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	<title>turismo sustentável &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<title>turismo sustentável &#8211; Pará Terra Boa</title>
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		<title>Turismo comunitário liderado por mulheres é tema de expedição no Pará</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tereza Coelho]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 May 2026 13:02:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/05/IMG-20260505-WA0152-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Por Tereza Coelho Turismo sustentável, cultura e autonomia feminina se encontram no Pará por meio do projeto Quase Nativa — Expedição Amazônia Paraense. A iniciativa mobiliza comunidades tradicionais em territórios como Soure, Pesqueiro, Algodoal e Marajó, criando uma rede de base comunitária que transforma a valorização cultural em geração de renda, sob a liderança majoritária [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/05/IMG-20260505-WA0152-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><em>Por Tereza Coelho</em></p>
<p>Turismo sustentável, cultura e autonomia feminina se encontram no Pará por meio do projeto Quase Nativa — Expedição Amazônia Paraense. A iniciativa mobiliza comunidades tradicionais em territórios como Soure, Pesqueiro, Algodoal e Marajó, criando uma rede de base comunitária que transforma a valorização cultural em geração de renda, sob a liderança majoritária de mulheres.</p>
<p>Na contramão do turismo predatório, a proposta aposta em experiências imersivas e no fortalecimento das economias locais. Os visitantes são recebidos nas casas dos moradores, participam de atividades culturais e têm contato direto com os modos de vida das comunidades, em uma lógica que prioriza a preservação ambiental e o respeito às tradições.</p>
<p>A iniciativa é baseada no turismo regenerativo, que busca gerar impactos positivos nos territórios, incentivando a conservação ambiental e o fortalecimento social.</p>
<p>Para Julia Monteiro, uma das lideranças locais do Quase Nativa, o projeto valoriza a identidade local e abre caminho para viabilizar parcerias futuras.</p>
<blockquote><p>&#8220;Nosso grande objetivo é colaborar para a autonomia das comunidades. A visibilidade ao turismo local é uma das principais estratégias, por atrair pessoas que podem gerar parcerias ou ajudar no boca a boca, até chegar nessas pessoas que possam auxiliar de forma mais efetiva. Além de fortalecer a autoestima das comunidades e suas expressões culturais&#8221;, pontua.</p></blockquote>
<h3>Nova expedição</h3>
<p>A próxima edição da expedição já tem data definida: 9 a 14 de novembro. Ao longo de seis dias, os participantes terão acesso a vivências como rodas de carimbó, degustação de pratos típicos, banhos de cheiro, plantio de mudas e conversa com lideranças locais.</p>
<p>Noemi Barbosa é uma das facilitadoras do Quilombo de Mangueiras, localizado em Salvaterra, na Ilha do Marajó. Ela reforça o papel do turismo como ferramenta de transformação e valorização das comunidades.</p>
<blockquote><p>&#8220;Estaremos de braços abertos para compartilhar nossas vivências e o potencial transformador de melhorar a vida no dia a dia em integração com o meio ambiente e técnicas sustentáveis. Por muito tempo houve aquela mentalidade de que era necessário degradar para gerar valor, o que finalmente está sendo refutado em grande escala&#8221;, diz.</p></blockquote>
<h3>Parcerias e capacitações</h3>
<p>O projeto também conta com apoio institucional de organizações como BNDES, Fundação Arymax, Fundação Tide Setubal, Instituto Humanize, Instituto Heineken, Instituto Votorantim, Santander, entre outras.</p>
<p>Além de viabilizar as expedições, as parcerias oferecem capacitações em turismo e ensino de inglês para as participantes, ampliando as possibilidades de inserção no mercado e fortalecimento das comunidades envolvidas. Para Noemi, as capacitações são fundamentais para expandir o público atendido por elas.</p>
<blockquote><p>&#8220;Saber um novo idioma abre a possibilidade de atrair um mundo novo, porque além de falar melhor com visitantes estrangeiros, poderemos criar outros diferenciais nas nossas programações com base no potencial desse público&#8221;, declara.</p></blockquote>
<p>Para mais detalhes sobre o projeto e valores da experiência, basta acessar o <a href="https://www.instagram.com/quasenativa?igsh=MXN6bGMxdnQ5cmV0dw==" target="_blank" rel="noopener">Quase Nativa — Expedição Amazônia Paraense</a> nas redes sociais.</p>
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		<title>Crescimento do turismo em Santarém une desenvolvimento econômico e iniciativas comunitárias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tereza Coelho]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 May 2026 13:52:05 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/04/20260422183751-GC00076597-F00301335-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O turismo na cidade de Santarém, no oeste do Pará, está em plena expansão e reforça o papel do município como um dos principais destinos da Amazônia. No último ano, a cidade registrou crescimento de 15% no número de visitantes, que injetaram mais de R$ 200 milhões de reais na economia local. Os dados são [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/04/20260422183751-GC00076597-F00301335-150x150.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O turismo na cidade de Santarém, no oeste do Pará, está em plena expansão e reforça o papel do município como um dos principais destinos da Amazônia. No último ano, a cidade registrou crescimento de 15% no número de visitantes, que injetaram mais de R$ 200 milhões de reais na economia local. Os dados são da Secretaria de Estado de Turismo (Setur), sistematizados pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos do Pará (Dieese/PA).</p>
<p>Ao todo, 312.675 turistas passaram pelo município em 2025, frente aos 271.845 registrados em 2024. O aumento foi impulsionado tanto pelo público nacional quanto internacional. Na prática, o número de visitantes brasileiros subiu de 269.166 para 309.541, enquanto o fluxo de estrangeiros passou de 2.679 para 3.134, um crescimento de 17%.</p>
<p>O desempenho também movimentou bastante a economia santarena. A receita gerada pelo setor saltou de R$ 173,7 milhões para R$ 202,4 milhões, um crescimento de 16,5%. Os visitantes nacionais responderam pela maior parte dessa entrada de recursos, com cerca de R$ 201 milhões, enquanto os turistas internacionais contribuíram com aproximadamente R$ 1,4 milhão.</p>
<p>Para o secretário de Estado de Turismo do Pará, Lucas Vieira, os números indicam que os investimentos no setor têm gerado resultados positivos.</p>
<blockquote><p>“Estamos no caminho certo ao investir na promoção dos nossos destinos, na qualificação da oferta turística e na melhoria da infraestrutura. O Pará é a principal porta de entrada da Amazônia, e Santarém é peça-chave nesse processo”, afirmou.</p></blockquote>
<p><strong>Segredos da ‘pérola do tapajós’</strong></p>
<p>O crescimento acompanha uma tendência nacional de recuperação do turismo, com aumento das viagens domésticas e retomada gradual do fluxo internacional. Destinos de natureza, como boa parte das opções da Amazônia, têm ganhado destaque, impulsionados pela busca por experiências mais sustentáveis.</p>
<p>Neste aspecto, a valorização do Turismo de Base Comunitária (TBC) é um dos grandes destaques de Santarém, conhecida como a Pérola do Tapajós e famosa pelos roteiros sustentáveis em localidades próximas como Alter do Chão e Belterra, famosas pelas praias paradisíacas de água doce.</p>
<p>A aposta mais recente inclui roteiros dentro da própria cidade, como o turismo de base comunitária no bairro Pérola do Maicá. A proposta que envolve a participação ativa dos moradores na organização das atividades turísticas pretende ampliar as possibilidades de vivência para os visitantes e gerar renda direta para as comunidades locais da própria cidade.</p>
<p>Lançado neste mês, <a href="https://repositorio.ufopa.edu.br/items/cc579014-31d7-4b91-b21a-7a96f914e417" target="_blank" rel="noopener">o catálogo “Encantos do Maicá”</a>, reúne experiências de moradores e atores sociais importantes no turismo social, registrando também processos de luta e resistência da comunidade, oferecendo um panorama que integra turismo, organização social e realidade territorial.</p>
<p>O material foi fruto de uma parceria entre a Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa) e a Associação de Moradores do Bairro Pérola do Maicá (Ambapem).</p>
<p>De acordo com a Profa. Ana Beatriz Oliveira Reis, do Instituto de Ciências da Sociedade (ICS), o catálogo foi criado para integrar o resgate histórico da região e ajuda na construção de um turismo com identidade local.</p>
<blockquote><p>&#8220;A grande interessância desse &#8216;novo turismo&#8217; é que essas pessoas vem com muita fome de conhecer a história loca, a identidade de fato para além do artesanato e das vistas bonitas. O que estamos mostrando no catálogo é um resumo de como nossa história e nossas belezas nos ajudam a ser quem somos e um convite para fazer a experiências e conhecer tudo de perto&#8221;, diz.</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Ilha do Combu quer que visibilidade trazida pela COP30 se converta em investimento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tereza Coelho]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Dec 2025 16:47:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/20251109-125745-1--150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Por Tereza Coelho A Ilha do combu, joia ribeirinha a apenas 15 minutos do centro de Belém, emergiu como um dos destinos mais cobiçados durante a COP30,  mostrando seu potencial de desenvolvimento sustentável e do ecoturismo no Pará. Com quase 500 famílias e mais de quatro mil habitantes, a ilha revela um ecossistema econômico vibrante, [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/20251109-125745-1--150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><em>Por Tereza Coelho</em></p>
<p>A Ilha do combu, joia ribeirinha a apenas 15 minutos do centro de Belém, emergiu como um dos destinos mais cobiçados durante a COP30,  mostrando seu potencial de desenvolvimento sustentável e do ecoturismo no Pará.</p>
<p>Com quase 500 famílias e mais de quatro mil habitantes, a ilha revela um ecossistema econômico vibrante, onde a rotina ribeirinha se harmoniza com empreendimentos inovadores, preocupados como a saúde da floresta.</p>
<p>O intenso fluxo de visitantes — que pode superar cinco mil pessoas nos finais de semana de verão — e a atenção global inédita, catapultada pela COP30, trazem a urgência de garantir que o crescimento do turismo responsável se traduza efetivamente em políticas públicas e investimentos que superem os desafios estruturais da comunidade, consolidando um modelo de desenvolvimento justo e replicável na Amazônia.</p>
<p>Edivan é atravessador e vive na ilha. Diariamente, ele leva entre 100 e 700 visitantes às diversas opções de turismo e entretenimento que existem no local. Ele conta que há períodos com maior e menor movimento, mas que a ilha recebe turistas o ano inteiro.</p>
<blockquote><p>&#8220;É 10 conto (R$ 10) pra ir e pra voltar, baratinho. A gente sabe de cabeça todos os restaurantes e ajuda os grupos sem guia de turismo quando querem ir em algum lugar. Levo gente o ano inteiro: estudantes, doutores, turistas, gente daqui mesmo que vai pra Belém trabalhar ou estudar. Num dia fraco, são umas 100 pessoas por dia, de 7h às 18h, num dia bom, passa das 700 (pessoas) facinho. Até entre janeiro e março, que chove muito, tem demanda, ela nunca falta&#8221;, diz.</p></blockquote>
<p>Para ele, a COP30 foi divertida e trouxe aprendizados, mas espera que as atenções sejam convertidas em investimentos e qualidade de vida para quem vive e trabalha na ilha.</p>
<blockquote><p>&#8220;A maior lição é que o brasileiro sabe se virar e, por isso, a gente passa menos aperto. Aprendi a falar um pouquinho de inglês, um pouquinho de espanhol, às vezes a gente se enrola, mas sempre tem alguém no barco que também ajuda. Foram poucas viagens só com turistas, sempre tinha gente da cidade e da ilha também, então, todo mundo se entende. Eu só espero que isso também vire investimentos pra gente, que mora e trabalha aqui, viva melhor&#8221;, comenta.</p></blockquote>
<h3>O pioneiro e a visita ilustre</h3>
<p>Fundada no início da década de 80, o restaurante &#8216;Saldosa Maloca&#8217; é um dos primeiros estabelecimentos da ilha. Idealizado pelo casal José Anjos e Odete Quaresma dos Santos, o local foi se adaptando ao tempo e atualmente é um &#8220;eco restaurante&#8221;, contando com biodigestores para gestão de resíduos orgânicos e sítio próprio com temperos e frutas.</p>
<figure id="attachment_39677" aria-describedby="caption-attachment-39677" style="width: 878px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-39677 size-full" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/Capturar3-1-e1764349600315.png" alt="" width="878" height="515" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/Capturar3-1-e1764349600315.png 878w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/Capturar3-1-e1764349600315-300x176.png 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/Capturar3-1-e1764349600315-768x450.png 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/Capturar3-1-e1764349600315-150x88.png 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/Capturar3-1-e1764349600315-450x264.png 450w" sizes="(max-width: 878px) 100vw, 878px" /><figcaption id="caption-attachment-39677" class="wp-caption-text">Vista aérea do &#8216;Saldosa Maloca&#8217;, fundado no início dos anos 80. Foto: Divulgação</figcaption></figure>
<p>O local, que também conta com uma certificação internacional de sustentabilidade, é administrado por Prazeres Quaresma, filha do casal fundador, junto com a irmã, Kelli. Para ela, a COP30 trouxe dias muito intensos e proveitosos para o local e recebeu até uma visita ilustre: a rainha Mary Elizabeth Donaldson, da Dinamarca, que acompanhou o processo de produção do açaí.</p>
<blockquote><p>&#8220;Quem veio não quis só desfrutar, mas também conhecer nossa história e o que vivemos. Como fomos um dos primeiros aqui, pudemos falar da chegada da energia elétrica na ilha (ocorrida em 2011), dos nossos desafios ambientais com gestão de resíduos e água. Nós conseguimos implantar soluções para essas demandas, mas, para isso ser geral por aqui, é preciso política pública, investimento e até conscientização ambiental para os clientes e comerciantes&#8221;, explica.</p></blockquote>
<p>Joana Vieira é gestora do Paraensíssimo, um dos mais recentes e procurados restaurantes da ilha. Após ganhar fama em todo o estado pela atuação como professora de língua portuguesa e redação, Joana desenvolveu o projeto que une gastronomia, educação e cultura marajoara no Combu, com foco no turismo sustentável.</p>
<blockquote><p>&#8220;Nós abrimos todos os dias, mas nos finais de semana enchia de tal forma que precisamos avisar que não podíamos mais receber ninguém. 90% dos nossos visitantes durante a COP eram turistas&#8221;, relata.</p></blockquote>
<p>Ana Laura Costa realiza agendamentos para grupos de visitantes e explica que há um sistema comunitário que integra os negócios da ilha. Esse sistema é completamente acionado quando há grupos de visitantes, visando extrair o máximo da experiência do ecoturismo sustentável e do envolvimento da comunidade.</p>
<blockquote><p>&#8220;A maioria das pessoas conhece os restaurantes, mas temos os agricultores, fabricantes de polpas, sucos. Existe um ecossistema econômico muito sólido, mas também temos centenas de pessoas que não têm acesso ao básico, como água encanada. Quem tem água faz um sistema próprio de captação, mas sabemos que é um direito básico e universal da população. Em cada roteiro a gente não mostra apenas o turístico, mas também um pouco das necessidades locais que podem ser atendidas e do impacto de cada mudança no meio ambiente em tudo o que fazemos&#8221;, conta.</p></blockquote>
<h3>Turismo responsável como legado</h3>
<p>Joana destaca que parte da conscientização ambiental passa por conhecer a realidade local e, por isso, considera tão importante incluir a agenda ambiental durante o dia a dia do seu estabelecimento.</p>
<blockquote><p>&#8220;Fazemos passeio de barco, temos opções de hospedagens e programações com bandas locais, mas, no meio de tudo isso, também destacamos a importância de proteger o meio ambiente. Temos várias sementes lançadas em cada canto, paisagem e alimento sobre o dever em cuidar não apenas da floresta, do mangue, mas de quem vive aqui. Como explicar que crianças que vivem cercadas pelas águas não possuem água potável para beber? Na minha concepção, o turismo responsável é uma ferramenta de conscientização e confronto: mostra a comunidade, aponta os problemas e também mostra o que já está sendo feito para lidar com os desafios&#8221;, frisa.</p></blockquote>
<figure id="attachment_39678" aria-describedby="caption-attachment-39678" style="width: 814px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="size-large wp-image-39678" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-28-at-13.59.09-e1764349720501-1024x1024.jpeg" alt="" width="814" height="814" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-28-at-13.59.09-e1764349720501-1024x1024.jpeg 1024w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-28-at-13.59.09-e1764349720501-300x300.jpeg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-28-at-13.59.09-e1764349720501-150x150.jpeg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-28-at-13.59.09-e1764349720501-768x768.jpeg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-28-at-13.59.09-e1764349720501-450x450.jpeg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-28-at-13.59.09-e1764349720501.jpeg 1080w" sizes="(max-width: 814px) 100vw, 814px" /><figcaption id="caption-attachment-39678" class="wp-caption-text">Joana Vieira e um dos pratos com peixe regional servidos no Paraensíssimo. Foto: Divulgação</figcaption></figure>
<p>Prazeres pontua que a gestão ambiental e de resíduos sempre está no pensamento de quem nasceu e ganha a vida na Ilha do Combu, mas reconhece o acesso desigual às vozes da ilha. O que, segundo ela, deve ser combatido com urgência.</p>
<blockquote><p>&#8220;Nós somos nativos, pensamos no meio ambiente todos os dias e temos ideias e soluções aplicadas para resolver cada problema. O que falta é reconhecer o valor que a nossa palavra possui&#8221;, diz.</p></blockquote>
<p>Ana Laura diz que o turismo comunitário responsável implanta uma semente na mente e no coração de cada visitante. Sua maior torcida é que a germinação dessa semente gere frutos como um olhar mais amoroso, consciente responsável para os locais visitados e para a própria cidade de origem de cada visitante.</p>
<blockquote><p>&#8220;Quando a gente se reconhece como cidadão do mundo, cai por terra o pensamento de que apenas meu quintal importa, só aquele meu quadradinho. Aqui, nós vivemos da floresta amazônica em áreas urbanas, ribeirinhas, rurais ou na floresta, mas não significa que queremos o bem do cuidado ambiental apenas para nós. Queremos que a semente do olhar responsável germine onde quer que o turista esteja: seja aqui, em outra cidade do Brasil, ou em outro país. Queremos um futuro justo com para as populações da Amazônia, do Cerrado, da Savana, de onde quer que seja necessário. Se a gente conseguir que esse estalo de pensamento, capaz de despertar essa mudança, aconteça aqui: uma parte da missão já foi cumprida&#8221;, conta.</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Região de Serra Pelada se reinventa e aposta em rota de turismo sustentável</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Sep 2025 13:33:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Sebra-PA]]></category>
		<category><![CDATA[Serra Pelada]]></category>
		<category><![CDATA[turismo sustentável]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/09/serra_pelada-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Por Ana Vitória Gouvêa Conhecida internacionalmente pelo garimpo e pelos conflitos sociais, na década de 1980, a região de Serra Pelada, no sudeste do Pará, vem conquistando espaço em uma nova área: o turismo. Em 2025, o Sebrae/PA lançou a Rota Turística Novo Ouro de Serra Pelada, que pretende consolidar a região como referência em [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/09/serra_pelada-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><em>Por Ana Vitória Gouvêa</em></p>
<p>Conhecida internacionalmente pelo garimpo e pelos conflitos sociais, na década de 1980, a região de Serra Pelada, no sudeste do Pará, vem conquistando espaço em uma nova área: o turismo. Em 2025, o Sebrae/PA lançou a Rota Turística Novo Ouro de Serra Pelada, que pretende consolidar a região como referência em turismo sustentável de base comunitária.</p>
<p>A iniciativa busca aproveitar o fluxo de visitantes estrangeiros que chegarão ao Pará para a Conferência do Clima da ONU (COP30), marcada para novembro em Belém. Mais de 50 mil turistas são esperados para o evento, e a expectativa é que parte deles seja atraída para a rota, que abrange os municípios de Curionópolis, Parauapebas e Eldorado dos Carajás. Em função disso, o Sebrae/PA está mapeando guias e agências da região para capacitar a fim de que recebam bem esse público.</p>
<p>O crescimento do turismo internacional reforça o otimismo. Em 2024, o Pará recebeu mais de 32 mil visitantes estrangeiros, um aumento de 47,4% em relação ao ano anterior, segundo o Ministério do Turismo.</p>
<blockquote><p>“Um dos principais legados da COP 30 será a criação e a promoção de roteiros como este, que fortalecem o Pará como destino internacional”, afirma Rubens Magno, diretor-superintendente do Sebrae no Pará.</p></blockquote>
<p>O Sebrae/PA estima que 200 micro e pequenas empresas sejam beneficiadas com o projeto, gerando novas oportunidades de emprego e renda nos setores de hotelaria, transporte e comércio. A ação conta com apoio do Centro de Cooperação Internacional em Pesquisa Agronômica para o Desenvolvimento (CIRAD) e integra o programa europeu AL-INVEST Verde, coordenado pela organização alemã Sequa.</p>
<blockquote><p>“Ao chamar a atenção do turista para as belezas da região e oferecer alternativas econômicas viáveis às comunidades, o projeto ajuda a incluir micro e pequenas empresas e agricultores familiares nas cadeias de valor do turismo”, reforça Magno.</p></blockquote>
<p>Além do turismo, a rota prevê a integração de sistemas agroalimentares familiares e a disseminação de tecnologias sustentáveis. A proposta é ampliar os ganhos econômicos, reduzir a pobreza e a insegurança alimentar e, ao mesmo tempo, alinhar a região aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU.</p>
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		<title>Número de turistas estrangeiros aumentou 27% no Pará em 2025</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Jun 2025 12:37:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[COP30]]></category>
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		<category><![CDATA[pará]]></category>
		<category><![CDATA[turismo sustentável]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/06/turista3-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A região Norte do Brasil vive um momento de destaque no cenário internacional. Com a Amazônia cada vez mais no centro das atenções globais e a proximidade da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30), em Belém, em novembro, estados como Pará e do Amazonas se consolidam como importantes vitrines do turismo [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/06/turista3-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>A região Norte do Brasil vive um momento de destaque no cenário internacional. Com a Amazônia cada vez mais no centro das atenções globais e a proximidade da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30), em Belém, em novembro, estados como Pará e do Amazonas se consolidam como importantes vitrines do turismo sustentável brasileiro. Reflexo disso é o crescimento expressivo no número de visitantes internacionais registrado entre janeiro e maio deste ano.</p>
<p>De acordo com levantamento do Ministério do Turismo, em parceria com a Embratur e a Polícia Federal, o Pará recebeu 10.659 turistas estrangeiros nos cinco primeiros meses de 2025, um aumento de 27% em relação ao mesmo período de 2024, quando o estado contabilizou 8.388 visitantes. Já o Amazonas registrou 14.653 turistas internacionais, frente a 12.347 no ano anterior, o que representa um crescimento de 18,7%.</p>
<p>Para o ministro do Turismo, Celso Sabino, os resultados refletem o fortalecimento da imagem do Brasil no exterior e o empenho do Governo Federal em posicionar o país como um destino de referência.</p>
<blockquote><p>“No acumulado dos últimos dois meses, já chegamos a 4,8 milhões de visitantes internacionais, um recorde histórico. Nem quando o Brasil sediou a Copa de 2014 recebemos tantos estrangeiros. O Brasil — que tem seus atrativos divulgados pelo presidente Lula em todas as suas viagens internacionais — nunca havia ultrapassado a marca de 7 milhões de turistas em um único ano&#8221;, ressaltou Sabino.</p></blockquote>
<h3>Nacionalmente</h3>
<p>Os dados confirmam a boa fase do setor no país. No acumulado de janeiro a maio deste ano, o Brasil recebeu 4.887.229 visitantes internacionais, o que representa 70% da meta anual de 6,9 milhões de turistas, estabelecida no Plano Nacional de Turismo (PNT) 2024-2027.</p>
<p>O fortalecimento do turismo na região também é resultado de avanços regulatórios, como a aprovação da nova Lei Geral do Turismo em 2024, após mais de uma década de debates no Congresso Nacional. A legislação moderniza diretrizes, promove segurança jurídica e estimula novos investimentos, criando um ambiente mais favorável ao desenvolvimento de atividades turísticas em regiões como a Amazônia.</p>
<h3>COP30</h3>
<p>A realização da COP30, em Belém,  tem impulsionado a visibilidade internacional da Amazônia e contribuído diretamente para ampliar a conectividade aérea na região. Por meio de uma articulação entre o Ministério do Turismo, o setor privado e outros órgãos do governo federal, como o Ministério de Portos e Aeroportos, são fortalecidas rotas aéreas estratégicas, com foco em hubs como São Paulo e Brasília, o que facilita o acesso de turistas internacionais ao Norte do Brasil.</p>
<p>A companhia aérea LATAM, por exemplo, anunciou a antecipação, para agosto, da ampliação de suas operações em Belém, com aumento de 25% na oferta de assentos em comparação com o mesmo período de 2024. As principais rotas beneficiadas incluem:</p>
<p>• Belém–Guarulhos (SP): de 28 para 35 voos semanais</p>
<p>• Belém–Brasília (DF): de 10 para 14 voos semanais</p>
<p>• Fortaleza–Belém: de 7 para 12 voos semanais</p>
<p>Para o período da COP30, em novembro, a companhia ainda prevê novos voos internacionais e domésticos com foco na capital paraense, incluindo 3 voos semanais na rota Bogotá (Colômbia)–Belém e 2 voos semanais entre o Aeroporto do Galeão (RJ) e Belém. Com essas adições, a oferta total de assentos da companhia em Belém será 48% superior à registrada no mesmo mês do ano anterior.</p>
<p>Desde domingo,15, o Pará conta também com mais uma opção de rota internacional com o voo direto para Miami (EUA), operado pela Gol Linhas Aéreas. Serão dois voos semanais diretos, às quintas e aos domingos, chegando a três voos por semana, às terças-feiras, no período da COP30.</p>
<div></div>
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		<title>Parcerira entre Semas e Embrapa quer impulsionar bioeconomia no Pará</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Jun 2025 14:32:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[agroflorestas]]></category>
		<category><![CDATA[bioecoomia]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Embrapa]]></category>
		<category><![CDATA[SEMAS]]></category>
		<category><![CDATA[turismo sustentável]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/06/agroflroesta_acai-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Em um passo importante para fortalecer a bioeconomia na Amazônia, a Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade do Pará (Semas) se reuniu, na semana passada, com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). O encontro teve como foco consolidar parcerias que buscam unir inovação, ciência e tecnologia para o desenvolvimento sustentável do estado. [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/06/agroflroesta_acai-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Em um passo importante para fortalecer a <a href="https://www.paraterraboa.com/economia/riquezas-da-biodiversidade-conheca-5-exemplos-da-pratica-da-bioeconomia-no-para/" target="_blank" rel="noopener">bioeconomia</a> na Amazônia, a Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade do Pará (Semas) se reuniu, na semana passada, com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). O encontro teve como foco consolidar parcerias que buscam unir inovação, ciência e tecnologia para o desenvolvimento sustentável do estado.</p>
<p>Durante a reunião, a Embrapa, por meio de Fábio Barbieri, chefe adjunto de pesquisa da Embrapa Amazônia Oriental, apresentou as principais iniciativas da instituição. Destaque para a criação do Espaço de Sociobioeconomia e a modernização da Unidade de Produção Animal (UPA) Álvaro Adolpho, que será transformada em um Centro de Referência Tecnológica.</p>
<p>A ideia é promover uma produção rural que seja sustentável, com baixa emissão de carbono, e que integre sistemas agroflorestais (onde árvores e lavouras são cultivadas juntas) com cadeias produtivas importantes para a região, como açaí, cacau, mandioca e feijão-caupi.</p>
<p>A Semas reforçou seu compromisso em fortalecer o Plano de Bioeconomia (PlanBio) e o Parque de Bioeconomia, buscando aplicar ciência e tecnologia nas ações apoiadas pela secretaria.</p>
<h3>Turismo sustentável e COP30 em pauta</h3>
<p>Um dos pontos altos da discussão foi a articulação de ações conjuntas para o turismo sustentável, uma das metas do PlanBio. Essa iniciativa é vista como um legado crucial para o Pará, especialmente com a proximidade da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), que acontecerá este ano em Belém.</p>
<p>A agenda da reunião também incluiu uma visita prática à fazenda da Unidade de Produção Animal Álvaro Adolpho. O objetivo foi mostrar de perto as tecnologias e métodos usados na produção animal sustentável, alinhados às melhores práticas da agropecuária e aos princípios da bioeconomia. Essa ação faz parte do projeto Realiza Pará, que busca aproximar os participantes das inovações e processos produtivos desenvolvidos na unidade.</p>
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		<title>Pará ganha primeira Trilha Aquática dentro do turismo sustentável no Rio Xingu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Dec 2024 12:48:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[PRINCIPAL]]></category>
		<category><![CDATA[RDS Vitória de Souzel]]></category>
		<category><![CDATA[Revis Tabuleiro do Embaubal]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Xingu]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/12/trilha_aquatica-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />O Pará acaba de inaugurar sua primeira Trilha Aquática Xingu, um marco no turismo sustentável e na conservação ambiental do estado. Com 42 km de extensão, o percurso atravessa duas importantes Unidades de Conservação, Reserva de Desenvolvimento Sustentável (RDS) Vitória de Souzel e o Refúgio de Vida Silvestre (Revis) Tabuleiro do Embaubal, ambas gerenciadas pelo [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/12/trilha_aquatica-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>O Pará acaba de inaugurar sua primeira Trilha Aquática Xingu, um marco no turismo sustentável e na conservação ambiental do estado. Com 42 km de extensão, o percurso atravessa duas importantes Unidades de Conservação, Reserva de Desenvolvimento Sustentável (RDS) Vitória de Souzel e o Refúgio de Vida Silvestre (Revis) Tabuleiro do Embaubal, ambas gerenciadas pelo Ideflor-Bio. Essas áreas protegidas são conhecidas por sua rica biodiversidade, especialmente pela importância na proteção de quelônios amazônicos.</p>
<p>O trajeto interliga os municípios de Senador José Porfírio e Vitória do Xingu, na região sudoeste paraense, e é resultado de uma parceria entre o Ideflor-Bio, a Rede Brasileira de Trilhas de Longo Curso e a empresa Xingu Adventure. A iniciativa contou, ainda, com o trabalho de voluntários, como de Diego Barros, Helder Campina e Rômulo Santos, e do técnico do Ideflor-Bio, Átilla Mello.</p>
<blockquote><p>“A criação da Trilha Aquática Xingu abre uma porta imensa para o desenvolvimento da atividade turística, através das remadas, e é uma oportunidade gigantesca de atrair visitantes de dentro e fora do estado”, celebra Wyllyan Farias, um dos idealizadores da trilha.</p></blockquote>
<p>Além de oferecer um roteiro diferenciado de ecoturismo, a trilha também promove a interação sustentável com comunidades locais, como a de Pirarucucuara, que servirá de ponto de apoio para os aventureiros.</p>
<figure id="attachment_32498" aria-describedby="caption-attachment-32498" style="width: 591px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class=" wp-image-32498" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/12/trilha_aquatica2-300x200.jpg" alt="" width="591" height="394" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/12/trilha_aquatica2-300x200.jpg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/12/trilha_aquatica2-768x512.jpg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/12/trilha_aquatica2-150x100.jpg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/12/trilha_aquatica2-450x300.jpg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/12/trilha_aquatica2.jpg 800w" sizes="(max-width: 591px) 100vw, 591px" /><figcaption id="caption-attachment-32498" class="wp-caption-text">Foto: Helder Lana</figcaption></figure>
<p>Serviços como café da manhã, almoço e hospedagem são oferecidos por moradores da região, entre eles Carina Xavier e Benedita Ilene, que já começam a ver o potencial do projeto para o desenvolvimento local.</p>
<blockquote><p>“Nosso objetivo é integrar conservação ambiental e geração de renda para as comunidades, garantindo benefícios para todos os envolvidos”, destacou o presidente do Ideflor-Bio, Nilson Pinto.</p></blockquote>
<h3><strong>Conscientização ambiental</strong></h3>
<p>Além da beleza natural, a trilha busca conscientizar sobre a importância de preservação das áreas protegidas e da fauna aquática. O Tabuleiro do Embaubal, por exemplo, é uma das principais áreas de reprodução de quelônios na Amazônia. Já a RDS Vitória de Souzel reforça o manejo sustentável e a valorização cultural dos povos que vivem na região.</p>
<blockquote><p>“Iniciativas como essa são fundamentais para ampliar a conexão entre as pessoas e a natureza, além de integrar as trilhas aquáticas à Rede Nacional de Trilhas de Longo Curso, promovendo o Pará como destino internacional”, afirmou Júlio Meyer, gerente da Região Administrativa de Belém e diretor nacional da Rede Brasileira de Trilhas.</p></blockquote>
<p>Para operacionalizar o percurso, a Xingu Adventure oferece suporte técnico e logístico aos visitantes. Além disso, Nivaldo, morador da região, disponibiliza transporte de lancha para facilitar o deslocamento entre os trechos. O técnico Átilla Mello, do Ideflor-Bio, é o responsável por fornecer informações detalhadas e autorizações para acesso às Unidades de Conservação.</p>
<h3><strong>Envolvimento da comunidade</strong></h3>
<p>A comunidade local está diretamente envolvida no projeto, reforçando o modelo de turismo sustentável e participativo.</p>
<blockquote><p>“É uma iniciativa que traz não apenas turistas, mas também novas possibilidades de renda e valorização das tradições locais”, afirmou Nilson Pinto. Segundo ele, o planejamento do percurso priorizou a proteção ambiental e a inclusão social, dois pilares essenciais para o sucesso de iniciativas como essa.</p></blockquote>
<p>Os visitantes interessados em explorar a Trilha Aquática Xingu podem entrar em contato diretamente com os serviços locais. O apoio comunitário e a estrutura já preparada são diferenciais que prometem transformar o trajeto em uma experiência única. Para mais informações e reservas, o Ideflor-Bio disponibiliza o telefone de Átilla Mello, técnico responsável pela gestão da trilha.</p>
<p>Com o lançamento, a expectativa é que a trilha se torne um modelo de ecoturismo em toda a região amazônica, atraindo turistas nacionais e internacionais.</p>
<blockquote><p>“A criação da Trilha Aquática Xingu é mais um exemplo de como podemos aliar conservação e desenvolvimento, protegendo nossas riquezas naturais e, ao mesmo tempo, fortalecendo as comunidades locais”, finalizou Júlio Meyer.</p></blockquote>
<p>Serviços como o transporte fluvial e alimentação estão sendo fundamentais para integrar turistas e moradores. A Trilha Aquática Xingu já é um marco no turismo ambiental do Pará, abrindo caminhos não apenas pelo rio, mas também para o futuro do desenvolvimento sustentável.</p>
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		<item>
		<title>COP29: Acordo sobre turismo sustentável tem adesão de 50 países</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Nov 2024 15:09:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[COP29]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[turismo sustentável]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/11/COP29-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Na COP29, em Baku, pela primeira vez na história das conferências do clima da ONU o turismo foi tema de um dia inteiro de debates na programação oficial. Já não era sem tempo. Afinal, essa indústria responde por 3% do PIB global, mas também por 8,8% das emissões de gases do efeito estufa. O principal [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/11/COP29-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Na COP29, em Baku, pela primeira vez na história das conferências do clima da ONU o turismo foi tema de um dia inteiro de debates na programação oficial. Já não era sem tempo. Afinal, essa indústria responde por 3% do PIB global, mas também por 8,8% das emissões de gases do efeito estufa.</p>
<p>O principal resultado das discussões foi a assinatura de uma declaração multilateral para tornar a atividade mais sustentável. Segundo o <a href="https://valor.globo.com/mundo/cop29/noticia/2024/11/20/mais-de-50-pases-assinam-declarao-de-turismo-sustentvel-da-onu-durante-cop-29.ghtml" target="_blank" rel="noopener">Valor,</a> os mais de 50 países que assinaram a Ação Aprimorada sobre Turismo reconhecem a necessidade de incluir o setor em seus planos climáticos – em especial nas suas NDCs, que deverão ser atualizadas até fevereiro de 2025.</p>
<p>O setor de turismo responde por boa parte das receitas em moeda forte dos governos, especialmente de países emergentes. Porém, além de responder por uma parcela significativa das emissões globais, também é diretamente afetado por eventos climáticos extremos. “Agora entendemos que o futuro dos nossos negócios depende da sustentabilidade das nossas ações de hoje”, disse o chefe da agência de turismo do Azerbaijão, Kanan Gasimov.</p>
<p>Outras iniciativas foram lançadas na conferência para ampliar o engajamento do setor no combate às mudanças climáticas. Uma delas é um sistema apresentado pela World Sustainable Hospitality Alliance – que reúne 55 mil hotéis, com mais de 7 milhões de quartos – para medir e relatar dados como gases estufa, consumo de água, resíduos e uso de energia em todo o setor.</p>
<p>“Os dados coletados podem ajudar o setor e os viajantes a entenderem seus impactos no clima. Temos interesse adquirido na proteção de cada destino”, explicou o presidente da entidade, Glenn Mandziuk.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>Belém e arredores têm potencial para criar rotas turísticas com foco na natureza e na cultura</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Oct 2024 14:52:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[COP30]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[gastronomia]]></category>
		<category><![CDATA[museus]]></category>
		<category><![CDATA[turismo sustentável]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/01/Ilha-do-Combu-Credito-Ascom-Ideflor-bio-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A cidade de Cali, na Colômbia, que está recebendo a COP16, pode servir de inspiração para Belém, que, em 2025, será sede da COP30, em como promover as riquezas locais. A Secretaria de Turismo da cidade colombiana criou 20 Rotas Turísticas, com foco na natureza e na cultura, especialmente para o evento. &#8220;Partindo de Cali, [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/01/Ilha-do-Combu-Credito-Ascom-Ideflor-bio-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>A cidade de Cali, na Colômbia, que está recebendo a COP16, pode servir de inspiração para Belém, que, em 2025, será sede da<a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/voce-sabia-que-existem-tres-cops-diferentes-veja-quais-sao-e-a-importancia-de-cada-uma/" target="_blank" rel="noopener"> COP30</a>, em como promover as riquezas locais. A Secretaria de Turismo da cidade colombiana criou 20 Rotas Turísticas, com foco na natureza e na cultura, especialmente para o evento.</p>
<blockquote><p>&#8220;Partindo de Cali, temos 20 Roteiros Turísticos tendo o Parque Natural Nacional Farallones como joia da coroa, onde trabalhamos com as comunidades locais, mas também temos planos patrimoniais, gastronômicos e musicais que incluem a salsa que nos caracteriza. Isso garante que nos concentremos na promoção do destino e não nas empresas”, explicou a secretária de Turismo de Cali, Mábel Lara.</p></blockquote>
<p>Todas as informações e acessos aos Roteiros Turísticos COP16 estão disponíveis num site e num guia (físico e digital), que leva o nome da campanha turística: &#8220;Cali é onde você deve estar&#8221;. O guia traz ainda informações sobre restaurantes, discotecas, espectáculos, academias de salsa, museus  teatros, lojas de souvenirs, serviços médicos, hotéis, shoppings, servicços de transporte privado e guias de turismo.</p>
<p>Pensando na COP30, já dá pra imaginar as rotas turísticas que poderiam interessar os visitantes. Alinhados com o que  será discutido na Conferência do Clima da ONU, os roteiros de<a href="https://www.paraterraboa.com/economia/estrategia-de-impacto-socioambiental-impulsiona-turismo-na-regiao-do-rio-xingu/" target="_blank" rel="noopener"> turismo sustentável</a>, que unem <a href="https://www.paraterraboa.com/economia/roteiros-turisticos-buscam-explorar-encantos-pouco-conhecidos-do-oeste-do-para/" target="_blank" rel="noopener">experiências de imersão na floresta,</a> <a href="https://www.paraterraboa.com/economia/rota-turistica-valoriza-cadeia-produtiva-do-cacau-e-do-chocolate-na-regiao-da-transamazonica-e-xingu/" target="_blank" rel="noopener">gastronomia regional</a> e <a href="https://www.paraterraboa.com/cop30/turismo-sustentavel-pode-atrair-investimentos-e-aumento-da-competitividade/" target="_blank" rel="noopener">hospedagens diferenciadas</a>, podem ser bastante atraentes.</p>
<p>Nessa pegada, alguns roteiros já estão bem estabelecidos e podem ser ainda mais valorizados durante o evento. Um deles é o passeio pelos diversos restaurantes localizados no Combu e demais ilhas da capital. O deslocamento de apenas 10 minutos por barco é suficiente para deixar o concreto e o asfalto para trás e ficar em contato mais próximo com a natureza a partir do banho de rio, dos sons da floresta e da culinária típica. Além disso, espaços como a <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/fabrica-de-chocolate-na-ilha-combu-esta-preparada-para-receber-presidente-frances/">Filha do Combu, da Dona Nena</a>, oferecem experiências imersivas com trilhas ecológicas e contato com o processo de produção do chocolate nativo.</p>
<p>Quem tem espírito esportivo também pode aproveitar as opções de passeios com <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/grupo-de-canoagem-desbrava-rios-e-estimula-turismo-sustentavel-no-para/">prática de canoagem nos rios e igarapés da região</a>. Diferentes grupos e negócios locais costumam organizar roteiros em Belém e nos municípios próximos, promovendo o turismo sustentável e a educação ambiental. Outra parada obrigatória é no Parque do Utinga, um point para quem curte pedalar, fazer caminhadas, fazer trilhas e remar.</p>
<p>Já para conhecer a tradição e a diversidade cultural do Pará, uma porta de entrada é a música que é a atração em muitos eventos na capital. O carimbó, o brega, a guitarrada e os ritmos latinos dão o tom na programação do <a href="https://www.instagram.com/espacoculturalapoena/" target="_blank" rel="noopener">Espaço Cultural Apoena</a> e na Casa Apoena, atraindo em peso o público local e os turistas. As famosas festas de aparelhagem também são parte da agenda cultural da cidade e ocorrem com frequência nos diferentes bairros, da periferia ao centro.</p>
<p>Além disso, Belém conta com uma grande variedade de museus, galerias e centros culturais que expõem obras de diferentes artistas, épocas e movimentos. Dá pra fazer um longo tour por espaços como o Forte do Presépio, a Casa das Onze Janelas, o Museu de Arte Sacra, o Museu do Estado e o Museu de Belém, todos localizados apenas no bairro da Cidade Velha. Outras atrações imperdíveis são o Centur, o Museu Goeldi, o Memorial da Cabanagem e a Estação Cultural de Icoaraci.</p>
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		<title>Turismo sustentável pode atrair investimentos e aumento da competitividade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Aug 2024 14:05:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[COP30]]></category>
		<category><![CDATA[Agenda climática]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[gastronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Ilha do Combi]]></category>
		<category><![CDATA[Ilha do Murucutu]]></category>
		<category><![CDATA[imersão na floresta]]></category>
		<category><![CDATA[Sebrae]]></category>
		<category><![CDATA[turismo sustentável]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/01/Ilha-do-Combu-Credito-Ascom-Ideflor-bio-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Diferentes setores do turismo se unem para criar roteiros alinhados à agenda climática, em Belém, no Pará, com a união de experiências de imersão na floresta, gastronomia regional e a valorização de sistemas produtivos sustentáveis. A ideia das iniciativas é de aproveitar as oportunidades trazidas pelo turismo sustentável, como a atração de investimentos e aumento [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/01/Ilha-do-Combu-Credito-Ascom-Ideflor-bio-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Diferentes setores do <a href="https://www.paraterraboa.com/economia/para-recebe-r-390-milhoes-para-investimentos-em-infraestrutura-e-turismo/" target="_blank" rel="noopener">turismo</a> se unem para criar roteiros alinhados à agenda climática, em Belém, no Pará, com a união de <a href="https://www.paraterraboa.com/economia/roteiros-turisticos-buscam-explorar-encantos-pouco-conhecidos-do-oeste-do-para/" target="_blank" rel="noopener">experiências de imersão na floresta,</a> <a href="https://www.paraterraboa.com/economia/rota-turistica-valoriza-cadeia-produtiva-do-cacau-e-do-chocolate-na-regiao-da-transamazonica-e-xingu/" target="_blank" rel="noopener">gastronomia regional</a> e a valorização de sistemas produtivos sustentáveis. A ideia das iniciativas é de aproveitar as oportunidades trazidas pelo <a href="https://www.paraterraboa.com/economia/estrategia-de-impacto-socioambiental-impulsiona-turismo-na-regiao-do-rio-xingu/" target="_blank" rel="noopener">turismo sustentável,</a> como a atração de investimentos e aumento da competitividade, e também de superar os desafios de articulação entre os atores que participam das duas agendas.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1607683&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1607683&amp;o=node" /></p>
<p>O empreendedor do setor de hospedagem, Parys Fonseca, criou um modelo de negócio que une a experiência de imersão na floresta Amazônica à hospedagem sustentável. A partir de uma consulta ao Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) do Pará, ele conheceu uma estrutura modular reciclável, que além de causar menos impacto ambiental por um custo menor, ainda mantém a temperatura do ambiente estável, sem necessidade de refrigeração artificial.</p>
<blockquote><p>“O processo de instalação foi muito rápido, em duas semanas eu já estava alugando para hospedagem. E eu achei ele mais interessante, porque a obra foi mais simples, o módulo se adequa ao ambiente e também é termoacustico”, diz.</p></blockquote>
<figure id="attachment_30164" aria-describedby="caption-attachment-30164" style="width: 615px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-30164" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/08/hospedagem_sustetnavel-300x179.webp" alt="" width="615" height="367" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/08/hospedagem_sustetnavel-300x179.webp 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/08/hospedagem_sustetnavel-1024x613.webp 1024w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/08/hospedagem_sustetnavel-768x459.webp 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/08/hospedagem_sustetnavel-150x90.webp 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/08/hospedagem_sustetnavel-450x269.webp 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2024/08/hospedagem_sustetnavel.webp 1170w" sizes="(max-width: 615px) 100vw, 615px" /><figcaption id="caption-attachment-30164" class="wp-caption-text">O empreendedor Parys Fonseca criou um modelo de negócio que une a experiência de imersão na floresta Amazônica à hospedagem sustentável na Ilha do Murucutu. Foto: Parys Fonseca</figcaption></figure>
<p>Localizado na Ilha do Murucutu, uma das 42 que integram o território da capital paraense, o empreendimento de Parys consegue oferecer aos visitantes não apenas uma oportunidade de dormir imerso na floresta amazônica, como experiências gastronômicas com produtos regionais e originários de cadeia produtiva sustentável existente na região.</p>
<blockquote><p>“O próximo passo é também criar uma rota para que os turistas conheçam a cadeia produtiva do palmito do açaí, assim como já existe a do cacau na<a href="https://www.paraterraboa.com/economia/turismo-de-base-comunitaria-aposta-na-valorizacao-das-tradicoes-paraenses/" target="_blank" rel="noopener"> Ilha do Combu.</a> E o Sebrae tá me dando esse apoio de treinamento, gestão e tem sido fundamental para os moradores, os ribeirinhos e os empreendedores da região”, diz.</p></blockquote>
<h3>COP30 antecipou alinhamento</h3>
<p>De acordo com o diretor- superintendente do Sebrae no Pará, Rubens Magno, a escolha de Belém como sede para a <a href="https://www.paraterraboa.com/economia/cop30-e-oportunidade-de-ouro-para-expansao-do-turismo-no-para/" target="_blank" rel="noopener">30ª Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP30)</a> em 2025 antecipou o alinhamento das agendas na região.</p>
<blockquote><p>“O evento destacou a importância da Amazônia e incentivou discussões sobre práticas sustentáveis e adaptação às mudanças climáticas. Isso gerou uma maior conscientização entre empresários e gestores públicos sobre a necessidade de integrar a sustentabilidade nas atividades turísticas, promovendo um modelo de turismo mais responsável e alinhado com as metas climáticas globais.”</p></blockquote>
<p>A articulação entre esses diferentes atores do<a href="https://www.paraterraboa.com/economia/para-tem-expansao-do-turismo-e-da-rede-hoteleira-afirma-fapespa/" target="_blank" rel="noopener"> turismo</a> e da sustentabilidade e uma agenda climática clara para o setor foram desafios apontados em um diagnóstico elaborado pela Câmara Temática de Sustentabilidade e Ações Climáticas do Conselho Nacional de Turismo (CNT), na construção do Plano de Adaptação Climática para o Turismo. Por outro lado, o turismo sustentável também traz oportunidades apontadas no documento, como oportunidade de parcerias atraídas pela lógica ganha-ganha e a possibilidade de agregar valor aos destinos.</p>
<p>O diagnóstico foi uma das ferramentas que subsidiou o Plano Nacional de Turismo para o quadriênio 2024-2027, publicado nesta terça-feira (13), no <a href="https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/decreto-n-12.136-de-9-de-agosto-de-2024-577609987" target="_blank" rel="noopener"><em>Diário Oficial da União</em></a>.</p>
<p>Além de estabelecer as diretrizes para as ações que visam tornar o Brasil, “o país que mais recebe turistas na América do Sul até 2027”, também traz os princípios que orientam suas ações, como cooperação, inserção produtiva das pessoas, regionalização, transformação digital e sustentabilidade.</p>
<p>De acordo com o Ministério do Turismo, esses princípios estarão presentes em todos os 20 programas previstos no plano e que foram apresentados durante a <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2024-08/governo-quer-atrair-81-milhoes-de-turistas-internacionais-ate-2027" target="_blank" rel="noopener">8ª edição do Salão do Turismo: Conheça o Brasil</a>, no Rio de Janeiro.</p>
<h3>Metas</h3>
<p>A expectativa é fazer com que a política pública no Brasil possa aumentar de 312 para 400 o número de municípios turísticos no país e também incrementar os postos de trabalho do setor, o número de viagens entre os brasileiros e também o turismo de estrangeiros no país, além de aumentar de US$ 6,6 para US$ 8,1 bilhões, ao ano, a receita gerada pelos visitantes internacionais no Brasil.</p>
<p>“Todo esse trabalho será fundamental para posicionar o Brasil entre as principais lideranças na promoção de um turismo sustentável, de baixo impacto ambiental e com responsabilidade social&#8221;, declarou o ministro do Turismo, Celso Sabino.</p>
<p class="alt-font font-italic my-2 small text-info"><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
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