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	<title>Tereza Cristina &#8211; Pará Terra Boa</title>
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	<description>Um site para a gente boa desta terra</description>
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	<title>Tereza Cristina &#8211; Pará Terra Boa</title>
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		<title>Com guerra na Ucrânia, ministra pede &#8216;calma&#8217; por haver fertilizantes até outubro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Mar 2022 15:32:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[estoque]]></category>
		<category><![CDATA[fertilizantes]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Agricultura]]></category>
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		<category><![CDATA[Tereza Cristina]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/03/Cloreto-Potassio-02-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A guerra na Ucrânia iniciada pela Rússia na semana passada pode deixar o agronegócio brasileiro apreensivo, mas a ministra Tereza Cristina tentou transmitir tranquilidade aos jornalistas em entrevista coletiva na noite de quarta-feira, 2/03, para falar dos impactos do conflito armado aos produtores que dependem de fertilizantes importados da Rússia. Segundo ela, não há motivos, [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2022/03/Cloreto-Potassio-02-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>A guerra na Ucrânia iniciada pela Rússia na semana passada pode deixar o agronegócio brasileiro apreensivo, mas a ministra Tereza Cristina tentou transmitir tranquilidade aos jornalistas em entrevista coletiva na noite de quarta-feira, 2/03, para falar dos impactos do conflito armado aos produtores que dependem de fertilizantes importados da Rússia. Segundo ela, não há motivos, no momento, para pânico, uma vez que o agronegócio brasileiro tem estoque garantido até setembro. A partir daí, é um incógnita.</p>
<p>Por outro lado, o presidente da República Jair Bolsonaro usou o risco da falta de potássio e possível aumento do seu preço para defender a aprovação pelo Congresso do projeto de lei 191/2020. Esse PL facilita a mineração e a construção de barragens em Territórios Indígenas, mesmo sem aval dos povos que as ocupam.</p>
<p>Como temos dito aqui neste espaço, o Brasil adquire no exterior aproximadamente 85% do volume de fertilizantes aplicado anualmente nas lavouras. A Rússia é uma das principais exportadoras do produto para o Brasil e, em janeiro, respondeu por 30,1% dos adubos e fertilizantes que entraram em território nacional, segundo o Ministério da Economia. Durante os 12 meses do ano passado, os russos foram responsáveis por 23,3% de todo fertilizante que entrou no Brasil.</p>
<blockquote>
<p dir="ltr">“A safrinha de milho já está acontecendo, então o que precisava de fertilizantes já está garantido. A safra de verão, que será no final de setembro, outubro, é uma preocupação, mas também temos do setor privado a confirmação de que há um estoque de passagem suficiente para chegar até outubro”, disse a ministra da Agricultura, que pretende se candidatar ao Senado pelo Mato Grosso do Sul.</p>
</blockquote>
<p dir="ltr">Tereza afirmou que sua pasta trabalha para diversificar os fornecedores de fertilizantes do Brasil: Canadá, onde ela tem viagem prevista para o dia 12 de março; Irã, onde ela esteve em fevereiro; e Chile.</p>
<p dir="ltr">Ela também disse que há esforços para flexibilizar a entrada de fertilizantes pelos portos brasileiros, eliminando burocracias e agilizando os desembarques por meio de conversar com a Receita Federal e o Ministério da Infraestrutura.</p>
<p dir="ltr">Também acrescentou que a Embrapa fará uma &#8220;caravana&#8221; de visita a produtores rurais para análise de solos com vistas à diminuição do uso de fertilizantes, mas mantendo a eficiência de produção. Segundo ela, os bioinsumos devem &#8220;andar mais rápido&#8221;, citando agrominerais, como pó de rocha, e emprego da nanotecnologia para que o Brasil use menos o insumo.</p>
<blockquote>
<p dir="ltr">&#8220;Temos que ter calma e equilíbrio nesta hora&#8221;, acrescentou, dizendo que há aqueles que torcem por &#8220;catástrofe&#8221; e os que não.</p>
</blockquote>
<p dir="ltr">Tereza também afirmou que está &#8220;otimista&#8221; com o acordo firmado entre a Petrobras e o Grupo Acron para venda da Unidade de Fertilizantes Nitrogenados (UFN3) de Três Lagoas, em Mato Grosso do Sul, mas que &#8220;ainda há um longo caminho a ser percorrido&#8221;.</p>
<p dir="ltr">O governo deve lançar nos próximos dias o Plano Nacional de Fertilizantes, elaborado desde o ano passado em parceria com outros ministérios e com a iniciativa privada, para reduzir a dependência do Brasil da importação de fertilizantes.</p>
<p dir="ltr">“O Brasil precisa tratar esse assunto como segurança nacional e segurança alimentar. Então, esse Plano, que fizemos lá atrás, há um ano, sem prever nada disso, era que o governo pensava que nós deveríamos ter para que o Brasil, que é uma potência agroalimentar, tivesse um plano de pelo menos 50% a 60% de produção própria dos seus fertilizantes”, disse a ministra sobre o plano que deve ser apresentado ainda este mês de março.</p>
<h3 dir="ltr">&#8216;Combo da destruição&#8217;</h3>
<p dir="ltr">O uso da guerra no Leste Europeu para &#8220;passar a boiada&#8221;, diante da possibilidade de escassez de fertilizantes, se deve aos seguintes projetos em andamento no Congresso:</p>
<ul>
<li dir="ltr">PL da <a href="https://www.wwf.org.br/natureza_brasileira/areas_prioritarias/amazonia1/ameacas_riscos_amazonia/desmatamento_na_amazonia/grilagem_na_amazonia/" target="_blank" rel="noopener">Grilagem</a><a href="https://www.wwf.org.br/natureza_brasileira/areas_prioritarias/amazonia1/ameacas_riscos_amazonia/desmatamento_na_amazonia/grilagem_na_amazonia/" target="_blank" rel="noopener"> </a>(PL 2.633/20 e PL 510/21) e o PL do Licenciamento Ambiental (PL 2.159/21).O primeiro projeto de lei incentiva a continuidade de ocupação ilegal de terra pública e do desmatamento. Entre outros pontos, o texto anistia a quem invadiu e desmatou ilegalmente terra pública até pouco tempo atrás (2017); permite que grandes invasores obtenham o título de propriedade sem necessidade de vistoria para averiguar a veracidade de suas alegações, extendendo uma regra que hoje vale apenas para as pequenas ocupações (97% dos que aguardam titulação); e concede título a quem já tem outros imóveis rurais ou invadiu terra pública em diversos lugares.O PL 2.159/21, por sua vez, torna o licenciamento ambiental uma exceção em vez de regra, uma vez que restringe, enfraquece ou, em alguns casos, até extingue parte importante dos instrumentos de avaliação, prevenção e controle de impactos socioambientais de obras e atividades econômicas no país.</li>
<li dir="ltr">O Pacote do Veneno (PL 6.299/02), que prevê a liberação de mais agrotóxicos, inclusive de substâncias já proibidas em outros países.</li>
<li dir="ltr">O PL da Exploração de Terras Indígenas (PL 490/07), cujo principal ponto, o Marco Temporal, está em análise no Supremo Tribunal Federal, prevê a abertura das terras indígenas para que fazendeiros possam implantar grandes plantios ou criar gado, abre a possibilidade de redução de terras já demarcadas a partir de critérios subjetivos, diminui a proteção aos povos isolados e inviabiliza a demarcação ou a ampliação de terras que já foram demarcadas. Esse projeto já foi aprovado na Comissão de Constituição e Justiça e pode ser votado no Plenário a qualquer momento.</li>
<li dir="ltr">O PL da Mineração em Terras Indígenas (PL 191/2020), que possibilita liberação para mineração e construção de hidrelétricas sem entraves em terras indígenas, mesmo sem aval dos povos que as ocupam. Embora dependa da instalação de comissão especial para que seja apreciado e aprovado, há a possibilidade de que manobras regimentais permitam sua votação diretamente no Plenário.</li>
<li dir="ltr">O PL 5.544/2020, que libera a caça de animais silvestres, e o PL 4.546/2021, que afeta drasticamente a Política Nacional de Recursos Hídricos, ferindo os princípios da descentralização e da gestão participativa da água. O projeto é considerado por integrantes dos comitês e organismos de bacias como o PL da privatização da água.</li>
</ul>
<p>Veja o vídeo da coletiva da ministra Tereza Cristina:</p>
<p><iframe title="Coletiva Ministra Tereza Cristina sobre fertilizantes" width="814" height="458" src="https://www.youtube.com/embed/4YOOwOffzVQ?feature=oembed&#038;enablejsapi=1&#038;origin=https://www.paraterraboa.com" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Tereza Cristina tenta destravar exportação de fertilizantes russos ao Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Nov 2021 20:11:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AGRICULTURA]]></category>
		<category><![CDATA[contratos]]></category>
		<category><![CDATA[exportação]]></category>
		<category><![CDATA[fertilizantes]]></category>
		<category><![CDATA[fornecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Rússia]]></category>
		<category><![CDATA[Tereza Cristina]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/11/tereza-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Após o governo russo anunciar restrições às exportações de fertilizantes nitrogenados por meio de cotas de exportação pelo período de seis meses a partir de 1º de dezembro, com o objetivo de evitar escassez no mercado interno, o governo brasileiro entrou em campo para evitar a interrupção do comércio entre os dois países. A ministra [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/11/tereza-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Após o governo russo anunciar restrições às exportações de fertilizantes nitrogenados por meio de cotas de exportação pelo período de seis meses a partir de 1º de dezembro, com o objetivo de evitar escassez no mercado interno, o governo brasileiro entrou em campo para evitar a interrupção do comércio entre os dois países.</p>
<p>A ministra Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento), por exemplo, reuniu-se nesta quarta-feira, 17/11, com autoridades e empresários russos, em Moscou, na tentativa de resolver o problema com o fornecimento de fertilizantes para o Brasil. Segundo ela, todos &#8220;garantiram&#8221; que não vão deixar de cumprir os contratos de fornecimento de fertilizantes ao Brasil, com possibilidade de aumentar o volume de exportações.</p>
<p>Em entrevista ao jornal &#8220;Estadão&#8221; na terça-feira, 16/11, a titular da Agricultura demonstrou preocupação. &#8220;Não é que vamos ter problemas de fornecimento, mas vamos ter problemas quanto ao pagamento, mais ou menos o que já acontece com o Irã e que traz alguns transtornos na hora do pagamento. Estamos nos antecipando a isso, conversando com outros parceiros para que a gente tenha um porcentual nas exportações de produtos, para que a gente tenha segurança que nossos fertilizantes vão chegar a tempo&#8221;, disse.</p>
<p>Segundo ela, esta safra já está garantida. &#8220;Estamos nos antecipando para a safra de verão, que vem daqui a um ano, em setembro, outubro e novembro (&#8230;) Agora estamos indo à Rússia ver se a gente consegue uma entrega um pouco maior do que a gente já tem para caso precise compensar a gente tenha compensações&#8221;.</p>
<h3>&#8216;Garantias&#8217;</h3>
<p>De acordo com o Ministério da Agricultura (Mapa), o ministro do Desenvolvimento Econômico da Rússia, Maksim Reshetnikov, assegurou a manutenção do fornecimento ao Brasil de fertilizantes de potássio e fosfato e, se possível,  aumento de exportações para a próxima safra.</p>
<p dir="ltr">A ministra brasileira se reuniu com o vice-presidente da produtora global de fertilizantes minerais complexos Acron, Vladimir Kantor, que assegurou o aumento de ao menos 10% das exportações de fertilizantes para o Brasil. Ele também informou sobre  o prosseguimento das negociações para a aquisição dos ativos da<a href="https://twitter.com/petrobras" target="_blank" rel="noopener"> </a>Petrobras da Unidade de Fertilizantes Nitrogenados (UFN-3), em Três Lagoas (MS).</p>
<p dir="ltr">O CEO da empresa russa PhosAgro, Andrey Guryev, também assegurou o fornecimento de fertilizantes ao Brasil. A holding química russa é produtora de fertilizantes, fosfatos e fosfatos para alimentação animal, sendo um dos principais fabricantes mundiais de fertilizantes fosfatados.</p>
<p dir="ltr">A ministra ouviu do CEO da EuroChem, Vladimir Rashevskiy, planos de investimentos da empresa no Brasil para aumento da produção nacional de fertilizantes. A EuroChem é líder mundial na produção de fertilizantes nitrogenados, fosfatados e potássicos.</p>
<p dir="ltr"><em>Fonte: Ministério da Agricultura</em></p>
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		<item>
		<title>Em Dubai, Tereza Cristina promove agropecuária para investimento dos Emirados Árabes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gisele Coutinho]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Nov 2021 15:53:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[agropecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Emirados Árabes]]></category>
		<category><![CDATA[exportação]]></category>
		<category><![CDATA[investimento]]></category>
		<category><![CDATA[Tereza Cristina]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/11/tereza-cristina-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />A ministra Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) participou nesta segunda-feira, 15/11, do Fórum Invest In Brasil, em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos. Em painel sobre oportunidades de negócios no Brasil, a ministra destacou as possibilidades de investimentos na agropecuária brasileira, enfatizando a sustentabilidade e eficiência do setor, que é capaz de responder aos desafios [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/11/tereza-cristina-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />
<p class="wp-block-paragraph">A ministra Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) participou nesta segunda-feira, 15/11, do Fórum Invest In Brasil, em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos. Em painel sobre oportunidades de negócios no Brasil, a ministra destacou as possibilidades de investimentos na agropecuária brasileira, enfatizando a sustentabilidade e eficiência do setor, que é capaz de responder aos desafios da demanda mundial por alimentos e dar retorno financeiro.</p>
<p>Mais de 300 empresários e executivos brasileiros de 230 indústrias e organizações participam entre, 13 e 19 de novembro, da maior missão de negócios brasileira já realizada na região capitaneada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).<br /><br />“Nosso país é uma das melhores opções para ajudar o mundo a combater a insegurança alimentar. Segundo estimativas da FAO, a demanda global por alimentos crescerá pelo menos 60% até 2050. Se levarmos em conta que poucas nações terão capacidade de aumentar a própria produção de forma tão acentuada em curto período, os principais fornecedores, entre os quais o Brasil, precisarão encontrar formas ainda mais eficazes de plantio, colheita e distribuição. Nós já estamos nesse caminho”, disse. <br /><br />A ministra disse que há muitas áreas em que o Brasil pode trabalhar em conjunto com os Emirados Árabes Unidos, seja entre governos ou com os setores privados, especialmente na área de infraestrutura. Ela também citou a possibilidade de investimentos em títulos verdes e a Lei do Agro, que permite operações financeiras mais simples para investimentos no agronegócio brasileiro.</p>
<p>“Com sucessivos recordes de produção agropecuária no Brasil, nossos excedentes aumentam e os mercados mundiais são seu destino natural. Por isso, temos que desburocratizar o ingresso de recursos externos no país e acertar aspectos tributários para não atrapalhar esse fluxo de capitais”, disse a ministra.<br /><br />Além disso, ela citou que a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) deve assinar com a Autoridade de Segurança Alimentar de Abu Dhabi um memorando de Entendimento que permitirá o desenvolvimento de projetos de cooperação científica em diversas áreas como horticultura, frutas e controle biológico de pragas e doenças.</p>
<p>Também foram assinados memorandos de entendimento para cooperação em educação, repatriamento de prisioneiros e um esboço de acordo para cooperação internacional entre o Centro de Estudos Estratégicos e Pesquisa dos Emirados e a Fundação Alexandre Gusmão, do Brasil. A fundação atua com estudos e atividades no campo das relações internacionais e da diplomacia.<br /><br />O evento foi organizado pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), em parceria com a Confederação Nacional da Indústria (CNI), Dubai Chamber e Câmara de Comércio Árabe-Brasileira. A ministra também participou da abertura do evento, que contou com a presença do presidente Jair Bolsonaro e outras autoridades do Brasil e dos Emirados Árabes.</p>
<h3>Mercado</h3>
<p>De janeiro a setembro deste ano, os Emirados Árabes Unidos aumentaram em 14% as compras de carne bovina do Brasil em relação aos mesmos meses de 2020, de acordo com dados divulgados pela Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo). O país importou 33,9 mil toneladas e foi o sexto maior destino do produto brasileiro no exterior no período.</p>
<p>O diretor chefe do Escritório da Câmara Árabe em Dubai, Rafael Solimeo, falou em evento no domingo, 14/11, sobre as oportunidades de negócios entre Brasil e Emirados Árabes Unidos. O Brasil exportou neste ano até setembro US$ 1,6 bilhão em mercadorias ao país árabe, e importou US$ 635 milhões. Os produtos mais vendidos foram carne de frango, ouro e açúcar, e os mais importados foram barcos-faróis/guindastes flutuantes, petróleo e enxofre.</p>
<p>Os Emirados receberam em 2020 um total de US$ 99,2 milhões em investimento direto estrangeiro do Brasil. Já o Brasil recebeu do país árabe em 2019 o valor de US$ 1,2 bilhão em investimentos diretos. Tanto o Brasil tem empresas dos Emirados instaladas no país, quanto companhias brasileiras têm unidades nos Emirados, entre elas O Boticário, Weg, JBS, BRF, Minerva e Embraer.</p>
<h3>Cultura árabe</h3>
<p>O presidente da Câmara Árabe Brasileira (CCAB), embaixador Osmar Chohfi, ressaltou que os Emirados Árabes Unidos (EAU) possuem incentivos fiscais e acordos de facilitação de investimentos. “Temos mais de 40 Zonas Francas, melhor acesso a mercados locais e oferecemos ótimas condições para as empresas se estruturarem. Damos suporte técnico e de equipe para as empresas que quiserem operar no mundo árabe”, observou Chohfi.  </p>
<p>O Embaixador deu “uma dica” para quem quiser estreitar as relações comerciais. “É importante entender a cultura árabe. Isso é fundamental. Eles consomem o que há de melhor no mundo e estão atentos à sustentabilidade do produto”.</p>
<p>Nos EAU, quem respeita o produto hallal &#8211; certificação de qualidade para produtos que respeitam o islamismo – é mais valorizado. </p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
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		<title>Tereza Cristina cita papel da agropecuária na busca de uma &#8216;economia verde&#8217;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Oct 2021 16:45:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[agropecuária]]></category>
		<category><![CDATA[economia verde]]></category>
		<category><![CDATA[Tereza Cristina]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/10/tereza-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Ciente da posição da agropecuária como maior emissora de gases de efeito estufa no Brasil, a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, afirmou na segunda-feira, 25/10, que esse setor pode contribuir para economia verde no Brasil. “Por meio de iniciativas sustentáveis, o Brasil continuará a fortalecer a agropecuária, um dos setores mais vulneráveis à mudança do [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/10/tereza-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p>Ciente da posição da agropecuária como maior emissora de gases de efeito estufa no Brasil, a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, afirmou na segunda-feira, 25/10, que esse setor pode contribuir para economia verde no Brasil.</p>
<p>“Por meio de iniciativas sustentáveis, o Brasil continuará a fortalecer a agropecuária, um dos setores mais vulneráveis à mudança do clima”, acrescentou Tereza Cristina no lançamento do Programa Nacional de Crescimento Verde, coordenado pelos ministérios do Meio Ambiente e da Economia. No evento, a ministra destacou as ações realizadas pelo Mapa para que o agronegócio seja protagonista do desenvolvimento de uma economia verde no Brasil.</p>
<p>Como é sabido, as mudanças climáticas apontam na direção de períodos de estiagem mais longos e de chuva mais extremos, o que afetam setores pilares do agronegócio brasileiro. Nos próximos 20 anos, a temperatura deve ultrapassar 1,5ºC a mais – trazendo ainda mais efeitos negativos para a vida das pessoas, como extremos de temperatura mais frequentes, intensos e perigosos.</p>
<p>No Brasil, a temperatura pode subir entre 4ºC e 5ºC nas próximas décadas. Isso terá efeito direto na disponibilidade de chuva e na produtividade do agronegócio.</p>
<p dir="ltr">O Plano Setorial de Adaptação e Baixa Emissão de Carbono na Agropecuária,<a class="internal-link" title="" href="https://www.gov.br/agricultura/pt-br/assuntos/noticias/com-tecnologias-de-producao-sustentavel-plano-abc-pretende-reduzir-emissao-de-carbono-em-mais-de-1-bilhao-de-toneladas" target="_blank" rel="noopener" data-tippreview-image="" data-tippreview-title="" data-tippreview-enabled="false" data-tippreview-> chamado de ABC+</a>, foi apresentado pela ministra como uma das mais ambiciosas políticas públicas agropecuárias no mundo. Até 2030, a meta do Plano é reduzir a emissão de carbono equivalente em 1,1 bilhão de toneladas no setor agropecuário com a adoção de tecnologias de produção sustentável.</p>
<p dir="ltr">Ela também destacou a criação da Cédula de Produtor Rural Verde, a <a class="internal-link" title="" href="https://www.gov.br/agricultura/pt-br/assuntos/noticias/cpr-verde-titulo-ira-recompensar-o-produtor-pela-preservacao-ambiental" target="_blank" rel="noopener" data-tippreview-image="" data-tippreview-title="" data-tippreview-enabled="false" data-tippreview->CPR Verde</a>, que irá incentivar o produtor rural a produzir preservando e recebendo pagamento por serviços ambientais.</p>
<p dir="ltr">Outras diretrizes nas quais o Mapa atua também foram lembradas pela ministra, como a integração entre a conservação do meio ambiente com a produção agropecuária, a regularização fundiária, a promoção da regularização ambiental das propriedades rurais, com a implementação do Código Florestal Brasileiro. “A agricultura brasileira é descarbonizante, e a neutralidade de carbono caminhará a passos largos”.</p>
<p dir="ltr"><em>Fonte: Ministério da Agricultura</em></p>
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		<title>No lançamento do Plano Safra, Teresa Cristina defende conservação ambiental</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvana Mascagna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Jun 2021 22:26:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[conservação ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Plano Safra]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Tereza Cristina]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/06/tereza-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="A ministra Tereza Cristina (Agricultura). Foto Antonio Araujo/Mapa" decoding="async" />A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, defendeu a importância da conservação ambiental durante o lançamento do Plano Safra 2020/2021 nesta noite de terça, 22. &#8220;Temos a responsabilidade de mostrar ao mundo que produzir e preservar podem andar juntos&#8221;, afirmou ela. A ministra disse na solenidade que o país tem a &#8220;obrigação&#8221; de estender a prosperidade [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://www.paraterraboa.com/wp-content/uploads/2021/06/tereza-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="A ministra Tereza Cristina (Agricultura). Foto Antonio Araujo/Mapa" decoding="async" /><p>A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, defendeu a importância da conservação ambiental durante o lançamento do Plano Safra 2020/2021 nesta noite de terça, 22. &#8220;Temos a responsabilidade de mostrar ao mundo que produzir e preservar podem andar juntos&#8221;, afirmou ela.</p>
<p>A ministra disse na solenidade que o país tem a &#8220;obrigação&#8221; de estender a prosperidade do agronegócio brasileiro a todos os demais produtores rurais do país. Segundo a titular da pasta, o desafio que se impõe ainda é de garantir acesso de todos os brasileiros à alimentação.</p>
<p>&#8220;A partir do fortalecimento do trabalho, de inteligência e da ação coordenada entre os ministérios, temos a obrigação de estender a prosperidade do agro a todos os produtores do país e o desafio de garantir o acesso de todos os brasileiros a alimentação&#8221;, disse Tereza.</p>
<p>Nos últimos meses do ano passado, 19 milhões de brasileiros passaram fome e mais da metade dos domicílios no país enfrentou algum grau de insegurança alimentar, segundo o Inquérito Nacional sobre Insegurança Alimentar no Contexto da Pandemia da Covid-19 no Brasil, realizado pela Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional (Rede Penssan) e divulgado em abril.</p>
<p>A sondagem inédita estimou que 55,2% dos lares brasileiros, ou o correspondente a 116,8 milhões de pessoas, conviveram com algum grau de insegurança alimentar no final de 2020 e 9% deles vivenciaram insegurança alimentar grave, isto é, passaram fome, nos três meses anteriores ao período de coleta, feita em dezembro de 2020, em 2.180 domicílios. De acordo com os pesquisadores, o número encontrado de 19 milhões de brasileiros que passaram fome na pandemia do novo coronavírus é o dobro do que foi registrado em 2009, com o retorno ao nível observado em 2004.</p>
<p>Segundo a ministra, &#8220;a produção agrícola mundial deverá crescer em sintonia com conservação ambiental, porém sem descuidar dos ganhos de produtividade e inclusão social. Graças à ciência e inovação, o Brasil será protagonista desse processo, eu não tenho dúvida disso&#8221;, acrescentou.</p>
<h3>Quais são os planos</h3>
<p>O <a class="internal-link" title="" href="https://www.gov.br/agricultura/pt-br/assuntos/noticias/com-total-de-r-251-2-bilhoes-plano-safra-21-22-aumenta-recursos-para-tecnicas-agricolas-sustentaveis/Apresentacaoplanosafra202120221.pdf" target="_blank" rel="noopener" data-tippreview-image="" data-tippreview-title="" data-tippreview-enabled="false" data-tippreview->Plano Safra 2021/2022</a> vai oferecer R$ 251,22 bilhões para apoiar a produção agropecuária nacional, um aumento de R$ 14,9 bilhões (6,3%) em relação ao plano anterior. Os financiamentos poderão ser contratados de 1º de julho de 2021 a 30 de junho de 2022. Do total, R$ 177,78 bilhões serão destinados ao custeio e comercialização e R$ 73,4 bilhões serão para investimentos.</p>
<p>Com relação ao Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), serão destinados R$ 39,34 bilhões ao pequeno produtor, com juros de 3% e 4,5%. Desse valor, R$ 21,74 bilhões são para custeio e comercialização e R$ R$ 17,6 bilhões para investimentos.</p>
<p>Para o médio produtor, no âmbito do Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp), foram oferecidos R$ 34 bilhões, um aumento de 3% em relação à safra passada. São R$ 29,18 bilhões para custeio e comercialização e R$ 4,88 bilhões para investimento, com juros de até 6,5% ao ano.</p>
<p>Uma das demandas do setor é o investimento para armazenagem de produtos. Serão destinados R$ 4,12 bilhões, um acréscimo de 84%. Para o financiamento de armazéns com capacidade de até 6 mil toneladas nas propriedades, a taxa de juros é de 5,5% e para maior capacidade a taxa é de 7% ao ano, com carência de três anos e prazo máximo de 12 anos.</p>
<p>O seguro rural foi ampliado. Para 2022, a subvenção ao Prêmio do Seguro Rural será de R$ 1 bilhão. Com esse montante, será possível contratar aproximadamente 158.500 apólices, proteger 10,7 milhões de hectares e um valor total segurado de R$ 55,4 bilhões.</p>
<h3>Sustentabilidade</h3>
<p>O Programa para Redução de Emissão de Gases de Efeito Estufa na Agricultura (Programa ABC), que é a principal linha para financiamento de técnicas sustentáveis, teve uma ampliação de 101% em relação aos recursos oferecidos no Plano Safra anterior. A linha terá R$ 5,05 bilhões em recursos com taxa de juros de 5,5% e 7% ao ano, carência de até oito anos e prazo máximo de pagamento de 12 anos.</p>
<p>O plano prevê ainda o financiamento para aquisição e construção de instalações para a implantação ou ampliação de unidades de produção de bioinsumos e biofertilizantes na propriedade rural, para uso próprio. Também serão financiados projetos de implantação, melhoramento e manutenção de sistemas para a geração de energia renovável. O limite de crédito coletivo para projetos de geração de energia elétrica a partir de biogás e biometano será de até R$ 20 milhões.</p>
<p>O Proirriga, programa destinado ao financiamento da agricultura irrigada, terá R$ 1,35 bilhão, com juros de 7,5% ao ano. Já o Inovagro, voltado para o financiamento de inovações tecnológicas nas propriedades rurais, ficou com R$ 2,6 bilhões, e taxas de juros de 7% ao ano.</p>
<p>&#8220;Vamos aproveitar o bom momento, plantar uma grande safra, para chegarmos até o ano que vem numa marca histórica de 300 milhões de toneladas de grãos até o fim de seu primeiro mandato, presidente&#8221;, afirmou.</p>
<p>O 1º Levantamento da safra de grãos 2020/21 mostrou que o Brasil deve ter uma produção recorde no período. A produção está estimada em 268,7 milhões de toneladas, volume 4,2% maior que o recorde da safra 2019/20, que totalizou 257,7 milhões de toneladas de grãos, segundo dados divulgados pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).</p>
<p>A área cultivada também deve aumentar. A estimativa é de um crescimento de 1,3%, o que corresponde a 879,5 mil hectares a mais. Na safra de grãos 2020/21 o plantio deve ocupar 66,8 milhões de hectares.</p>
<p><em>Fonte: Mapa</em></p>
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