4b32-96bb-2c02-cfc36b203012-768x512.jpg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/14903_bd8a1383-4b32-96bb-2c02-cfc36b203012-150x100.jpg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/14903_bd8a1383-4b32-96bb-2c02-cfc36b203012-450x300.jpg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/14903_bd8a1383-4b32-96bb-2c02-cfc36b203012-1200x800.jpg 1200w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/14903_bd8a1383-4b32-96bb-2c02-cfc36b203012.jpg 1300w" sizes="(max-width: 814px) 100vw, 814px" /><figcaption id="caption-attachment-39054" class="wp-caption-text">Entrada do Forte do Castelo, parte do complexo Feliz Lusitânia. Rodrigo Pinheiro/Agência Pará</figcaption></figure>
<p>Há duas formas de conhecer o forte: espontaneamente, em que cada pessoa visita o local separadamente, e a agendada, geralmente feita por grupos turísticos e escolas. No fim de ano, em particular, Ana destaca que existem programações que deixam a região ainda mais vibrante.</p>
<blockquote><p>&#8220;Tanto a gestão municipal quanto os grupos culturais costumam ocupar toda essa região à noite com shows e programações culturais com essa pegada mais natalina. Então dá para conhecer uma versão da cidade e do centro histórico durante o dia e outra durante a noite. A maioria dos moradores que trabalha até bem pertinho das festas costuma fazer isso: aproveitar todas as atrações da cidade depois do expediente e vai para a praia na véspera de Natal e Ano Novo&#8221;, comenta.</p></blockquote>
<h3>Peixe frito com açaí garantidos o ano todo</h3>
<p>Na maior feira a céu aberto da América Latina, o Mercado do Ver-o-Peso, mais de 50 mil pessoas circulam todos os dias. São feirantes, atravessadores, visitantes, turistas e trabalhadores do Centro Comercial de Belém.</p>
<p>Segundo a Secretaria Municipal de Economia de Belém (Secon), há aproximadamente 5 mil pessoas trabalhando diariamente no local. O número contempla feirantes cadastrados nos boxes oficiais, permissionários e outros vendedores que trabalham em áreas anexas do local.</p>
<figure id="attachment_39063" aria-describedby="caption-attachment-39063" style="width: 814px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-39063 size-large" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-14-at-09.13.36-1024x768.jpeg" alt="" width="814" height="611" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-14-at-09.13.36-1024x768.jpeg 1024w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-14-at-09.13.36-300x225.jpeg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-14-at-09.13.36-768x576.jpeg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-14-at-09.13.36-150x113.jpeg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-14-at-09.13.36-450x338.jpeg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-14-at-09.13.36-1200x900.jpeg 1200w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-14-at-09.13.36.jpeg 1280w" sizes="(max-width: 814px) 100vw, 814px" /><figcaption id="caption-attachment-39063" class="wp-caption-text">Parte da equipe da Barraca do Loro, que vende açaí e peixe frito. Tereza Coelho/Pará Terra Boa</figcaption></figure>
<p>Ulisses Silva, responsável pela Barraca do Loro, vende peixe frito e açaí diariamente e garante que não existe pausa no local. Então é possível garantir a refeição clássica do paraense todos os dias do ano.</p>
<blockquote><p>&#8220;A gente está na parte mais pulsante da cidade, o coração mesmo. Tem gente chegando e saindo a todo momento com peixe, farinha, frutas, perfumes, roupas, de tudo. Nós temos a nossa família, mas o Ver-o-Peso também é uma grande família. A gente ri, chora, comemora e brinca junto o ano inteirinho. Se tu vieres aqui nos dias de Natal e Ano Novo pode ter certeza que vai ter o almocinho garantido e da maior qualidade, capaz de ainda levar um brinco, pulseira, roupa nova pra começar 2026 no estilo&#8221;, destaca.</p></blockquote>
<p>A área de alimentação do Ver-o-Peso é amplamente frequentada e oferece opções de refeições a partir de R$ 20. O grande diferencial, segundo os proprietários, é ouvir atentamente os clientes. Ulisses explica que os frequentadores da feira consomem mais de 200 quilos de peixe e quase 300 quilos de açaí diariamente apenas na sua barraca.</p>
<figure id="attachment_39061" aria-describedby="caption-attachment-39061" style="width: 814px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-39061 size-large" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-14-at-09.13.38-1024x768.jpeg" alt="" width="814" height="611" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-14-at-09.13.38-1024x768.jpeg 1024w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-14-at-09.13.38-300x225.jpeg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-14-at-09.13.38-768x576.jpeg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-14-at-09.13.38-150x113.jpeg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-14-at-09.13.38-450x338.jpeg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-14-at-09.13.38-1200x900.jpeg 1200w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-14-at-09.13.38.jpeg 1280w" sizes="(max-width: 814px) 100vw, 814px" /><figcaption id="caption-attachment-39061" class="wp-caption-text">Parte do espaço de alimentação da Feira do Ver-o-Peso. Tereza Coelho/Pará Terra Boa</figcaption></figure>
<blockquote><p>&#8220;Açaí com peixe, camarão, carne assada, farinha de tapioca e da baguda, a gente faz o ano todo, mas se tu chegares aqui amanhecido de uma festa querendo uma tapioca docinha, molhada com leite de coco ou até uma rabanada, tu acha, sempre tem alguém que faz&#8221;, conta.</p></blockquote>
<p>Além do mercado, o complexo arquitetônico e paisagístico de 25 mil metros quadrados inclui a rua Boulevard Castilhos França, o Mercado Bolonha de Peixe, Mercado da Carne, Praça do Relógio, Doca do Ver-o-Peso, Feira do Açaí, Solar da Beira e a Praça Dom Pedro II, que possui três monumentos tombados: o Palacete Azul, o Palácio do Governo e a Casa do Barão de Guajará.</p>
<h3>Foco na experiência</h3>
<p>A Estação das Docas, local escolhido por centenas de moradores e visitantes para apreciar a vista da Baía do Guajará, também reúne restaurantes, quiosques e exposições itinerantes. Quer algo ainda melhor? O espaço possui sua própria festa de Ano Novo, totalmente gratuita, reunindo em torno de 50 mil pessoas.</p>
<figure id="attachment_39060" aria-describedby="caption-attachment-39060" style="width: 814px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-39060 size-large" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-14-at-09.13.35-1024x768.jpeg" alt="" width="814" height="611" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-14-at-09.13.35-1024x768.jpeg 1024w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-14-at-09.13.35-300x225.jpeg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-14-at-09.13.35-768x576.jpeg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-14-at-09.13.35-150x113.jpeg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-14-at-09.13.35-450x338.jpeg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-14-at-09.13.35-1200x900.jpeg 1200w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-14-at-09.13.35.jpeg 1280w" sizes="(max-width: 814px) 100vw, 814px" /><figcaption id="caption-attachment-39060" class="wp-caption-text">Final de tarde na Estação das Docas. Tereza Coelho/Pará Terra Boa</figcaption></figure>
<p>Ivan Guedes, que trabalha como garçom em uma cervejaria do local, resume a experiência de trabalho no fim de ano como intensa e alegre.</p>
<blockquote><p>&#8220;Se tu estás chegando em Belém agora, dá um pulo aqui com a gente. É aquela correria de Natal com ritmo de carimbó e rock doido (termo usado para se referir às festas de aparelhagem). Sempre tem o que fazer na cidade, mas agora no fim de ano, tu vê Papai Noel dando tremidinha&#8221;, brinca. &#8220;É muito puxado trabalhar nessa época, mas duvido tu não chegar em casa rindo de alguma coisa porque além da ocasião, que é o Natal, o Ano Novo, a gente é muito apaixonado nas nossas coisas e mete nossa música e nosso jeito de festejar em tudo&#8221;, diz Ivan.</p></blockquote>
<p>Habitualmente, o local funciona todos os dias a partir das 10h. Entretanto, há adaptações no mês de dezembro devido aos feriados. Uma delas é para a festa de Ano Novo do espaço, uma das maiores da capital paraense. Na última edição, foram nove horas de música e comemoração, incluindo contagem regressiva e show pirotécnico.</p>
<p>Guilherme Neves trabalha como professor em Cachoeira do Arari, no Arquipélago do Marajó, e sempre volta para Belém no fim de ano, para passar o período festivo com familiares e amigos.</p>
<blockquote><p>&#8220;Eu amo me sentir turista na minha cidade. Tem os lugares clássicos que a gente cresce amando, mas sempre tem uma coisinha nova pra gente aproveitar e eu sou apaixonado por isso. Em casa, já é lei: chego lá pelo dia 10 ou 15, ajudo a arrumar a festa na casa da minha mãe.  No dia 31, a gente vira o ano na Estação das Docas, aproveita horrores, dá &#8216;Feliz Ano Novo&#8217; pra todo mundo e depois volta pra casa e continua a festa da família. Eu espero o ano todo por esse momento&#8221;, destaca.</p></blockquote>
<h3>Que tal colocar os pés na areia?</h3>
<p>A 20 minutos de barco do Distrito de Icoaraci, em Belém, a Ilha de Cotijuba é um refúgio procurado por moradores e visitantes o ano inteiro, mas na época das festas, a visita ganha ares de renovação e conexão com a natureza. O motivo? A circulação de carros de passeio na ilha só é permitida para serviços essenciais como saúde e segurança. Lá, o transporte é feito pelas &#8216;motorretes&#8217;, motos adaptadas para o transporte de pessoas. A travessia custa a partir de R$ 9 com viagens a partir das 9h, todos os dias.</p>
<figure id="attachment_39820" aria-describedby="caption-attachment-39820" style="width: 814px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-39820" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/12/96e7cea9-c103-4acc-a0dd-901a871c9c8a-1024x635.jpg" alt="" width="814" height="505" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/12/96e7cea9-c103-4acc-a0dd-901a871c9c8a-1024x635.jpg 1024w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/12/96e7cea9-c103-4acc-a0dd-901a871c9c8a-300x186.jpg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/12/96e7cea9-c103-4acc-a0dd-901a871c9c8a-768x476.jpg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/12/96e7cea9-c103-4acc-a0dd-901a871c9c8a-1536x953.jpg 1536w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/12/96e7cea9-c103-4acc-a0dd-901a871c9c8a-2048x1270.jpg 2048w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/12/96e7cea9-c103-4acc-a0dd-901a871c9c8a-150x93.jpg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/12/96e7cea9-c103-4acc-a0dd-901a871c9c8a-450x279.jpg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/12/96e7cea9-c103-4acc-a0dd-901a871c9c8a-1200x744.jpg 1200w" sizes="(max-width: 814px) 100vw, 814px" /><figcaption id="caption-attachment-39820" class="wp-caption-text">Motorretes para transporte de passageiros em Cotijuba. Foto: Ascom/SEGBEL</figcaption></figure>
<p>Evelyn Vianna trabalha em uma pousada na ilha e diz que os primeiros dias do ano se assemelham ao mês de julho, devido ao intenso movimento tanto nas hospedagens como no restaurante.</p>
<blockquote><p>&#8220;Além da pousada, nós temos um restaurante que atende o pessoal da praia e é sempre muito movimentado. Chega a gente precisa contratar mais pessoal pra dar conta da demanda. Isso acontece porque quem tem mais tempo se hospeda direto, fica Natal, Ano (Novo) ou os dois. Já quem mora aqui e vem de Belém, Ananindeua, Marituba ou mais longe já vem virado pra aproveitar o primeiro dia na praia. Igualzinho julho, mas com aquela magia especial de começar um ano novo com os pés na areia e desejando coisas boas pra nossa vida em um novo ciclo&#8221;.</p></blockquote>
<p>A estudante conta que mesmo que a ilha tenha guias nos pontos turísticos, gosta de conversar com os hóspedes e contar um pouco mais sobre a história de onde nasceu e vive. Desta forma, quem vai ao local apenas para conhecer as praias volta com um pouco mais de conhecimento sobre Cotijuba.</p>
<blockquote><p>&#8220;Tenho muito orgulho de viver aqui e, sempre que tenho abertura com os hóspedes, conto alguma curiosidade da cidade. Eu amo viajar no meu tempo livre e gosto dessas informações que são históricas, mas que vêm da boca do cidadão, sabe? Fica escancarado como a pessoa aprecia de verdade aquele lugar&#8221;.</p></blockquote>
<figure id="attachment_39821" aria-describedby="caption-attachment-39821" style="width: 814px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-large wp-image-39821" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/12/ddd817c4-c8ec-4765-9a0f-093fa292825e-1024x683.jpg" alt="" width="814" height="543" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/12/ddd817c4-c8ec-4765-9a0f-093fa292825e-1024x683.jpg 1024w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/12/ddd817c4-c8ec-4765-9a0f-093fa292825e-300x200.jpg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/12/ddd817c4-c8ec-4765-9a0f-093fa292825e-768x512.jpg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/12/ddd817c4-c8ec-4765-9a0f-093fa292825e-1536x1024.jpg 1536w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/12/ddd817c4-c8ec-4765-9a0f-093fa292825e-2048x1366.jpg 2048w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/12/ddd817c4-c8ec-4765-9a0f-093fa292825e-150x100.jpg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/12/ddd817c4-c8ec-4765-9a0f-093fa292825e-450x300.jpg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/12/ddd817c4-c8ec-4765-9a0f-093fa292825e-1200x800.jpg 1200w" sizes="(max-width: 814px) 100vw, 814px" /><figcaption id="caption-attachment-39821" class="wp-caption-text">Praia na Ilha de Cotijuba. Foto: Fernando Sette/Comus</figcaption></figure>
<p>Uma das principais curiosidades que Evelyn gosta de contar é sobre a origem da ilha e seus primeiros habitantes, os indígenas Tupinambás. Ela lembra que eles deram o nome de Cotijuba, que significa &#8216;trilha dourada&#8217;, homenageando o solo arenoso da região.</p>
<blockquote><p>&#8220;Minha parte preferida de estudar, trabalhar e gostar de viver o turismo é ver que aqui em Belém não existe muito essas áreas somente para turistas, sem a presença do povo. Em todo lugar que a gente vai passear aqui dentro tem turista do Brasil, de fora e daqui de dentro mesmo, ribeirinho ou do interior. Pra quem viaja, isso é como um abraço, sinal de acolhimento real&#8221;, celebra.</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
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		<title>Turistas da COP30 aproveitam a Grande Belém e &#8216;criam&#8217; novas rotas turísticas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tereza Coelho]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 Nov 2025 19:04:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[COP30]]></category>
		<category><![CDATA[Ananindeua]]></category>
		<category><![CDATA[Belém]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[destaque3]]></category>
		<category><![CDATA[Ilha do Combu]]></category>
		<category><![CDATA[turismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/BALNEARIOS-18-1536x1024-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Os mais de 50 mil turistas aguardados para a COP30 chegaram a capital paraense criando seus próprios roteiros turísticos. Instalados em hotéis, sites de hospedagens e aplicativos como Airbnb, as delegações e demais participantes estão alojados em diversos locais da Grande Belém, girando a economia dos bairros do centro até a periferia. Evan Jenkins veio [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/BALNEARIOS-18-1536x1024-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Os mais de 50 mil turistas aguardados para a COP30 chegaram a capital paraense criando seus próprios roteiros turísticos.</p>
<p>Instalados em hotéis, sites de hospedagens e aplicativos como Airbnb, as delegações e demais participantes estão alojados em diversos locais da Grande Belém, girando a economia dos bairros do centro até a periferia.</p>
<p>Evan Jenkins veio do Reino Unido e está hospedado no bairro do Guamá, na casa dos pais de um amigo, que hoje vive em Salvador. Ele conta que conheceu o paraense Daniel em projetos de democratização da saúde para comunidades carentes do Brasil.</p>
<blockquote><p>&#8220;Aprendi a falar português com o Daniel e outros amigos brasileiros, mas nunca tinha vindo até o norte, ainda mais na casa dele. De cara, fiquei aqui para economizar, mas os pais dele estão me levando a alguns locais e estou conhecendo outros que me fazem pensar como seria ter nascido aqui&#8221;, diz.</p></blockquote>
<p>Joseanie e Lourival, pais de Daniel, dizem que ficaram um pouco temerosos com a chegada de Evan no começo, mas logo entenderam o que o visitante buscava e se sentiram mais confortáveis com sua presença.</p>
<blockquote><p>&#8220;De início, pensamos em levar ele para museus, praias, locais do centro histórico, mas ele fez alguns pedidos diferentes quando chegou&#8221;, conta.</p></blockquote>
<p>Evan conta que quis conhecer lugares e coisas que Daniel sempre mencionou: ir à praça perto de casa do amigo, comer a unha de caranguejo do bairro (nome dado para a coxinha, quando feita com partes da pata do crustáceo) e visitar a Ilha do Combu.</p>
<figure id="attachment_39090" aria-describedby="caption-attachment-39090" style="width: 592px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-39090 " src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/IMG-20251114-WA0504.jpg" alt="" width="592" height="525" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/IMG-20251114-WA0504.jpg 495w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/IMG-20251114-WA0504-300x266.jpg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/IMG-20251114-WA0504-150x133.jpg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/IMG-20251114-WA0504-450x399.jpg 450w" sizes="(max-width: 592px) 100vw, 592px" /><figcaption id="caption-attachment-39090" class="wp-caption-text">Restaurante Boá na Ilha, localizado na Ilha do Combu. Foto: Divulgação/Boá na Ilha</figcaption></figure>
<h3>Gastronomia e natureza</h3>
<p><span style="font-size: 14px; color: #333333;">Turistas como Evan estão fazendo a alegria de pessoas como Boaventura Junior, responsável pelo restaurante Boá na Ilha, localizado no Furo da Paciência, parte da Ilha do Combu. Ele conta que o movimento no local cresceu desde a Cúpula dos Líderes, que antecipou as programações da COP30, em Belém.</span></p>
<blockquote><p>&#8220;O movimento cresceu bastante. A grande diferença é que o turista quer provar de tudo um pouco, especialmente o estrangeiro&#8221;, relata.</p></blockquote>
<p>O restaurante, que une natureza e gastronomia, funciona nas sextas, sábados e domingos, de 10h às 18h, mas o proprietário diz que, além do movimento avulso, cresceu a busca feita por grupos, buscando agendamentos para passeios e programações especiais.</p>
<blockquote><p>&#8220;Geralmente o contato com os turistas é muito respeitoso, eles querem saber como comemos, de onde vem cada coisa&#8221;, explica.</p></blockquote>
<p>Assim como Evan, Maria Huenul, do Chile, também fez questão de conhecer o entorno da capital. A chilena já conhecia a região Norte: esta é a terceira vez que ela visita um estado da Amazônia brasileira e a segunda vez no Pará.</p>
<blockquote><p>&#8220;Já estive em Santarém, Monte Alegre e agora Belém. O que tenho a dizer é que a gente se sente mais próximo a cada vez que retorna à cidade. Os passeios ficam cada vez melhores: a praça no dia de domingo, o pão na padaria da esquina&#8221;, relata.</p></blockquote>
<p>Maria conta que, com a COP30, teve a oportunidade de ter uma &#8216;experiência imersiva&#8217; em Belém, morando em uma rua no bairro do Marco, meses antes do evento global.</p>
<blockquote><p>&#8220;Como trabalho remoto e precisei falar mais sobre a cidade, combinei com minha chefia de chegar aqui em maio e foi incrível. Vivi as festas juninas, as férias de julho, peguei um bronze em Outeiro, comi tapioquinha em Mosqueiro&#8230; o difícil vai ser voltar&#8221;, diz.</p></blockquote>
<h3>A cidade dentro da cidade</h3>
<p>E não é só a turista chilena que está vivendo como uma local nesta época de COP30, em Belém. Ananindeua, uma das cidades da Grande Belém, tem abrigado parte dos visitantes e observadores que vieram da República Democrática do Congo.</p>
<p>No bairro do Coqueiro, Jaques Ngoma diz que sua maior diversão na cidade é ir aos bares e igarapés nas noites de sexta-feira e sábado, e ir á feira no domingo.</p>
<blockquote><p>&#8220;Já provei várias caipirinhas de jambu e muita coxinha de maçaneta com suco nos bares da Praça da Bíblia e também no parque do maguari, digo, Vila Maguary&#8221;, cita.</p></blockquote>
<p>Os locais citados por Jaques estão fora do eixo turístico oficial da capital paraense, mas atraem diversos moradores de outras cidades próximas como Marituba, Castanhal e Santa Izabel.</p>
<figure id="attachment_39091" aria-describedby="caption-attachment-39091" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-39091 size-full" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/up_ag_7095_6a8162f2-e003-9f34-c8c6-3e4f4749f834.jpg" alt="" width="800" height="534" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/up_ag_7095_6a8162f2-e003-9f34-c8c6-3e4f4749f834.jpg 800w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/up_ag_7095_6a8162f2-e003-9f34-c8c6-3e4f4749f834-300x200.jpg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/up_ag_7095_6a8162f2-e003-9f34-c8c6-3e4f4749f834-768x513.jpg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/up_ag_7095_6a8162f2-e003-9f34-c8c6-3e4f4749f834-150x100.jpg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/up_ag_7095_6a8162f2-e003-9f34-c8c6-3e4f4749f834-450x300.jpg 450w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-39091" class="wp-caption-text">Parque Cultural Vila Maguary, em Ananindeua, que abriga o primeiro teatro da cidade, assim como um museu interativo e áreas de lazer. Foto: Leandro Santana/Prefeitura Municipal de Ananindeua</figcaption></figure>
<p>Jaques detalha que gosta de levar uma rotina mais regrada e, quando chegou na cidade, procurou por lugares onde pudesse fazer as compras da semana e também passear no tempo livre.</p>
<blockquote><p>&#8220;Já fui à barbearia, à feira, a supermercados. A melhor parte de circular dentro do bairro é fazer amigos em lugares comuns e conhecer outros lugares. Tem um restaurante japonês aqui que tem sushi com queijo do marajó, já provou?&#8221;, questiona.</p></blockquote>
<p>Uma semana depois de Jaques, Aya Massamba também chegou à Grande Belém, mas no distrito de Icoaraci &#8211; região conhecida principalmente pelo artesanato em cerâmica.</p>
<blockquote><p>&#8220;Eu pesquisei um pouco e vi que é uma região conhecida pelo artesanato. Também procurei um pouco por restaurantes, mas quando encontrei o Jaques, ele me levou para lugares maravilhosos em bairros que nunca tinha ouvido falar, mas onde dancei carimbó, comi, bebi&#8221;, conta aos risos.</p></blockquote>
<figure id="attachment_39093" aria-describedby="caption-attachment-39093" style="width: 814px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-39093 size-large" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/16485d03-8b48-4914-8a67-3bfa31db7a98-1024x693.jpg" alt="" width="814" height="551" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/16485d03-8b48-4914-8a67-3bfa31db7a98-1024x693.jpg 1024w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/16485d03-8b48-4914-8a67-3bfa31db7a98-300x203.jpg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/16485d03-8b48-4914-8a67-3bfa31db7a98-768x520.jpg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/16485d03-8b48-4914-8a67-3bfa31db7a98-1536x1039.jpg 1536w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/16485d03-8b48-4914-8a67-3bfa31db7a98-2048x1386.jpg 2048w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/16485d03-8b48-4914-8a67-3bfa31db7a98-150x101.jpg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/16485d03-8b48-4914-8a67-3bfa31db7a98-450x304.jpg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/16485d03-8b48-4914-8a67-3bfa31db7a98-1200x812.jpg 1200w" sizes="(max-width: 814px) 100vw, 814px" /><figcaption id="caption-attachment-39093" class="wp-caption-text">Feira de artesanato do Paracuri, no distrito de Icoaraci. Foto: Alessandra Serrão/COMUS</figcaption></figure>
<p>Próximo ao final da primeira semana da COP30, Aya, Jaques e Evan pretendem levar seus amigos recém-chegados em Belém para roteiros feitos a partir das suas próprias experiências.</p>
<p>O local escolhido pela dupla do Congo é o restaurante Terra do Meio, em Marituba, referência local em culinária e conexão com o meio ambiente. Jaques justifica a escolha:</p>
<blockquote><p> &#8220;Fiz um amigo aqui na cidade que já foi lá. Também já segui nas redes sociais e vi que é um lugar com água gelada, tranquila e muito peixe frito com açaí, perfeito pra descansar&#8221;, explica.</p></blockquote>
<p>Evan diz que esta frequentando diversas festas na cidade, desde o início da semana, e que pretende ir em todas que conseguir.</p>
<blockquote><p>&#8220;Já fui no Palácio dos Bares, festas de aparelhagem (como Rubi e Crocodilo), roda de carimbó. Tô conhecendo tudo que puder, com direito ao churrasquinho no final&#8221;, diz.</p></blockquote>
<p>Já Aya diz que vai encontrar com os amigos em Marituba, mas antes, ela e outras mulheres do grupo, vão em um Salão de Beleza de Icoaraci.</p>
<blockquote><p>&#8220;Vamos fazer as unhas, porque teremos uma outra semana de muito trabalho, mas vi unhas e esmaltes muito bonitos aqui no Brasil, quero experimentar também&#8221;, narra.</p></blockquote>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Ei, maninha! Espia como Belém vai te apresentar para a Amazônia durante a COP30</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Nov 2025 14:50:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[COP30]]></category>
		<category><![CDATA[Belém]]></category>
		<category><![CDATA[cidade das mangueiras]]></category>
		<category><![CDATA[culinária]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[destaque1]]></category>
		<category><![CDATA[Ilha do Combu]]></category>
		<category><![CDATA[ribeirinhos]]></category>
		<category><![CDATA[turismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/11/ilha-do-combu-Macio-Ferreira-Ag.-Para-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Por Fabrício Queiroz A “COP da Floresta” chegou. Um grande evento para o mundo todo se encontrar em Belém, em plena região amazônica. É selado que muita gente vai vir pra ter contato com a mata, com a biodiversidade, com os rios e com a cultura das populações tradicionais, mas nem te conto que a [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/11/ilha-do-combu-Macio-Ferreira-Ag.-Para-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><em>Por Fabrício Queiroz</em></p>
<p>A “COP da Floresta” chegou. Um grande evento para o mundo todo se encontrar em Belém, em plena região amazônica. É selado que muita gente vai vir pra ter contato com a mata, com a biodiversidade, com os rios e com a cultura das populações tradicionais, mas nem te conto que a Amazônia que tu vai encontrar por aqui pode te surpreender ainda mais. Espia só!</p>
<p>Belém é uma metrópole amazônica. E isso já diz muita coisa. Por aqui, o concreto, a tecnologia, a modernidade e o estilo de vida urbana se misturam com as tradições dos povos da floresta, com as comunidades ribeirinhas, com os sabores das frutas que só têm aqui, com a explosão de cheiros que vai do pitiú do peixe ao aroma envolvente do patchouli, com os sons que fazem a galera tremer, e tudo isso envolvido por muito calor humano e do próprio ambiente.</p>
<p>Cada passo dado na cidade é uma oportunidade de conhecer e viver novas experiências na Amazônia. Inclusive, é bom andar com atenção pelas bandas de Nazaré e Batista Campos, que são alguns dos bairros com mais mangueiras. As árvores ajudaram a dar fama à cidade, embelezam as ruas e criam zonas com mais sombra.</p>
<figure id="attachment_31755" aria-describedby="caption-attachment-31755" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-31755 size-full" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/11/mangueiras-Alessandra-Serrao-NID-Comus.jpg" alt="" width="754" height="506" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/11/mangueiras-Alessandra-Serrao-NID-Comus.jpg 754w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/11/mangueiras-Alessandra-Serrao-NID-Comus-300x201.jpg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/11/mangueiras-Alessandra-Serrao-NID-Comus-150x101.jpg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/11/mangueiras-Alessandra-Serrao-NID-Comus-450x302.jpg 450w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-31755" class="wp-caption-text">As mangueiras são símbolos da paisagem da cidade. Foto: Alessandra Serrão / NID Comus / Agência Belém</figcaption></figure>
<p>Em novembro, começa a safra das mangas, então não estranha se vir muitas frutas e caroços pelas calçadas. Se tiver sorte, vai encontrar uma em boas condições pra comer na caminhada. Outros vão se queixar, já que não é incomum uma manga amassar a lataria ou quebrar o para-brisa de um carro ou mesmo cair na cabeça de qualquer desavisado.</p>
<p>É bom manter os ouvidos atentos para apreciar o linguajar que só os paraenses têm. Combinou alguma coisa, então “selou”, curtiu algo, então “foi firme”, se ouviu algo que duvida, então é “potoca”, vai embora de algum lugar, então vai “pegar o beco”. A diversidade é muito grande e cheia de nuances. Com o tempo vai entender as diferenças e as intenções por trás de um “É égua”, um “Égua, não” ou um “É-GU-A!”. Da mesma forma, vai entender que “mana” pode ser uma palavra sem gênero e que “endoidar” pode ser a melhor forma de curtir o momento.</p>
<figure id="attachment_31756" aria-describedby="caption-attachment-31756" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-31756 size-large" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/11/movimentacao-ver-o-peso-Fernando-Sette-Comus-Ag.-Belem-1024x683.jpg" alt="" width="1024" height="683" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/11/movimentacao-ver-o-peso-Fernando-Sette-Comus-Ag.-Belem-1024x683.jpg 1024w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/11/movimentacao-ver-o-peso-Fernando-Sette-Comus-Ag.-Belem-300x200.jpg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/11/movimentacao-ver-o-peso-Fernando-Sette-Comus-Ag.-Belem-768x512.jpg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/11/movimentacao-ver-o-peso-Fernando-Sette-Comus-Ag.-Belem-1536x1024.jpg 1536w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/11/movimentacao-ver-o-peso-Fernando-Sette-Comus-Ag.-Belem-2048x1365.jpg 2048w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/11/movimentacao-ver-o-peso-Fernando-Sette-Comus-Ag.-Belem-150x100.jpg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/11/movimentacao-ver-o-peso-Fernando-Sette-Comus-Ag.-Belem-450x300.jpg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/11/movimentacao-ver-o-peso-Fernando-Sette-Comus-Ag.-Belem-1200x800.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-31756" class="wp-caption-text">População se expressa com o linguajar típico do Pará. Foto: Fernando Sette / Comus / Agência Belém</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">É essa linguagem única que, combinada com a criatividade e a originalidade musical, cria outro grande atrativo: a musicalidade. Ela tá por todas as partes, dos batuques no curimbó às batidas frenéticas das aparelhagens, Belém vibra no dia a dia com muitos sons, que refletem a diversidade social e cultural que vai da natureza às periferias. E, no meio disso, ainda tem o popopô dos barcos, o canto da revoada dos periquitos e o som do toró se formando.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Aliás, a chuva quando cair será bem-vinda, já que em novembro a cidade ainda está na estação seca. O calor é escaldante e uma coisa é certa: tu vai ficar breado por aqui. Pra amenizar isso só um banho de rio na ilha do Combu. A travessia do rio Guamá e o contato com a floresta bem perto do centro da cidade por si só já são uma atração. Pra completar, um almoço comendo os melhores peixes acompanhado daquela tigela de açaí vão te fazer falar que foi “só o creme!”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além de decisões importantes para o futuro do planeta, Belém vai proporcionar uma paisagem de cores, sons, sabores e muitas  vivências que têm tudo para marcar a memória de muita gente. Ventimbora! </span></p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Ilha de Mosqueiro investe em turismo sustentável, praias e mobilidade de olho na COP30</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tereza Coelho]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Oct 2025 17:22:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[COP30]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[destaque3]]></category>
		<category><![CDATA[hospedagem]]></category>
		<category><![CDATA[Mosqueiro]]></category>
		<category><![CDATA[tradição]]></category>
		<category><![CDATA[turismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/10/20251017191342-GC00071703-F00268542-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Faltando 21 dias para o início da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30), a ilha de Mosqueiro, distrito de Belém, aposta em estratégias de hospedagem e mobilidade para atrair os participantes do evento. A ilha é um destino turístico tradicional de quem vive na Grande Belém, especialmente pela curta distância &#8211; [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/10/20251017191342-GC00071703-F00268542-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Faltando 21 dias para o início da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30), a ilha de Mosqueiro, distrito de Belém, aposta em estratégias de hospedagem e mobilidade para atrair os participantes do evento. A ilha é um destino turístico tradicional de quem vive na Grande Belém, especialmente pela curta distância &#8211; é possível chegar em menos de duas horas de carro.</p>
<p>Graças aos atrativos, Mosqueiro registra alta taxa de procura e já conta com reservas de representantes de países como Madagascar, Argentina, Congo, além de integrantes de ONGs, governos e empresas brasileiras. Com 22 praias de água doce e gastronomia popular, o distrito se prepara para viver um momento inédito de visibilidade internacional.</p>
<h3><strong>Transporte climatizado e integração com a Blue Zone</strong></h3>
<p>Para facilitar o deslocamento até a Blue Zone, principal área dos diálogos oficiais da COP30, os governos federal e estadual firmaram uma parceria para oferecer um sistema especial de transporte coletivo. Linhas circulares vão operar entre as praias do Paraíso e da Vila, com paradas em pontos estratégicos, como Carananduba, Murubira e Chapéu Virado. Da vila principal, partirá uma linha direta para o Parque da Cidade, com parada única. Todos os veículos serão climatizados, para garantir conforto aos passageiros.</p>
<h3><strong>Emprego, renda e oportunidades para jovens da ilha</strong></h3>
<p>O empresário Paulo Louchard, que possui um hotel na praia do Ariramba, conta que contratou 102 trabalhadores que vivem na região e ofertou uma capacitação especial para o atendimento dos visitantes durante a COP30.</p>
<blockquote><p>“Temos grupos vindo de vários continentes e nossa equipe está pronta para recebê-los com profissionalismo e hospitalidade”, afirma Paulo, que também diversificou a divulgação das acomodações usando plataformas como o Airbnb.</p></blockquote>
<figure id="attachment_38016" aria-describedby="caption-attachment-38016" style="width: 860px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-38016 size-full" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/10/20251017191338-GC00071703-F00268539.webp" alt="" width="860" height="573" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/10/20251017191338-GC00071703-F00268539.webp 860w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/10/20251017191338-GC00071703-F00268539-300x200.webp 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/10/20251017191338-GC00071703-F00268539-768x512.webp 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/10/20251017191338-GC00071703-F00268539-150x100.webp 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/10/20251017191338-GC00071703-F00268539-450x300.webp 450w" sizes="(max-width: 860px) 100vw, 860px" /><figcaption id="caption-attachment-38016" class="wp-caption-text">Hotel gerenciado pelo empresário Paulo Louchard, na praia do Ariramba. Bruno Cecim/Agência Pará</figcaption></figure>
<p>Ingrid Almeida, fluente em inglês, será responsável pelo atendimento a hóspedes estrangeiros. Para ela, a COP representa uma chance de crescimento profissional sem precisar deixar a ilha.</p>
<blockquote><p>“Geralmente, o primeiro contato com eles é feito pelo WhatsApp, por mensagens de texto e ligações. Tem sido interessante porque, assim, tenho exercitado o idioma”, diz Ingrid.</p></blockquote>
<p><span style="font-size: 14px; color: #333333;">Outro exemplo é Valter Ferreira, promovido a supervisor de equipe e entusiasmado com a expectativa de fidelizar os novos visitantes e oferecer a melhor experiência possível com a cultura local.</span></p>
<blockquote><p>“Nosso foco é atender bem, porque queremos que esse visitante volte depois da conferência e traga mais gente”, conta Valter.</p></blockquote>
<h3><strong>Turismo sustentável como diferencial competitivo</strong></h3>
<p>Com uma proposta alinhada à pauta ambiental, o empresário Otacílio Braga oferece hospedagem integrada à natureza em uma área de 30 hectares de floresta preservada. Seu hotel-fazenda, localizado na praia do Paraíso, conta com chalés ecológicos, energia solar e hortas orgânicas que abastecem a cozinha. Para ele, o turismo sustentável cria uma vantagem estratégica.</p>
<blockquote><p>“O contato direto com a natureza é o que mais encanta quem chega ao hotel. Os hóspedes acordam com o canto dos pássaros e podem visitar a criação de galinhas caipiras e patos”, destacou Braga. No local, também é possível caminhar entre as plantações de frutas e hortaliças orgânicas que abastecem a cozinha do hotel e do restaurante. “O que não produzimos aqui, adquirimos da agricultura familiar da própria ilha”, garantiu Otacílio.</p></blockquote>
<figure id="attachment_38017" aria-describedby="caption-attachment-38017" style="width: 860px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-38017 size-full" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/10/20251017191341-GC00071703-F00268541.webp" alt="" width="860" height="573" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/10/20251017191341-GC00071703-F00268541.webp 860w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/10/20251017191341-GC00071703-F00268541-300x200.webp 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/10/20251017191341-GC00071703-F00268541-768x512.webp 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/10/20251017191341-GC00071703-F00268541-150x100.webp 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/10/20251017191341-GC00071703-F00268541-450x300.webp 450w" sizes="(max-width: 860px) 100vw, 860px" /><figcaption id="caption-attachment-38017" class="wp-caption-text">Hotel gerenciado pelo empresário Otacílio Braga, na praia do Paraíso. Bruno Cecim/Agência Pará</figcaption></figure>
<h3><strong>Tradição e sabor ao alcance dos visitantes</strong></h3>
<p>Em Mosqueiro, um dos grandes atrativos é a Tapiocaria da Vila, espaço conhecido por suas receitas passadas de geração em geração. Por lá, as barracas estão investindo em traduzir os cardápios para inglês, francês e espanhol, a fim de facilitar o fluxo de atendimento aos estrangeiros.</p>
<figure id="attachment_38018" aria-describedby="caption-attachment-38018" style="width: 814px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-38018 size-large" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/10/90312_297158-1024x683.jpg" alt="" width="814" height="543" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/10/90312_297158-1024x683.jpg 1024w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/10/90312_297158-300x200.jpg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/10/90312_297158-768x512.jpg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/10/90312_297158-1536x1024.jpg 1536w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/10/90312_297158-2048x1366.jpg 2048w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/10/90312_297158-150x100.jpg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/10/90312_297158-450x300.jpg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/10/90312_297158-1200x800.jpg 1200w" sizes="(max-width: 814px) 100vw, 814px" /><figcaption id="caption-attachment-38018" class="wp-caption-text">Produção de tapioca na Tapiocaria da Vila. Fernando Sette/Agência Belém</figcaption></figure>
<p>Lulu Kethlen, funcionária da barraca da &#8216;Dona Neném&#8217;, conta que começou na tapiocaria ajudando a mãe e, hoje, trabalha ao lado dos sobrinhos, mantendo viva a tradição familiar.</p>
<blockquote><p>“O nosso diferencial é o uso de ingredientes regionais, como o doce de cupuaçu, o camarão, o jambu e a castanha-do-pará. Tudo vai da gente criar e valorizar a culinária paraense”, destacou.</p></blockquote>
<p>A região já passou por uma temporada de grande movimento com o Círio de Nazaré, que traz aproximadamente dois milhões de visitantes ao ano durante o mês de outubro, mas a expectativa em novembro é repetir o sucesso, ou fazer ainda melhor: “Durante o Círio, já tivemos muito movimento e esperamos ainda mais com a conferência”, conta.</p>
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		<title>Círio projeta mais de 100 mil turistas e R$ 210 milhões em receitas em 2025</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Sep 2025 13:45:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[Agro na COP30]]></category>
		<category><![CDATA[Círio de Nazaré]]></category>
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		<category><![CDATA[destaque2]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/10/Cirio-berlinda-Alex-Ribeiro-Ag.-Para-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O Círio de Nazaré, patrimônio cultural imaterial do Brasil, deve atrair cerca de 100 mil turistas e gerar US$ 39 milhões em receitas neste ano. O levantamento da Secretaria de Turismo do Pará (Setur), em parceria com o Dieese, aponta um crescimento de 12,5% em relação a 2024, consolidando o evento como um dos principais [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/10/Cirio-berlinda-Alex-Ribeiro-Ag.-Para-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O Círio de Nazaré, patrimônio cultural imaterial do Brasil, deve atrair cerca de 100 mil turistas e gerar US$ 39 milhões em receitas neste ano. O levantamento da Secretaria de Turismo do Pará (Setur), em parceria com o Dieese, aponta um crescimento de 12,5% em relação a 2024, consolidando o evento como um dos principais motores da economia paraense.</p>
<p>Esses números expressivos não apenas reforçam o Círio como um dos principais produtos turísticos do estado, mas também servem como um termômetro da capacidade de Belém para receber a COP30. A movimentação de dezenas de milhares de visitantes e a gestão de um fluxo de receitas de milhões de dólares demonstram que a cidade possui a infraestrutura e a experiência necessárias para lidar com grandes eventos internacionais.</p>
<blockquote><p>&#8220;O Círio de Nazaré é, ao mesmo tempo, um patrimônio religioso e um vetor de indução positivo da nossa economia. Os números demonstram o crescimento sustentável do turismo no Pará e a força do Círio como fator de atração para incremento do fluxo de turistas e geração de receitas para investimentos e desenvolvimento econômico e social do território paraense&#8221;, observa o secretário estadual de Turismo (Setur), Eduardo Costa.</p></blockquote>
<p>De acordo com ele, o Círio já é considerado a alta estação do turismo do estado, servindo como vitrine para o Pará, ampliando a visibilidade internacional da capital e fortalecendo sua posição como destino turístico estratégico na Amazônia.</p>
<h3>Permanência média de sete dias</h3>
<p>Em 2024, o gasto médio individual de turistas ficou em torno de R$ 2 mil, distribuídos em uma permanência média de sete dias. A maior parte dos turistas permaneceu entre 1 e 5 dias (52%) ou de 6 a 10 dias (37%).</p>
<p>A pesquisa também revelou que a maioria dos turistas veio de estados vizinhos e grandes centros do país: Maranhão (11,1%), São Paulo (8,8%), Rio de Janeiro (7,8%), Amazonas (6,5%) e Amapá (6%) foram os principais mercados emissores de turistas. Entre os visitantes, 84% estavam ocupados profissionalmente, com destaque para professores, servidores públicos, empresários, médicos e advogados.</p>
<p>Os meios de hospedagem mais utilizados foram hotéis (39,3%), seguidos por casas de parentes (33,1%) e casas de amigos (19,8%). A respeito dos principais meios de transporte utilizados, o avião respondeu por 75,6% das chegadas a Belém, enquanto os ônibus de viagem representaram 14,2%.</p>
<p>O estudo também aponta quais são os destaques e os desafios na organização da festividade como atrativo turístico. A religiosidade, a hospitalidade paraense, a gastronomia, as belezas naturais e a cultura paraense foram os aspectos mais bem avaliados pelos turistas, enquanto, como pontos a melhorar, estão limpeza urbana da cidade, mobilidade/trânsito, segurança e opções de transporte público.</p>
<h3>Grande maioria quer voltar</h3>
<p>A fidelidade é outro dado marcante do Círio. Ao menos 97% dos visitantes afirmaram ter intenção de retornar para vivenciar a experiência novamente. Além disso, 36% dos entrevistados demonstraram interesse em conhecer outros destinos paraenses.</p>
<p>Entre os lugares mais citados e que despertam a curiosidade dos turistas estão destinos como Salinópolis (20%), Mosqueiro (13,5%), Ilha do Marajó (12%), Ilha do Combu (7%) e Alter do Chão (5%). O número reforça o potencial do Círio como porta de entrada para o turismo regional.</p>
<p>Com crescimento acumulado de 22% na última década, o Círio de Nazaré reafirma sua importância como manifestação cultural e religiosa, mas também como fator econômico. Para 2025, a expectativa de aumento no fluxo de visitantes reforça a necessidade de investimentos em infraestrutura urbana, mobilidade, segurança e serviços turísticos.</p>
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		<title>Ministério do Turismo anuncia R$ 73,1 milhões para impulsionar setor no Pará</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Jul 2025 14:14:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[COP30]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério do Turismo]]></category>
		<category><![CDATA[sinalização]]></category>
		<category><![CDATA[turismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/07/estacao-das-docas-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Sede da COP30, em novembro, Belém vai receber R$ 72,7 milhões para realização de obras de infraestrutura turística no estado, para aprimorar atrativos locais e potencializar o legado da Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima. Os recursos do governo federal, anunciados na quinta-feira, 10, vão contemplar 23 localidades, incluindo Belém. O município terá [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/07/estacao-das-docas-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Sede da COP30, em novembro, Belém vai receber R$ 72,7 milhões para realização de obras de infraestrutura turística no estado, para aprimorar atrativos locais e potencializar o legado da Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima.</p>
<p>Os recursos do governo federal, anunciados na quinta-feira, 10, vão contemplar 23 localidades, incluindo Belém. O município terá à disposição R$ 1,5 milhão voltados à readequação urbanística do Portal da Amazônia, que abriga várias opções de lazer e diversos eventos.]</p>
<p>Na rodada de anúncios voltados à expansão turística no Pará, Sabino informou também que a malha aérea rumo à capital paraense será reforçada no mês de novembro, para a COP30, registrando um crescimento de 23,3% na oferta de assentos domésticos em relação ao mesmo período de 2024.</p>
<blockquote><p>“Essa expansão é um marco para o turismo e para a preparação do Brasil como anfitrião da maior conferência climática do planeta. Estamos trabalhando para garantir não apenas estrutura, mas acesso. Belém estará mais conectada com o Brasil e com o mundo”, destacou o ministro Celso Sabino.</p></blockquote>
<p>A visita de Sabino à cidade formalizou ainda a assinatura do contrato de implementação do processo de sinalização turística da capital paraense, que conta com R$ 4,4 milhões do Ministério do Turismo e prevê a instalação de 721 placas.</p>
<p>Sabino ressaltou que o investimento amplia as possibilidades de ascensão da atividade turística local.</p>
<blockquote><p>“O turismo no Pará vem registrando forte crescimento. Em 2024, o Aeroporto de Belém recebeu 4,1 milhões de passageiros, contra os 3,6 milhões de 2023. O bom momento do estado no setor reforça a necessidade de os atrativos paraenses estarem devidamente preparados para oferecer boas experiência aos visitantes”, apontou o ministro.</p></blockquote>
<p>Os aportes do Ministério do Turismo englobam melhorias em outros atrativos do Pará. A cidade de Castanhal, por exemplo, terá R$ 10,4 milhões reservados à promoção de obras no Parque Natural Camillo Viana, unidade de conservação ambiental que oferece experiências em meio à natureza. Já Capanema contará com R$ 6,2 milhões para a construção do Parque Jazida, complexo turístico que vai proporcionar diversas alternativas de entretenimento.</p>
<p>Outras ações são a estruturação de um mirante em Redenção (R$ 5,9 milhões) e a pavimentação da orla de Itupiranga e da Lagoa Geovana (R$ 5 milhões). As cidades beneficiadas incluem ainda Bagre, Bannach, Breu Branco, Goianésia do Pará, Igarapé-Açu, Limoeiro do Ajuru, Mãe do Rio, Medicilândia, Novo Repartimento, Ourém, Ponta de Pedras, Rurópolis, Santa Maria das Barreiras, São Domingos do Capim, São Geraldo do Araguaia, Soure, Ulianópolis e Uruará.</p>
<h3>Investimentos</h3>
<p>Entre os principais anúncios, destacam-se:</p>
<ul>
<li><strong>R$ 72,7 milhões para infraestrutura turística</strong>: Recursos que serão aplicados em melhorias para ampliar a capacidade do Pará de receber visitantes com mais qualidade, conforto e segurança.</li>
<li><strong>R$ 13,3 milhões para eventos culturais</strong>: Mais de 20 municípios serão beneficiados com apoio a programações tradicionais, religiosas, culturais e agropecuárias, que atraem turistas e aquecem a economia local.</li>
<li><strong>Acessibilidade no Fungetur:</strong> O ministro assinou a Portaria MTur nº 19, de 10 de julho de 2025, que exige que todas as operações de financiamento do Novo Fungetur estejam em conformidade com a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência. A medida reforça o compromisso com um turismo mais acessível.</li>
<li>L<strong>ançamento do Guia do Afroturismo no Brasil</strong>: Em parceria com a UNESCO e com a presença da secretária-executiva do Ministério da Igualdade Racial, Roberta Eugênio, foi lançado um guia que valoriza o patrimônio cultural afro-brasileiro. O Pará está contemplado com a rota Terreiro de Mãe Herondina e o Território Quilombola Laranjituba e África.</li>
<li><strong>Sinalização Turística de Belém</strong>: Um investimento de R$ 4,4 milhões será destinado à instalação de 721 placas na capital paraense, facilitando a navegação de turistas nacionais e internacionais.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Desafios de sediar a COP30 abrem caminho para novo turismo na Amazônia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabricio Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Jun 2025 12:54:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[COP30]]></category>
		<category><![CDATA[Belém]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[hospedagem]]></category>
		<category><![CDATA[hoteis]]></category>
		<category><![CDATA[leitos]]></category>
		<category><![CDATA[turismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/05/Belem-aerea-Rafa-Neddermeyer-COP30-Brasil-Amazonia-PR-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A menos de cinco meses da COP30, a Conferência do Clima da ONU que acontece em novembro, Belém tem virado motivo de preocupação e até irritação nos bastidores das reuniões preparatórias para a conferência em Bonn, na Alemanha. A logística e a infraestrutura hoteleira da capital paraense são o principal tema das conversas entre as delegações, [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/05/Belem-aerea-Rafa-Neddermeyer-COP30-Brasil-Amazonia-PR-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>A menos de cinco meses da COP30, a Conferência do Clima da ONU que acontece em novembro, Belém tem virado motivo de preocupação e até irritação nos bastidores das reuniões preparatórias para a conferência em Bonn, na Alemanha. A <a href="https://www.paraterraboa.com/cop30/governo-quer-diarias-de-hospedagem-para-a-cop30-por-u-100/" target="_blank" rel="noopener">logística e a infraestrutura hoteleira da capital paraense</a> são o principal tema das conversas entre as delegações, que se perguntam se a cidade amazônica está realmente pronta para sediar um evento de tamanha magnitude global.</p>
<p>Com o turismo no centro do debate, o setor ganhou destaque tanto pelos desafios quanto pela oportunidade de crescimento em uma atividade que precisa da floresta em pé.</p>
<p>Repleto de belezas naturais, praias, florestas preservadas, patrimônio histórico e manifestações culturais ricas e diversas, o Pará sempre teve um grande potencial turístico ainda pouco explorado. O principal período de atração de visitantes é o Círio de Nazaré, no mês de outubro, mas a realização da COP30 pode mudar essa realidade e tornar o setor mais ativo em diferentes épocas.</p>
<p>A visibilidade gerada em grandes eventos pode trazer mais turistas, mas também pressionar o setor local para implementar mudanças que são mais condizentes com os padrões internacionais de turismo do que com o perfil da região. Hotéis de cinco estrelas, suítes presidenciais e imóveis de alto padrão se tornaram uma demanda urgente em Belém com base em um modelo difundido nas últimas COPs sediadas em países enriquecidos pela exploração do petróleo, o principal responsável pelo aumento das emissões de gases desde a revolução industrial.</p>
<p>A falta de estrutura de luxo e de leitos em maior quantidade se tornaram pontos centrais das críticas feitas à COP em Belém. Com a adoção de uma série de estratégias, a organização vem preparando a cidade para receber visitantes investindo em ampliação e variedade de opções de hospedagem, mas sem perder as características amazônicas.</p>
<p>Os planos envolvem, por exemplo, a construção de novos hotéis de luxo e a reforma e modernização dos já existentes. Entre eles estão o <a href="https://www.paraterraboa.com/economia/para-recebe-novos-investimentos-para-ampliacao-da-rede-hoteleira-para-a-cop30/">hotel de cinco estrelas da rede Vila Galé</a>, com capacidade para 500 leitos, e novo <a href="https://www.paraterraboa.com/economia/governo-do-para-assina-contrato-para-construcao-de-hotel-de-luxo-em-belem-para-a-cop-30/">hotel Tivoli Maiorana J</a>r, que contará com 255 apartamentos, uma suíte presidencial, seis suítes executivas e três restaurantes. Ambos têm inauguração prevista para antes do evento.</p>
<p>Outra estratégia adotada foi a construção de um <a href="https://www.paraterraboa.com/cop30/hotel-modular-vai-garantir-hospedagem-para-delegacoes-estrangeiras-na-cop30-diz-secretario/">hotel em estrutura modular destinado à acomodação de delegações estrangeiras</a>. Chamado de Vila Líderes, o espaço tem 405 suítes e localização privilegiada próxima ao Parque da Cidade, onde estará concentrada a programação da COP.</p>
<p>Além disso, a infraestrutura de hospedagem terá o reforço dos imóveis cadastrados em plataformas de aluguel por temporada e de navios de cruzeiro que, segundo o governo, vão ofertar<a href="https://www.paraterraboa.com/cop30/saiba-como-vai-funcionar-a-hospedagem-em-cruzeiros-no-porto-de-outeiro-durante-a-cop30/"> 600 cabines para os participantes</a>. Com mais leitos à disposição, a previsão é de turismo aquecido e mais oportunidades de trabalho e renda com atividades que preservam o meio ambiente.</p>
<blockquote><p>“O que estamos construindo, efetivamente, é um passo para consolidar uma nova estratégia que vai fazer com que Belém salte degraus para ter no turismo uma grande oportunidade de fortalecimento de serviços e para elevar a qualidade receptiva e toda a cadeia de negócios atrelados ao turismo”, disse o governador Helder Barbalho na assinatura do contrato de concessão de galpões do antigo porto de Belém para a construção do hotel Vila Galé.</p></blockquote>
<p>Com esses investimentos, o Pará se prepara não só para acomodar os participantes da COP30, mas para explorar o turismo na Amazônia de acordo com as demandas de diferentes perfis. Turistas estrangeiros e com mais recursos poderão ficar em hotéis de luxo ou visitar a região a partir da rota dos cruzeiros e ficar hospedados na própria embarcação. Além disso, a cidade vai contar com outras opções de empreendimentos de três e quatro estrelas, albergues, Airbnb e até pousadas em regiões ribeirinhas com experiências tipicamente amazônicas.</p>
<blockquote><p>&#8220;Vamos fazer num Estado amazônico que vai ser a grande novidade. Se tem aqui o palácio para fazer uma reunião, a gente pode fazer embaixo da copa de uma árvore e discutir assuntos numa canoa num igarapé. Essa vai ser a nossa COP, no Brasil, em 2025?”, declarou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva na COP28, em Dubai, sobre a decisão de apoiar a realização da COP em Belém.</p></blockquote>
<p>Seja em palácios, suítes presidenciais, transatlânticos, hotéis ou albergues, o que se sabe é que o turismo é uma das principais apostas para uma economia sustentável no Pará. A hospedagem está garantida, agora cabe aos turistas decidirem quais destinos querem conhecer.</p>
<p><strong>LEIA MAIS:</strong></p>
<p><strong><a href="https://www.paraterraboa.com/cop30/governo-quer-diarias-de-hospedagem-para-a-cop30-por-u-100/" target="_top">Governo quer que diárias de hospedagem custem cerca de 100 dólares durante a COP30</a></strong></p>
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