<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>tucupi &#8211; Pará Terra Boa</title>
	<atom:link href="https://www.paraterraboa.com/tag/tucupi/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.paraterraboa.com</link>
	<description>Um site para a gente boa desta terra</description>
	<lastBuildDate>Fri, 10 Apr 2026 03:18:10 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.0</generator>

<image>
	<url>https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/05/cropped-512x512px-32x32.png</url>
	<title>tucupi &#8211; Pará Terra Boa</title>
	<link>https://www.paraterraboa.com</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Shoyu amazônico: a sacada que elevou as vendas de empresa paraense em 35%</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/gente-da-terra/shoyu-amazonico-a-sacada-que-elevou-as-vendas-de-empresa-paraense-em-35/</link>
					<comments>https://www.paraterraboa.com/gente-da-terra/shoyu-amazonico-a-sacada-que-elevou-as-vendas-de-empresa-paraense-em-35/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tereza Coelho]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Apr 2026 14:12:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GENTE DA TERRA]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[mandioca]]></category>
		<category><![CDATA[Manioca]]></category>
		<category><![CDATA[PRINCIPAL]]></category>
		<category><![CDATA[Shoyu Amazônico]]></category>
		<category><![CDATA[tucupi]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.paraterraboa.com/?p=41861</guid>

					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/04/IMG_4609-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Por Tereza Coelho Ícone da gastronomia do Norte, o tucupi está no centro de um movimento de expansão de mercado liderado por empreendedores paraenses. O insumo, que transita entre pratos ancestrais e releituras modernas, destaca-se por reunir os quatro sabores básicos ao umami, oferecendo uma versatilidade única. A aposta da Manioca, segundo a CEO e [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2026/04/IMG_4609-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><em>Por Tereza Coelho</em></p>
<p>Ícone da gastronomia do Norte, o tucupi está no centro de um movimento de expansão de mercado liderado por empreendedores paraenses. O insumo, que transita entre pratos ancestrais e releituras modernas, destaca-se por reunir os quatro sabores básicos ao umami, oferecendo uma versatilidade única.</p>
<p>A aposta da Manioca, segundo a CEO e cofundadora Joanna Martins, é transformar esse patrimônio regional em um item de consumo diário em todo o País. O resultado dessa estratégia é o &#8220;shoyu amazônico&#8221;.</p>
<blockquote><p>&#8220;Sempre tivemos o sonho de popularizar os produtos da culinária amazônica para as mesas do Brasil, mas a sacada do ‘shoyu amazônico’ veio inteiramente dos clientes. O que nós fizemos foi abrir a cabeça e pensar em como aplicar essa sugestão no mercado de uma forma direta e eficiente&#8221;, explica ao <strong>Pará Terra Boa</strong>.</p></blockquote>
<p>O shoyu amazônico é feito a partir do tucupi preto, um extrato derivado da mandioca, fruto de um longo processo de fermentação e redução. Para chegar nele, é necessário cozinhar o tucupi amarelo por até 72 horas.</p>
<p>A redução é tão extrema que 40 litros de tucupi amarelo rendem entre 2 e 4 litros de tucupi preto, uma pasta densa e de sabor intenso.</p>
<p>Apesar do sabor e da história, o tucupi preto enfrentava um desafio comercial: a barreira do uso. Para o público de fora da Amazônia, o produto concentrado gerava dúvidas que limitavam seu consumo a chefs e entusiastas da culinária.</p>
<blockquote><p>&#8220;Vendíamos em uma embalagem bem parecida com a do shoyu, mas era só o tucupi concentrado. Quem já é daqui da região ou trabalha com sabores já sabe como usar, mas quando apresentávamos para o público de fora, sempre aparecia alguma dúvida de como aplicar nas receitas. Para facilitar, <a href="https://blog.maniocabrasil.com.br/" target="_blank" rel="noopener">chegamos a criar um blog para ensinar receitas com o tucupi preto</a>&#8220;, relembra.</p></blockquote>
<p>O ponto de virada veio da voz do próprio cliente. A reação ao paladar era unânime: &#8216;Nossa, parece shoyu&#8217;. Essa percepção recorrente virou o estalo estratégico da equipe de planejamento.</p>
<p>Se o mercado já estava familiarizado com o molho de soja, o caminho para popularizar o ativo amazônico era assumir essa identidade. Joanna ajustou a fórmula, manteve a embalagem e reposicionou a comunicação. O resultado foi imediato: o &#8216;shoyu amazônico&#8217; estreou com um salto de 35% nas vendas logo no primeiro ano.&#8221;</p>
<h3>Reconhecimento e aceitação do público</h3>
<p>Mesmo com a nova roupagem, a essência do produto permanece fiel à tradição, o que se reflete no rótulo. Enquanto os molhos de soja industriais carregam até 12 ingredientes, o &#8216;shoyu amazônico&#8217; utiliza apenas três — mandioca, água e sal. Esse conceito de clean label (rótulo limpo) atrai consumidores atentos e abre portas para quem busca saúde sem abrir mão da identidade regional.</p>
<p>Aflaviana Ribeiro, que vende comidas típicas há mais de 35 anos em Belém, conta ao <strong>Pará Terra Boa</strong> que mesmo que o tucupi já esteja presente nas suas receitas, o shoyu conquistou o paladar dela e dos seus clientes.</p>
<blockquote><p>“Embora a gente trabalhe com comida tradicional, volta e meia estamos em eventos onde conhecemos produtos novos. O tucupi preto já é um velho conhecido da gente, mas essa roupagem de shoyu deixou as coisas mais interessantes porque fica mais fácil de servir na mesa, vira uma opção de molho para aquele cliente que possui algum tipo de restrição alimentar, e a gente não leva tanto tempo explicando o que é”, conta.</p></blockquote>
<p>A empreendedora conta que, especialmente durante a COP30, precisou investir mais em produtos alternativos, mas que preservassem a identidade regional, pois o evento global trouxe consumidores ávidos por experimentar a culinária amazônica.</p>
<blockquote><p>“Precisei ser mais didática e trabalhar a acessibilidade. Algumas pessoas vêm comer um salgado ou provar um vatapá sem conhecer a fundo todos os ingredientes. Aí fizemos esse trabalho de explicar com detalhes a composição de cada receita, dos nossos temperos tradicionais e fazer adaptações caso a pessoa não queira algo de origem animal ou não possa consumir corantes, por exemplo”, explica.</p></blockquote>
<p>Já a técnica de enfermagem Larissa Santos conta que conheceu o &#8216;shoyu amazônico&#8217; após a mãe passar por uma cirurgia e precisar mudar os hábitos alimentares.</p>
<blockquote><p>“Ela não pode mais consumir molhos com muitos conservantes, corantes e excesso de sal. Aí fui em um supermercado com mais opções de produtos saudáveis e fui lendo rótulo por rótulo. Quando li que era a base de tucupi já amei, porque ela ama tucupi”, relembra.</p></blockquote>
<p>Larissa diz que a aceitação em casa foi tranquila e trouxe uma segurança devido à lista de ingredientes mais limpa, algo também apontado por Aflaviana.</p>
<blockquote><p>“Cozinhar em casa no geral é mais seguro para controlar uso de gordura e sal, mas usar temperos que também ajudam nisso é um alívio no dia a dia”, diz Larissa.</p></blockquote>
<h3>Valorizando origens</h3>
<p>A mandioca é responsável por cerca de 80% do portfólio da Manioca. No entanto, a empresa ainda encontra dificuldade, especialmente na oferta consistente de matéria-prima.</p>
<blockquote><p>&#8220;Existem as safras e períodos de produtos de maior e menor qualidade. Observamos que os SAFs (Sistemas Agroflorestais) ajudam a manter a produtividade com qualidade elevada, então entramos como parceiros dos nossos fornecedores para valorizar o produto e gerar laços ainda mais profundos e transparentes com as práticas sustentáveis que sustentam nossa produção&#8221;, explica.</p></blockquote>
<p>Como resposta a esse gargalo, a Manioca lançou o Programa Raízes, braço estratégico de fortalecimento da agricultura familiar que oferece suporte técnico para elevar a produtividade e diversificar as culturas locais.</p>
<p>Hoje, a iniciativa abraça 23 famílias, responsáveis por fornecer anualmente cerca de 140 toneladas de insumos. O modelo consolida uma relação de valor compartilhado: a empresa assegura a compra e a evolução técnica no campo, enquanto os agricultores entregam matérias-primas de excelência, elevando o padrão do produto final.</p>
<blockquote><p>&#8220;São agricultores familiares, então essa famílias vivem inteiramente da produção agrícola o ano inteiro. Quando criamos essa parceria, garantimos não só um produto de qualidade, como também garantimos que eles saberão resistir ao assédio de práticas predatórias no campo, que lá na frente vão gerar degradação e benefícios muito menores do que uma agricultura sustentável a longo prazo&#8221;, comenta.</p></blockquote>
<p>A principal aposta do projeto é reposicionar a Amazônia como fonte de soluções alimentares contemporâneas, capazes de dialogar com tendências globais de sustentabilidade e rastreabilidade. Tudo isso levando o sabor da Amazônia ao cotidiano dos brasileiros.</p>
<blockquote><p>&#8220;Hoje em dia, quando nós abordam nos eventos, quase sempre o &#8216;shoyu&#8217; é o principal gancho. Parte das pessoas acha que existe uma matemática muito complicada por trás, mas não: é a prova viva do melhor que a natureza pode oferecer, sem aditivos, corantes e aqueles ingredientes esquisitos. O &#8216;shoyu&#8217; é o carro chefe da integração entre o umami amazônico e a tecnologia com uma lista limpa de ingredientes&#8221;, diz.</p></blockquote>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.paraterraboa.com/gente-da-terra/shoyu-amazonico-a-sacada-que-elevou-as-vendas-de-empresa-paraense-em-35/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Aqui é Pará: Açaí, tucupi e maniçoba são liberados na COP30</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/cop30/aqui-e-para-acai-tucupi-e-manicoba-sao-liberados-na-cop30/</link>
					<comments>https://www.paraterraboa.com/cop30/aqui-e-para-acai-tucupi-e-manicoba-sao-liberados-na-cop30/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 17 Aug 2025 21:57:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[COP30]]></category>
		<category><![CDATA[açaí]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[edital]]></category>
		<category><![CDATA[maniçoba]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério do Tursmo]]></category>
		<category><![CDATA[Organização dos Estados Ibero-americanos]]></category>
		<category><![CDATA[tucupi]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.paraterraboa.com/?p=36128</guid>

					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/06/prato-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Os paraenses podem respirar aliviados! Após a repercussão negativa de um edital que proibia alimentos locais, a organização da COP30 publicou uma errata, permitindo que pratos típicos do Pará, como o açaí, o tucupi e a maniçoba, sejam servidos nos restaurantes oficiais do evento que acontece em novembro em Belém. A mudança ocorreu após a [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/06/prato-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Os paraenses podem respirar aliviados! Após a repercussão negativa<a href="https://www.paraterraboa.com/cop30/edital-proibe-venda-de-acai-tucupi-e-manicoba-na-cop30/" target="_blank" rel="noopener"> de um edital que proibia alimentos locais,</a> a organização da COP30 publicou uma errata, permitindo que pratos típicos do Pará, como o <a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/pode-tomar-acai-a-noite-conheca-os-mitos-e-verdades-do-consumo-da-fruta/" target="_blank" rel="noopener">açaí</a>, o tucupi e a <a href="https://www.paraterraboa.com/cultura/por-que-manicoba-demora-pelo-menos-7-dias-para-ficar-pronta/" target="_blank" rel="noopener">maniçoba</a>, sejam servidos nos restaurantes oficiais do evento que acontece em novembro em Belém. A mudança ocorreu após a intervenção do governo federal, por meio do ministro do Turismo, Celso Sabino.&lt;</p>
<blockquote><p>&#8220;O ministro entrou na articulação com chefes de cozinha paraenses para garantir que pratos e ingredientes típicos da culinária paraense como maniçoba, açaí e yucupi tenham espaço na COP30&#8221;, diz a nota do Ministério do Turismo, publicado no sábado, 16.</p></blockquote>
<div id="e6e1bb78c78345ae" class="conversation-container message-actions-hover-boundary ng-star-inserted">
<div class="response-container ng-tns-c1966276557-102 response-container-with-gpi ng-star-inserted">
<div class="presented-response-container ng-tns-c1966276557-102">
<div class="response-container-content ng-tns-c1966276557-102">
<div class="response-content ng-tns-c1966276557-102">
<div id="model-response-message-contentr_e6e1bb78c78345ae" class="markdown markdown-main-panel enable-updated-hr-color" dir="ltr">
<p>A Organização dos Estados Ibero-americanos (OEI), responsável pelo edital, informou que,  após análise técnica,  foi publicada uma errata para incorporar a culinária paraense. O detalhamento da oferta de alimentos no evento será realizado após a seleção dos fornecedores.</p>
<p>Agora, o texto busca valorizar a participação de cooperativas e grupos historicamente ligados à produção de alimentos sustentáveis e à sociobiodiversidade, como comunidades indígenas e quilombolas. Além disso, o edital exige que ao menos 30% dos insumos sejam provenientes da agricultura familiar.</p>
<p>A polêmica começou quando a OEI publicou o edital para selecionar os estabelecimentos que atuarão na COP30. O texto original listava, em uma tabela, alimentos e bebidas considerados de alto risco de contaminação e, por isso, estariam proibidos nos espaços do evento. Entre eles, estavam o açaí, <a href="https://www.paraterraboa.com/cultura/manicoba-e-pato-no-tucupi-sao-declarados-patrimonios-culturais-do-para/" target="_blank" rel="noopener">o tucupi e a maniçoba.</a></p>
<blockquote><p>O Ministério do Turismo destaca que Belém é reconhecida c<a href="https://www.paraterraboa.com/cultura/belem-tem-setima-melhor-gastronomia-no-mundo-afirma-revista-internacional/" target="_blank" rel="noopener">omo cidade criativa da Gastronomia pela Unesco e este ano recebeu o prêmio pela publicação Lonely Planet</a> &#8211; maior editora de guias de viagem do mundo, como única cidade brasileira entre as 10 melhores gastronomias do mundo&#8221;, diz a nota.</p></blockquote>
<p><strong>LEIA MAIS:</strong></p>
<p><strong><a href="https://www.paraterraboa.com/cop30/edital-proibe-venda-de-acai-tucupi-e-manicoba-na-cop30/" target="_top">Edital proíbe venda de açaí, tucupi e maniçoba na COP30</a></strong></p>
<p><strong><a href="https://www.paraterraboa.com/cultura/belem-tem-setima-melhor-gastronomia-no-mundo-afirma-revista-internacional/" target="_top">Belém tem sétima melhor gastronomia no mundo, segundo revista internacional</a></strong></p>
<p><strong><a href="https://www.paraterraboa.com/cultura/por-que-manicoba-demora-pelo-menos-7-dias-para-ficar-pronta/" target="_top">Por que maniçoba demora pelo menos 7 dias para ficar pronta?</a></strong></p>
<p><strong><a href="https://www.paraterraboa.com/cultura/manicoba-e-pato-no-tucupi-sao-declarados-patrimonios-culturais-do-para/" target="_top">Maniçoba e pato no tucupi são declarados patrimônios culturais do Pará</a></strong></p>
<p><strong><a href="https://www.paraterraboa.com/agricultura/dia-do-acai-para-aposta-no-fortalecimento-da-cadeia-produtiva-sustentavel-do-fruto/" target="_top">Dia do Açaí: Pará aposta no fortalecimento da cadeia produtiva sustentável do fruto</a></strong></p>
<p><strong><a href="https://www.paraterraboa.com/meio-ambiente/pode-tomar-acai-a-noite-conheca-os-mitos-e-verdades-do-consumo-da-fruta/" target="_top">Reconhecido como uma das melhores frutas do mundo, açaí também faz bem para a saúde?</a></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.paraterraboa.com/cop30/aqui-e-para-acai-tucupi-e-manicoba-sao-liberados-na-cop30/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Edital proíbe venda de açaí, tucupi e maniçoba na COP30</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/cop30/edital-proibe-venda-de-acai-tucupi-e-manicoba-na-cop30/</link>
					<comments>https://www.paraterraboa.com/cop30/edital-proibe-venda-de-acai-tucupi-e-manicoba-na-cop30/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Aug 2025 15:03:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[COP30]]></category>
		<category><![CDATA[açaí]]></category>
		<category><![CDATA[contaminação]]></category>
		<category><![CDATA[maniçoba]]></category>
		<category><![CDATA[Organização dos Estados Ibero-americanos]]></category>
		<category><![CDATA[tucupi]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.paraterraboa.com/?p=36111</guid>

					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/08/acai_tucupi_manicoba-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Um edital voltado para a seleção de quiosques e restaurantes que atuarão na 30º edição da Conferência das Partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre a Mudança do Clima (COP-30), em Belém, trouxe surpresa para os paraenses: a venda de diversos itens típicos do estado, como açaí, tucupi e maniçoba, estão proibidas nos espaços. A [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/08/acai_tucupi_manicoba-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Um edital voltado para a seleção de quiosques e restaurantes que atuarão na 30º edição da Conferência das Partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre a Mudança do Clima (COP-30), em Belém, trouxe surpresa para os paraenses: a venda de diversos itens típicos do estado, como açaí, tucupi e maniçoba, estão proibidas nos espaços.</p>
<p>A justificativa para a decisão são as chances de contaminação. No caso do açaí, a proibição se deve ao “risco de contaminação por Trypanosoma cruzi (causador da doença de Chagas)”, já no caso do tucupi e maniçoba, a proibição é motivada pelo risco de toxinas naturais em caso de erros de preparação ou não pasteurização. Confira a lista completa de alimentos proibidos abaixo.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-36119 aligncenter" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/08/lista_edital-cop30-e1755270126560-300x170.jpeg" alt="" width="665" height="377" srcset="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/08/lista_edital-cop30-e1755270126560-300x170.jpeg 300w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/08/lista_edital-cop30-e1755270126560-1024x580.jpeg 1024w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/08/lista_edital-cop30-e1755270126560-768x435.jpeg 768w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/08/lista_edital-cop30-e1755270126560-150x85.jpeg 150w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/08/lista_edital-cop30-e1755270126560-450x255.jpeg 450w, https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2025/08/lista_edital-cop30-e1755270126560.jpeg 1037w" sizes="(max-width: 665px) 100vw, 665px" />O assunto chamou a atenção após a Organização dos Estados Ibero-americanos (OEI) publicar nesta semana o edital com as regras para a seleção de operadores de restaurantes e quiosques que funcionarão durante a Conferência nos espaços do Parque da Cidade.</p>
<p>Segundo o governo do Pará, a OEI é a responsável por fazer as contratações graças a uma parceria firmada com o governo federal, afirmou o Estadão Agro. A OEI, por sua vez, disse ao jornal que “segue diretrizes técnicas rigorosas” e as restrições colocadas aos alimentos são para “assegurar a saúde” dos participantes.</p>
<p>Ao todo, o Parque da Cidade terá 87 estabelecimentos para comercialização e fornecimentos de alimentos entre pratos, lanches e bebidas. 50 estarão na Blue Zone e 37 na Green Zone.</p>
<p>Mesmo com a restrição de itens regionais e outros com potencial de risco, as orientações gerais é de que ao menos 30% do valor total dos insumos adquiridos sejam provenientes da agricultura familiar e que os itens à venda tenham preços acessíveis, sujeitos a análise da OEI.</p>
<p>Os estabelecimentos selecionados terão que informar as origens dos produtos para que a OEI faça a verificação e rastreamento da origem dos alimentos, assim como oferecer as seguintes opções:</p>
<ul>
<li>Ofertar cardápios com opções veganas, vegetarianas, sem glúten e sem lactose, além de pratos adaptados a restrições religiosas, como alimentos halal e kosher;</li>
<li>Priorizar refeições à base de plantas, adotando como padrão preparações com vegetais, legumes, frutas e grãos;</li>
<li>Incentivar a redução gradual do consumo de produtos de origem animal, dando foco “especial na diminuição da carne vermelha”.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.paraterraboa.com/cop30/edital-proibe-venda-de-acai-tucupi-e-manicoba-na-cop30/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Empresa valoriza ingredientes amazônicos e faz &#8216;carne&#8217; com fibra de caju</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/gente-da-terra/empresa-valoriza-ingredientes-amazonicos-e-faz-carne-com-fibra-de-caju/</link>
					<comments>https://www.paraterraboa.com/gente-da-terra/empresa-valoriza-ingredientes-amazonicos-e-faz-carne-com-fibra-de-caju/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ivana Guimarães]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 10 Sep 2022 12:48:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GENTE DA TERRA]]></category>
		<category><![CDATA[Amazonika]]></category>
		<category><![CDATA[fibra]]></category>
		<category><![CDATA[fibra de caju]]></category>
		<category><![CDATA[foodtech]]></category>
		<category><![CDATA[Origens Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[patauá]]></category>
		<category><![CDATA[tucupi]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.paraterraboa.com/?p=12368</guid>

					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/09/fruit-g06ddc9803_1280-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Por Ivana Guimarães “Ajudar a curar um problema de desperdício e trazer alimentação saudável através de ingredientes únicos da floresta”, esses foram os motivos para a criação da Amazonika Mundi, empresa que produz alimentos, como hambúrguer e almôndega, com carne vegetal a partir da fibra do caju e outros componentes amazônicos.  O nome da marca [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/09/fruit-g06ddc9803_1280-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><em>Por Ivana Guimarães</em></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Ajudar a curar um problema de desperdício e trazer alimentação saudável através de ingredientes únicos da floresta”, esses foram os motivos para a criação da Amazonika Mundi, empresa que produz alimentos, como hambúrguer e almôndega, com carne vegetal a partir da fibra do caju e outros componentes amazônicos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O nome da marca já deixa claro que os temperos da Amazônia trazem um diferencial e atraem um público pelo Brasil afora apaixonado por ingredientes como tucupi, açaí e óleo de patauá. E para entender mais sobre essa valorização dos nossos sabores, o <strong>Pará Terra Boa</strong> conversou com Thiago Rosolem, CEO e cofundador da <em>foodtech</em> (nome dado às empresas que trabalham com novas tecnologias para revolucionar o setor alimentício).</span></p>
<h3><b>Bagaço de caju</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Thiago conta que a ideia de manter a floresta em pé e ser mais uma voz a favor da preservação ambiental por meio de um alimento estava presente desde o início do projeto. </span></p>
<blockquote><p><span style="font-weight: 400;">&#8220;A Amazonika Mundi surgiu da nossa ideia de trabalhar com ingredientes da floresta. Nós utilizamos o bagaço do caju que era descartado pelas indústrias de beneficiadores do suco num projeto junto à Embrapa. A gente tem o desperdício do caju e esse problema gigantesco na Amazônia que precisa passar por uma conscientização das pessoas&#8221;, contou. </span></p></blockquote>
<p>Além de valorizar o que a terra dá, o empresário destaca a importância de gerar renda para a população local.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Então não tinha porque a gente fazer produtos sem ingredientes daqui, não dando valor ao nosso povo, sabe? Aí todo mundo pergunta pra gente sobre dificuldade com logística, nós temos essas barreiras, mas vale a pena porque você está entregando algo de valor para os consumidores, para a floresta e para as pessoas que sobrevivem dela. O Brasil é um contrassenso, né? A gente acredita que é o celeiro do mundo na alimentação e tem gente passando fome aqui, isso é uma coisa que a gente tenta ajudar a melhorar.&#8221;</span></p>
<h3><b>Temperos da Amazônia</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Sobre os ingredientes amazônicos que eles utilizam, Thiago explica que a diversidade de sabores é grande. </span></p>
<blockquote><p><span style="font-weight: 400;">&#8220;A gente usa o óleo de sacha inchi, óleo de patauá, farinha de babaçu, pimenta sissi e fizemos um trabalho ano passado com cogumelo Yanomami. Nós também trabalhamos com o extrato do açaí, o feijão manteiguinha, a farinha de Bragança e o tucupi. Hoje são 2 mil famílias que a gente consegue contribuir.&#8221;</span></p></blockquote>
<h3><b>Parceria</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Para dar respaldo na compra desses produtos, a marca tem parceria com a empresa Origens Brasil.   </span></p>
<blockquote><p><span style="font-weight: 400;">&#8220;Eles garantem a rastreabilidade do processo. Então, assim, eu faço um contrato com uma comunidade indígena e a Origens dá para eles um suporte jurídico, passa as quantidades que eu vou comprar por ano e garante essa transparência na negociação. Eles atuam desde a logística ao suporte jurídico e ao preço tratado. A Origens ajuda a garantir essa transparência&#8221;, conta.</span></p></blockquote>
<h3><b>Receptividade no Sudeste</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Thiago relata que especiarias como o óleo de patauá estão cada vez mais populares na culinária do Sudeste.  </span></p>
<blockquote><p><span style="font-weight: 400;">&#8220;Alguns chefs de cozinha começaram a me pedir amostras de óleo de patauá para eles testarem em pratos. Eu acho que a difusão do produto é importante para as pessoas conhecerem, né? A biodiversidade que existe é gigantesca&#8221;, diz.</span></p></blockquote>
<h3><b>Por que a fibra do caju?</b><span style="font-weight: 400;"> </span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">E ao invés de escolher opções mais comuns utilizadas nesse tipo de mercado, como o grão de bico e a beterraba, Thiago diz que eles optaram pelo caju com o objetivo de combater o desperdício já existente. </span></p>
<blockquote><p><span style="font-weight: 400;">&#8220;São 560 mil toneladas jogados fora por ano. Como é que você joga alimento fora? Então a gente tinha que usar algo que fizesse sentido dentro da nossa missão. Pensamos em usar jaca, mas ela não é uma fruta nacional&#8221;, reflete.</span></p></blockquote>
<h3><b>Produtos de plantas </b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Para o co-fundador da Amazonika Mundi, o movimento dos frigoríficos nacionais de investir em produtos de planta é positivo por ajudar a solidificar o mercado. Porém, ele acredita que eles podem buscar algo mais saudável para as pessoas, e não só trocar a proteína animal por vegetal. Thiago também aponta que os brasileiros têm reduzido cada vez mais o consumo de carne. </span></p>
<blockquote><p><span style="font-weight: 400;">&#8220;A gente sabe que a digestão da proteína animal é muito mais lenta do que a da vegetal, né?  Nós nunca fomos tão carnívoros assim como humanidade. Então, quando você faz uma refeição a base de proteína vegetal você tem uma sensação de bem estar maior&#8221;, avalia.</span></p></blockquote>
<h3><b>Economia regenerativa da floresta</b></h3>
<p>Sobre a relação da empresa com a natureza e os povos originários, ele finaliza:</p>
<blockquote><p><span style="font-weight: 400;">&#8220;A gente utiliza a bioeconomia. A biotecnologia em uma economia regenerativa da floresta, partindo do ponto de que é melhor manter a floresta em pé do que deitada. Então, a gente pratica esse extrativismo regenerativo, </span><span style="font-weight: 400;">fazendo questão de saber como o ingrediente é extraído e o quanto que preserva de floresta. Uma relação transparente de utilização de ingredientes para uma economia regenerativa para a floresta&#8221;.</span></p></blockquote>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.paraterraboa.com/gente-da-terra/empresa-valoriza-ingredientes-amazonicos-e-faz-carne-com-fibra-de-caju/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Maniçoba e pato no tucupi são declarados patrimônios culturais do Pará</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/cultura/manicoba-e-pato-no-tucupi-sao-declarados-patrimonios-culturais-do-para/</link>
					<comments>https://www.paraterraboa.com/cultura/manicoba-e-pato-no-tucupi-sao-declarados-patrimonios-culturais-do-para/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jun 2022 15:37:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[gastronomia]]></category>
		<category><![CDATA[maniçoba]]></category>
		<category><![CDATA[patrimônios culturais de natureza imaterial]]></category>
		<category><![CDATA[tucupi]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.paraterraboa.com/?p=10695</guid>

					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/06/prato-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Dois exemplares da autêntica gastronomia do Pará, a maniçoba e o pato no tucupi, agora são patrimônios culturais de natureza imaterial do Estado do Pará. A medida foi sancionada pelo governador Helder Barbalho e publicada no Diário Oficial do Estado (DOE) de segunda-feira, 6/06. A maniçoba se tornou patrimônio cultural de natureza imaterial pela Lei [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/06/prato-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Dois exemplares da autêntica gastronomia do Pará, a maniçoba e o pato no tucupi, agora são patrimônios culturais de natureza imaterial do Estado do Pará. A medida foi sancionada pelo governador Helder Barbalho e publicada no Diário Oficial do Estado (DOE) de segunda-feira, 6/06.</p>
<p>A maniçoba se tornou patrimônio cultural de natureza imaterial pela Lei nº 9.601/2022, e o pato no tucupi por meio da Lei estadual nº 9.606/2022. As regulamentações foram aprovadas pela Assembleia Legislativa do Pará (Alepa) no mês de maio.</p>
<p>A maniçoba é um prato de origem indígena, típico da culinária paraense. Tem como principal ingrediente a maniva, a folha da mandioca moída. Em seu preparo, as folhas da mandioca são moídas e cozidas por aproximadamente uma semana. Depois, são acrescidas a elas carnes de porco e bovina, e outros ingredientes defumados e salgados. A maniçoba é servida acompanhada de arroz branco, farinha de mandioca e pimenta.</p>
<p>O pato com tucupi é elaborado com tucupi, líquido de cor amarela extraído da raiz da mandioca brava, e com jambu, erva típica da região Norte. Pode ser acompanhado por arroz branco ou farinha-d’água de mandioca.</p>
<p><em>Fonte: Agência Pará</em></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.paraterraboa.com/cultura/manicoba-e-pato-no-tucupi-sao-declarados-patrimonios-culturais-do-para/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Associação de Indígenas do Tapajós fortalece economia e qualidade de vida dos Tupinambás</title>
		<link>https://www.paraterraboa.com/economia/associacao-de-indigenas-do-tapajos-fortalece-economia-e-qualidade-de-vida-dos-tupinambas/</link>
					<comments>https://www.paraterraboa.com/economia/associacao-de-indigenas-do-tapajos-fortalece-economia-e-qualidade-de-vida-dos-tupinambas/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sidney Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Apr 2022 15:03:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[AGRICULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[Alter do Chão]]></category>
		<category><![CDATA[bioecnomia]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[RionTapajós]]></category>
		<category><![CDATA[Santarém]]></category>
		<category><![CDATA[tucupi]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.paraterraboa.com/?p=9675</guid>

					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/04/ampravat-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Por Sidney Alves Fortalecer a economia local e promover a qualidade de vida do povo indígena da etnia Tupinambá são alguns dos objetivos da Associação de Moradores Agroextrativistas e Indígenas do Tapajós (AMPRAVAT). Os representantes da associação, que atualmente é composta por 40 famílias localizadas à margem esquerda do Rio Tapajós, produzem geleias feitas com [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/04/ampravat-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><em>Por Sidney Alves</em></p>
<p>Fortalecer a economia local e promover a qualidade de vida do povo indígena da etnia Tupinambá são alguns dos objetivos da Associação de Moradores Agroextrativistas e Indígenas do Tapajós (AMPRAVAT).</p>
<p>Os representantes da associação, que atualmente é composta por 40 famílias localizadas à margem esquerda do Rio Tapajós, produzem geleias feitas com as frutas regionais do Pará e o tucupi preto.</p>
<blockquote><p>“Aqui nos incentivamos os nossos associados a produzirem geleias com as nossas frutas locais. E tem este novo produto, o tucupi preto, que é uma redução do tucupi normal. Ele fica mais consistente e mais adocicado, unindo as técnicas do manejo da mandioca com o conhecimento acadêmico”, afirmou Raquel Tupinambá, coordenadora do conselho indígena do Baixo Tapajós e integrante da AMPRAVAT, em conversa com o <strong>Pará Terra Boa,</strong> na segunda-feira, 18/04.</p></blockquote>
<p>Segundo ela, que é bióloga e doutoranda em Antropologia Social pela Universidade de Brasília (UNB), uma das grandes preocupações dos povos que habitam a reserva extrativista Tapajós-Arapiuns está relacionada com a situação atual do Rio Tapajós, que prejudica a qualidade de vida dos habitantes desta região.</p>
<blockquote><p>“A poluição do Rio Tapajós tem nos preocupado bastante, principalmente por causa desta contaminação causada pelo mercúrio, que advém das atividades garimpeiras, na região do Médio e Alto Tapajós. Esta triste realidade prejudica a saúdes de todos nós, sobretudo, porque contamina os peixes, que representam a nossa principal fonte de proteína”, contou ela, preocupada.</p></blockquote>
<h3><strong>Futuro da AMPRAVAT</strong></h3>
<p>Segundo Raquel, estão sendo feitos planejamentos para incentivar uma produção maior e mais qualificada, para poder vender em todo o território nacional.</p>
<blockquote><p>“Neste momento, estamos nos organizando para que possamos produzir mais e de maneira qualificada, porque queremos muito expandir as nossas produções para todo o País”, disse.</p></blockquote>
<p>Atualmente os produtos dos associados da AMPRAVAT são comercializados no município de Santarém, como também em Alter do Chão. Porém, existem planos maiores e que já estão sendo preparados.</p>
<blockquote><p>“Queremos expandir o comércio das nossas produções. Além de Santarém e de Alter do Chão, também estamos iniciando uma venda para alguns contatos que temos no Rio de Janeiro e em São Paulo”, contou Raquel.</p></blockquote>
<h3><strong>História da associação</strong></h3>
<p>Criada em 1994, a AMPRAVAT nasceu com o objetivo inicial fortalecer a população desta região da reserva extrativista Tapajós-Arapiuns.</p>
<p>Segundo Raquel, houve um período de enfraquecimento, mas nos últimos anos está havendo uma retomada com o apoio do fortalecimento econômico dos associados.</p>
<blockquote><p>“A AMPRAVAT passou por um processo de enfraquecimento e começou a retomar em 2018 as atividades. Os nossos objetivos estão relacionados com a luta pelos nossos direitos, da justiça social, trabalhamos na bioeconomia, na melhoria da qualidade de vida por meio da renda voltada para a produção local, como por exemplo com os derivados da mandioca”, afirmou Raquel.</p></blockquote>
<p><strong>LEIA MAIS:<br />
</strong><a href="https://www.paraterraboa.com/gente-da-terra/dia-dos-povos-indigenas-marca-fase-de-resistencia-contra-retrocessos-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener"><b>Dia dos Povos Indígenas marca fase de resistência contra retrocessos no Brasil<br />
</b></a><a href="https://www.paraterraboa.com/gente-da-terra/com-turiarte-da-resex-tapajos-arapiuns-turismo-de-base-comunitaria-cresce-no-para/"><strong>Com Turiarte da Resex Tapajós-Arapiuns, turismo de base comunitária cresce no Pará</strong></a><br />
<a href="https://www.paraterraboa.com/gente-da-terra/projeto-saude-e-alegria-de-saneamento-reduz-mortalidade-infantil-no-baixo-tapajos/"><strong>Projeto Saúde e Alegria de saneamento reduz mortalidade infantil no Baixo Tapajós</strong></a><br />
<a href="https://www.paraterraboa.com/gente-da-terra/coleta-de-andiroba-da-novo-impulso-a-coomflona-tapajos/"><strong>Coleta de andiroba dá novo impulso à Coomflona Tapajós</strong></a><br />
<a href="https://www.paraterraboa.com/gente-da-terra/artesaos-da-coomflona-tapajos-produzem-trofeu-sustentavel-da-copa-do-nordeste/"><strong>Artesãos da Coomflona Tapajós produzem troféu sustentável da Copa do Nordeste</strong></a></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.paraterraboa.com/economia/associacao-de-indigenas-do-tapajos-fortalece-economia-e-qualidade-de-vida-dos-tupinambas/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>

<!--
Performance optimized by W3 Total Cache. Learn more: https://www.boldgrid.com/w3-total-cache/?utm_source=w3tc&utm_medium=footer_comment&utm_campaign=free_plugin

Page Caching using Disk: Enhanced 

Served from: www.paraterraboa.com @ 2026-06-20 06:41:21 by W3 Total Cache
-->